POSEIDOM O FUTURO PORTA AVIÕES DO BRASIL

(Por-Jr Lucariny)

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROGRAMA

As recentes discussões a cerca do tão aguardado programa de reaparelhamento da Marinha do Brasil, PRM e a consequente reestruturação da Força Naval Brasileira, tem-se levantado na mídia nacional e internacional questionamentos sobre as verdadeiras necessidades da Força Naval Brasileira, bem como as transformações as quais esta irá passar nos próximos 20 anos.

Depois do polêmico anúncio da retomada do desenvolvimento do submarino nuclear brasileiro, um tema em especial ocupa um lugar de destaque nas discussões e debates surgidos desde então; a manutenção e possível substituição do Porta-aviões São Paulo. Isto porque caso a decisão seja favorável à aquisição de um navio desta categoria, esta escolha trará consigo consequências marcantes à doutrina e emprego de meios navais ao serviço da Marinha do Brasil.

O debate acerca da aquisição de um Porta-aviões levanta questões relativas as reais necessidades da Marinha Brasileira em operar navios desta categoria, já que por via de regra, os Porta-Aviões são navios de projeção de poder, presentes em geral em marinhas de águas azuis as quais geralmente os empregam independentemente ou como navios comando de grupos de ataques compostos por uma plêiade de outros tipos de navios especializados.

Os Porta-aviões são navios de guerra projetados para servirem de bases aéreas móveis para uma força de projeção de poder. Além de serem usados como instrumentos de intimidação, estes navios atuam sobretudo garantindo a projeção de poder aéreo a grandes distâncias e sem auxílio de bases terrestres ou instalações fixas.

É comum encontrarmos nestes debates quem defenda que este tipo de navio não se adequa as necessidades da Marina do Brasil, alguns críticos sugerem que o Brasil necessita adotar uma marinha dedicada a defesa do litoral, que entre outras características destaca-se pelo emprego de embarcações de menor tonelagem especificamente desenvolvidas para este fim.

De fato, a manutenção de uma força com características oceânicas e baseadas em Porta-aviões e suas escoltas demandam altos investimentos, muito acima do possível para um país como o Brasil cujos orçamentos destinados à defesa não condizem com a sua importância e dimensões.

Uma modesta estimativa de custo de aquisição de uma força capitaneada por um Porta-aviões médio (60 000 toneladas de deslocamento) capaz de operar quarenta aeronaves modernas, e suas três ou quatro escoltas dão–nos uma ideia do quão dispendioso torna-se a operação deste tipo de navios. As estimativas mais modestas apontam para valores da ordem dos R$ 15 bi excluindo-se as aeronaves e os custos anuais de manutenção desta força (o que obviamente elevaria as despesas a patamares impraticáveis) são quantias proibitivas para países de economia mediana e orçamentos parcos.

Além disto, a manutenção de uma força de ataque com estas características só se fundamentaria se eventualmente o Brasil assumisse uma posição de maior expressão no cenário mundial, posição esta a qual exigiria um incremento do poder militar e da adoção de um força naval dissuasora capaz de atuar em qualquer parte do planeta.

https://i1.wp.com/www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/esquadra.jpgA substituição do NAE São Paulo deve se torna um dos pontos centrais nas discussões do futuro PRM, isto porque esta decisão provocará importantes transformações no tocante ao real papel e futuras atribuições da Marinha de Guerra do Brasil.

Alguns estrategistas afirmam que caso as decisões sobre a futura doutrina militar baseiem-se nestas premissas, estas deverão ser tomadas como os alicerces do futuro PRM, e sobre este ponto de vista, esta “nova” força com capacidade oceânica teria fatalmente que contar com um número significativo de belonaves com capacidade ofensiva, autônomas e com grande poder bélico. Para isto justificar-se-ia a aquisição e continuidade do emprego de Porta-aviões pela Marinha do Brasil.

No panorama internacional, mais especificamente após “fim” da guerra-fria, surgiram pelo mundo todo, críticas e posicionamentos contrários a sobrevivência dos grandes e caros grupos de ataque e especialmente sobre a sobrevivência dos Porta-aviões. O fato é que quase vinte anos depois, o que se vê mundo afora é que as grandes potências e as emergentes parecem apostar na continuidade destes navios como peças fundamentais aos seus arsenais.

