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Conheça os incríveis mini-tanques de guerra russos assassinos operados por controle remoto (vídeo)

mini-tanque-electroloaders

Já inventaram robô pra fazer quase tudo hoje em dia, então é obvio que criariam robôs especialmente preparados para guerras. Robôs de guerra na verdade existem faz tempo, mas estes mini-tanques de guerra controlados por controle remoto que estão sendo desenvolvidos na Rússia são espetaculares!

Apelidados de Electroloaders, eles funcionam com baterias e podem funcionar por até 10 horas com uma única carga. Seu sistema de rodas permite que ele atravesse diversos tipos de obstáculos, além de permitir que eles rodem em seu próprio eixo, fazendo com que manobras extras de evasão sejam desnecessárias, auxiliando portanto em fugas mais rápidas e eficientes.

mini-tanque-electroloaders
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O motor deles é linear e permitem que eles atinjam uma velocidade de 15 metros por segundo, além de torque suficiente para quebrar paredes. Sua torre pode girar em 360 ​​graus e se inclinar em um ângulo de até 90º, possui metralhadoras de grosso calibre e ainda um lançador de esferas explosivas ou bombas de gás lacrimogênio, mas não pense que é só isso não, além da torre ele ainda conta com um lança-mísseis retrátil na parte de trás, com poder de fogo capaz de abater helicópteros ou mesmo tanques de guerra tamanho família.

Sua armadura é feita de cerâmica, leve e praticamente indestrutível por armas de fogo de pequeno porte como metralhadoras por exemplo. Os pneus são feitos de borracha maciça, então nem pense em atirar nos pneus pois eles vão se vingar, e sem piedade! Eles ainda têm câmeras com sistemas de ondas de Raio-X capazes de identificar inimigos atrás de paredes e edificações, além de tem uma maca para transportar soldados atingidos em batalha. O interessante é que eles são operados remotamente, podendo portanto ser controlados por praticamente qualquer pessoa. Confira a seguir uma pequena simulação com os mini-tanques assassinos em ação.

Os robôs ainda estão em fase de desenvolvimento, e mesmo que não se tornem realidade um dia, que pelo menos os coloquem no próximo Call of Duty, por favor!

[The Awesomer] Via http://rockntech.com.br/conheca-os-incriveis-mini-tanques-de-guerra-russos-assassinos-operados-por-controle-remoto/

Rússia questiona chances de receber porta-helicópteros Mistral

USS Iwo Jima

As autoridades russas responsáveis pela cooperação técnico-militar prosseguem as negociações com a parte francesa sobre a transferência de navios porta-helicópteros do tipo Mistral, mas a probabilidade de a Rússia receber as embarcações ainda é extremamente baixa, declara o Ministério da Defesa.

“Temos contatos com o lado francês. A natureza desses contatos torna claro que a esperança de que a situação seja resolvida e a Rússia ainda receba os porta-helicópteros praticamente não existe. Eu diria que as chances são 99 a 1. Mas nós não vemos tragédia na situação”, declarou o ministério, adiando que o lado russo ficará satisfeita se receber os fundos gastos no projeto.

O Ministério da Defesa russo também declarou que “a prontidão de combate da frota não será afetada por tal redução de despesas”.A companhia russa de exportação e importação de armamentos Rosoboronexport assinou com a companhia francesa DCNS um contrato para a construção de dois navios deste tipo em junho de 2011. As partes posteriores dos porta-helicópteros foram construídas no estaleiro russo Baltiysky (que faz parte da Corporação Unida de Construção Naval). em São Petersburgo. O acoplamento com as partes anteriores e as obras de acabamento foram efetuadas no estaleiro da companhia STX France, em Saint-Nazaire.

O primeiro navio de desembarque Vladivostok devia ter sido entregue pela França em 14 novembro de 2014 e o segundo até o final de 2015.

Mais cedo o presidente francês, François Hollande, disse que decidiu suspender a entrega do primeiro dos navios (Vladivostok) por causa da situação na Ucrânia. Por sua vez, a Rússia declarou que está à espera do navio ou da restituição do dinheiro.

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150327/576371.html#ixzz3VaYfyD3C

Se a Rússia ajudar os EUA no Oriente Médio, se livraria das sanções

A Rússia deve liderar a coalizão internacional na luta contra o Estado islâmico sob os auspícios da ONU, e, em seguida, as sanções ocidentais contra Moscou serão removidas, diz o jornal chinês South China Morning Post.

