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Avibrás planeja faturar R$ 1,3 bilhão neste ano

Astros, da Avibras

A Avibrás, indústria aeroespacial de São José dos Campos (SP), surpreendeu o mercado, há duas semanas, com o anúncio dos resultados financeiros de 2015.

No ano passado, a receita bruta da empresa chegou a R$ 1,1 bilhão – valor que é cerca de oito vezes maior que o gerado em 2012 e muito distante dos limites da crise iniciada há pouco mais de sete anos e da qual o grupo, dedicado a produção de sistemas de defesa, só começou a sair consistentemente em 2014, quando a receita atingiu R$ 629,9 milhões.

“Em 2016, vamos continuar atuando fortemente nas transações externas”, diz o superintendente João Brasil de Carvalho Leite. A meta, segundo ele, é superar o patamar de R$ 1,3 bilhão em faturamento.

“Nada mau depois de um longo ciclo negativo”, diz o presidente Sami Hassuani. A empresa ficou em recuperação judicial entre 2008 e 2010, demitiu centenas de funcionários, foi obrigada a vender boa parte dos ativos imobiliários e chegou muito perto da insolvência.

Os credores foram pagos sem deságio e receberam correção monetária. Neste ano, a Avibrás planeja contratar mais 300 pessoas para reforçar o quadro de 1.695 funcionários.

Quase toda a receita da empresa vem de operações no mercado externo. Em 2015 a participação das Forças Armadas brasileiras no volume total do faturamento ficou em R$ 100 milhões. Em 2016, por causa da crise econômica e das restrições orçamentárias, não deve passar de R$ 80 milhões.

Todavia, a principal aposta e programa prioritário da Avibrás é do Exército, com uma variante específica para o Corpo de Fuzileiros Navais. Trata-se da geração 2020 do sistema Astros – a sexta desde o início da série, há 30 anos.

Muito moderna, contempla pela primeira vez no País, o emprego de um míssil de cruzeiro, o AV-TM com alcance de 300 km e aumenta a capacidade dos foguetes AV-SS-40, com raio de ação na faixa de 40 km, por meio de sensores de guiagem primária. Mais que isso, o conjunto Astros 2020 vai incorporar uma nova munição, capaz de atingir alvos a 150 km, também dirigida eletronicamente.

Há boas possibilidades para o produto no mercado internacional. “Nossa forte atuação no exterior gerou uma carteira de pedidos da ordem de R$ 4 bilhões e perspectivas reais de crescimento da ordem de mais R$ 8 bilhões nos próximos anos”, diz Hassuani.

Crise

Até agora, entretanto, a jornada da Avibrás vinha sendo pedregosa. Em janeiro de 2008, o engenheiro e fundador da empresa, João Verdi, tratava de desenhar os planos de engenharia que fariam do lançador de foguetes Astros II (o principal produto da empresa) um elemento de defesa do estreito de Málaca, por onde transitam 70% do petróleo do mundo. Verdi tinha pressa.

O cliente interessado, o exército da Malásia, queria contar com o recurso como elemento dissuasivo frente a uma eventual aventura militar vinda da vizinhança nervosa.

O negócio superava os R$ 500 milhões, um dinheiro fundamental no ambiente pesado que se abatia sobre o mercado financeiro internacional e atingia, no Brasil, setores estratégicos como a indústria de equipamentos militares. Era um bom projeto. Faltou combinar com o destino.

No dia 28, João Verdi e a mulher, Sonia Brasil, decolaram do condomínio onde haviam passado o fim de semana, em Angra dos Reis, para voltar para casa, em São José dos Campos. Iam a bordo de um de seus dois helicópteros, o mesmo que usavam rotineiramente para ir da residência ao escritório ou para viagens, várias delas internacionais. Pequena distância, rota conhecida.