Um exemplo claro disto é a US-Navy, que por aquela altura questionava-se sobre o futuro dos poderosos Grupos de batalha e que em períodos recentes vem adotando e desenvolvendo a doutrina de guerra de litoral, mas que no entanto, dá claros sinais através dos programas de desenvolvimento DDX e CVX, de que pelo menos nos próximos 25 anos, os recém nomeados Grupos de Ataque, continuarão a ser a ponta de lança das forças navais da maior potencia militar do planeta.

Esta tendência vem sendo seguida também por outras nações, França, Inglaterra, China, Índia e mais recentemente a Rússia, nação que sempre negou a viabilidade dos Porta-aviões, por julgá-los demasiado vulneráveis e sem relativo valor militar no ambiente de uma guerra global, parece agora canalizar seus esforços para a construção de uma Força de choque composta por um número significativo de navios deste tipo.

Concepção artística de um NAE nuclear suposto para ser a base de uma família de até oito navios destinado à marinha popular da China. Tanto este país como outras potências emergentes tem anunciado a sua intenção de efetivar a operação de uma frota de navios como estes.

Isto parece acontecer exatamente no momento em que estas nações buscam aumentar o seu poder de influência no cenário mundial, e por tanto necessitam da adoção de forças dissuasoras com capacidade de impor suas vontades em defesa de seus interesses em qualquer parte do globo.

As conjunturas apontam para este fim, é de se perguntar, o Brasil vai ser exceção a isto?

Na opinião do autor, não… O Brasil precisa e fatalmente vai assumir um papel mais importante no cenário mundial, devido a sua importância estratégica, seu poder diplomático e principalmente pelo seu crescimento econômico e influência política.

No entanto, este novo posicionamento, cobrará do nosso país um posicionamento mais claro em relação as questões internacionais, ocasionando-nos elevadas perdas no campo diplomático as quais serão seguidas por um aumento da beligerância e da necessidade de imposição da nossa soberania as demais nações concorrentes. Os efeitos desta transformação a qual encontra-se em andamento já podem ser sentidos, novas doutrinas e até mesmo o tão propagado PRM, são resultados disto, estes fatores apontam para uma nova era que se avizinha para o poder naval Brasileiro, o qual será fortalecido e ampliado, mas que também trará consigo, efeitos negativos para o nosso país.

As dimensões continentais, o extenso litoral, a importância do comércio marítimo na economia e a expansão comercial brasileira, apontam para a necessidade de uma Força naval aparelhada, adaptada a guerra futura e capacitada à defender o nosso país seja em águas litorâneas seja em qualquer parte do globo, atuando independentemente, impondo e defendendo os interesses do nosso país e aliados.

Na visão do autor a expansão do poder naval brasileiro será uma consequência natural da expansão de suas fronteiras econômicas e a adoção de forças compostas por grupos ataque chefiados por Porta-aviões serão uma realidade a médio e longo prazo, constituindo-se em importantes meios de dissuasão e afirmação do poder naval Brasileiro.

Os indicadores económicos positivos sugerem-nos que a concretização deste “sonho”, hoje impossibilitado pelo atual estágio de nossa economia será revertido. E numa outra realidade onde, o ambiente de crescimento favorável e prolongado até meados das duas próximas décadas, tornará possível em médio prazo à nossa marinha poder concretizar a incorporação e operação gradual de uma força composta por três ou quatro Porta-aviões e suas escoltas, mais especificamente a partir de 2015, coincidentemente, o período em que o São Paulo estará sendo desincorporado.

As soluções para sua provável substituição não são muitas, a título de exemplo, considerando-se a possibilidade de se adquirir navios de segunda mão, os americanos seriam talvez a melhor opção dado que estes encontram-se em melhores condições, pesa ainda a favor disso, o fato de que Washington nunca negou esta possibilidade ao Brasil tendo no passado por diversas vezes oferecido seus Porta-Aviões convencionais recém retirados.