A suspenção das sanções vai ajudar bancos e empresas russas a ter acesso flexível aos mercados de capitais de dívida, reabrirá a possibilidade de importar equipamentos de alta tecnologia e terá um efeito positivo sobre a estabilidade da moeda russa, limitará a saída de capitais e estimulará o crescimento econômico, sublinha o South China Morning Post.

A publicação nota:

“Uma poderosa coalizão, liderada pelas forças armadas russas e suportada por tecnologia norte-americana avançada, terá a maior chance de sucesso nesta operação. Recorde-se que a última vez em que Moscou e Washington estavam unidos contra um inimigo comum, durante a II Guerra Mundial, o caso terminou em vitória”.

A implementação deste cenário aparentemente inesperado vai elevar o rating internacional do presidente russo, Vladimir Putin, e Moscou irá restaurar o status de um membro do grupo de oito (G8), continua a edição chinesa.O grupo Estado Islâmico (EI), que segundo a CIA, tem cerca de 30 mil militantes declarou o Califado nos territórios ocupados do Iraque e da Síria e pretende expandir ainda mais as suas aquisições. Várias agrupamentos na Líbia, no Egito, no Afeganistão e na Nigéria trouxeram juramento ao EI.

Ainda não existe uma frente unida de combate ao Estado Islâmico. As tropas das Forças Armadas e os curdos da Síria e do Iraque combatem os terroristas, bem como a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos (eles realizam só ataques aéreos).

Milhares de civis já morreram nos combates, muitos se tornaram refugiados e milhares foram sequestrados pelo Estado Islâmico.

Na Rússia, as atividade do grupo Estado islâmico são proibidas por uma decisão judicial.

Fonte: Voz da Rússia / SputinikNews

Mísseis dos EUA na Coreia do Sul provocarão corrida armamentista

Sistema de mísseis Patriot

Mísseis dos EUA na Coreia do Sul provocarão corrida armamentista

 
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia divulgou uma nota declarando que Moscou está preocupada com a possível instalação de sistemas de Defesa antimíssil (DAM) norte-americanos, ou seja, mísseis interceptores, na Coreia do Sul.

A chancelaria russa também opina na sua nota que tal decisão pode levar à corrida armamentista no nordeste da Ásia.

“Chama atenção o início em Seul da discussão em torno da possível instalação no país de sistemas antimísseis THAAD norte-americanos, o que acontece numa altura em que o comando das Forças Armadas dos EUA na Coreia do Sul investigam possíveis locais para a localização das baterias THAAD em várias províncias do país.”

Segundo a chancelaria russa, a perspectiva de futura ampliação da geografia dos sistemas DAM norte-americanas no mundo, inclusive no território da Coreia do Sul, está se tornando real.

Protesto em Seul contra a implantação do sistema antimísseis Thaad.

“A possibilidade de tal desenvolvimento da situação não pode deixar de alarmar, tendo em conta o caráter destruidor do impacto global dos sistemas de DAM norte-americanos para a segurança e a estabilidade estratégica internacional.Nesta região, que é caracterizada por uma situação de segurança muito difícil, pode surgir desta forma mais um “fator de irritação” que pode desencadear uma corrida armamentista no nordeste da Ásia e complicar ainda mais a resolução da questão nuclear na península coreana.

Esperamos que uma análise abrangente sobre as consequências do aparecimento de sistemas de DAM globais na Coreia do Sul permita a Seul considerar cuidadosamente os mísseis e radares norte-americanos não poderão trazer mais desvantagens do que vantagens.”

Fonte: Voz da Rússia

Mikhail Gorbachev: “América deve ser parada. Parada amigavelmente”

Mikhail Gorbachev, foto de arquivo

Mikhail Gorbachev, foto de arquivo

O primeiro presidente da URSS, Mikhail Gorbachev, falou em entrevista à apresentadora do canal de TV Russia Today, Sophie Shevardnadze, de sua avaliação da situação atual no mundo, da expansão da OTAN para leste, das sanções antirrussas e da Crimeia.

Apresentamos aqui uma versão resumida da entrevista.

– Quando foi negociada a unificação da Alemanha, o secretário de Estado dos EUA disse que a OTAN não se moveria para o leste da Alemanha nem por uma polegada. Essas conversas não se tornaram documentos, ninguém foi obrigado a fazer nada. Agora, quando as paixões estão em alta, chegar a um acordo semelhante sobre a Ucrânia é ainda mais impossível. A OTAN não vai parar até chegar às fronteiras da Rússia?