Verdi, um hábil piloto, estava no comando. O voo curto nunca foi completado. A aeronave caiu em meio à mata densa da serra, a altura da praia de Maranduba, no litoral norte de São Paulo. João e Sonia morreram. Os restos da aeronave só foram localizados um ano e meio depois, em julho de 2009.

“O céu desabou sobre a Avibrás naquele momento”, lembra o presidente, Hassuani. A indústria aeroespacial, fortemente identificada com a imagem de seu criador e depositária de significativo patrimônio tecnológico, teve negócios interrompidos e entrou em uma longa fase de dúvidas e incertezas da qual só se livrou no fim do ano passado.

Verdi era uma figura e tanto. Nos anos 1980, dividia com José Luis Whitaker Ribeiro, presidente da extinta Engesa, fabricante de blindados, e com Ozires Silva, fundador da Embraer, o panteão dos empresários brasileiros que abriram praças comerciais para o portfólio nacional de material militar e aeroespacial. Clientela difícil, como eram o Iraque, a Líbia e a Arábia Saudita.

João Verdi era recebido por Saddam Hussein para jantar em Bagdá e despachava 24 horas depois com o rei saudita Fahd Bin Abdul Aziz al-Saud em Riad. Participava pessoalmente da entrega e dos testes dos lançadores Astros.

Para horror do Ministério das Relações Exteriores, ia parar na frente de batalha para verificar o desempenho dos seus “meninos” – os foguetes que saíam das linhas instaladas no km 14 da rodovia dos Tamoios, na represa de Santa Branca.

A Avibrás nunca conseguiu superar a cifra de US$ 1 bilhão em vendas internacionais registrada há 30 anos, sob o comando de Verdi.

 

 

Fonte: Exame.com

Engenheiros iniciam testes de alinhamento da antena de comando do SGDC

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Iniciaram nesta terça-feira (19), os testes de alinhamento dos cerca de 40 painéis da antena de comando do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGCD). O equipamento instalado em Brasília (DF), dentro da área do Sexto Comando Aéreo Regional (VI COMAR), teve a fase de montagem encerrada na semana passada (12/01).

Os testes, que devem durar duas semanas, são realizados pelos engenheiros da fabricante, Thales Alenia Space, e também envolvem estudo de fotogrametria. As imagens são registradas à noite e posteriormente verificadas em software. Os resultados são usados para avaliar o alinhamento da antena para futuramente captar o sinal do satélite. Todo o processo é acompanhado por profissionais do Ministério da Defesa, da Telebras e da Visiona Tecnologia Espacial, uma joint-venture composta pela Embraer (51%) e Telebras (49%).

De acordo com a Telebras, a fase de montagem, além de muito importante dentro do processo de instalação da Estação de Controle do SGDC, é um trabalho muito delicado e difícil de ser implementado por se tratar de uma antena de alto desempenho. A instalação necessita ser bem sucedida uma vez que os requisitos técnicos de apontamento são bastante rígidos.

A antena tem 18 metros de altura, 13 metros de diâmetro e pesa 42 toneladas será usada para controlar o SGDC. O satélite, que será lançado ainda este ano, ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo o território brasileiro e o oceano Atlântico. Uma segunda antena auxiliar no comando do satélite será montada no centro de operações secundário, localizado no Rio de Janeiro.

O terceiro estágio do projeto satélite envolve as plataformas de comunicação e estações de acesso (gateways), de interligação do sistema. Ao todo, serão cinco estaçõ  Agência Força Aérea/Cabo Feitosaes: em Brasília, Rio de Janeiro, Florianópolis, Salvador e Campo Grande. Todas as obras de solo do SGDC serão erguidas em áreas militares. As instalações dessas estações deverão ser concluídas no segundo semestre de 2016.

Neste mês, o SGDC está em fase de testes na cidade de Cannes, na França. Em dezembro passado, os módulos de comunicação e serviço foram integrados. Cerca de 30 brasileiros, entre militares e civis de diversas instituições envolvidas no projeto, acompanham o processo, que envolve transferência de tecnologia. A partir de março, os profissionais que vão operar o satélite terão os treinamentos finais no centro de operações em Brasília.

