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Programa nuclear do Irã ameaça Israel, diz Netanyahu no Congresso dos EUA

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, acena ao chegar ao Congresso dos EUA para realizar um discurso nesta terça-feira (3) (Foto: Mandel Ngan/AFP)

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse nesta terça-feira (3) em discurso no Congresso dos EUA que a busca do Irã por armas nucleares pode ameaçar a sobrevivência de Israel. “O mundo deve exigir que o Irã pare de apoiar o terrorismo no mundo e pare de ameaçar aniquilar Israel”, afirmou.

Ele quer que os parlamentares norte-americanos bloqueiem um acordo de Washington com o Irã, que assessores de Obama afirmam ser um possível marco da política externa do presidente. “Sabemos com certeza que qualquer acordo com o Irã incluirá concessões que o deixarão com vasta infraestrutura nuclear”, disse. “Este é um mau acordo. Ficaremos melhor sem ele”, alegou, enfatizando que o trato “não será um adeus às armas, mas um adeus ao controle delas (…) Uma contagem regressiva a um potencial pesadelo nuclear”.

Os ataques ao governo iraniano foram reiterados. “O regime iraniano representa uma grave ameaça, não apenas para Israel, mas também para a paz do mundo todo”, disse o israelense, que foi bastante aplaudido pelo parlamentares americanos. “Todos devemos agir juntos para impedir a marcha de conquista, subjugação e terror do Irã”, acrescentou.

‘EUA com Israel’
Netanyahu negou que sua presença no congresso seja política. E afirmou acreditar que os congressistas dos dois lados da Casa “estão com Israel”. Ele relembrou os laços dos EUA com o Estado judeu e disse que eles estão acima da política. “Compartilhamos de um destino comum”, discursou. Cerca de 50 representantes democratas boicotaram a presença do premiê israelense.

No começo, o chanceler “amaciou” o discurso lembrando lembrando que os EUA, sob Barack Obama, se opuseram a medidas anti-Israel propostas na ONU e que sempre será agradecido ao presidente pelo apoio em assuntos que nunca se tornarão públicos porque são muito “estratégicos”.

O convite a Netanyahu foi feito por líderes republicanos no Congresso com o embaixador israelense, sem ouvir antes a Casa Branca, numa quebra de protocolo que enfureceu o governo Obama.

Reação ao discurso
A líder dos democratas na Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, presente no Congresso, mostrou seu desgosto sacudindo a cabeça, levantando os olhos para o céu e comentando em voz alta várias passagens do discurso de Netanyahu.

“Como pessoa que aprecia a relação israelense-americana e que ama Israel, estou triste pelo insulto proferido contra a inteligência dos Estados Unidos como membro do grupo 5+1 (os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança mais a Alemanha, que negociam com o Irã um acordo sobre seu programa nuclear), e triste pelo paternalismo a respeito de nossos conhecimentos sobre a ameaça representada pelo Irã”, declarou em comunicado, inédito por sua severidade contra um líder estrangeiro, em particular israelense.

Alguns democratas, como os senadores Robert Menendez e Chuck Schumer, mostraram entusiasmo, mas a maioria dos democratas se limitaram a aplaudir por educação. Alguns até se mantiveram obstinadamente de braços cruzados durante todo o discurso de Netanyahu.

Após o discurso do premiê israelense, Obama disse que Netanyahu não trouxe nada de novo nem ofereceu nenhuma alternativa viável para prevenir o Irã de obter armas nucleares e que, sem um acordo, o Irã aceleraria seu programa nuclear. O presidente também pediu aos líderes do Congresso para que esperem até que haja um acordo com o Irã para avaliar o que fazer.

“O primeiro-ministro não ofereceu alternativas viáveis”, afirmou Obama. Obama disse que só irá concordar com um acordo que impeça o Irã de obter armas nucleares.

Já o Irã declarou que o discurso de Netanyahu foi “entediante e repetitivo”. “O discurso de hoje do primeiro-ministro do regime sionista foi entediante e repetitivo… e parte da campanha eleitoral dos radicais em Tel Aviv”, diss a porta-voz do Ministro das Relações Exteriores do Irã, Marzieh Afkham, de acordo com a agência estatal IRNA.

Em comunicado, a porta-voz também denunciou que Netanyahu propaga “contínuas mentira” sobre os objetivos e as intenções por trás do programa nuclear. O discurso de Netanyahu “é um sinal de fraqueza e isolamento extremo dos radicais, incluindo quem apoia” Israel, disse a representante.

Para ela, os inimigos de Teerã “estão diante de sérios problemas com o avanço das negociações e a determinação do Irã em superar a crise”.

Negociações
As negociações entre EUA e Irã buscam um acordo global que autorize algumas atividades nucleares civis, mas que impeça o acesso de Teerã à arma atômica. Em troca, os países ocidentais devem levantar as sanções internacionais que prejudicam a economia iraniana. Netanyahu discursou que, para ele, suspender as restrições sobre o programa nuclear iraniano em cerca de uma década abre o caminho para que o Irã tenha a bomba nuclear.

