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EUA planejam ampliação recorde de sua frota militar

 

Navios norte-americanos no oceano Índico

A Marinha dos Estados Unidos planeja aumentar o número de seus navios para a cifra de 355, naquilo que será a maior ampliação da frota desde os anos 1980, informou o portal DefeseNews.

Atualmente a Marinha dos EUA conta com 308 navios. Segundo a última avaliação da estrutura de gestão da Marinha norte-americana, a frota receberá mais um porta-aviões, 16 navios de grande porte, 18 submarinos de diferentes categorias, bem como quatro lanchas de desembarque, três bases móveis de logística militar e cinco navios de suporte de desembarque. O documento, ao qual o portal teve acesso, não contém informação sobre o aumento de contingente. No entanto, fontes militares do DefenseNews informaram que a Marinha pretende aumentar o número de caças Boeing F/A-18E/F Super Hornet. Segundo outras fontes do portal, os militares pretendem ampliar o contingente da Marinha até 340-350 mil pessoas. Atualmente a Marinha dos Estados Unidos conta com 234 mil pessoas a seu serviço.  Mais cedo, o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, declarou pretender aumentar a frota militar norte-americana para 350 embarcações. Os militares norte-americanos reavaliaram os seus planos de ampliação para cima, pois, segundo a fonte, esperam que o novo presidente ajude a reduzir a rigidez orçamentária para aquisições desse tipo.

Fonte: https://br.sputniknews.com/defesa/201612167197862-EUA-amplia-frota-militar-recorde/

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Primeiro voo do caça de 5ªGeração Japonês

Mudança de estilo: Governo Macri convida os Ministérios da Defesa do Brasil e de mais 17 países a mandarem bandas militares à parada do Bicentenário

 

Por Roberto Lopes

Dentro de sua política de reaproximação da comunidade internacional, inaugurada por meio de contatos de alto nível com os governos de Itália, França e Estados Unidos (o presidente Barack Obama chega à Argentina na próxima sexta-feira, 25), a Administração Mauricio Macri expediu convites a 18 Ministérios da Defesa da América do Sul, África, Europa e Ásia, para que se façam representar, por meio de bandas militares, no desfile do Bicentenário da Independência, no próximo dia 10 de julho (uma dia depois da data comemorativa da emancipação política dos argentinos).

Além do Brasil receberam a solicitação argentina os Ministérios da Defesa do Uruguai, Chile, Paraguai, Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, México, Estados Unidos, África do Sul, Espanha, França, Itália, Holanda, Alemanha, Rússia e China.

A mensagem remetida pelo Ministério da Defesa argentino pede que seus congêneres confirmem a participação de suas bandas militares até o dia 30 de março.

“Esperamos uma festa incrível, e que a população desfrute dela, declarou ao site noticioso Infobae o ministro da Defesa argentino, Julio César Martínez.

O governo argentino ainda não decidiu onde serão as comemorações – se na capital Buenos Aires ou na província de Tucumán – mas uma fonte (não identificada) informou ao Infobae que a oportunidade servirá para que o novo presidente Macri faça “anúncios de obras emblemáticas”, supostamente nas áreas de infraestrutura, habitação e geração de energia.

Em linhas gerais, a ideia é que o desfile tenha início às 12h de 10 de julho, e, no caso de acontecer na capital, percorra um trajeto de, aproximadamente, três quilômetros a partir da Avenida Libertador.

 

Fonte: Plano Brazil (O G&A possui autorização para reprodução deste conteúdo)

NA ORGANIZAÇÃO MILITAR BRITÂNICA, REFLEXO DO ESPÍRITO FAMILIAR DAS MONARQUIAS

É próprio dos regimes monárquicos impregnarem, com genuíno espírito familiar, todos os aspectos da vida e todas as instituições da sociedade. Não somente a Chefia do Estado, mas os órgãos governativos e administrativos, até mesmo as relações profissionais e associativas, tudo, enfim, é beneficamente influenciado pelo tônus geral da vida de família.

Não quero deixar de compartilhar com meus leitores o curioso depoimento que ouvi de um amigo norte-americano, jornalista que viveu muitos anos na Escócia, sobre a organização interna do sistema militar do Reino Unido. É um sistema eficientíssimo – pois o Exército britânico, sem a menor dúvida, constitui um padrão de excelência no seu gênero – e é profundamente impregnado pelo espírito de família. Talvez seja esse um dos segredos do seu sucesso.