SGDC – O satélite vai operar nas chamadas banda X e Ka. Em relação à primeira, trata-se de uma faixa de frequência destinada exclusivamente ao uso militar, correspondendo a 25% da capacidade total do satélite. A banda Ka terá capacidade de 54 Gbit/s será usada para ampliar a oferta de banda larga pela Telebras. O satélite pesa 5,8 toneladas e vai garantir conexão banda larga nos municípios mais distantes do País. Ele irá reforçar a rede terrestre da Telebras, atualmente com 28 mil km de extensão, presente em todas as regiões brasileiras.

O projeto é uma parceria entre os ministérios da Defesa (MD), das Comunicações (MC) e da Ciência e Tecnologia (MCTI) e envolve investimentos da ordem de R$ 1,7 bilhão.

A previsão de lançamento é para o segundo semestre deste ano e de operação no início de 2017. Após um período de ajustes e de testes, o satélite começará a sua operação comercial no início de 2017.

 

Fonte: Força Aérea

Marinha do Brasil realiza a “Operação ASPIRANTEX 2016”


Aspirantes no convoo do NDCC “Garcia D’ Ávila”

 

No dia 18 de janeiro, o Navio de Desembarque de Carros de Combate (NDCC) Garcia D`Avila suspendeu da Base Naval de Mocanguê, no Rio de Janeiro, dando início à “Operação ASPIRANTEX 2016”, que ocorre até o próximo dia 28 de janeiro e envolve diversos meios navais e aeronavais.

A ASPIRANTEX, que este ano conta com 210 Aspirantes, executa exercícios de caráter militar, ligados às tarefas básicas do Poder Naval, para familiarizá-los com a vida no mar e contribuir para a orientação dos 151 Aspirantes do 2º ano sobre a opção do Corpo (Armada, Fuzileiros Navais ou Intendentes) e a escolha da habilitação militar (mecânica, eletrônica, sistemas e administração).

A programação da Operação conta com duas fases, uma de mar e outra de porto. Durante a navegação, serão realizadas atividades como: operações de ataque, de esclarecimento, de apoio logístico móvel, antissubmarino, de superfície, de defesa aeroespacial e de guerra eletrônica, todas de caráter estritamente militar e com a participação direta dos Aspirantes. Já na fase de porto, os navios atracarão nas cidades de Itajaí e São Francisco do Sul, em Santa Catarina, e na cidade de Santos, em São Paulo, onde irão realizar exercícios de segurança orgânica e estarão abertos à visitação pública.


Recebimento da Aeronave SH-16 durante o exercício da “Operação ASPIRANTEX 2016”

Os meios participantes da ASPIRANTEX 2016 são: o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Garcia D’Avila” com uma aeronave UH-15 embarcada; o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Saboia” com uma aeronave SH-16 embarcada; a Fragata “Constituição” com uma aeronave AH-11A; a Fragata “Liberal” com uma aeronave UH-12 embarcada; e a Fragata “Greenhalgh” com uma aeronave UH-12 embarcada.

Também participam da comissão, dando apoio aos exercícios, os seguintes meios: o Submarino “Tapajó”; o Navio-Patrulha Oceânico “Apa”; o Navio-Patrulha “Gurupá”; o Navio-Patrulha “Babitonga”; três Carros Lagarta Anfíbio; e duas aeronaves AF-1, além de duas aeronaves da Força Aérea Brasileira.

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Fonte: Agência Força Aérea

Criação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica marcou anos 50

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De uma cidade escolhida pelas condições climáticas como local de tratamento de pacientes com tuberculose a polo de desenvolvimento nacional. A mudança vivida pela cidade de São José dos Campos (SP) é marcada pela criação do Centro Técnico de Aeronáutica, idealizado pelo então Coronel Casimiro Montenegro Filho. O CTA foi erguido para abrigar dois institutos científicos: um para o ensino superior, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), e outro para pesquisa e desenvolvimento nas áreas de aviação militar e comercial, o Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento (IPD). As obras de construção do ITA foram concluídas em 1950.

