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Exclusivo: O “Exército Cubano de Ocupação” (CEO) na Venezuela, seu armamento e localização

O Guerra & Armas recebeu na tarde desta sexta-feira (27)  com exclusividade toda a relação de oficiais cubanos e venezuelanos, patentes e localização, estas informações que já se encontram em poder também de oficiais argentinos, esta circulando entre o alto escalão das FF.AA, reproduziremos abaixo o conteúdo na integra:

Lista de oficiais do “Exército Cubano de Ocupação” (CEO) na Venezuela, seu armamento, localização e missão repressiva
Como vemos, na Venezuela se joga a sorte de toda a Ibero-América. Como dizem os valentes manifestantes desse país, a coisa é “Agora ou nunca!”, porque a cada dia que passa será mais difícil deter este sinistro plano do comunismo para dominar nosso continente.
Na Venezuela se joga a sorte também do Brasil !
ÂncoraIntrodução:
Chegou-me de uma fonte que merece toda a minha confiança, este informe aterrador sobre as forças e o pessoal superior com que o Comando do “Exército Cubano de Ocupação” (CEO) conta na Venezuela. Sua missão é manter o controle total do país, do Exército venezuelano e o esmagamento de qualquer tentativa de mudança política, tudo isso mediante a colaboração dos traidores venezuelanos do “chavismo”.
Estão em permanente contato com o Serviço de Inteligência de Havana, com armamento poderoso, comunicações diretas e em clave, e com aeroporto próprio para a entrada e saída de tropas. Os oficiais superiores cubanos receberam graus do Exército venezuelano. Eles têm unidades próprias de repressão urbana que se mobilizam em poderosas motocicletas e contam até com bases de lançamento de mísseis com alcance de até 2.500 kms. operadas por pessoal iraniano.
Como se poderá ver, o CEO está estrategicamente situado em distintos pontos do território venezuelano. Para conhecer sua localização, convém ler o informe com um mapa da Venezuela à vista.
Quer dizer, o poder na Venezuela, por mais que Maduro finja ser o manda-chuva, está nas mãos do castrismo comunista e se exerce desde Cuba. Vale dizer que esse exército de ocupação não sente o menor carinho pelo país que domina, carece de patriotismo venezuelano e de solidariedade com os habitantes do país irmão, de maneira que não tem nenhum inconveniente em derramar todo sangue venezuelano que lhes pareça necessário.
Este é o futuro que nos espera também aos argentinos. Na Bolívia há uma situação semelhante, só que dessa só tenho vagas notícias. É possível que seja assim, posto que há poucos meses Morales teve que enfrentar uma rebelião geral dos bolivianos e, dada a proximidade com nosso país e o interesse indubitável que o comunismo tem em não permitir que a poderosa influência que conseguiu na política aqui, se perca. Chegado o caso, e em vista da destruição sistemática de nossas FFAA realizada pelo kirchnerismo nestes onze anos que estão no poder, uma invasão de forças cubanas especiais desde a Bolívia não pode ser descartada. Em Jujuy estão as forças irregulares de Milagro Sala para facilitar-lhes a passagem.
Como vemos, na Venezuela se joga a sorte de toda a Ibero-América. Como dizem os valentes manifestantes desse país, a coisa é “Agora ou nunca!”, porque cada dia que passa será mais difícil deter este sinistro plano do comunismo para dominar nosso continente.