Lá, diferentemente de outros exércitos, é incentivado que os pelotões, os esquadrões e os regimentos sejam constituídos, tanto quanto possível, por amigos, vizinhos e até parentes de sangue. Nos regimentos escoceses, irlandeses e do País de Gales, preferencialmente são agrupados membros do mesmo clã, pois lá ainda perdura o sistema clânico herdado dos celtas. Mesmo na Inglaterra, onde a população não está distribuída em clãs, tanto quanto possível são colocados juntos parentes ou amigos de infância, pessoas que cresceram juntas na mesma localidade e cujas famílias se conhecem, ou, conforme o caso, da mesma profissão. Nas duas Guerras Mundiais, lutaram Batalhões de Estudantes, de Pedreiros, de Mineiros etc. O critério aplicado é sempre o de procurar valorizar, entre os companheiros de arma, a respectiva origem, com vistas a fortalecer sua unidade moral.

Essa característica das forças armadas britânicas confere um vigoroso “sprit de corps” aos combatentes. Cada qual luta tendo ao lado não um desconhecido, mas alguém a quem se sente ligado por vínculos muito estreitos. Se um soldado é ferido ou morto, os seus companheiros sentem e reagem como se um irmão devesse ser protegido ou vingado.

Acresce que os regimentos, lá, são ainda hoje em larga medida hereditários, tanto nos seus comandos quanto nos seus oficiais e, mesmo, entre sargentos e praças. O militar, qualquer que seja seu nível hierárquico, serve num regimento em que já lutou seu pai, seu avô, seu bisavô etc. – até o século XVIII, pelo menos. Isso faz com que cada se sinta integrado ao regimento não somente no espaço, mas também no tempo. Ele não pode fazer um mau papel, porque estaria desonrando toda a sua estirpe. Num país em que todos têm e cultuam a tradição (não só os reis e os nobres, mas todos os britânicos têm a sua tradição e sabem honrá-la), compreende-se o significado profundo da vinculação familiar e afetiva, através das gerações, a um determinado regimento.

A longa convivência interfamiliar, durante décadas, assegura também uma vinculação muito forte entre oficiais e soldados. Mesmo respeitadas as hierarquias e guardadas as distâncias com rigor (e os ingleses são exímios nisso), estabelecem-se laços de proximidade entre comandantes e comandados, entre oficiais e praças. Todos se sentem, na verdade, como fazendo parte da mesma unidade, à maneira de uma família.

Narro aqui um episódio, ao qual meu amigo presenciou pessoalmente. Ele foi convidado a assistir a uma revista, passada num regime pelo seu coronel.

Todos estavam impecavelmente postados, com o maior rigor militar. Absolutamente nada estava fora do lugar. O coronel ia de soldado a soldado, tratava cada um pelo nome e fazia algumas perguntas sobre a mulher, os filhos, os estudos de cada um. O coronel conhecia intimamente cada soldado. A um soldado – meu amigo, que como convidado de honra estava acompanhando o coronel dois passos atrás dele, ouviu perfeitamente – o coronel chegou a perguntar se a sogra dele estava melhor do reumatismo…

O coronel fazia as perguntas mais afetuosas com voz firme e seca, “more militari”, sem manifestar emoção, e todos se limitavam a responder, também de acordo com a praxe militar, “yes, Sir”, “no, Sir”, sempre perfilados e sem manifestar a menor emoção. A educação britânica, aliás, ensina a se evitar a manifestação em público de sentimentos íntimos.

Quando terminou a revista, entretanto, e foi dada ordem de dispersão, estouraram num choro generalizado, soldados, sargentos, oficiais e o próprio coronel, todos se abraçando aos soluços. Ninguém conseguiu mais controlar a emoção.

Meu amigo não entendeu o porquê daquela atitude. Explicaram-lhe então que aquela tinha sido a última revista daquele regimento. Ele tinha assistido a uma despedida. Tinha assistido à morte de uma antiga e venerável tradição.

Aquele era um regime histórico, que tinha sido instituído na época da Guerra da Sucessão espanhola, em princípios do século XVIII. Participara das guerras desse século, depois das guerras napoleônicas, das guerras coloniais do século XIX, da primeira e da segunda guerras mundiais. Tinha história, tinha tradição. Sua bandeira estava constelada de condecorações, obtidas pelos antepassados dos que ali estavam. Mas o governo trabalhista de Tony Blair decidira extingui-lo como medida de contenção de despesas…

Essa circunstância explicava a explosão de soluços.

