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Militares da Marinha fazem treinamento pesado perto de Brasília

Estamos em um campo de guerra, pra quem duvida… Os fuzileiros defendem o território com o que há de mais pesado em armamento na Marinha do Brasil. É um treinamento feito da maneira mais real possível. Foguetes são lançados a 45 km de distância, aviões de caça tem a missão de impedir que o inimigo se aproxime.

Esse equipamento, Astros (é um sistema de lançadores múltiplos de foguetes)  foi comprado ano passado pela Marinha.

Mísseis, foguetes, canhões, tudo real e pertinho do DF (Distrito Federal). Repórteres acompanharam um dia de treinamento de dois mil militares da Marinha em Formosa/ Goiás.

Confira:

Vídeo: militares dançam funk com armas e são expulsos do Exército

Militares do Exército Brasileiro dançam funk enquanto engatilham armas em Brasília

Militares do Exército Brasileiro dançam funk enquanto engatilham armas em Brasília

Vídeo que circula pelas redes sociais mostra agentes do Exército Brasileiro dançando funk enquanto engatilham armas. Os militares faziam parte do 1º Regimento de Cavalaria de Guarda – responsável pela segurança presidencial. Apesar de ter se popularizado nos últimos dias, a gravação foi feita em 2014, em Brasília e, segundo o Exército, os agentes já foram expulsos da entidade. No ritmo da música, as munições caíam sobre o gramado enquanto os homens engatilhavam as armas e dançavam.

Em nota, o Exército Brasileiro afirmou que “o comando da unidade, ao tomar conhecimento do ocorrido, abriu procedimento administrativo para apurar os fatos e, após conceder o direito da ampla defesa e contraditório, os envolvidos foram excluídos das fileiras do Exército, a bem da disciplina, devido a gravidade de seus atos, de acordo com a legislação vigente”.

Exército Brasileiro: “Mulheres na Carreira Bélica”

exército

Mulheres na Carreira Bélica

A partir de 2017, o Exército Brasileiro terá o ingresso do sexo feminino na carreira militar bélica.

As oficiais integrarão no Quadro de Material Bélico ou no Serviço de Intendência, sendo o primeiro ano de formação na Escola Preparatória de Cadetes do Exército – EsPCEx, em Campinas, e os outros quatro anos na Academia Militar das Agulhas Negras – AMAN, em Resende.

As sargentos atuarão na área técnico-logística (Intendência, Manutenção de Armamento, Manutenção de Viatura Auto, Mecânico Operador, Manutenção de Comunicações, Aviação Manutenção e Topografia). O primeiro ano de formação ocorrerá em Organizações Militares de Juiz de Fora (10º Batalhão de Infantaria Leve e 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve) e do Rio de Janeiro (1º Grupo de Artilharia Antiaérea). No segundo ano, as alunas darão continuidade ao curso de formação na Escola de Sargentos de Logística, no Rio de Janeiro, ou no Centro de Instrução de Aviação do Exército, em Taubaté.

Os primeiros concursos acontecerão 2016, com os editais prevendo as peculiaridades desta situação. A EsPCEx, em Campinas – SP, estará encarregada do concurso para a carreira de Oficiais e a Escola de Sargentos das Armas (EsSa), em Três Corações – MG, será a responsável pelo concurso de Sargentos.

A documentação referente ao processo está sendo adaptada para atender a singularidade da inserção da mulher; os requisitos específicos da capacitação física estão sendo estudados cientificamente para serem estabelecidos parâmetros adequados de padrões para cada sexo. Para receber o sexo feminino está sendo realizada a adequação da infraestrutura nos estabelecimentos de ensino: alojamentos, vestiários; enfim, tudo o que é necessário para acolher as alunas, que serão, em 2021, as primeiras militares de carreira na linha bélica do Exército Brasileiro.