No entanto, devido as suas dimensões os navios americanos são de elevado custo operacional e se tornariam um problema de ordem logística pois não poderiam operar por muito tempo além da metade da década de 2020. Com mais problemas ainda estaria o remanescente Russo,KUZNETSOV, que traria mais dores de cabeça que soluções pois seus equipamentos e sistemas, sua idade e seu conceito não se adequariam as condições da nossa Marinha. Os Navios Britânicos da classe INVENCIBLE estariam fora de cogitação, dado que estes deveriam operar obrigatoriamente caças STOVL os quais a Marinha do Brasil aparentemente não está interessada. Restam então os grandes nucleares americanos e o Francês CHARLES DE GAULLE, cujas disponibilidades de venda podem ser descartadas por serem naves complexas e de alto valor militar para os seus países de origem e que não estarão nem se quer em previsão de retirada à esta altura.

No caso do CHARLES DE GAULLE até se poderia considerar uma variante de propulsão convencional a qual poderia preencher as necessidades da nossa Marinha, e que seria um navio muito bem dimensionado as nossas necessidades.

Esta parece ser a hipótese mais possível de se tornar realidade, no PRM a Marinha do Brasil pretende adiquirir pelo menos dosi Porta Aviões, um deles baseado no Rio de Janeiro e o segundo captaneando a frota apartir da nova Base naval a ser construída na Baía de São Marcos no Maranhão, a qual será a base comando da segunda frota a ser criada.

Neste ambito, a Marinha estaria avaliandoa  construção de um navio convncional apartir do Charles De Gaule, os dois navios, pretende-se sejam construídos no Brasil.

cdg1 cdg2 cdg3
cdg4 cdg5 cdg6
cdg7 cdg8
cdg9

Um modelo convencional baseado no CGD é o mais forte candidato a ser o futuro Porta Aviões da Marinha do Brasil que avalia a possibilidade de operar no futuro pelo menos dois novos Porta aviões. Créditos Turbo Squid

Entretanto o autor não se fixará nesta idéia pois deixará em aberto esta possibilidade e deixa em aberto esta questão para posteriores discussões.

A segunda hipótese sobrecairia na aquisição de um navio totalmente novo e neste contexto o programa que mais se aproxima das necessidades da marinha do Brasil (considerando-se a manutenção de um navio COTL) é o Franco Britânico CVF/PA-2, ou mesmo de uma nova classe derivada deste. No entanto apesar de suas vantagens no campo técnico e político, dado que a França não mantém restrições as aquisições militares Brasileiras, os altos custos de aquisição do programa poderiam inviabilizar o processo de aquisição de uma força baseada neste programa.

https://i0.wp.com/www.royalnavy.mod.uk/upload/img/Both_carriers_left.jpgConcepção artística do futuro Franco britânico CVF/ PA-2, não fossem os seus elevados custos este programa seria a melhor alternativa à substituição do São Paulo.

O que não parece ter solução pode ocultar na verdade uma oportunidade de ouro para a indústria de defesa e para a Marinha do Brasil. Isto porque declarações recentes vindas de várias nações emergentes dão conta que o mercado de construção de navios com estas características pode viabilizar um programa internacional o qual de saída poderia contar com pelo menos dez encomendas diretas por parte das nações sócias, o que baratearia o programa e viabilizaria a solidificação de uma indústria naval com esta capacidade.

cvf1 cvf2 cvf3
cvf4 cvf5 cvf6

CVF, versão britânica equipado para receber aeronaves STOVL como o F-35, notar o Sky jump na proa do navio. Créditos Turbo Squid.

pa25 pa24 pa23
pa22 pa21

PA-2, versão Francesa, notar a o padrão da pista e sinalizações muito semlhantes as adotadas no Porta aviões São Paulo, da Marinha do Brasil, ex- Foch.Turbo Squid.

As divulgações recentes de que nos próximos dez anos, a Índia tenciona construir uma frota baseada em três destes navios seguidas das divulgadas pelas autoridades Chinesas e Russas as quais estariam sustentando adiantados programas e estudos de desenvolvimento de frotas compostas por oito grandes nucleares no primeiro caso e de outra composta por quatro ou seis navios convencionais pela segunda, ainda que longe da realidade em termos numéricos e econômicos, aguçam a criatividade e apontam para as possibilidades de negócios nesta que poderia ser uma parceria internacional de múltiplos ganhos para o Brasil.

Vista Superior do CVF, a Marinha britânica encomendou dois navios destes, a Francesa outra, entretanto a França pode ainda encomendar mais uma outra unidade deste navio.

