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Com forte recessão, Brasil pode cair para 9ª maior economia


Atualmente, o Brasil está na sétima posição; estimativas do mercado para o PIB deste ano indicam que o país pode ser ultrapassado por Índia e Itália


A presidente Dilma Rousseff participa de cerimônia de lançamento do Pronatec Jovem Aprendiz, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF)

No primeiro ano do mandato da presidente Dilma Rousseff, em 2011, o país estava na sexta posição de maior economia do mundo; agora, pode cair para o nono lugar

A recessão e o real cada vez mais fraco podem levar o Brasil a perder dois postos no ranking das maiores economias do planeta em 2015. Levando-se em conta as estimativas mais pessimistas do mercado coletadas pelo Banco Central, o país poderá deixar o sétimo posto alcançado em 2014 ao ser ultrapassado por Índia e Itália. Assim, o Brasil, que comemorou o título de sexta potência há apenas quatro anos, pode voltar casas no tabuleiro para terminar dezembro como o nono do ranking.

Diante das apostas de recessão mais acentuada e com a desvalorização acumulada de mais de 20% do real em 2015, o tamanho da economia brasileira medido em dólares pode diminuir até 23% na comparação com o ano passado, revela levantamento feito com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) e estimativas do mercado coletadas pelo Banco Central na pesquisa Focus.

Nesse quadro mais pessimista, o Produto Interno Bruto (PIB) do país pode terminar o ano em 1,81 trilhão de dólares. O cenário usa como parâmetro as piores previsões da pesquisa Focus: contração da economia de 2,8% este ano e dólar médio de 3,23 reais em 2015. A estimativa também leva em conta um deflator de 8,9%. Assim, o tamanho da economia brasileira ficaria atrás da Índia, cujo PIB projetado pelo FMI é de 2,31 trilhões de dólares neste ano, e também da Itália, com expectativa de 1,84 trilhão de dólares.

Se forem usadas previsões medianas da pesquisa Focus – que mostram estimativa intermediária, distante do cenário mais pessimista e do mais otimista -, o PIB em dólares ficaria em 1,91 trilhão de dólares, acima do montante projetado para a Itália. Nesse caso, portanto, o Brasil seria ultrapassado apenas pela Índia e ficaria como a oitava economia do mundo.

Há alguns anos, enquanto o mundo desenvolvido recolhia os cacos da crise de 2008, o Brasil despertou a admiração mundial pelo sucesso na condução da economia. O governo chegou a citar que o país poderia ser a quinta economia do mundo até 2020. Em pleno boom de commodities, atingiu o posto de sexta maior economia do planeta em 2011, quando superou o Reino Unido. Em 2012, porém, o país recuou um degrau e devolveu a sexta posição aos ingleses.

“Não estamos em uma corrida de PIBs, mas o quadro global já mostrava que a Índia ultrapassaria o Brasil em 2015. Agora, com a recessão e o real cada vez mais fraco, é óbvio que os números brasileiros pioram ainda mais”, diz o economista do banco espanhol BBVA Research Enestor dos Santos. Ele ressalta que o mercado não toma esse tipo de ranking como indicador, mas no longo prazo, o PIB confirma que o Brasil vive outro ciclo.

Fonte: Veja e Estadão

Maduro denuncia ‘provocações’ da Guiana e defende mediação da ONU em litígio

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou nesta terça-feira ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, as “provocações” do presidente da Guiana, David Granger, e pediu que inicie o mais rápido possível uma comissão para intermediar o conflito bilateral pelo Essequibo.

Em declarações aos jornalistas na sede da ONU em Nova York, Maduro afirmou que Ban aceitou sua proposta e se comprometeu a “ativar uma comissão imediatamente” para que visite Venezuela e Guiana a fim de impulsionar uma resolução “através do Acordo de Genebra”.

O presidente venezuelano, que considerou a reunião “muito frutífera”, disse que insistiu com Ban sobre “a necessidade de uma diplomacia de paz” e de “continuar canalizando todos os assuntos pendentes da Guaiana Essequiba” através do acordo selado em 1966.

O Acordo de Genebra estabelece uma série de passos para a resolução do conflito territorial que até hoje não foram cumpridos.

Venezuela e Guiana reivindicam a posse do Essequibo, um território de 160 mil quilômetros quadrados rico em recursos naturais, assim como suas águas.

As difenças se intensificaram depois que, em maio, a companhia petrolífera americana Exxon Mobil descobriu uma jazida em águas que supostamente estão na região do litígio, o que Maduro respondeu com um decreto que, segundo Guiana, modifica as fronteiras já estabelecidas com um laudo arbitral.

Segundo Maduro, o chefe da ONU propôs hoje uma possível reunião com o presidente Granger em setembro, quando sera celebrado o aniversário de 70 anos das Nações Unidas.