O presidente disse que não se encontrará com Netanyahu durante esta viagem, uma vez que o encontro apenas duas semanas antes das eleições israelenses poderia ser visto como uma interferência.

Casa Branca
A Casa Branca informou nesta segunda-feira que o discurso do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ao Congresso dos Estados Unidos não deve complicar as negociações nucleares com o Irã.

“Não deve, porque a comunidade internacional está unida, enquanto continuamos a buscar uma solução diplomática para as preocupações da comunidade internacional com o programa nuclear do Irã”, disse o porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, a repórteres.

FONTE: G1

Contrato de venda dos sistemas Pantsir S-1 ao Brasil deverá ser assinado este ano

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Segundo o vice-chefe da empresa russa Rosoboronexport Sergei Goreslavskiy, o sistema de mísseis antiaéreos Pantsir S-1 que a Rússia está promovendo no mercado mundial é um armamento inovador. O contrato de fornecimento do sistema Pantsir S-1 ao Brasil pode ser assinado no ano corrente, declarou Goreslavskiy.

Ele revelou que os governos brasileiro e russo estão negociando ativamente o fornecimento do sistema de defesa Pantsir S1. “Esperamos assinar este ano o contrato”, disse ele à rádio russa Ekho Moskvy.

Sistema de defesa Pantsir

Segundo ele o complexo de defesa antiaérea é um produto novo que a Rosoboronexport está promovendo no mercado global. Na base do sistema está o complexo usado para garantir a segurança durante os Jogos Olímpicos em Sochi, que inclui sistemas de defesa antimíssil (DAM) e sistemas “cidade segura”. Estamos trabalhando ativamente com o Brasil sobre a questão disse ele, lembrando que Brasil vai sediar os Jogos Olímpicos de 2016.

Goreslavsky revelou ainda que o protótipo do caça de quinta geração russo-indiano FGFA (Fifth Generation Aircraft Fighter) será apresentado em 2018, “Está previsto apresentar o protótipo em 2018, se o processo de negociação decorrer neste mesmo ritmo”, disse ele à Ekho Moskvy. Goreslavskiy explicou que o protótipo será capaz de levitar e declarou que em 2015 a Rússia e a Índia começarão o trabalho de desenvolvimento da documentação do projeto. Ele também lembrou que a Rússia está a negociar a preparação para construção do helicóptero Ka-226 na Índia.

FONTE : Sputniknews

Exército, Itaipu, Fundação PTI e inauguram Laboratório de Segurança Cibernética

Assinatura de acordo Lab Cibernético

Nesta terça-feira (03), será inaugurado pela Itaipu Binacional, pela Fundação Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e pelo Exército Brasileiro o Laboratório de Segurança Eletrônica, de Comunicações e Cibernética (LaSEC²). O evento será realizado às 16h, no PTI.

Criado por meio de um acordo de cooperação entre essas instituições, o LaSEC² é a nona unidade da Rede Nacional de Segurança da Informação e Criptografia (RENASIC), gerenciada pelo Centro de Defesa Cibernética do Exército. O laboratório tem por objetivo prover Itaipu e PTI do que há de mais moderno em relação à segurança cibernética.

Participam do evento o Chefe do Centro de Defesa Cibernética (CDCiber), general Paulo Sergio Melo de Carvalho; o Diretor-Geral Brasileiro da Itaipu, Jorge Miguel Samek; o Diretor Superintendente da Fundação PTI, Juan Carlos Sotuyo; o Chefe da Assessoria de Informações da Itaipu, coronel Carlos Roberto Sucha; além de representantes das instituições parceiras.

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LaSEC²

O LaSEC² pertence ao Centro de Estudos Avançados em Proteção de Estruturas Estratégicas (CEAPE²). Esse Centro foi criado com base em quatro vertentes: recursos humanos, promovendo a sensibilização e facilitando a especialização dos profissionais; cultural, estabelecendo um modelo estrutural como referência; inteligência, acompanhando as mudanças de cenários e os seus impactos na segurança; e ciência, tecnologia e inovação.

O Laboratório atende à última vertente, ou seja, atuará em pesquisas aplicadas em soluções de segurança. Caberá ao LaSEC², por exemplo, identificar projetos que já são desenvolvidos pela RENASIC, trazendo essas soluções para mais próximo da nossa realidade e atendendo demandas prioritárias, que promovam o desenvolvimento da segurança cibernética.

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Programação

Os representantes das instituições parceiras estarão no PTI a partir das 8h30. Uma reunião apresentará o Centro de Estudos Avançados em Proteção de Estruturas Estratégicas (CEAPE²), do qual o LaSEC² faz parte. Além disso, será realizada uma visita ao PTI para apresentar as principais ações e projetos desenvolvidos no Parque.

FONTE : H2foz

VÁCUO DE PODER

“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência
 de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam”
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Por  General Marco Antonio Felicio da Silva

A História mostra e a Ciência Política comprova que não existe vácuo de poder. Tão logo este apareça será ocupado, de imediato, por novas lideranças.