É preciso rezar pelos heróicos venezuelanos, pedir à Padroeira da Venezuela, Nossa Senhora de Coromoto, que ajude a seus filhos. E todos os argentinos devemos nos interessar vivamente pelo drama que estão vivendo e apoiá-los por todos os nossos meios para que consigam se livrar do jugo maldito com o qual tentam dominá-los.
Lista dos generais, chefes de operações e comando de tropas cubanas na Venezuela:
ANDOLLO VALDEZ, o general cubano que deve esmagar rebeliões… na Venezuela. Desde 27.12.12, “Operação Bastião”: para isso conta com 4.500 soldados cubanos que chegaram em janeiro de 2012. Leonardo Andollo Valdez – Cubavisión.
JORGE ROJAS RIERA (@Jrr473), estrutura organizacional e de comando do Exército de Ocupação Cubano (ECO) na Venezuela.
Contingente:
Oficiais:
2 Generais-de-Brigada, (1 no Fuerte Tiuna, outro em Barquisimeto), 4 Coronéis, 8 Tenentes-Coronéis e 6 Capitães-de-Fragata e 25 oficiais subalternos.
Com a Sala Situacional independente instalada no Fuerte Tiuna (Serviço de Remonta) e conectada em WF encriptado por cabo com o Centro de Operações de Comando de Valle Picadura em Havana, sob o comando, desde Havana, do General-de-Divisão Leonardo Andollo Valdez. (Atualmente na Venezuela desde março). Viaja à Venezuela a cada 15 dias para realizar reuniões de Estado-Maior para afinamento de operações. Estas tropas entram na Venezuela e saem para Cuba para suas substituições constantemente, por uma pista de aterrissagem situada em Apure, e pela Rampa (Base aérea) 2 do aeroporto de Maracaibo.
Número dos contingentes: 4.500 homens de Infantaria organizados em 8 batalhões de 500 efetivos, mais um batalhão estacionado em Fuerte Tiuna. Chegados à Venezuela a partir de janeiro de 2012. Estes novos contingentes substituíram os anteriores que começaram a chegar em janeiro e agosto de 2011.
Generais na Chefatura do Estado-Maior:
Chefe: General-de-Divisão Leonardo Andollo Valdez, 60 anos, quando tenente esteve em Angola, segundo chefe do Estado-Maior das FARC em Cuba, coordenador do “Movimento Bolivariano” e Vice-diretor do Partido Comunista de Cuba. Dirige na Venezuela a “Operação Bastião”, que é o nome do Plano que os batalhões cubanos estacionados na Venezuela realizariam em caso de uma “emergência” ante mudanças políticas em 7 de outubro.
Chefe de Operações do Estado-Maior:
General-de-Brigada Herminio Hernández Rodríguez, comissário político, assessor da Sala Situacional de Miraflores. Expert em operações urbanas, em manejo de situações em crise. Assessor do CEO e com sede na JEM (Chefatura do Estado-Maior, por suas siglas em espanhol) da II Divisão no Fuerte Tiuna. Maneja a Ordem de Operações para enfrentar (inclusive emprego das Milícias) situações de desordem civil em 11 cidades do país, sufocar o 7 de outubro e posterior ao 7-O, ou em qualquer situação que se desencadeie.
ALEJANDRO RONDA MARRERO “O GENERAL DOS ESPINHOS DUROS”
Chefe do G2 do EMO (Estado-Maior Operacional):
General-de-Brigada Alejandro Ronda Marrero
Este general (reporta diretamente o que lhe interessa ao Major-General Hugo Carvajal, atualmente a máxima autoridade da Inteligência nacional, com o cargo de Super Vice-Ministro para a investigação penal). Ronda é subalterno do Comandante Ramiro Valdez Menéndez em Cuba que, por sua vez, o segundo chefe da Inteligência Cubana das FARC.