– A America está se intrometendo aqui. Olhando o que faz a América a Rússia também faz seus passos, às vezes desnecessários. Assim tudo isso cresce.

Os norte-americanos já estão em todo lado. Ora eles estão instalando defesa antimíssil em todas as cidades, por todas as fronteiras, ora estão abrindo bases militares.

Há dias dei uma entrevista à revista The Time. Eu disse-lhes: “Eu não entendo vocês. Ainda Eisenhower vos advertiu sobre o que têm a temer. O perigo está no complexo militar-industrial. E a OTAN está se intrometendo em tudo, não lhe chega o espaço que lhe foi destacado. O que está acontecendo com vocês? A América agora não vive sem que o complexo militar-industrial se desenvolva, sem que o comércio de armas se expanda, sem que as despesas em guerra aumentem. Vocês não conseguem viver sem isso?”.

Responderam-me: “Não. Parece que não”.

Aí eu disse: “Então escute, então esta é uma sociedade doente. Ela deve ser tratada”.

– Para quê a OTAN continua seu movimento para leste, na sua opinião?

– Tal é a sua cultura política. E militar. John F. Kennedy, um homem que viveu a crise do Caribe, disse: “Escutem, vamos deixar de demonizar os russos. Eles são como nós. Eles querem criar seus filhos, viver em paz, alegrar-se, e assim por diante”.

Que outra coisa dizia John F. Kennedy? “Se você acha que o futuro do mundo é a Pax Americana, você está errado. Ou o mundo é para todos, ou não há mundo”. Absolutamente certo. Duro, grave, mas do jeito que realmente é.

E agora tudo começou com os americanos que de repente começaram a afirmar-se… A Guerra Fria acabou, nós acabamos com ela juntos, e isso é uma vitória comum para todos os povos. Os norte-americanos dizem: “Como assim? Nós vencemos, vencemos na Guerra Fria. Nós”.

Como queiram, desfrutem, se quiserem, por assim dizer. Mas daí segue que se os americanos venceram, eles concluem: “Nós não precisamos mudar nada. Nós vencemos, o mundo está aos nossos pés. Para quê mudar seja o que for? Nós estamos conduzindo a política certa”. E a coisa mais extrema – eles começaram a propôr criar uma nova… superpotência, um super-império. A América quer mandar no mundo inteiro.

Tantas forças que nós gastamos em nosso tempo, tantos recursos. Finalmente chegamos à paz, começamos a mover-nos… e tudo isso em vão?

É possível chegar a acordos se surge fé, confiança mútua. Havia confiança, e nós conseguíamos isso. E depois este império. Os norte-americanos se perderam. Qualquer tentativa de criar um mundo unilateral, unipolar são um absurdo, um disparate.

– Você é prêmio Nobel da Paz. E Obama Barack também é ganhador do prêmio Nobel da Paz. O que você pensa disso, que ele é um colega seu, um companheiro de clube, por assim dizer?

– Para ele isso era como que adiantado – isso também pode acontecer na política. Um dia eu estava dando uma palestra em St. Louis. Quando terminei, um jovem se levanta e pergunta: “Sr. presidente, o que pode nos aconselhar, aos norte-americanos ?” Eu disse: “De que se trata?” “Bem, você vê como as coisas estão ruins aqui. E cada vez piores na América”. Eu disse: “Ora bem, você sabe, isso é algo novo. Até agora, era a América que nos dava conselhos a todos. Embora ninguém a pedia, ela dava conselhos. Não, eu não vou vos dar conselhos. Vocês, norte-americanos, têm tudo o necessário para compreender e decidir por conta própria”.

Então se levanta outro e diz: “Eu quero apoiar o meu colega. Diga, por favor. Vocês já passaram por tudo isso. Nós também precisamos fazer algo”. Eu disse: “Bem, eu não vou vos dar nenhum calendário ou menu. Eu só acho que a América precisa de sua própriaperestroika”. Essas 10 ou 15 mil pessoas que estavam na plateia se levantaram e aplaudiram de pé.

– Você também disse numa entrevista que os Estados Unidos se comportam como um policial do mundo. E acreditam que só eles podem proteger o mundo. E quem é seu inimigo? Contra quem eles se estão defendendo?

– Eu acho que eles não têm ninguém de quem se defender, isso é rebuscado. Eles precisam de um inimigo para voltar à velha política de pressão, de comando. Eles não podem viver sem isso. Portanto, a América deve ser parada. Parada amigavelmente, como a um parceiro.