* * *

Ainda hoje se respeita o costume de os oficiais, sargentos e praças pedirem o consentimento, aos coronéis comandantes de seus regimentos, quando querem casar. Geralmente esse consentimento é só “pro forma”, nunca sendo negado. Em certos regimentos de elite, porém, um casamento desonroso ou um escândalo moral pode ser razão para o afastamento de um oficial que não se mostre à altura daquele regimento.

Meu amigo me contou que travou relações, em Edimburgo, com uma família muito distinta. Era um casal composto por um antigo tenente-coronel, casado com uma escritora conceituada. A esposa revelou ao meu amigo como tinha sido o noivado do casal. Quando o jovem tenente ficou noivo da jovem jornalista (que havia completado com brilho um curso superior, tinha publicado dois ou três livros e já era respeitada como jornalista), foi pedir, como de praxe, licença para casar ao comandante do seu regimento.

A resposta do coronel foi surpreendente:

– Quem vai decidir se essa jovem está ou não à altura de ser esposa de um oficial do nosso regimento não sou eu. Quem vai decidir é minha esposa, que conhece bem nosso regimento, porque é filha e neta de comandantes dele…

Então, durante uma semana, a jovem noiva foi viver na casa do coronel. Durante essa semana, o coronel não apareceu em casa, mas ficou hospedado, assim como o noivo, na caserna do regimento. A noiva passou bem pelo teste. Ao cabo de uma semana, foi a “coronela” que deu sinal verde para o casamento, que se realizou na capela do quartel, sendo padrinhos do casal justamente o coronel e sua esposa.

Foi a própria escritora, já idosa, que narrou esse episódio ao meu amigo. E ela acrescentou que, embora tivesse recebido uma ótima educação em sua casa e, ademais, tivesse feito excelentes estudos, naquela semana de “curso intensivo” tinha aprendido mais e melhor do que em todo o resto da vida…

Parece incrível que isso tenha acontecido há poucas décadas, por volta de 1965 ou 1970.

Aqui ficam, para os leitores, esses curiosos relatos. São ilustrativos de como até nos pormenores da vida, o espírito familiar a tudo impregna, numa monarquia como a do Reino Unido. Conversei, certa vez, com um militar brasileiro, que era ao mesmo tempo professor de História, sobre essas peculiaridades do exército britânico. Ele comentou comigo: – “O Exército brasileiro também tem suas tradições, mas muito diferentes. Uma coisa dessas, aqui, seria utopia”.

Ele tinha razão. Coisas dessas não se podem impor artificialmente. Ou se baseiam numa sólida e respeitável tradição cultural, como na Inglaterra, ou são anacrônicas e até ridículas. Mas num Brasil que restaurasse o regime monárquico e retomasse o curso de sua missão histórica interrompido em 1889, com toda a certeza o mesmo espírito de família encontraria formas genuinamente brasileiras de se manifestar, e também impregnaria e beneficiaria todas as nossas instituições.

– Artigo escrito pelo Professor Armando Alexandre dos Santos e publicado na edição de número 43 do boletim “Herdeiros do Porvir”.

Após sanções da ONU, Coreia do Norte lança mísseis

 

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A Coreia do Norte lançou nesta quinta-feira (3) vários mísseis de curto alcance em uma aparente demonstração de força, após as sanções impostas ao país pelo Conselho de Segurança da ONU, informou o Ministério da Defesa da Coreia do Sul.

O Exército Popular norte-coreano lançou, às 10h locais (22h de Brasília de quarta, 2), seis mísseis da cidade de Wonsan, no sudeste do país, informou um porta-voz sul-coreano. Os projéteis caíram no Mar do Leste (Mar do Japão), sem causar incidentes, após voar por entre 100 e 150 km, especificou o porta-voz.

A ação ocorreu cerca de dez horas depois de o Conselho de Segurança da ONU aprovar, em Nova York, uma resolução que impõe duras restrições comerciais ao país comunista em resposta a seus últimos testes nucleares e com mísseis de longo alcance.

O Ministério da Defesa da Coreia do Sul iniciou uma investigação para determinar os projéteis que foram lançados, enquanto fontes consultadas pela agência local de notícias “Yonhap” afirmaram que poderiam ser mísseis KN-01 ou foguetes de 300 milímetros.