Dentre todos os programas declarados é de se acreditar que o Russo talvez seja o mais factível, dado que estes estariam desenvolvendo um novo navio baseado no projeto do navio convencionalKUZNETSOV. É muito provável que a Índia devido aos seus laços político tecnológicos com a Rússia acabe optando por este programa.

Soma-se a isto o fato de que o navio em desenvolvimento muito provavelmente será concebido para operar o futuro caça de 5ª geração PAK-FA, do qual tanto Índia á faz parte do programa e o Brasil por sua vez, poderia se tornar membro signatário. Esta poderia ser a oportunidade de ouro para um país como o Brasil que ao ingressar num programa conjunto, poderia adquirir o know-how, independência tecnológica e capacidade de construção de embarcações desta magnitude, gerando empregos em solo brasileiro e rateando os custos do projeto o qual seria demasiado caro para um único país.

Outro ponto positivo deste programa seria o fato de que o navio seria concebendo e adequado ao grupo aéreo nele embarcado o que não limitaria as possibilidades de emprego de outras aeronaves, problemas estes geralmente frequentes no caso de aquisição de navios de segunda mão.

Diante destas conjunturas, consideramos um hipotético projeto internacional encabeçado pelos membros do famoso grupo B.R.I.C., o qual sobre a acessória Russa desenvolveria um novo Porta-aviões moderno e adequado às realidades de ambos os países.

A escolha da Rússia como parceiro ideal para este tipo de associação reside não só nas necessidades comuns mas também na sua experiencia no fato de que seu futuro Porta-Aviões manterá as dimensões e capacidades relativamente próximas as do KUZNETSOV as quais se enquadram nas necessidades e custos operacionais os quais a economia brasileira pode pagar.

Este novo programa traria ganhos significativos para a economia brasileira, dado que capacitaria a mão-de-obra e traria ganhos tecnológicos ao país, o que já justificaria a sua existência.

A este programa, denominamos projeto POSEIDOM, o qual considera o desenvolvimento nacional de um navio aqui denominado Navio Aeródromo, ou simplesmente NAE, dado que este termo é mais correto pelo fato de que o navio opera diferente tipos de aeronaves.

Embora baseado no projeto do futuro NAE Russo, o programa Brasileiro poderia se diferenciar pela introdução de tecnologias e sistemas ocidentais. Poderiam ser introduzidos ai, inovações e adequações as nossas necessidades, o que tornariam a nossa variante uma embarcação ligeiramente diferente da Russa e ao máximo nacionalizada.

008a16posseidonConcepção artística em outro ângulo do Navio Aeródromo proposto no programa POSEIDOM

Por Jr Lucariny)

Entre elas, os avanços e sistemas eletrônicos desenvolvidos para a escolta oceânica descrita no programa THOR entre outros apresentados no programa MAR DE TITÃ.

A variante brasileira poderia trazer consigo o desenvolvimento de sistemas destinados à máxima automação e a consequente redução das tripulações necessárias à operação do navio. Isto traria consigo a redução nos problemas de manutenção de um efetivo e consequente diminuição dos problemas orçamentários ao longo prazo.

Para os dias atuais novas tecnologias permitem a redução em cerca de 30% no efetivo destes tipos de navios. Estas percentagens são ainda modestas e é provável que em dez anos este número possa bater a casa dos 50 %, reduzindo principalmente no pessoal de apoio necessário para manter os esquadrões em prontidão e operação.

A redução deste efetivo traz consigo inúmeras vantagens, sendo o ganho do aumento da proporção m3/tripulante um dos mais significativos pois além do conforto as tripulações, este permite espaço extra para transporte de cargas e suprimentos.

Baseado nisso pode-se considerar o projeto POSEIDON um navio projetado para ser operado por 600 tripulantes e mais 450 do grupamento aéreo, ou seja um efetivo necessário muito inferior ao do São Paulo, ainda que considerando-se um grupo aéreo embarcado duas vezes superior ao deste. Este navio no entanto, poderia estender o número de tripulantes para perto de 3 000 sendo que estes 2 300 extras, seriam oriundos das forças de infantaria da Marinha quando em operações.

SOBRE O NAVIO

É difícil estimar sua aparência física, porém é muito provável que o novo conceito em desenvolvimento pela marinha Russa mantenha as dimensões e características do venerávelKUZNETSOV.