Com uma indústria mínima, incapaz de fabricar até bicicletas, o Brasil iniciava os anos 50 buscando a formação de engenheiros aeronáuticos altamente qualificados, seguidos por novas especializações em eletrônica, mecânica, infraestrutura e computação, com visão de que esses primeiros passos seriam decisivos para o futuro do País. “Saí de lá convicto de que José da Silva não é pior do que John Smith”, afirma o ex-ministro e um dos fundadores da EMBRAER, Ozires Silva, ex-aluno do ITA.

Ao longo de mais de seis décadas, o ITA formou mais de 5.000 engenheiros. As contribuições das pesquisas estão nas mais diversas áreas: telecomunicações, informática, infraestrutura aeroportuária, automação bancária, transporte aéreo e indústria automobilística. A solução para os motores a álcool, por exemplo, surgiu no CTA, na década de 70.

Primeiros alunos do ITA em aeronave da FAB  Arquivo ITA“Plano Smith” – A concepção do CTA surgiu em meados da década de 40 por meio do Coronel Casimiro Montenegro. A ideia era criar uma escola de engenharia aeronáutica nos modelos do Massachussets Institute of Technology (MIT) e o Wright Field, nos Estados Unidos. O Coronel lutou para que o País alcançasse, além do avanço tecnológico, desenvolvimento educacional e científico.“O professor repetia sempre que se o Brasil quisesse fabricar aviões deveria, antes, fabricar engenheiros e técnicos”, lembra o ex-aluno de Casimiro, Ozires Silva.

Em 1953, saiu do papel o primeiro órgão nacional voltado para a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologia aeronáutica: o Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento. Mais tarde, o Departamento de Aeronaves desse instituto daria origem à EMBRAER, criada em 1969.

Ao longo dos primeiros 10 anos, o ITA firmou-se como uma escola de engenharia diferenciada. Adotava a estruturação acadêmica por departamentos. Professores e alunos moravam no campus, o que facilitava o regime de dedicação exclusiva e a interação inédita entre mestres e estudantes. A concessão de bolsas aos alunos foi outro ponto importante e inovador. Diferentemente da maioria das escolas de engenharia do país, o ITA tinha um currículo dinâmico que se renovava anualmente.

O sucesso do modelo influenciou a orientação do ensino superior no país. Teve reflexos ainda na composição do novo currículo do curso de engenharia aprovado em 1976. A pós-graduação do ITA, estruturado no modelo americano, também foi pioneiro no país e influenciou a pós-graduação brasileira.

Hoje, o ITA oferece seis cursos de engenharia: Aeroespacial, Aeronáutica, Civil-Aeronáutica, Computação, Eletrônica e Mecânica-Aeronáutica. A duração de cada um é de cinco anos, sendo que os dois primeiros são comuns a todas as especialidades.

Já o antigo CTA deu origem ao atual Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), constituído pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), Instituto de Estudos Avançados (IEAV), Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV) e Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), além do próprio ITA e unidades de apoio.

 

Fonte: Força Aérea

Exército ocupa área de garimpo em MT

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A vigilância da ‘Serra da Borda’, em Pontes e Lacerda (480 km de Cuiabá), que vinha sendo explorada ilegalmente por milhares de garimpeiros, já está sob a responsabilidade de homens do Exército e da Força Nacional, do Governo Federal.

Ao meio dia desta quarta-feira (20), o comandante do 12º CR, coronel Alberto Neves, deu por encerrada a ‘Operação Serra da Borda II’ e oficializou a transferência em um ato simbólico que reuniu as forças policiais empregadas na desocupação e as que assumiram a tarefa de prevenir novas ocupações.