Fonte: Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEX)

Odebrecht e governo ‘consumiram’ R$ 3,3 bilhões em construção de submarinos que não existem

Onde estão os tais submarinos? Em lugar algum,por que ainda nem foram construídos, estariam em fase de construção, mas com os escãndalos explodindo é bem capaz que fiquem como a Transposição do Rio São Francisco e outras promessas não cumpridas, só em sonhos>>>

***Em 2012, a Odebrecht se tornou a primeira empreiteira a receber mais de R$ 1 bilhão do governo federal. O motivo do alto “rendimento” foi o programa de submarinos da Marinha. O projeto recebeu R$ 3,3 bilhões de lá pra cá, deixando a Odebrecht no topo do ranking de empreiteiras da União.

O volume dos negócios chamou a atenção da Polícia Federal depois que a empresa foi alvo da Operação Lava Jato. Em ação no início da semana, a PF procurou documentos para embasar suspeitas de que houve irregularidades na execução do programa. As suspeitas surgiram em etapas anteriores da Lava Jato, em que a Odebrecht foi alvo das investigações.

Os recursos destinados à empreiteira, maior parceira nacional do projeto, visavam a construção de submarino de propulsão nuclear, que tem previsão de ser colocado no mar em 2025. Além disso, a Odebrecht está implantando estaleiro e base naval para a construção e manutenção de submarinos convencionais e nucleares, em Itaguaí, no Rio de Janeiro.

O projeto chegou a receber R$ 1,13 bilhão no ano passado. Em 2013, o valor foi de R$ 833,2 milhões e em 2012, primeiro ano das obras, R$ 1,12 bilhão foi repassado para que a empresa tocasse as obras. A previsão é que o empreendimento custe R$ 25 bilhões aos cofres públicos. Neste ano, os valores diminuíram. Até o momento, R$ 214 milhões foram repassados pelo governo federal para o programa. A previsão no orçamento é que R$ 1,4 bilhão fosse investido. De acordo com a Marinha, no entanto, para além das investigações da Lava Jato, o programa também enfrenta o ajuste fiscal deste ano. Houve redução de R$ 719,1 milhões no valor a ser investido este ano.

“Em face desse ajuste fiscal, o cronograma físico-financeiro do PROSUB vem passando por ajustes proporcionais ao valor inicialmente previsto e ao referido corte” explicou a Marinha. A Pasta ainda ressaltou que os objetivos do projeto serão concretizados. Assinado em 2009, o programa é parte do acordo militar Brasil-França, o maior da história do país.

O trato foi uma das estrelas do segundo mandato de Lula. A parceria prevê que os franceses fornecerão tecnologia para a construção de quatro submarinos convencionais, movidos por motores diesel-elétricos, e um nuclear – a menina dos olhos dos almirantes, já que apenas seis países operam esse tipo de armamento hoje.

AINDA NÃO EXISTEM, ESTÃO EM CONSTRUÇÃO

A fabricação já está em curso, com seções do primeiro modelo convencional sendo integradas no Rio.

A Odebrecht foi subcontratada pelo estaleiro DCNS francês para assumir as obras da nova base por € 1,7 bilhão. Não houve licitação, o que provocou críticas veladas de suas concorrentes à época. Como se trata de negócio envolvendo a segurança nacional, tudo é sigiloso e fora das regras da Lei de Licitações. Isso é praxe em praticamente todo o mundo e deverá dificultar apurações da PF.

O acordo sofreu críticas por ter feito o Brasil adquirir família diferente de submarinos, a classe Scorpène francesa, vista por especialistas como inferior aos novos modelos alemães, o Brasil já utilizava submarinos de desenho germânico.

Não ajuda muito o fato de a DCNS ter longo currículo de acusações de pagamentos de propina e outras suspeitas em negócios com os mesmo submarinos na Índia e Malásia. Os franceses sempre negaram irregularidades. A Odebrecht nega acusações contra ela no âmbito da Lava Jato. ***(As informações são do jornal Folha de S. Paulo via Contas Abertas)

Seis fatos que você deve saber sobre a queda das bolsas

Cidade de Pequim, China

Cidade de Pequim, China

As principais bolsas da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos tiveram o pior dia desde 2008 e encerraram o pregão desta segunda-feira com fortes perdas, pressionadas pelo tombo nas ações da China e novos temores sobre o crescimento global. Nesta segunda, o Xangai Composto, principal índice acionário chinês, fechou com queda de 8,5%, apagando os ganhos de todo o ano. Saiba quais são as seis coisas que importam sobre o comportamento do mercado hoje.