Ronda Marrero, sob a chefatura do Major-General Hugo Carvajal Barrios, que se reporta diretamente ao Presidente da República, coordena, assessora e dirige desde a DIM (Divisão de Inteligência Militar)-Boleíta na Divisão Telemática, em coordenação com o SEBIN-DIE, todas as operações de inteligência e contra-inteligência militar e civil (Comando de campanha de Capriles e partidos políticos, e de militares em serviço ativo com comando de tropas, de oficiais superiores). Dirige pessoal de oficiais cubanos, iranianos e chineses. Opera desde a JEM da II divisão do Exército do Fuerte Tiuna. Tem ingerência nas Sala Situacional de Miraflores e do Exército.
OFICIAIS ESTACIONADOS NA VENEZUELA EXERCENDO O COMANDO DE TROPAS CUBANAS, que dependem diretamente do General-de-Divisão Julio Cesar Gandarilla, atual Chefe da CIM-Militar em Cuba (contra-inteligência cubana):
1. Ramiro Méndez Olayeta, 59 anos (Moscou) Infantaria do Exército (IE)
2. Eusebio Serrat Lennis (Moscou) Missilístico, IE
Coronéis:
1. Rodrigo Hernández Maite
2. Rufino Zabeleta Corvino
3. Jaime Freitas Sambrano
4. Simón Guillermo Sénior
Tenentes-Coronéis:
1. Luis José Fernández Fernández
2. Armando García Rotondaro
3. Hermagoras Ruiz
4. Braulio Menéndez
5. Luis Carlos Castro Guiño
6. Federico Trompis
Capitão-de-Fragata:
1. Federico Corsi Contra-Almirante de Infantaria da Marinha
2. Norberto Arango
3. Luis Gerardo Vera Gonzáles
4. José Dionisio Bilbao Menéndez
25 Oficiais Subalternos de Infantaria e Inteligência
São oficiais experts em inteligência, contra-inteligência, sabotagem, contra-sabotagem, que são dirigidos pelo almirante Julio Cesar Gandarilla que se reportam a ele diretamente via cabo, mediante sistema encriptado. Gandarilla é o máximo Chefe da Contra-Inteligência Militar Cubana em Valle Picadura. Fazem inteligência e contra-inteligência dentro das regiões militares (Brigadas e Divisões, Batalhões e o Exército Venezuelano em geral).
Portam identidade especial da DCIM (Divisão de Contra-Inteligência Militar, subscritas pelo general diretor da DCIM, F. Figueroa Chacín) venezuelana e armamento autorizado com porte de arma especial emitido pelo DARFA. Portam pistolas Carella 9 mm e mini USIS, assim como movem-se em motos de fabricação italiana, cor negra, inscritas na DIM.
Esses agentes móveis especiais cubanos têm 12 pontos de concentração em Caracas, sempre localizados em estações de saída e entrada do Metrô. Dois importantes no Leste: no metrô Los Dos Caminos e Unicentro El Marqués, dois no Oeste: Parque del Oeste e Capitolio e três no sudoeste: a Bandera-Roosevelt, UCV e o Valle. Também contactam e coordenam via TELF. Celulares com os 70 postos de comando localizados nas urbanizações das zonas residenciais altas de Caracas (Plano Guaraira Repano), e com os grupos de operações situados nos quatro Comandos de forças anárquicas enquadradas dentro do Plano Guaraira Repano.
Armas que portam e detém as tropas cubanas:
AK-A 103 e AK-109 equivalente ao FAB de fabricação belga.
Lança-foguetes Tropv R1Vde 50 mm.
Obuses Kalisnef-120 contra carros.
Morteiros lança-granadas tipo Katiuska M30 Kamarakov.
Ônibus de fabricação chinesa, marca Gel com capacidade para 60 pessoas. Sistema de comunicações independentes entre comandos. Encripta dados via WF.
INTENDÊNCIA:
Uniformes tipo “patriota” venezuelano, com insígnias e graus militares venezuelanos.
LOCALIZAÇÃO:
Geo-estrategicamente localizados, (móveis), de maneira tal que podem mover-se e cortar avanço de unidades terrestres do Exército da Venezuela para Caracas:
Agua Viva, Barinas, Morón-Coro, Barquisimeto, Elorza, Puerto Cabello, El Tigre-Pariaguan, La Encrucijada-Maracay.
 