Maduro lembrou que na última Cúpula do Mercosul foi acordado propor uma reunião de presidentes da Unasul, da qual fazem parte tanto Venezuela como a Guiana, para tratar o conflito. No entanto, disse que foi informado “extraoficialmente que o presidente Granger se nega a comparecer” a essa possível reunião.

O presidente venezuelano acusou Granger tomar “decisões graves” contra o previsto no acordo de 1966 e de “enchr de tensão as relações entre Guiana e Venezuela e as relações do Caribe, que vêm transcorrendo em paz e tranquilidade”.

Segundo Maduro, a Exxon Mobil é o “fator perturbador principal que levou as relações a esta máxima tensão”.

Fonte: Força Terrestre

Finalmente!!! Brasil fecha acordo financeiro com Suécia para pagamento de 36 caças da Saab

BRASÍLIA (Reuters) – O Ministério da Defesa fechou o acordo financeiro para o pagamento de 36 caças Gripen NG, fabricados pela sueca Saab, que serão adquiridos pelo país para equipar a Força Aérea Brasileira (FAB), disse nesta quarta-feira uma porta-voz do Ministério.

A Saab ganhou no final de 2013 a disputa para fornecer caças para a FAB. A previsão é de que as aeronaves sejam entregues ao país entre 2019 e 2024.

Governo da Suécia aceita reduzir a taxa de juros no contrato dos caças Gripen NG da FAB

O governo da Suécia aceita reduzir a taxa de juros no contrato de financiamento para venda de 36 caças para a Força Aérea Brasileira, desde que o Brasil concorde em bancar parte do prejuízo com a troca de taxas.

A negociação pode ser fechada nesta quarta (29), quando deve deixar o Brasil uma delegação da agência de promoção e fomento às exportações do país europeu, a SEK.

Segundo a Folha apurou, o Palácio do Planalto nunca cogitou encerrar o negócio devido à discussão, como temiam executivos da fabricante do caça, a Saab.

O Brasil escolheu o Gripen para reequipar a FAB no fim de 2013 e, em 2014, assinou um contrato –que, à época, ficou em US$ 5,4 bilhões (R$ 18 bi na cotação desta terça). O problema é que o financiamento pela SEK teria de ser fechado e aprovado pelo Senado até o meio do ano.

Foi pedida prorrogação de prazo porque o Brasil desejava reduzir a taxa de juros pactuada, de 2,54% ao ano.

Como essa taxa é flutuante dentro das normas da OCDE (Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico, órgão internacional que promove o livre comércio), neste mês ela está em 2,19% –chegou a cair para 1,98% em maio.

Os suecos toparam cobrar 2,19%, desde que a diferença para os 2,54% originais seja recomposta, já que seu governo sofreria críticas. Cerca de 60% do PIB local vem de exportações, e a concessão seria vista como senha para que outros clientes buscassem a mesma vantagem.

Do lado brasileiro, contudo, as autoridades consideram que não teriam como explicar que aceitaram uma taxa mais alta neste momento de dificuldades econômicas –ainda seja um pagamento que começa apenas daqui a oito anos e meio.

DIVISÃO DA PERDA

Duas fórmulas de divisão da perda estão em análise. Em uma, o Tesouro brasileiro assumiria metade do custo adicional com a redução da taxa de juros, estimado em US$ 180 milhões, e a Suécia ficaria a outra parcela.

A outra criaria uma taxa de administração de 0,35%, equivalente à diferença das taxas de juros, que começaria a ser paga pelo Brasil a partir do 11º ano do financiamento de 15 anos.

Os primeiros aviões devem chegar em 2019 e a produção será nacionalizada aos poucos, fazendo com que os últimos modelos sejam montados no Brasil, pela Embraer.

A orientação de Dilma Rousseff é forçar a Suécia a ceder nas negociações, mas sem colocar em risco o fechamento do contrato, o que traria péssima repercussão internacional. E interna: a FAB esperou mais de uma década pela escolha e já enviou pilotos para treinamento na Suécia.

Fonte: Folha de São Paulo

Foi preso hoje 28/07 no Rio o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, considerado o ‘pai’ do Programa Nuclear da Marinha


SÃO PAULO  –  Preso hoje no Rio durante a 16ª fase da Operação Lava-Jato, a “Radioatividade”, o presidente licenciado da Eletronuclear Othon Luiz Pinheiro da Silva é oficial de carreira da Marinha. Chegou ao posto de vice-almirante no corpo de engenheiros e técnicos navais.

Ele também atuou no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) de 1982 a 1994.

O nome de Othon foi envolvido nas investigações pelo ex-presidente da Camargo Corrêa Construções e Participações Dalton Avancini, que fez delação premiada. Segundo Avancini, haveria uma “promessa de propina” para Othon na obra da Usina de Angra 3.