Fatos como os do “Petrolão” e as últimas pesquisas, influenciadas por desastrosa campanha eleitoral, permeada por notícias de corrupção, por mentiras e vãs promessas, maquiadas por um marketing criminoso a esconder os descalabros de seu governo, demonstram que Dilma Roussef, eleita por uma minoria (38%) em relação à massa de votantes, tornou-se ilegítima como Presidente da República. Embora empossada legalmente, perdeu o necessário apoio político da maioria da população e é contestada mesmo em seu próprio partido.

Três meses após a posse de Dilma, a última pesquisa Datafolha (8/2/2015) mostra sua deterioração política. De 42% de ótimo/bom e 24% de ruim/péssimo, em dezembro de 2014, a avaliação do seu governo é, agora, de, respectivamente, 23% e 44%. É considerada por 47% como desonesta, por 54% como falsa e por 50% como indecisa.

Parecer do jurísta Ives Granda aponta real possibilidade de Dilma ser submetida a processo de impeachment. “Há, na verdade, um crime continuado da mesma gestora da coisa pública, quer como Presidente do Conselho da Petrobras, representando a União, principal acionista da maior sociedade de economia mista do Brasil, quer como Presidente da República, ao quedar-se inerte e manter os mesmos administradores da Empresa”.

O escândalo da Petrobras comprova o aparelhamento da Empresa pelo PT, o mesmo que ocorre nos três poderes da República e em empresas estatais, e o envolvimento de elementos da cúpula do referido partido, e de componentes de sua base, em corrupção desenfreada, traduzindo o desvio de bilhões de reais, “transformados” em doações de campanha, desde a primeira eleição de Dilma, e em fortunas pessoais. Um furto de 88 bilhões, até agora, informado em balanço da própria Petrobras.

Sem dúvida, politicamente, temos um vácuo de poder aberto pela rejeição popular da Presidente e do PT, sinônimo de corrupção, e que está sendo ocupado rapidamente pelo eleito Presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O PT ficou alijado  da Mesa Diretora da Câmara e das principais relatorias e comissões temáticas. Cunha conduziu, contrariando o governo, a instalação da CPI da Petrobras e mantém o apoio da maioria dos deputados, tornando a Presidente fortemente pressionada por suas decisões. 

Na área econômica, o vácuo de poder que se abriu, está sendo ocupado pelos ministros da Fazenda, do Planejamento e pelo Presidente do BC, executando políticas contrárias as que Dilma e o PT praticavam e defendiam na campanha eleitoral. O diálogo necessário com o Congresso e empresários, interna e externamente, tendo em vista amenizar a grave crise que o País enfrenta, está sendo conduzido por eles.

Na área Militar, com a rejeição popular da Presidente e com o afastamento dos antigos comandantes das Forças, incapazes de qualquer oposição a afrontas e achincalhes às FFAA e às perseguições aos militares da Reserva, que combateram a subversão armada marxista em 64, apesar da plena vigência da Lei de Anistia, abre-se, também, um vácuo de poder. Assim, há oportunidade para surgir, de imediato, com atitudes e ações afirmativas de influência, antes que se estabeleça outra estrutura de poder, uma nova liderança militar. A que se afigura mais provável é a do Comandante do Exército, principalmente pelo papel que a Força desempenha e a confiabilidade que tem da população.

Tal oportunidade torna-se maior, pois, o novo Ministro da Defesa, sem grande expressão política, acusado publicamente de corrupção e ligado a envolvidos no ¨Petrolão¨, já demonstrou o seu caráter, eivado de viés ideológico, contribuindo para uma nova estória mentirosa, ao aprovar a substituição do nome do Presidente Médice, de uma escola, para homenagear um comunista, o terrorista Marighela, apresentando-o como defensor da ¨Democracia¨. Em seu discurso de posse, no MD, mostrou-se favorável ao trabalho pleno de ilegalidades e que mancha a memória de respeitáveis chefes militares, portanto, inaceitável, como o são as respectivas propostas, da famigerada “Comissão da Verdade”,

A agravar, está claro que, militante do PT, aliado fiel de Lula e de Dilma, seus valores não se coadunam com aqueles cultuados na caserna.

* O Guerra & Armas agradece ao Ex. Sr. General Marco Felicio.

Operação Carranca IV começou nesta segunda-feira

Op Carranva IV

Foi dada a largada para o maior exercício de Busca e Salvamento (SAR) da América Latina. A Operação Carranca IV, que acontece na Base Aérea de Florianópolis (BAFL), é dividida em duas etapas: teórica e operacional. A primeira fase começou nesta segunda-feira (02/03) e é denominada de Avaliação Operacional (AVOP).

Até quinta-feira (05/03) serão realizadas avaliações teóricas, práticas e físicas com os militares envolvidos. O objetivo é analisar o nível de conhecimento teórico, a capacidade física e a operacionalidade dos representantes dos Centros de Coordenação de Salvamento Aeronáuticos (ARCC).

Nesta fase, os Esquadrões Aéreos e os componentes dos Salvaeros participam de palestras sobre recursos disponíveis e perspectivas de futuro para o Sistema de Busca e Salvamento Aeronáutico Brasileiro. Os ARCC serão divididos em grupos, por meio de sorteio. A melhor equipe e o melhor militar receberão prêmios.