De acordo com o coronel Alberto, grande parte do reforço policial deslocado para Pontes e Lacerda para atuar na desintrusão do garimpo está retornando para suas unidades de origem, em Cuiabá e outras cidades do Estado. Um grupo permanecerá na cidade reforçando o policiamento na área urbana para garantia da ordem pública.

O comandante do 12º CR agradeceu ao empenho dos policiais em mais uma operação de retomara da área do garimpo ilegal. Nessa segunda versão, a ‘Serra da Borda II’ mobilizou cerca de 400 policiais entre militares, civis, agentes da PF e patrulheiros da PRF, mais de 50 viaturas por terra e uma equipe aérea com helicóptero do Ciopaer.   

 

Fonte: FolhaMax

Simulação de Guerra entre Brasil e Argentina

Por Francisco Santos

O Guerra & Armas trás para seus leitores este novo projeto que visa atender aos leitores das nossas simulações, o G&A é hoje reconhecidamente o maior, se não o único blog a criar simulações de conflitos fictícios entre países, usando sempre elementos e tensões políticas reais, mas algumas vezes também usando elementos de ficção como é o caso desta simulação que esta sendo publicada hoje. Em 2013  já tinhamos publicado a simulação: Guerra entre Brasil e Argentina (clique aqui para ler), mas a pedido dos leitores estou criando uma nova versão mais realista com os atuais armamentos de ambos os países e considerando a compra dos Gripen NG do Brasil e uma possível, porém ainda não confirmada compra de caças JF-17 de fabricação sino-paquistanês.

A desconfiança…
 
O Brasil de modo geral assim como nossos militares sempre esteve em uma espécie de ”Guerra Fria” com a Argentina, ou seja, sempre  desconfiamos e rivalizamos com os argentinos, ate poucos anos brigávamos pela hegemonia no hemisfério Sul das Américas, porém o Brasil se deu melhor nessa ”Guerra Fria” e se tornou majoritariamente o país mais poderoso do Hemisfério Sul do continente e ate mesmo de toda a América Latina.
Nossas forças armadas são relativamente superior em tecnologia aos demais países  da América Latina, que são em sua grande maioria, forças armadas modestas e com pouco investimento de seus governos devido a dificuldades financeiras e falta de inimigos externos que justifiquem gastos com defesa,as forças armadas do Brasil se diferenciam pelo fato de ser a única nação com indústria bélica capaz de fornecer a suas forças armadas equipamentos de ponta, dando relativa independência em algumas áreas, como é o caso de armas, munições, aviação, marinha, artilharia de costa e de saturação (astros II/2020) entre outros…
A simulação abaixo utiliza nomes de políticos e personagens fictícios e não tem relação com a realidade. A matéria será dividida em várias partes, que serão postadas em sequência, a história é meramente fantasiosa é claro, mas por que não deixarmos a imaginação correr solta?

Após a turbulência…

 
 