Acreditamos que o navio em questão teria 300 m de comprimento, 76 de largura 12 m de calado e ainda manteria uma das mais marcantes características dos navios russos desta categoria, a “baixa” silhueta. Características estas que trazem consigo ganhos significativos aos projetos, pois diminuem a assinatura ao radar e infravermelho e aumentam a sua segurança contra ataques de mísseis por diminuir a superfície exposta do navio.

Embora seja noticiada pela imprensa Russa o desenvolvimento de uma nave com deslocamento maior e propulsão nuclear, acreditamos que as dimensões reais dos novos navios serão próximas às ideais para um NAE brasileiro, ou seja, a de um navio com deslocamento na ordem dos 60 000 toneladas.

No entanto seria importante que a velocidade desta nave fosse superior às atuais, dado que isto permitiria a armada Brasileira uma maior capacidade de reação, permitindo ainda à força de ataque a capacidade de cobrir áreas maiores em menos tempo. Os NAE

da atualidade podem em média deslocarem-se à velocidades máximas próximas à 60 km/h, porém não seria ficção o desenvolvimento de um navio capaz de atingir velocidades próximas a 75 km/h.

Outro fator importante a ser levado em consideração é o da disponibilidade operacional do navio o qual deveria ser concebido para operar com um máximo intervalo entre as paradas de rotina para manutenções. O programa CVF/PA-2 por exemplo busca o desenvolvimento de um navio otimizado a operar ininterruptamente por 300 dias do ano, sem paradas para manutenções. No entanto, o advento de novas tecnologias podem permitir que os navios operem por períodos superiores a estes.

Este fator poderia ser estendido ainda mais dependendo do tipo de propulsão do navio, dado que consideramos viável embora sacrificada a hipótese de adoção de propulsores nucleares, tecnologia esta que já possuímos, e que apesar dos altos custos financeiros podem facilmente ser aperfeiçoados e introduzidos num navio desta dimensão, trazendo consigo inúmeros ganhos do ponto de vista técnico e operacionais.

SISTEMAS DE PROPULSÃO

A propulsão nuclear embora apresente problemas do ponto de vista econômicos, trazem no entanto inúmeras vantagens em relação aos sistemas de propulsão convencionais. Acreditamos que se os recursos disponíveis para o desenvolvimento, aquisição e manutenção de uma frota destes navios forem suficientes, nossa marinha deve sim adotar este sistema em detrimento a outras tecnologias.

Porém, apesar de acreditar que esta seria a melhor solução para o nosso futuro NAE, as perspectivas econômicas mais próximas da realidade apontam para a capacidade do Brasil operarNAE de propulsão convencional. Existem inúmeras combinações de sistemas de propulsão, assim como de possíveis conversões de motores, uma alternativa pronta seria o sistema de propulsão adotado no programa CVF/ PA-2 o qual se baseia nas turbinas Rolls RoyceMT- 30 de 36MW de potência.

No entanto, partir para uma alternativa a qual buscasse maiores índices de comunalidade seria o mais racional e lógico, mediante isto, a alternativa de basear a propulsão da frota nos motoresGeneral ElectricGEnx, seria a mais indicada, estes motores foram propostos no programa C-224, ATLAS (o qual será apresentado em breve).

Esta alternativa traria ainda ganhos de cunho logísticos, dado que a manutenção destes sistemas poderia ser feita nacionalmente pela empresa CELMA, cuja experiencia e competência a tornam a empresa ideal e perfeitamente capaz de realizar esta tarefa.

Este sistema poderia ser adotado como padrão para a planta motriz dos demais programas apresentados no projeto MAR DE TITÃ NÍVEL I. Estes navios poderiam possuir um sistema híbrido composto por três plantas propulsoras híbridas associadas à sistemas de geração elétrico à célula combustível.

O navio contaria com quatro PROPULSORES AZIMUTAIS e quatro propulsores a frente dois de cada lado que atuariam diminuindo o torque do navio decorrente de suas dimensão. Estes propulsores de frente teriam então a finalidade de permitir melhores manobras e de permitir maior agilidade ao navio especialmente nas operações de docagem.

O navio de propulsão convencional possuiria autonomia de 36 000 km conseguido através do acionamento do sistema de células combustíveis. Sendo assim o navio teria seu alcance estendido, permitindo sobre vida em termos de deslocamento, ainda que deslocando-se a velocidades inferiores este sistema permitiria ao navio executar operações mais sigilosas.