Além disso, as Forças Armadas sul-coreanas intensificaram o monitoramento dos movimentos do exército norte-coreano e reforçaram suas posições defensivas.

 

A Coreia do Norte costuma realizar o lançamento de mísseis de curto alcance – o último ocorreu em junho do ano passado – para mostrar seu poder militar como resposta ao que considera agressões externas, sejam elas resoluções da ONU ou manobras militares de Seul e Washington na região.

Por enquanto, a imprensa oficial norte-coreana não se pronunciou sobre a resolução 2270, aprovada na quarta, com votos favoráveis dos 15 integrantes do Conselho de Segurança da ONU após semanas de negociações entre Estados Unidos e China.

A resolução elevará a pressão internacional sobre Pyongyang ao impor ao regime de Kim Jong-un grandes restrições ao comércio, como a inspeção obrigatória de cargas com origem e destino no país e restrições na exportação de matérias-primas como carvão, ferro, ouro, titânio e metais de terras raras.

Além disso, proíbe a venda à Coreia do Norte de combustível aeroespacial e impõe um embargo total ao comércio de armas leves, além de sanções financeiras contra bancos e ativos norte-coreanos e contra indivíduos e entidades.

Também se destacam as medidas para garantir o cumprimento de todas as sanções, como a obrigação de realizar inspeções sistemáticas em mercadorias com destino ou origem na Coreia do Norte.

Membros do Conselho da ONU aprovaram por unanimidade a resolução (Foto: Brendan McDermid/Reuters)Membros do Conselho da ONU aprovaram por unanimidade sanções à Coreia do Norte (Foto: Brendan McDermid / Reuters)
Fonte: G1

Como a Coreia do Norte paga por seu sofisticado programa militar?

O “isolado reino” da Coreia do Norte é um caldeirão de contradições.

O país é vizinho de várias das economias mais dinâmicas do mundo, incluindo a próspera Coreia do Sul, mas sua população sofre com toda sorte de privações.

Em meados do século 20, a Coreia do Norte era um dos países mais industrializados da Ásia. Mas, hoje, é visto como um desastre econômico.

E, enquanto as condições de vida de seus cidadãos são precárias, o governo anuncia programas de desenvolvimento de sofisticados sistemas de armamento, inclusive de foguetes de longo alcance e bombas atômicas.

A Coreia do Norte reforça que o recente lançamento de um foguete é parte de um programa de exploração espacial, enquanto as potências ocidentais alegam se tratar de uma tentativa de desenvolver mísseis capazes de atingir alvos distantes.

De qualquer forma, são poucas as nações da Terra capazes de conceber tecnologias avançadas e tão caras.

Mas como a Coreia do Norte financia essas atividades?

Exportação e investimento


Em primeiro lugar, são necessárias divisas internacionais. Muitos estão de acordo que a Coreia do Norte fez importantes aquisições de tecnologia no exterior, em certos casos com fins militares.

E, apesar de ser um dos últimos países do mundo a manter uma economia centralmente planificada, ao modo stalinista, Pyongyang ainda consegue desenvolver um setor exportador.

Em sua página na internet, a CIA, a agência de inteligência americana, estima o tamanho da economia norte-coreana em torno de US$ 40 bilhões (R$ 160 bilhões), similar ao PIB de Honduras ou do Estado brasileiro de Goiás.

As exportações da Coreia do Norte somam, por outro lado, US$ 3,834 bilhões (R$ 15 bilhões), o equivalente às vendas externas de Moçambique ou das do minúsculo Estado europeu de San Marino, encravado na Itália.

Entre os produtos destinados ao exterior, estão minério e itens manufaturados, entre eles armamentos e artigos têxteis, além de produtos agrícolas e pesqueiros.

Mas como um país com uma economia de tamanho equiparável à de alguns dos países mais pobres da América Latina pode pagar por um programa nuclear?

Passando fome
A resposta parece estar na natureza autoritária e centralizada do governo, que destina os escassos recursos do país a fins militares, nem que para isso seus cidadãos passem fome.

O PIB per capita da Coreia do Norte, ajustado pelo seu poder de compra, chega a US$ 1,8 mil (R$ 7,2 mil), fazendo com que o país asiático ocupe a 208ª posição entre 230 nações, nível comparável ao de Ruanda, na África, ou do Haiti, na América Central.