O empreendimento está paralisado desde o fim do ano passado, porque as empresas responsáveis alegam ter havido redução de repasses pelo governo. A construção da Usina de Angra 3 foi reiniciada em 2009 durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A vencedora das obras de construção da usina foi a Andrade Gutierrez em concorrência realizada em 1983 durante o governo do general João Batista Figueiredo (1979-1985). A construção foi interrompida em abril de 1986.

A retomada da obra em 2009 foi realizada sem uma nova licitação. Houve atualização dos valores com os prestadores de serviço.

Os dois consórcios vencedores da obra de Angra 3 são integrados por empresas suspeitas de formação de cartel e de corrupção na Petrobras. Um deles é o Angra 3 formado por Queiroz Galvão, EBE e Techint Engenharia S.A – responsáveis por serviços de montagens eletromecânicas. O outro consórcio é o UNA 3, responsável pela execução de montagens dos sistemas convencionais da usina e composto por Andrade Gutierrez, Construtora Norberto Odebrecht, Camargo Corrêa e UTC.

Musk, Wozniak e Hawking pedem a proibição da Inteligência Artificial na guerra e o emprego de armas autônomas


Mais de 1.000 especialistas e líderes pesquisadores de robótica assinam o alerta em carta aberta sobre a corrida armamentista da inteligência artifical


Terminator

Mais de 1.000 especialistas de alto nível de inteligência artificial e pesquisadores líderes assinaram um alerta em carta aberta de uma “corrida armamentista de inteligência artificial militar” e pedindo a proibição de “armas autônomas ofensivas”.

A carta, apresentado na Conferência Internacional Conjunta de Inteligência Artificial em Buenos Aires, Argentina, foi assinada por Elon Musk da Tesla, pelo co-fundador da Apple Steve Wozniak, pelo executivo-chefe da Google DeepMind Demis Hassabis e pelo professor Stephen Hawking, juntamente com 1.000 pesquisadores de robótica e Inteligência Artificial (iniciais AI em inglês).

A carta afirma: “A tecnologia AI chegou a um ponto onde a implantação de [armas autônomas] é – praticamente se não legalmente – viável dentro de anos, não décadas, e as apostas são altas: armas autônomas têm sido descritas como a terceira revolução na guerra, depois de pólvora e armas nucleares”.

Os autores argumentam que a AI pode ser usada para fazer o campo de batalha um lugar mais seguro para o pessoal militar, mas que as armas ofensivas que operam por conta própria diminuirão o limiar de decisão de ir para a guerra e resultarão em maior perda de vidas humanas.

No caso de um poder militar iniciar sistemas capazes de selecionar alvos e operando de forma autônoma, sem controle humano direto, iria começar uma corrida armamentista similar à da bomba atômica, os autores argumentam. Diferentemente das armas nucleares, no entanto, a AI não requer nenhum hardware específico e será difícil de controlar.

“O ponto final dessa trajetória tecnológica é óbvia: armas autônomas se tornarão os Kalashnikovs de amanhã. A questão-chave para a humanidade hoje é começar uma corrida armamentista de AI global ou impedir que ela seja iniciada”, disseram os autores.

Toby Walsh, professor de AI na Universidade de New South Wales disse: “Precisamos tomar uma decisão hoje, que irá moldar o nosso futuro e determinar se seguimos um caminho do bem. Nós apoiamos a chamada de um número de diferentes organizações humanitárias para que a ONU proíba as armas ofensivas autônomas, semelhante à recente proibição de lasers que provocam a cegueira”.

Musk e Hawking têm alertado que a AI é “a nossa maior ameaça existencial” e que o desenvolvimento da AI plena poderia “significar o fim da raça humana”. Mas outros, incluindo Wozniak, co-fundador da Apple, recentemente mudaram de idéia sobre a AI, dizendo que os robôs seriam bons para os seres humanos, tornando-os como o “animal de estimação da família, cuidando o tempo todo”.

Em uma conferência da ONU em Genebra em abril para discutir o futuro dos armamentos, incluindo os chamados “robôs do assassinos”, o Reino Unido opôs-se à proibição do desenvolvimento de armas autônomas, apesar dos apelos de vários grupos de pressão, incluindo a Campanha para parar os Robôs Assassinos.

Segundo revista Veja, suecos estão em Brasília para negociar contrato dos Gripen


Suecos insatisfeitos


Gripen NG

Compra de 36 Gripen NG pode não sair

Uma missão sueca desembarcou hoje em Brasília para reuniões no Ministério da Fazenda e no Itamaraty para a última tentativa de fazer o governo brasileiro honrar o que foi acordado sobre as taxas de juros da compra de 36 caças Gripen NG.

Joaquim Levy vem tentando renegociar a compra alegando dificuldades econômicas por parte do governo brasileiro.

Os suecos estão à beira de desistir do negócio de 5,4 bilhões de dólares.

Fonte: Veja

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