 
Janeiro de 2017 – O Presidente Sebastião  Oliveira, que assumiu o governo como presidente de transição após a crise que levou ao impeachment da ex-presidente Dina Sabino por corrupção, se reuniu em Brasília com os comandantes militares de todas as regiões do país para discutir o controle das fronteiras brasileiras, com base no recente aumento da criminalidade na cidade do Rio de Janeiro e São Paulo que forçaram a intervenção das Forças Armadas para auxiliar as policias de ambos os estados no combate a grupos de traficantes que utilizam de fuzis de fabricação americana a foguetes anti-tanques de fabricação russa.
O presidente que assumiu em meio a maior crise política dos últimos 30 anos, se vê diante de um impasse, sob forte pressão dos EUA e da União Europeia para que o país solucione a crise e estabeleça um Estado de Direito pleno para seus cidadãos  ao mesmo tempo em que a economia se encontra em plena queda após a  política econômica desastrosa fruto  de 12 anos de governo de esquerda, Sebastião Oliveira, que se elegeu como político da direita é forçado a gastar bilhões na restruturação das forças armadas para frear a entrada de armas e drogas na fronteira para evitar sanções internacionais e ao mesmo tempo  tem que cortar gastos da máquina pública.
Após o encontro, o Ministro da defesa, General Machado Filho, o primeiro militar a comandar a pasta depois de vários ministros civis que comandaram o ministério através de favores políticos sem o minimo conhecimento sobre defesa, anunciou o lançamento do ”Plano Fênix” que consiste no reaparelhamento das forças armadas do Brasil em um prazo recorde de 20 anos, ao todo serão liberados cerca de 120 bilhões de Reais para aquisição de maios de combate e modernização dos já existentes.
O Ministro da Defesa informou que o país irá solicitar aos EUA um plano de financiamento geral, o mesmo utilizado durante os anos 60 na parceria EUA-Brasil de aproximadamente 50 bilhões de dólares que serão pagos em parcelas e quitadas ate 2030. 
Segundo especialistas este movimento do presidente Oliveira, rompe definitivamente com o projeto do Fórum de São Paulo que visava propagar o esquerdismo e sua doutrina por toda a América Latina, com este movimento o Brasil volta a ser o principal parceiro estratégico dos EUA em todo o hemisfério sul, além de dar ao país o status de aliado militar dos americanos, o que por si só já  é um fato de dissuasão.

Enquanto isso na Argentina…

 
 
 
O presidente da Argentina, José Domingues, que ao final de 2015 implementou profundas mudanças econômicas no país portenho ao suceder a ex-presidente Cristiane Kindler, anuncia a compra de 50 caças JF-17 de fabricação sino-paquistanesa para reequipar a Força Aérea do país que sofria com um severo regime de obsolência em rasão dos constantes cortes orçamentários implantados por governos anteriores devido as fortes crises econômicas que o país sofria constantemente ate ser estabilizado por Domingues, que investiu na indústria, tirou milhões da pobreza, pagou as dividas do país com os credores internacionais e viu seu país crescer a taxas de 8,5 % enquanto o Brasil estava estagnado nos 0,3 p.p ao ano.
Serão 50 aeronaves fabricadas na China, as aeronaves deverão ser entregues em um prazo máximo de 2 anos, isto mesmo você não leu errado, a China se comprometeu a entregar 25 aeronaves por ano, e isto é possível graças ao imenso polo industrial chinês com várias fábricas podendo produzir vários aviões ao mesmo tempo. Além dos 50 aviões a Argentina também comprará mais 150 unidades que serão construídas pela Fabrica Argentina de Aviões em solo portenho, a exemplo do que o Brasil esta fazendo com os Gripen NG.
Inglaterra critica a China…
Após o anuncio da venda de 200 aviões a Argentina feito pela China e a própria Argentina, a Inglaterra condenou a venda alegando que o país possui pretensões bélicas ao se armar, ou seja, pretende reaver as Malvinas por meio da força. Ainda de acordo com o governo inglês a China só contribui para o agravamento da relação entre a Inglaterra e a Argentina que busca uma alternativa que leve em conta os moradores das ilhas.
Países sul-americanos fazem dura crítica ao Brasil…