Na segunda etapa da Carranca IV, chamada de Exercício de Integração (EXINT), serão realizadas simulações de operações de busca e salvamento. “Vamos aprimorar os conhecimentos nacionais e internacionais tanto na parte de coordenação de busca e salvamento quanto na execução, em que estarão envolvidos helicópteros, aeronaves e embarcações”, ressalta o Tenente-Coronel Jair Sampaio, um dos coordenadores da Operação.

Confira a Entrevista com o Tenente-Coronel Jair Sampaio, Conheça mais a operação acessando o blog www.carranca.aer.mil.br

Guerra entre Brasil e Venezuela : Guerra Civil Norte-Sul

Os Fatos a seguir constituem uma simulação de eventos ficticios, tivemos problemas com pessoas “ignorantes” e sem escrupulos que usaram nossa simulação para depreciar a imagem do Blog a tratando como real (Só uma pessoa ignorante para achar que 15 de março já passou), certamente estas pessoas são militantes PTistas que tentam retirar esta postagem do ar, não nos curvaremos a nenhum governo seja ele PTista, PSDBista ou qualquer que seja, o nosso país é livre e democrático.

Por Francisco Santos

A economia esta em colapso, a inflação já esta na casa dos 10%, uma crise de desemprego assola o país, o governo reduz os benefícios trabalhistas levando o país a maior crise do século XXI, o mercado se desespera e a situação política é caótica.

A Petrobras esta falida, sem recursos e com investigações em todos os países que atua, o BNDES esta com um rombo de mais de 100 bilhões, a Eletrobrás esta completamente falida e a Caixa E. F, vê seus clientes sacando suas poupanças antes que o governo as confisque.

15 de Março de 2015

Uma manifestação de nível nacional leva milhões as ruas, em um só coro no país ouve-se um único clamor popular: Impeachment já!

No entanto militantes do MST convocados pelo ex-presidente Lula fizeram uma marcha paralela, o resultado não poderia ser outro, ambos se confrontaram a situação saiu do controle, não existe mais formas de governabilidade, a anarquia se formou, governadores de oposição  já dizem não reconhecerem mais a autoridade de Dilma, não existe outra forma, o Exército foi convocado para o Estado de Sítio, no entanto o Congresso condenou a atitude de Dilma, mas como a lei prevê autonomia ao presidente para decreta-la em 30 dias nada pode ser feito, mas segundo os parlamentares de governo e oposição a medida não será prorrogada no congresso. As tropas vão as ruas.

Governador de Minas Gerais é deposto

Em meio ao descontentamento com o PT e seus governantes, a população de Belo Horizonte que votou em peso em Aécio Neves na eleição presidêncial de 2014 descontente com as ações de desgoverno, falência da CEMIG que era ate então a maior companhia energética do país e falência do BDMG depuseram o governador Fernando Pimentel do PT que venceu as eleições graças aos votos dos beneficiários do Bolsa-Família no norte e sul de Minas (Apesar de BH ser a cidade mais populosa e ter votado em massa em Aécio, a capital mineira  representa pouco mais de 10% da população do Estado).

Uma enorme manifestação em frente ao Palácio Tiradentes saiu do controle quando a população invadiu o palácio e arrancou o governador de seu gabinete, a PMMG não pode reagir e alguns dizem que não quis reagir.

Polícia Militar de Minas Gerais toma o 12º Batalhão de Infantaria do Exército

Novamente na história a PMMG toma o 12º BI em Belo Horizonte, segundo o Comandante de Policiamento da Capital, Ten. Cel. Sampaio, não ocorreu resistência da Tropa do EB, o general de Brigada Orlando Santos assumiu o comando da PMMG em todo o Estado e colocou seus homens lutando lado a lado com os PMs.

A notícia se espalhou por todo o país, jornais estampavam em suas manchetes: Os mineiros pegaram em armas contra o governo!

Minas redimiu-se por ter decidido a eleição em favor do PT em 2014 e novamente na história deflagra uma revolução para salvar o país da desgraça comunista.

Sudeste e Sul aderem a revolução

Tropas Gaúchas, Paranaenses, Catarinenses, Paulistas, Cariocas e Capixabas marcham suas tropas para Brasília, Goiás, Tocantins  e Mato Grosso do Sul também aderem a revolução, tropas vem de todo o país rumo a Brasília que agora esta sitiada, as tropas exigem a rendição formal e escrita da presidente Dilma e de todos os representantes dos 3 poderes.

Nordeste e Norte declaram apoio ao Governo Fedederal

Em meio ao sítio Dilma e todo o alto escalão do PT incluindo o ex-presdente Lula e todos os ministros de governo embarcaram em um avião KC-130 da FAB e se refugiaram em Fortaleza, alguns militares leais ao governo embarcaram com a presidente, militares do norte e nordeste declararam apoio total a Dilma e seu governo.

Dilma transfere a capital para Fortaleza e o país esta dividido em 2 lados, Norte e Sul, a revolução já esta sendo chamada pela mídia de Revolução Norte-Sul ou Guerra Civil Norte-Sul pela imprensa internacional.