A base iraniana que está localizada em Zuata, município Monagas do estado Anzoátegui, é operada por pessoal iraniano. Engenheiros aeronáuticos têm em seus silos, já em condições operacionais, mísseis com alcance de 1.480 km do tipo Sheralabs 3, e três com alcance de 2.500 km tipo Alghadv-110.
Nestes momentos instalam-se igualmente em Paranaguá, do mesmo alcance, 6 novos mísseis tipo Alghadv-110 com um alcance de 2.800 km.
*A fonte deste documento foi oculta para proteger a sua origem.
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Os cinco piores clones do AK-47

Fuzil de assaltoType 86S

A família de fuzis de assalto AK é considerada como a arma ligeira mais espalhada no mundo. Porém, devido à sua simplicidade e solidez é também a arma mais copiada. Aqui vêm as piores tentativas de replicar o sucesso do AKM.

5. Type 86S (China)

Embora o fuzil de assalto Type 56, uma cópia chinesa licenciada do AK, se tenha tornado uma das variantes de maior sucesso produzida no exterior, a versão Bullpup não conseguiu impressionar os grandes clientes e apenas foi vendida em quantidades limitadas para clientes privados. O fuzil é uma espécie de Frankenstein, utilizando componentes do AK, do FAMAS francês e do Steyr AUG austríaco.

4. PA Md.86 (Romênia)

Conhecido como AIMS-74 no exterior, o Md.86 é muito incomum, pois é um desenvolvimento independente do AKM com calibre de 5,45 milímetros, introduzido nos países de Leste com o AK-74. Como resultado, o rifle pesa quase um quilo a mais do que os AKS-74 análogos. Além do mecanismo de disparo ultrapassado, o Md.86 tem guarda-mão de madeira, que ele herdou do md.65, apesar de não haver necessidade disso.

Fuzil de assalto PA Md.86
© FOTO: WIKIPEDIA/ MIRCEA87 PA MD.86 ASSAULT RIFLE
Fuzil de assalto PA Md.86

3. Kbk wz. 1988 Tantal (Polônia)A variante polonesa do AK-74 foi concebida para ser uma versão mais leve e mais moderna do fuzil. Infelizmente, tem um mecanismo de disparo mais complicado, o que leva a uma diminuição da fiabilidade (eram frequentes bloqueios e falhas de tiro).

O especialista em armas Igor Zenchuk disse ao canal de televisão russo Zvezda:

“Como resultado, entre 1990 e 1994, eles fizeram cerca de 25.000 dessas armas, depois felizmente encerraram o programa. Tanto quanto sabemos, a maioria destes fuzis “passeia”  por todo o Oriente Médio, tendo os próprios poloneses mudado para armas dos países da OTAN. “

Fuzil de assalto Kbk wz. 1988 Tantal
© FOTO: WIKIPEDIA/ ARTUR WAGNER/REMIGIUSZ WILK
Fuzil de assalto Kbk wz. 1988 Tantal

2. Tabuk (Iraque)Este rifle na verdade é uma cópia da variante Iugoslava do AKM, conhecido como Zastava M70. Provavelmente a coisa mais incomum é a existência da modificação do rifle semiautomático de precisão que foi desenhado para satisfazer a necessidade de um rifle de precisão de curto alcance durante a guerra irano-iraquiana nos anos oitenta. Em si a instalação de um aparelho de pontaria de curto alcance num AK não é uma ideia ruim e os guias de sobrevivência e guerrilha urbana na URSS sugerem que é um bom meio para efetuar fogo supressivo de médio alcance. Porém, a sua versão semiautomática não dá benefícios reais em combate.

Fuzil de assalto Tabuk
© FOTO: WIKIPEDIA/ SPECIALIST GUL A. ALISAN
Fuzil de assalto Tabuk

1. PA Md.65 (Romênia) A forma extremamente incomum deste rifle não tem outras explicações senão um desejo de inovar. Segundo o especialista em armas Igor Zenchuk, “Se os estandardizados, porém altos, fuzis AK produzidos na União Soviética ou na Rússia podem ser usados sem problema nenhum, é preciso acostumar-se às versões romenas. Em primeiro lugar porque os romenos gostavam de experimentos desde 1965: faziam canos de formas estranhas, faziam o cano mais curto, faziam vários guarda-mãos inúteis. Não acho que tenha alguma coisa do bom velho AK nas versões romenas”.

Soldado romeno com fuzil de assalto PM md. 63/65 em 1989
© FOTO: WIKIPEDIA/ KOALORKA
Soldado romeno com fuzil de assalto PM md. 63/65 em 1989
O fuzil de assalto Kalashnikov
© SPUTNIK
O fuzil de assalto Kalashnikov

Leia mais: http://br.sputniknews.com/defesa/20150314/440056.html#ixzz3VacDkwUM

Rússia questiona chances de receber porta-helicópteros Mistral

USS Iwo Jima

As autoridades russas responsáveis pela cooperação técnico-militar prosseguem as negociações com a parte francesa sobre a transferência de navios porta-helicópteros do tipo Mistral, mas a probabilidade de a Rússia receber as embarcações ainda é extremamente baixa, declara o Ministério da Defesa.