Na década de 1990, o país enfrentou a ameaça de uma escassez generalizada de produtos alimentícios básicos, e sua economia levou um longo tempo para recuperar-se do desastre.

Foi um processo tão traumático que, até 2009, a Coreia do Norte recebeu uma substancial ajuda alimentar da comunidade internacional. Hoje, acredita-se que sua produção agrícola interna tenha melhorado.

Os clientes
E quem são os clientes dos produtos norte-coreanos?

O aliado político mais importante do país é a China, que compra 54% de sua produção. Em um inesperado segundo lugar, vem a Argélia, que é o destino de 30% das vendas do país. E, para a Coreia do Sul, vão 16% de suas exportações.

Apesar da Coreia do Norte e a nação vizinha viverem um dos conflitos militares mais longos de que se tem notícia na história, em curso desde o fim da 2ª Guerra Mundial, os dois países vêm fortalecendo os vínculos econômicos.

Alguns investimentos sul-coreanos se concentram em determinadas partes do pais, oferecendo ao governo norte-coreano outra valiosa fonte de divisas.

O núcleo mais importante deles é o complexo industrial de Kaesong, que está diante de um futuro incerto depois de o governo de Seul anunciar a suspensão de sua participação na iniciativa, devido às crescentes tensões políticas entre ambas as nações por conta dos testes nucleares realizados pela Coreia do Norte.

A Coreia do Sul diz não querer que os recursos gerados pela zona industrial sejam usados no programa militar norte-coreano. E as sanções econômicas impostas por vários países, inclusive as mais recentes aplicadas pelo Japão, devem continuar debilitando a economia norte-coreana.

No entanto, enquanto o governo do líder norte-coreano, Kim Jong-un, seguir disposto a impôr sacrifícios substanciais a seus habitantes, pode-se esperar que a Coreia do Norte continue a desenvolver seu poderio militar muito além do que seria possível esperar de uma nação com sua frágil condição econômica.

 

Fonte: G1

A-29 Super Tucano cai na Indonésia e deixa mortos

Equipes de resgate carregam uma parte do avião indonésio da Força Aérea na Indonésia, nesta quarta-feira (10). (Foto: AP)Equipes de resgate carregam uma parte do avião indonésio da Força Aérea na Indonésia, nesta quarta-feira (10). (Foto: AP)

Três indonésios morreram nesta quarta-feira (10), uma mulher e dois militares, depois que um avião militar fabricado no Brasil, pela Embraer, caiu em uma zona residencial em Malang, no leste da ilha de Java, de acordo com informações das agências AP e EFE.

O piloto, copiloto e um civil foram levados a um hospital após o acidente, onde morreram por causa dos ferimentos sofridos, informou o porta-voz da base aérea de Abdul Rahman Saleh, o comandante Hamdi Londong, citado pela imprensa local.

O aparelho, um avião turboélice Super Tucano, efetuava um voo de treino quando caiu, por causas que são investigadas, sobre uma casa na qual se encontrava uma mulher, segundo o canal “MetronewsTV”.

O ministro da Defesa da Indonésia, Ryamizard Ryacudu, afirmou aos jornalistas que era um avião “relativamente” novo e em boas condições, por isso que os especialistas terão que estabelecer se o acidente foi ocasionado por falha mecânica ou um erro humano.

O avião é um modelo fabricado no Brasil e projetado o ataque ligeiro, contra-insurgência e treino avançado de pilotos.

A Indonésia comprou 16 aviões Super Tucano de combate ligeiro do Brasil, avaliados em US$ 260 milhões, dos quais recebeu 8, que têm como base no Esquadrão 21 de Malang.

O acidente ocorreu dois meses depois que dois pilotos morreram no acidente de outro avião militar que também efetuava um voo de treino.

Em junho de 2015, outro avião da Força Aérea indonésia caiu chocou em um bairro de Medan, capital da província de Sumatra do Norte, durante a decolagem e deixou 142 mortos.

Super Tucano usado pela Força Aérea Brasileira. 16 aviões foram vendidos para a Indonésia. (Foto: Divulgação / Embraer)
Super Tucano usado pela Força Aérea Brasileira. 16 aviões foram vendidos para a Indonésia. (Foto: Divulgação / Embraer)
Fonte: G1
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