Roraima, Acre e Militares do Amazonas declaram apoio ao Sul

Ao saberem da revolução os militares da Amazonas tomaram todos os postos da Polícia Ambiental do Amazonas e já anunciaram que qualquer militar que apoie Dilma ou o PT são inimigos do Brasil e serão combatidos com toda a força dos  verdadeiros patriotas.

Roraima e Acre posicionaram seus efetivos da PM e do Exército para a fronteira pois uma invasão dos estados comunistas do Norte-Nordeste é inevitável.

Dilma pede ajuda a Venezuela 

Dilma pediu ajuda de seu amigo comunista venezuelano Nicolás Maduro, que enviou 150 mil soldados comunistas para o norte e nordeste do país, imediatamente a Marinha do Brasil enviou todos os seus navios operacionais para o Norte do país e ordenou que toda e qualquer embarcação venezuelana seja afundada imediatamente, seja civil ou militar.

A FAB também enviou aviões de guerra para realizar bombardeios sob Fortaleza e todas as cidades que não reconhecerem o Sul como vencedor da guerra, a estratégia é intimidar os nordestinos com o poderio militar da FAB.

EUA e União Europeia declaram apoio a frente Sul e condenam intervenção da Venezuela… Continua…

Comparação dos M 60 A3 TTS da 4ª Bda C Mec com os CCs dos países fronteiriços ao CMO

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Por Tiago Eduardo Siqueira Veras

O presente estudo visa a apresentar uma análise comparativa entre a VBC M60 A3 TTS, que mobíliam a 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada (4ª Bda C Mec), e as VBC em uso nos países limítrofes ao CMO, Grande Comando que enquadra a 4ª Bda C Mec. No combate moderno, a ação de unidades de carros de combate com poder superior ao inimigo (Ini) tem se mostrado fator preponderante para a vitória; não obstante a importância do adestramento das frações, é primordial que a tecnologia embarcada nos carros de combate seja capaz de maximizar o poder combativo das frações que os empregam, gerando também novas possibilidades, como por exemplo, o combate noturno.

Logo, podemos inferir que um Exército que possui um carro de combate com características, possibilidades e limitações em melhores condições que o carro de combate de seu contendor possivelmente tenderá à vitória no enfrentamento entre forças blindadas. O Brasil, líder regional, aspirando à potência no cenário mundial, não pode furtar-se a manter compatível capacidade dissuasória, sob pena de não ter respeitada sua opinião e/ou decisão, assim como ficar passível de agressões externas fruto da gana de elementos externos aos seus abundantes recursos.

Neste sentido, faz-se necessário manter constante monitoramento das Forças Armadas de nossos países vizinhos, com a devida comparação com as nossas forças. No caso em particular da transferência da VBC M60 A3 TTS para a região do CMO, serão analisados os carros de combate dos países limítrofes ao mesmo: Paraguai e Bolívia.

Desenvolvimento & Metodologia

A seleção das fontes foi realizada em publicações de autores de importância no meio de assuntos de defesa, assim como periódicos, manuais, publicações oficiais e, levando-se em conta se tratar de dados sobre material bélico de outros países, não sendo ostensivos os dados detalhados destes, também foram buscadas  informações em sites especializados no assunto, embora não possuam um caráter “oficial”.

A pesquisa bibliográfica foi delineada de acordo com as seguintes fases: levantamento; seleção; leitura analítica da bibliografia selecionada; fichamento das fontes, argumentação e discussão de resultados. Quanto à natureza, o estudo em tela se caracteriza por ser uma pesquisa do tipo aplicada, objetivando a geração de conhecimentos para aplicações voltadas para a solução de alguns problemas específicos, particularmente a voltada à análise das características principais no combate entre as VBC.

M 60

A abordagem da presente pesquisa é a qualitativa, com finalidade de esclarecer os procedimentos lógicos que viabilizaram a tomada de decisões acerca do alcance da investigação, das regras de explicação dos fatos e a validade das suas generalizações sendo, a título de objetivo geral, caracterizada como uma pesquisa descritiva. Em relação aos procedimentos técnicos, foi utilizada a pesquisa bibliográfica em livros, outros trabalhos monográficos, artigos publicados em periódicos e demais materiais disponíveis na internet.

Com a leitura analítica do material citado, chegamos ao entendimento dos termos utilizados no combate de blindados, além da percepção da estruturação de um melhor modelo teórico de análise e solução dos problemas apresentados no presente estudo.

Resultados, Discussão e Condições das VBC M60 A3 TTS, da 4ª Bda C Mec, frente aos CC da Bolívia e Paraguai.

No tocante aos blindados do Paraguai, o M-4A3 Firefly e M-51 Super Sherman, a superioridade do M60 é patente em todos os aspectos, o que é perfeitamente natural, pois o M60 é um blindado de 2ª Geração, e o Firefly e o Super Sherman são de 1ª geração, sendo os CC praticamente imunes à quase totalidade dos tiros dos carros de combate construídos na geração anterior.