Acho que devemos ser realistas. Os Estados Unidos da América são um fenômeno que deve ser tomado em conta no mundo, e eles têm certos direitos de dizer palavras sérias e tomar certas decisões no interesse de todo o mundo, mas a liderança hoje só pode ser de parceria, coletiva.

As opiniões expressas são de responsabilidade do entrevistado*

Fonte: Voz da Rússia

Gorbachev teme que Guerra Fria possa se tornar “Quente”

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Na foto: Mikhail Gorbachev, foto de arquivo


EUA já envolveram a Rússia na Guerra Fria e não se pode excluir que eles dêem passos no sentido de uma guerra real, pensa o ex-presidente da URSS Mikhail Gorbachev.

“Ouve-se falar o tempo todo dos EUA, da União Europeia sobre sanções contra a Rússia. Já perderam a cabeça? Os EUA perderam-se na selva e atiram-nos para lá”, disse Gorbachev em entrevista à Interfax.

“Se falarmos com palavras claras, eles [EUA] já nos envolveram numa nova Guerra Fria tentando realizar abertamente a sua ideia de triunfo. E para onde isto vai levar-nos? A Guerra Fria já ocorre abertamente. O que se segue? Infelizmente já não posso dizer que a Guerra Fria não leve à ‘Guerra Quente’. Temo que possam arriscar”, afirmou.

Ao mesmo tempo, Gorbachev frisou que a situação nos EUA e na União Europeia não é simples: “Uma parte dos países europeus vivem bem, os outros – muito pior, e a dependência dos EUA é demasiado forte, mesmo no caso da Alemanha”.

Fonte: Voz da Rússia

Rússia e Irã assinam importante acordo de cooperação militar. No pacote, 20 caças Su-50ES!

Su-50 PAK FA

O ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, assinou um acordo de cooperação militar com o Irã no último dia 20 de janeiro, que o seu par iraniano, Hossein Dehqan, definiu como sendo uma resposta conjunta à interferência americana nos assuntos internos dos dois países. No pacote,sistemas de defesa antiaérea S-300, modernização das aeronaves de fabricação russa operadas pela Força Aérea Iraniana (IRIAF) e 20 caças de 5ª geração Sukhoi Su-50ES.

Shoigu é o oficial militar russo mais graduado a visitar Teerã desde 2002, de acordo com a mídia iraniana. O acordo vem num momentos em que ambos os países que enfrentam sanções ocidentais.

Sergei Shoigu, Hossein Dehghan

O acordo prevê a realização de exercícios conjuntos e treinamento militar, bem como a cooperação na manutenção da paz, a manutenção da segurança e da estabilidade regional einternacional, e que lutam contra o separatismo e o extremismo“, informou o site do Ministério da Defesa iraniano.

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A Rússia, durante muito tempo, foi principal fornecedor de armas e equipamentos militares aoIrã, mas essa relação ficou estremecida em 2010, quando Moscou cancelou um contrato que previa o fornecimento de sistemas de defesa antiaérea S-300 aos iranianos. Em 22 de setembro de 2010, o então presidente russo, Dmitry Medvedev, assinou um decreto que proibia a venda/transferência dos sistemas S-300, bem como quaisquer outros equipamentos militares ao Irã, atendendo à resolução 1929 do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Com o acordo assinado no último dia 20, o governo russo passa a ignorar completamente a referida resolução, que ainda encontra-se em vigor.

Não só os sistemas S-300 serão entregues, como, falando apenas de meios aéreos, a Rússia também vai atualizar os 30 caças MiG-29A da IRIAF para o padrão SMT e os 30 caças-bombardeiros Su-24MK para o padrão M2. Em ambos os casos, a Rússia vai fornecer armamento atualizado para as aeronaves.

As 12 aeronaves de transporte tático IL-76 atualmente constantes do inventário da IRIAF serão completamente revisadas e atualizadas.

Novos equipamentos:

B8dFJe3CcAAig6QA Rússia deverá fornecer ao Irã uma quantidade não declarada de aeronaves de ataque S-25, acompanhada do respectivo armamento.

A maior novidade, no entanto, ficou por conta do fornecimento de 20 caças de 5ª geração Su-50ES, cujas entregas serão iniciadas em novembro de 2022.

O Irã também teria demonstrado interesse em adquirir algumas unidades do jato de treinamento avançado e ataque leve Yak-130, entretanto não foi divulgado se houve algum acordo nesse sentido.

FONTE: ITAR-TASS, FARS, IRNA – EDIÇÃO: Cavok

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