Sistemas de propulsão baseados na turbina a gás Rolls Royce MT30 serão a base para a planta propulsora dos futuros CVF-PA-2, e seriam uma ótima opção ao navio futuro NAE brasileiro http://www.rolls-royce.com.

Obviamente este complexo sistema teria um custo operacional mais alto, no entanto seria uma alternativa muito mais viável que a propulsão nuclear a qual defendemos e não descartamos por completo e que também consideramos mais fiável e adequada.

ESTRUTURA

Para a construção dos grandes navios modernos, os mega-estaleiros como o Hyundai entre outras empresas especializadas, incorporam cada vez mais inovações tecnológicas. Estes grandes estaleiros produzem navios em série, construídos praticamente uma frota ao mesmo tempo graças ao conceito de construção modular, a qual permite que toda a estrutura do navio seja feita quase que simultaneamente.

Em termos práticos do ponto de vista militar, as construções modulares trazem ganhos significativos em outros pontos técnicos que não os cada vez mais rápidos prazos de entrega, estes permitem à um navio de guerra avariado por um ataque de um míssil por exemplo ser reparado em tempo recorde, bastando para isto a substituição de setores danificados.

As construções modulares permitem ainda uma padronização maior de estruturas pois pode-se construir uma frota de navios utilizando-se seções estruturais comuns, estas sessões podem por sua vez serem pré montadas o que lhes permitem futuras remoções e até mesmo acréscimos de outros nódulos, dependendo da necessidade, permitindo também a troca, remoção ou inserção de desenvolvimentos e de novos sistemas.

PONTEIsto mesmo, é a ponte da Interprise, a disposição das poltronas e dos oficiais da ponte foi inúmeras vezes avaliadas como sendo muito boas, seria o caso de avaliar a possibilidade de viabilidade desta poder ser introduzida num navio, tendo em conta a ergonomia e a melhor operacionalidade.
Ponte de comando do NAE, este seria o centro nervoso da Força Naval. O conforto e a ergonomia são fatores que devem ser considerados nos futuros projetos de navais.

A adoção de novos materiais é um conceito que não pode ser desconsiderado, e o projetoPOSEIDON deveria incorporar novas tecnologias voltadas a introdução de novos materiais e estruturas capazes de prover maiores índices de proteção ao ataque de mísseis e torpedos garantindo a sobrevivência dos sistemas vitais da nave. Permitindo assim de quebra a redução do peso das estruturas e do navio.

No esquema hipotético apresentado, o autor sugere a adoção de uma configuração diferente para o futuro NAE da marinha brasileira, este navio seria composto por duas pistas laterais de decolagem e duas centrais, as laterais permitiriam o lançamento de aeronaves através da impulsão por catapultas uma em cada pista. No entanto o lançamento das aeronaves pelas pistas centrais seria feito através de uma rampa de decolagem do tipo SKY JUMP.

O desenvolvimento de construção modular permitiria a indústria nacional a entrega de navios em prazos inferiores aos atuais, além disso este método construção seria útil por permitir à frota a utilização de sessões estruturais comuns o que versatilizaria os processos de construção e manutenção. (Arte-E. M. Pinto).

Esta configuração daria ao navio maior índice de operacionalidade pois problemas técnicos ocorridos nas catapultas não impediriam as operações de lançamento de aeronaves. O desenvolvimento de catapultas eletromagnéticas deveria ser considerado, de forma a obter e estender o uso desta tecnologia ao desenvolvimento de canhões navais e terrestres, cujos ganhos operacionais são enormes por possuírem baixas emissões de Infra vermelho, IV, ruídos.

A priori o desenvolvimento deste tipo de sistemas requerem investimentos altíssimos, dado que envolvem tecnologias muito avançadas tal como o desenvolvimento de materiais supecondutores entre outros, no entanto os avanços adquiridos num projeto destes beneficia em muito outros tipos de indústrias, tais como a de trem de alta velocidade.

Os princípios físicos adotados nas catapultas eletromagnéticas são os mesmos aplicados aos sistemas de propulsão de trens de alta velocidade como o famoso MAGLEV capaz de atingir velocidades entre 500 à 600 km/h.