Sobre a potência de fogo

O M60, adotado pelo Brasil, possui um canhão com calibre de 105 mm, capaz de disparar a munição APFDS (Mun flecha), de energia cinética, com a mais alta capacidade de penetração. O alcance de seu canhão é de 4.4 km, podendo engajar o CC Ini à grande distância, em particular a SK Kurassier, da Bolívia que, embora também esteja equipado com canhão 105 mm, possui alcance de até 2 km e sua versão A1 não tem condições de disparar a munição penetrante de blindados “Flecha”.

O M51, do Exército Paraguaio, também com canhão de 105 mm, chega a ter um alcance de 1.8 km, estando aquém do alcance de engajamento das outras citadas VBC. Neste aspecto, a VBC Firefly, também do Exército Paraguaio, encontra-se aquém das demais VBC estudadas pois, apesar de ter condições de abater a SK-105 e M51 com seu canhão de 76.2 mm capaz de disparar munição perfurante não especial para CC, todavia o seu curto alcance de 1.2 km dificilmente lhe permitirá chegar perto o suficiente para impactar as outras VBC, que possuem alcance maior.

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O M60 tem capacidade de empaiola mento de 63 Mun, 20 a mais que a do SK-105 com 43, perdendo para o M51 com 66 Mun e o Firefly com 78 Mun. Quanto maior a capacidade de empaiola mento na VBC maior será a capacidade do CC em manter a sequência de disparos sem a necessidade de remuniciar, porém reduz a segurança da tripulação em caso de ser alvejada. Cabe ressaltar que essa capacidade de empaiolamento será mais eficiente quanto mais rápida seja a cadência de tiro.

A existência de um sistema de carregamento automático de munição somado ao peso da Mun 105 mm confere ao SK-105 uma cadência de tiro de 12 TPM, enquanto que a cadência de tiro do M60 é de 10 TPM, pois embora possua munições com mesmo peso, não é dotada de sistema de carregamento automático sua cadência de tiro de 10 TPM. A cadência de tiro do M51 e do M 4A3 é de igual valor, 08 TPM. Neste caso, visualizando um combate entre forças blindadas, verificamos que a VBC com maior cadência de tiro, em princípio, conseguirá abater mais CC Ini em menor tempo, garantindo em melhores condições a sua sobrevivência.

ao Super Sherman e o Firefly, que não possuem. Por ocasião do combate noturno, em uma segunda análise, verificamos que o M60 possui equipamento com intensificador de luz residual e visão termal (AN/VSG-2), de natureza passiva, estando em superioridade em relação ao SK-105, que está equipado com sistema de visão infravermelho e não possui sistema termal. Ainda, a guarnição do M60 possui condições de enxergar o facho luminoso infravermelho emitido pelo SK 105 Kurassier, podendo se antever ao disparo deste.

Por fim, na análise do poder combativo de uma VBC, temos o sistema de controle de tiro e de busca e transferência de alvos, os quais farão com que todo o poder de fogo instalado na VBC seja utilizado com a velocidade e precisão desejadas no campo de batalha. Não foram encontradas referências quanto ao sistema de controle de tiro do Super Sherman e do Firefly, porém os dados analisados nas diversas bibliografias estudadas nos permitem concluir que tais VBC não possuem um sistema computadorizado de controle de tiro e busca de alvos, ficando a técnica de condução do tiro a cargo da guarnição.

O M60 possui o computador de controle de tiro M21, material que garante um excelente nível de precisão, proporcionando um primeiro disparo certeiro no Ini. O equipamento instalado no M60 permite a busca e aquisição de alvos com grande eficácia, favorecendo com que na zona de combate o M60 seja capaz de primeiro disparar contra outro CC o que, somado à estabilização de torre existente, venha a acertá-lo no primeiro disparo. O SK-105 possui também computador de tiro, embora de nível tecnológico inferior, o que somado à torre não estabilizada, nos garante concluir que esta VBC não terá o mesmo desempenho do M60 neste quesito.

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Sobre a Mobilidade

O M60 A3 TTS, com uma pressão sobre o solo de 0,85 kg/cm², tem sua maneabilidade bastante dificultada, particularmente nas operações em terreno pouco firme, ao contrário do SK-105 que possui pressão sobre o solo de 0.67kg/cm, tendo sua maneabilidade facilitada. Não foi encontrado esse dado sobre o Super Sherman e o Firefly, todavia, em função da análise de sua tecnologia embarcada, é possível inferir que possuem características intermediárias.

O SK 105 pesa 17.700kg, aproximadamente metade do peso do Super Sherman (39.000kg) e do Firefly (32.284 Kg) e 1/3 do peso do M60A3 TTS (52.617kg). Verifica-se maior facilidade do SK-105 para utilizar-se da rede de estradas, rodovias e pontes, necessitando de pontes classe 18, enquanto o M60 necessita das de classe 55 e o M51 de classe 40.

A VBC com maior potência é o M60, com 750 cv providos pelo motor AVDS-1790-2C 12cyl, seguido pelo M51 Super Sherman com motor Cummins VT8 de 460 cv, pelo M4A3 Firefly com seu motor Ford Mod.GAA V-8, de 400 cv e por fim o SK 105 Kurassier com o seu motor Steyr 7FA – 6cyl, de 320 cv. O fator peso/potência é o que mais se destaca em favor do SK 105 Kurassier e simboliza a sua natureza de caça-tanques. O valor de seu peso/potência é de 18.1 cv/ton, contra 9,12 cv/ton do M60 A3 TTS, 11,54 cv/ton o Super Sherman e 12.4 cv/ton do Firefly.