01 – A desaceleração da China não é novidade

A desaceleração da China não é novidade

Não é de hoje que a economia chinesa desperta olhares cautelosos. A desaceleração econômica do gigante asiático é um ponto pacífico entre economistas do mundo todo — e, diferentemente do Brasil, o governo chinês não tem feito questão de esconder do mercado suas previsôes mais modestas de crescimento. O que mudou nos últimos dois meses é que a percepção dos investidores sobre a capacidade de o governo chinês controlar essa desaceleração tem se mostrado limitada. As diversas intervenções na bolsa de valores, com o intuito de frear a queda das ações, resultaram em ainda mais desconfiança. A tentativa de desvalorizar a moeda diante do cenário incerto também foi vista pelo mercado como mais um sinal de que a situação chinesa está pior que o esperado.

02 – Hoje, o Fed preocupa tanto quanto a China

Hoje, o Fed preocupa tanto quanto a China

Diante das incertezas trazidas pelo mercado chinês, um sopro de estabilidade era esperado no Ocidente. Contudo, na semana passada, a publicação da última ata da reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), trouxe mais dúvidas do que respostas sobre a elevação dos juros nos Estados Unidos. Depois de inúmeras sinalizações de que subiria os juros em setembro, os dirigentes do Fed divergiram, no último mês, sobre a data da elevação. Agora, há expectativa de que a subida seja efetivada somente em 2016. Tal mudança nas expectativas fez com que as bolsas americanas caíssem na semana passada. Aliada à crise na bolsa chinesa, a mudança criou sentimento de pânico nos mercados e investidores buscam realizar seus ganhos.

03 – A economia global está em momento de transição

A economia global está em momento de transição

Para a revista britânica The Economist, a turbulência se dá em um momento de transição, em que as economias desenvolvidas se recuperam da crise econômica e fiscal da última década, enquanto os mercados emergentes sofrem os solavancos decorrentes de erros em sua política econômica. Neste aspecto, a desvalorização do iuane é emblemática. As críticas sobre a manutenção do câmbio fixo na China remontam a mais de duas décadas. O fato de o país resolver mudar tal política em momento de crise faz com que os investidores se sintam ainda menos seguros em aportar seus recursos nos mercados asiáticos.

04 – A bolsa é um investimento popular na China, e isso pode ser um problema

A bolsa é um investimento popular na China - e isso pode ser um problema

Ao contrário da maioria dos mercados de capitais, em que investidores institucionais são donos da maior parte das ações, na China, 80% do mercado está nas mãos de pessoas físicas. O boom da bolsa chinesa foi impulsionado, sobretudo, pela entrada de pequenos investidores em busca de ganhos em ações de empresas de tecnologia. Antes de despencar, o índice Shangai Composite, o principal da Bolsa de Shangai, havia se valorizado em mais de 100% no primeiro semestre. O pequeno investidor chinês descobriu a bolsa nos últimos dez anos e tem migrado sua poupança para as ações depois que o mercado imobiliário, que levava a preferência dos chineses, passou a titubear e dar sinais de bolha. Um dos fatores de risco para a economia chinesa é a perspectiva de a queda das ações atinja a poupança da população e, em última instância, o consumo.

05 – A bolsa chinesa é pequena, mas não insignificante

A bolsa chinesa é pequena, mas não insignificante

A participação da bolsa chinesa no contexto mundial é pequena, porém, não insignificante. Enquanto o mercado de capitais americano movimenta 18,6 trilhões de dólares, a soma das empresas chinesas listadas em bolsa é de 3,7 triilhões de dólares. Há um abismo de valor entre ambos. Mesmo assim, a China é o segundo maior mercado acionário do mundo, acima de Japão, Reino Unido e Alemanha. Analistas acreditam que uma segunda crise asiática, como a de 1997, seja improvável, já que os governos do continente colocaram em prática reformas que deixaram os países mais calibrados para enfrentar turbulências. Os bancos e o sistema financeiro, como um todo, também estão menos vulneráveis para enfrentar a crise houver um tombo mais forte na economia chinesa.