“Temos contatos com o lado francês. A natureza desses contatos torna claro que a esperança de que a situação seja resolvida e a Rússia ainda receba os porta-helicópteros praticamente não existe. Eu diria que as chances são 99 a 1. Mas nós não vemos tragédia na situação”, declarou o ministério, adiando que o lado russo ficará satisfeita se receber os fundos gastos no projeto.

O Ministério da Defesa russo também declarou que “a prontidão de combate da frota não será afetada por tal redução de despesas”.A companhia russa de exportação e importação de armamentos Rosoboronexport assinou com a companhia francesa DCNS um contrato para a construção de dois navios deste tipo em junho de 2011. As partes posteriores dos porta-helicópteros foram construídas no estaleiro russo Baltiysky (que faz parte da Corporação Unida de Construção Naval). em São Petersburgo. O acoplamento com as partes anteriores e as obras de acabamento foram efetuadas no estaleiro da companhia STX France, em Saint-Nazaire.

O primeiro navio de desembarque Vladivostok devia ter sido entregue pela França em 14 novembro de 2014 e o segundo até o final de 2015.

Mais cedo o presidente francês, François Hollande, disse que decidiu suspender a entrega do primeiro dos navios (Vladivostok) por causa da situação na Ucrânia. Por sua vez, a Rússia declarou que está à espera do navio ou da restituição do dinheiro.

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150327/576371.html#ixzz3VaYfyD3C

Se a Rússia ajudar os EUA no Oriente Médio, se livraria das sanções

A Rússia deve liderar a coalizão internacional na luta contra o Estado islâmico sob os auspícios da ONU, e, em seguida, as sanções ocidentais contra Moscou serão removidas, diz o jornal chinês South China Morning Post.

A suspenção das sanções vai ajudar bancos e empresas russas a ter acesso flexível aos mercados de capitais de dívida, reabrirá a possibilidade de importar equipamentos de alta tecnologia e terá um efeito positivo sobre a estabilidade da moeda russa, limitará a saída de capitais e estimulará o crescimento econômico, sublinha o South China Morning Post.

A publicação nota:

“Uma poderosa coalizão, liderada pelas forças armadas russas e suportada por tecnologia norte-americana avançada, terá a maior chance de sucesso nesta operação. Recorde-se que a última vez em que Moscou e Washington estavam unidos contra um inimigo comum, durante a II Guerra Mundial, o caso terminou em vitória”.

A implementação deste cenário aparentemente inesperado vai elevar o rating internacional do presidente russo, Vladimir Putin, e Moscou irá restaurar o status de um membro do grupo de oito (G8), continua a edição chinesa.O grupo Estado Islâmico (EI), que segundo a CIA, tem cerca de 30 mil militantes declarou o Califado nos territórios ocupados do Iraque e da Síria e pretende expandir ainda mais as suas aquisições. Várias agrupamentos na Líbia, no Egito, no Afeganistão e na Nigéria trouxeram juramento ao EI.

Ainda não existe uma frente unida de combate ao Estado Islâmico. As tropas das Forças Armadas e os curdos da Síria e do Iraque combatem os terroristas, bem como a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos (eles realizam só ataques aéreos).

Milhares de civis já morreram nos combates, muitos se tornaram refugiados e milhares foram sequestrados pelo Estado Islâmico.

Na Rússia, as atividade do grupo Estado islâmico são proibidas por uma decisão judicial.

Fonte: Voz da Rússia / SputinikNews

Urgente: Arábia Saudita inicia operação militar no Iêmen, realizando ataques aéreos ao grupo xiita Houthis

O embaixador da Arábia Saudita, Adel A. al-Jubeir, anunciou na noite desta quarta-feira o início de uma operação militar do seu país no Iêmen. A operação será iniciada com ataques aéreos, mas também envolvera manobras em terra.