Com isso, vemos que o SK-105 consegue atingir a velocidade de 50 km/h em terreno desfavorável, provável cenário numa zona de combate, contra 30 km/h do M60 e 35 dos Sherman estudados. É fácil concluir que, uma vez o SK 105 necessite se aproximar ou se evadir da presença do inimigo, possivelmente ele o fará sem ser perseguido e/ou observado a tempo. Esta velocidade somada à autonomia de 500 km nos mostra que o SK 105 pode ser enviado para fazer uma verdadeira incursão em posições de blindados inimigos, atingi-los e se exfiltrar com grande velocidade e por caminhos desenfiados.

O M60, embora não tenha a mesma desenvoltura em velocidade máxima, possui uma excelente autonomia para os próprios padrões de peso, conseguindo deslocar-se com tanque pleno por até 480 km. O Super Sherman e o Firefly possuem relação potência/ peso superior à do M60, todavia a sua autonomia restringe seu uso em grandes manobras.

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No quesito de transposição de obstáculos, verificamos que, à exceção do grau de rampa frontal e lateral, o M60 A3 é superior ao SK-105 na transposição de fosso, obstáculos verticais e travessia de vau, porém ambos são superiores à capacidade de transposição de obstáculos evidenciados pelo Super Sherman e Firefly, permitindo que aqueles avancem para o seu objetivo com maior facilidade e velocidade.

Sobre a Proteção Blindada

A VBC M60 A3 TTS possui uma blindagem de 2ª geração, composta de aço de face endurecida, a qual é capaz de suportar o impacto de munições de maior penetração do que a blindagem de 1ª geração. Tal blindagem chega a atingir a espessura de até 120 mm na parte frontal, possuindo portanto, um bom grau de proteção. A sua silhueta alta lhe desfavorece no combate contra outro CC pois fica exposto à observação e condução do tiro Ini, e apresenta uma maior área a ser impactada.

O SK-105 possui uma fraca blindagem, a qual embora seja constituída de aço de face endurecida (2ª geração), sua espessura de 40 mm suporta no máximo impacto de munições de 20 mm, podendo vir a suportar calibres de 35 mm com a blindagem adicional, ou seja, não resiste ao impacto dos canhões das demais VBC estudadas, mesmo as mais antigas. Sua fraca blindagem foi intencionalmente aplicada para garantir a redução de peso da VBC, pois o SK-105 foi concebido para rapidamente engajar outro CC e se evadir, evitando ser engajado pelo CC inimigo.

A sua baixa silhueta e seu tamanho corroboram com a sua missão pois, sendo menor, se torna um alvo mais difícil de ser observado e atingido. quanto velocidade e capacidade de transposição de obstáculos. No quesito potência de fogo, tanto o Super Sherman quanto o Firefly, considerando-se o calibre, em tese, possuem condições técnicas de abater um M60 A3, porém não possuem sistema de controle de tiro eficiente, assim como não tem equipamento de visão noturna.

Considerando o curto alcance dos CC paraguaios somado ao obsoleto sistema de controle de fogo e busca de alvos e a inferior mobilidade em comparação com o M60 podemos concluir que, dificilmente, um Super Sherman ou Firefly conseguirá chegar perto o suficiente destes, sem ser atingido, para conseguir realizar um disparo que realmente cause danos. Comparando-se o M60 com o SK Kurassier, em relação à potência de fogo, verificamos que ambas as VBC possuem calibre 105 mm, com vantagem para o M60 por conseguir disparar a Mun APFDS (Flecha) a 4 Km, enquanto o SK 105 consegue disparar até a munição HEAT a 2 km.

20º-Regimento-de-Cavalaria-Blindado

Na cadência de tiro, a diferença de 2 TPM não é significante, sendo mais relevante o fato do M60 possuir empaiolamento de 20 munições a mais que o SK, podendo destruir mais CC inimigos no campo de batalha antes de ficar exposto para remuniciamento, sendo o sistema de controle M21 do M60 tecnologicamente superior à do SK 105 o que, somado à estabilização de sua torre, desequilibra o combate a seu favor pois, tecnicamente, garantirá o primeiro impacto certeiro, não permitindo que o SK tenha chance de utilizar o seu armamento. Um possível confronto entre estas VBC tem condições de prosse.

Conclusões

O estudo dos carros de combate dos exércitos sul americanos nos propicía uma melhor visualização de nossa situação perante possíveis contendores. Conseguimos averiguar, dentro das características potência de fogo, proteção blindada e mobilidade, as potencialidades e limitações dos carros de combate do Paraguai e Bolívia, podendo comparar com o de nosso CC presente na região fronteira com esses países, o CMO.

Dos CC paraguaios estudados, M51 Super Sherman e M4A3 Firefly, ambos de 1ª geração, notadamente não constituem inimigos com grande potencial face aos M60 A3 TTS brasileiro, que é CC de 2ª geração. A blindagem de ambas as VBC paraguaias são incapazes de suportar o impacto das munições disparadas pelo M60, assim como sua mobilidade é bastante inferior, tanto em potência, quanto velocidade e capacidade de transposição de obstáculos.