06 – E o Brasil com isso?

E o Brasil com isso?

Como a bolsa de valores brasileira tem uma participação importante de investidores institucionais estrangeiros, qualquer solavanco mundial impacta os preços dos ativos. Ocorre que, como a bolsa brasileira enfrenta uma trajetória constante de queda desde 2013, movimentos bruscos, como os de hoje, tendem a ter impacto limitado. Atualmente, importa mais para o investidor estrangeiro as questões internas do país, como o ajuste fiscal e o caos político, do que a crise chinesa. Contudo, mesmo com uma grave crise para chamar de sua, o Brasil não está imune ao outono chinês. O país asiático é um dos principais importadores da soja e do minério de ferro brasileiros. Assim que qualquer choque na economia asiática tende a impactar não o mercado financeiro brasileiro, mas a economia real — o que é pior.

Exército de Israel planejou bombardear o Irã


O ex-ministro da Defesa israelense Ehud Barak revelou que Israel queria realizar três ataques contra instalações nucleares iranianas. Os comandantes do exército israelense simplesmente não deram luz verde aos ataques devido aos muitos problemas de segurança.


Ehud Barak, que está trabalhando em suas memórias, revelou este segredo de Estado em entrevista a dois jornalistas, informou Contra Magazine.

Barak confessou que ele e o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu tinham planos de atacar o Irã mas encontraram oposição dos militares e alguns políticos. O comandante-chefe Gabi Ashkenazi avisou que o país não tinha capacidades suficientes para realizar tal operação militar.

Em 2010 e 2011, Barak e Netanyahu planejavam realizar ataques contra os centros iranianos de pesquisas nucleares mas o plano foi adiado até 2012 por causa da desaprovação nos círculos políticos e militares de Israel. Em 2012 o plano também não foi realizado porque Israel conduzia exercícios militares em conjunto com os EUA e não queria embaraçar o seu aliado próximo.

Por que razão teria Ehud Barak revelado esta informação secreta não está claro até agora mas a sua confissão provocou preocupações na comunidade internacional sobre a ameaça nuclear de Israel.

A entrevista a Barak foi vazada e emitida no Channel 2 israelita. O ex-ministro da Defesa confirmou que a gravação é autêntica.

Leia mais: sputnik news

Senadora Ana Amélia critica afirmação do presidente boliviano Evo Morales

A senadora Ana Amélia (PP-RS) criticou nesta segunda-feira (24), em Plenário, manifestação do presidente da Bolívia, Evo Morales, que disse que poderia entrar no Brasil para evitar um golpe de estado contra o governo da presidente Dilma Rousseff.

Segundo a senadora, o Brasil não precisa desse tipo de interferência porque o país tem um Judiciário independente, o Congresso Nacional está funcionando, a oposição atua livremente, o Poder Executivo continua trabalhando e a imprensa tem total liberdade. Para Ana Amélia, presidentes de qualquer país vizinho podem emitir opinião sobre a crise brasileira e manifestar apoio à presidente Dilma Rousseff, mas não podem fazer ameaça de interferência no país.

— Vivemos num momento de plena democracia, com as instituições funcionando. Portanto, senhor presidente Evo Morales, não venha aqui se meter no Brasil porque o Brasil, o povo brasileiro e suas instituições estão muito fortes e não precisam de tutela de quem quer que seja. O Brasil, tenho repetido aqui, é maior que sua crise e vamos superá-la de maneira soberana — afirmou.

Ana Amélia também destacou que a maioria dos estados está descumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal devido à queda acentuada na arrecadação e ao aumento dos gastos obrigatórios, como mostra reportagem do jornal O Globo.

Segundo o jornal, nos primeiros quatro meses do ano, as receitas estaduais caíram 22,4%, enquanto as despesas com pessoal subiram 5,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Como consequência, 22 estados já ultrapassaram algum limite da Lei de Responsabilidade Fiscal, sendo que seis já superaram o teto fixado para gastos com pessoal ou dívida consolidada líquida. Os demais estão acima dos limites prudenciais, segundo a reportagem.

FONTEwww.cenariomt.com.br

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