Arábia Saudita, EAU, Bahrein, Catar e Kuwait emitiram comunicado conjunto, afirmando “estarem decididos em repelir as milícias Houthis, Al-Qaeda e Estado Islâmico do país”.

Os países do Golfo Pérsico anunciaram estar combatendo as “maiores ameaças” à estabilidade na região e que pretendem repelir a “agressão Houthi” no Iêmen.

O diplomata saudita revelou que artilharia pesada está sendo enviada para Arábia Saudita por mais de 10 países da coalizão. O seu país coordenou a operação com os Estados Unidos, que seguirá dando seu suporte, segundo informação divulgada por Reuters.

Segundo a fonte da agência no Comando do Exército americano, Egito está pronto para amparar a coalizão dos países do golfo através do uso de sua força aérea, marinha e exército em todas as operações.

A operação começou às 21h (Brasília),no mesmo dia em que o presidente deposto do Iêmen, Abed Rabbo Mansour Hadi, fugiu do país pelo mar. O governo de Hadi era visto como um aliado próximo dos Estados Unidos na região.

Fonte: Voz da Rússia

Mísseis dos EUA na Coreia do Sul provocarão corrida armamentista

Sistema de mísseis Patriot

Mísseis dos EUA na Coreia do Sul provocarão corrida armamentista

 
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia divulgou uma nota declarando que Moscou está preocupada com a possível instalação de sistemas de Defesa antimíssil (DAM) norte-americanos, ou seja, mísseis interceptores, na Coreia do Sul.

A chancelaria russa também opina na sua nota que tal decisão pode levar à corrida armamentista no nordeste da Ásia.

“Chama atenção o início em Seul da discussão em torno da possível instalação no país de sistemas antimísseis THAAD norte-americanos, o que acontece numa altura em que o comando das Forças Armadas dos EUA na Coreia do Sul investigam possíveis locais para a localização das baterias THAAD em várias províncias do país.”

Segundo a chancelaria russa, a perspectiva de futura ampliação da geografia dos sistemas DAM norte-americanas no mundo, inclusive no território da Coreia do Sul, está se tornando real.

Protesto em Seul contra a implantação do sistema antimísseis Thaad.

“A possibilidade de tal desenvolvimento da situação não pode deixar de alarmar, tendo em conta o caráter destruidor do impacto global dos sistemas de DAM norte-americanos para a segurança e a estabilidade estratégica internacional.Nesta região, que é caracterizada por uma situação de segurança muito difícil, pode surgir desta forma mais um “fator de irritação” que pode desencadear uma corrida armamentista no nordeste da Ásia e complicar ainda mais a resolução da questão nuclear na península coreana.

Esperamos que uma análise abrangente sobre as consequências do aparecimento de sistemas de DAM globais na Coreia do Sul permita a Seul considerar cuidadosamente os mísseis e radares norte-americanos não poderão trazer mais desvantagens do que vantagens.”

Fonte: Voz da Rússia

Exército Polonês convoca 12.000 da reserva

Em uma entrevista para a emissora TVN24, o assessor do ministro da Defesa explicou o modo de operação, em que os indivíduos são obrigados a chegar a uma determinada unidade militar em questão de horas, é “a prova perfeita” de prontidão dos reservistas para executar.

O exército pode convocar qualquer homem com idade entre 18 e 60 anos com uma história clínica satisfatória.
General Pacek afirmou que eles não seriam informados sobre o paradeiro da unidade militar de antemão, de modo a garantir resultados confiáveis ​​do teste.
De acordo com um comunicado divulgado pelo Ministério da Defesa na segunda-feira, o exercício é “realizado em consonância com os planos para verificar a prontidão operacional e mobilização nas Forças Armadas em 2015, e decorre da necessidade de acumular tropas de reserva bem treinados”.
As autoridades, no entanto, afirmam que os exercícios não devem ser ligadas com a tensão permanente entre a OTAN e a Rússia.
Enquanto o Ministério absteve-se de revelar a localização da unidade militar para os seus primeiros reservistas, os funcionários colocam o número de homens convocados em várias centenas. Cerca de 12.000 estão a ser chamados para servir o ano todo.
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