No quesito potência de fogo, tanto o Super Sherman quanto o Firefly, considerando-se o calibre, em tese, possuem condições técnicas de abater um M60 A3, porém não possuem sistema de controle de tiro eficiente, assim como não tem equipamento de visão noturna. Considerando o curto alcance dos CC paraguaios somado ao obsoleto sistema de controle de fogo e busca de alvos e a inferior mobilidade em comparação com o M60 podemos concluir que, dificilmente, um Super Sherman ou Firefly conseguirá chegar perto o suficiente destes, sem ser atingido, para conseguir realizar um disparo que realmente cause danos.

M4A3 Firfly

Comparando-se o M60 com o SK Kurassier, em relação à potência de fogo, verificamos que ambas as VBC possuem calibre 105 mm, com vantagem para o M60 por conseguir disparar a Mun APFDS (Flecha) a 4 Km, enquanto o SK 105 consegue disparar até a munição HEAT a 2 km.

Na cadência de tiro, a diferença de 2 TPM não é significante, sendo mais relevante o fato do M60 possuir empaiolamento de 20 munições a mais que o SK, podendo destruir mais CC inimigos no campo de batalha antes de ficar exposto para remuniciamento, sendo o sistema de controle M21 do M60 tecnologicamente superior à do SK 105 o que, somado à estabilização de sua torre, desequilibra o combate a seu favor pois, tecnicamente, garantirá o primeiro impacto certeiro, não permitindo que o SK tenha chance de utilizar o seu armamento.

Um possível confronto entre estas VBC tem condições de prosse guir no período noturno pois ambas VBC possuem equipamento de visão noturna, com vantagem para o M60 por estar equipado com o TTS (visão termal passiva) e intensificador de luz residual, em detrimento do sistema Infravermelho do Kurassier. Ou seja, no combate noturno a guarnição do M60 conseguirá ver o facho infravermelho do SK, podendo evitar ser impactado e, consequentemente, identificá-lo no terreno e abatê-lo.

No quesito proteção blindada, verificamos que o M60 possui uma melhor proteção em função da maior espessura de sua blindagem (120mm contra 40mm). Todavia, a silhueta alta do M60 expõe uma maior área de impacto para ser alvejada pelo CC inimigo, assim como ser observado. A mobilidade é o principal fator que favorece o Kurassier, como já era de se esperar devido à sua concepção como caça – tanque.

A relação potência/peso do Kurassier é o dobro que a do M60, o que lhe permite atingir maiores velocidades em estrada e através campo e, somando-se à menor pressão sobre o solo do SK, podemos concluir que sua trafegabilidade através campo é mais fluída. Na prática, havendo terreno com cobertas e abrigos para progressão, o SK possivelmente conseguirá se aproximar do M60 rapidamente, podendo destruí-lo com seu canhão e em seguida retirar-se antes de ser atingido por outro M60 de sua fração sem ser alcançado em sua fuga, exceto se houver no itinerário série de rampas, vaus, fossos e degraus, haja visto a melhor capacidade de transposição de obstáculos do M60 em comparação à do SK, tendo neste caso o M60 condições de alcançar seu alvo, o SK 105 A1.

SK-105_comandante_e_motorista_200a

Respondendo ao principal questionamento do presente trabalho, em face de todos os argumentos expostos, podemos concluir que, com a transferência do M60 A3 TTS para a região do CMO, o EB conseguiu manter, no tocante aos carros de combate, o poder dissuasório desejado dada a superioridade do M60 A3 TTS frente às VBC M51 Super Sherman e M4A3 Firefly do Paraguai. Em comparação ao SK 105 Kurassier boliviano, vemos que o M60 A3 TTS tem uma série de fatores em superioridade, possuindo outros em desvantagem.

O que irá diferenciar qual CC terá maior eficiência em combate será a forma como o CC será utilizado, ou seja, o elemento humano. Finalizando, a região do CMO tem um CC que, no presente momento e num futuro próximo, está em condições de fazer frente a um possível confronto com os seus congêneres transfronteiriços, todavia não podemos parar no tempo, principalmente pelo fato da VBC M60 A3 TTS ser de 2ª geração, estando os exércitos mais avançados empregando VBC já de 4ª geração.

Deve portanto manter uma permanente vigilância sobre a evolução das forças blindadas de nossos vizinhos e, o quanto antes, viabilizar a substituição das nossas VBC M60 A3 TTS por outra de, pelo menos, 3ª geração, como o Leopard 1A5 adquirido pelo Exército Brasileiro para os Regimentos de Carros de Combate sob pena de, caso não o façamos, podermos ser surpreendidos, sem tempo para manobra para aquisições de melhores plataformas de combate para reverter uma possível posição de inferioridade.

FONTE : REVISTA OPERACIONAL DE DEFESA

*Revista Ação de Choque (CIBld) – O Autor do texto é Oficial de Cavalaria no posto de Capitão servindo atualmente no 10º RC Mec

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