Um dia após o anúncio feito pelo Brasil sobre o investimento de 120 bilhões de reais em defesa para reequipar suas forças armadas, a Argentina criticou duramente o presidente Sebastião Oliveira, em um discurso acalorado na Casa Rosada em Buenos Aires, José Domingues, presidente da Argentina, acusou Oliveira de estar provocando uma corrida armamentista em um cenário desfavorável ao Brasil, já que o país não cresce a pelo menos 2 anos. Aproveitando-se da ocasião, o presidente usou o discurso para salientar os ganhos econômicos e triunfos de seu governo na área econômica e social do país em um claro discurso populista.
Já a Bolívia e a Venezuela que são atualmente governados por esquerdistas chamaram Oliveira, de Lacaio dos americanos e ameaçaram cortar relações diplomáticas com o país caso o Brasil se militarize através de equipamentos americanos, em discurso acalorado o líder chavista venezuelano Javier Palaço, denunciou o que chamou de “invasão americana por meio do Brasil”, segundo ele os EUA financiaram a campanha de Sebastião Oliveira, e a CIA segundo ele orquestrou as falsas denúncias que levaram a queda da presidente Dina por corrupção.
O presidente da Bolívia Ramon Galdero disse a imprensa boliviana que o fato de o Brasil se armar ainda mais, demonstra uma atitude de agressão clara e declarou que poderá cortar o fornecimento de gás natural ao Brasil caso se sinta ameaçada em suas fronteiras.

Não vamos tolerar ameaças…

 
Após o discurso agressivo do presidente argentino, José Domingues e de seus pares da Venezuela e Bolívia, o presidente Sebastião Oliveira endureceu o tom em uma entrevista nunca antes vista no país, na sala de imprensa do palácio do Planalto em Brasília, estavam ao lado do presidente:
 
  • Evaristo Silva: General-de-Exército e comandante do Exército Brasileiro
  • Carlos Simões: Tenente-Brigadeiro da Força Aérea e Comandante da Força Aérea Brasileira
  • Tiago Fonseca: Almirante-de-esquadra da Marinha e Comandante da Marinha do Brasil

Todos com uniformes impecáveis e rodeados de outros oficiais davam o tom da entrevista, em um discurso nacionalista visto antes apenas na década de 40 quando Getúlio Vargas fazia discursos em tempos de guerra, uma oratória firme e direta, mandando a mensagem de que o país não aceitará ameaças, principalmente do presidente argentino, Domingues.

Após o discurso o presidente Oliveira, chamou o embaixador da Argentina no Brasil para dar explicações ao presidente sobre as ameaças e tom belicista usado pelo chefe de estado argentino.
Continua… (Um novo texto será publicado sempre ao final de cada semana)
Obs: Ainda esta semana seguimos com a continuação da Simulação: Guerra entre Brasil e Venezuela.

Israel conclui exercício militar que simulou guerra em várias frentes

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As forças Armadas de Israel concluíram nesta quarta-feira uma série de exercícios militares na região da Galileia para se preparar para um possível conflito armado em várias frentes que incluiria suas fronteiras com a Síria e o Líbano.

“Este exercício demonstra a capacidade do exército de aplicar planos operacionais em todos os setores em um confronto com o Hezbollah e a Jihad Islâmica Palestina tanto na Síria como no Líbano”, disse em comunicado o general Aviv Kojabi, comandante da Região Militar Norte.

O exercício, que durou duas semanas, “simulou vastas manobras, uma capacidade de fogo substancial e ataque com grande eficácia a milhares de alvos em todas as zonas de combate, incluindo áreas residenciais exploradas pelo inimigo” para suas atividades militares”, afirmou.

Participaram das manobras forças terrestres, aéreas e navais, segundo o comunicado oficial do exército.

“Pela primeira vez, as forças simularam um conflito ao mesmo tempo nas fronteiras com a Síria e o Líbano. Este exercício teve como foco preparar as tropas para um conflito de longa duração em múltiplas frentes”, conclui a nota.

Israel, que até agora tenta permanecer à margem da guerra civil na vizinha Síria, teme ser envolvido por alguma das milícias armadas que combatem no país árabe, uma circunstância que poderia levar, conforme advertiram comandantes militares há vários anos, a uma guerra regional.

O pior cenário contemplado pelos serviços de inteligência israelenses é o de uma situação de disparos de milhares de mísseis por dia contra centros urbanos em Israel ao mesmo tempo efetuados na Síria, no Líbano e na Faixa de Gaza, uma situação que jamais ocorreu.

 Terra

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