Neste caso os trens flutuam dada a repulsão magnética de materiais supercondutores minimizando o atrito inerente do conatto do trem com os trilhos, o sistema de propulsão impulsiona o trem até estas velocidades, a partir dai mega eletro-ímans mantêm o trem em sua trajetória e velocidade, desacelerando-o quando necessário.

No caso da catapulta magnética, a montagem dos sitema é um pouco diferente, pois esta consiste de um engate o qual levita por atuação do campo magnético sobre um trilho, o diferencial é que este sistema tem que ser capaz de acelerar cargas de 40 toneladas (no caso do navio proposto no projeto POSEIDOM) a velocidades de 250 km/h em 2 segundos percorrendo a pequena distância de no máximo 75 m.

O desenvolvimento de sistemas como este colaboraria ainda para o desenvolvimento de sistemas de artilharia baseados em canhões magnéticos, os quais são aplicados os mesmos conceitos (este tema será tratado em outros programas do PLANO BRASIL)

POSEIDOM-PRETO

Esta tecnologia no entanto seria muito beneficiada caso fosse adotado o sistema de propulsão nuclear, dado que o principal fator limitante reside na capacidade e consumo elétrico por este sistema o que para uma central nuclear não é problema já que esta possui uma capacidade quase que infinita de geração de energia elétrica.

Devido as suas dimensões o NAE Brasileiro seria concebido para operar 60 aeronaves, entre elas um número considerável de aeronaves VANT e VANT-C sendo que estas teriam acesso ao convés principal do navio pelo intermédio de três grandes elevadores capazes de transportar 35 toneladas de carga cada um, o que os capacitaria a transportar quaisquer aeronaves presentes no fictício inventário das forças propostas no PLANO BRASIL.

A ponte de comando da nave ficaria situada na ilha posicionada na lateral direita da nave, esta seria responsável pela navegação do navio, ficando a torre de controle aéreo do navio posicionada na parte traseira da superstrutura. O navio deveria dispor de uma central interligada via satélite aos Centros Integrados de Comando das Forças Armadas, CIC-FA, o navio deveria ser concebido para operar em ambiente de guerra centrado em rede GCR.

Vista do Hangar interior do Navio CVF, esta disposição mostra claramente a seção bem como a disposição das aeronaves em seu interior.

Quando em combate, o navio serviria de centro nervoso de coordenação de operações das forças navais, operando independentemente como Nau-captânea dos grupos de ataque da Força Naval. O navio deveria também dispor de um sistema interligado e equipado com uma estação de comando e controle para aeronaves não tripuladas, de onde poderiam ser coordenados até 36VANT-C e ou VANT.

Estes navios contariam ainda com uma doca seca e de um armazém de suprimentos capaz de transportar e receber veículos de transporte de suprimentos do tipo Hover-craft tais como os descritos no projeto DRAKKAR. Isto daria aos navios uma maior versatilidade e diversificação de operações, pois o embarque e desembarque de fuzileiros e cargas não dependeriam puramente dos meios aéreos ou do embarque após a docagem em portos.

O navio contaria ainda com quatro barcos de apoio do tipo fast Patrol boatZODIAC os quais teriam por finalidade realizar o salvamento de tripulações e efetuar patrulhas e vigilância em regiões portuárias quando os NAE estivessem deslocando-se por estas regiões. Sua principal missão seria a de reduzir as possibilidades de ataques por embarcações armadilhadas ou ataques de grupos de sabotadores.

DESTACAMENTO AÉREO EMBARCADO

Conectado através de sistemas de comunicações seguras, a estação central de comando deVANT/VANT-C estaria ainda interligada às demais centrais de comando dos VANT-C e aeronaves D-224 o que conferiria uma operacionalidade ainda mais eficiente e prolongada aos veículos vetorados pelo NAE. Isto os permitiria prolongar seus alcances e operarem comandados por outros postos de comando os quais por necessidades poderiam assumir seus comandos.

Embarcação do tipo Fast Patrol Boat destinado a função de vigilância e até mesmo salvamento, ampliariam a proteção dos NAE especialmente em manobras em regiões portuárias.

Em missões padrão de patrulha, estes navios poderiam contar com uma plêiade de aeronaves.

Estes navios seriam concebidos para operar  36 aeronaves AF-50N, estes grupamentos poderiam ser compostos por 24 caças monoposto otimizados a defesa da frota, e portanto responsáveispor prover a superioridade aérea e 12 bipostos otimizados ao ataque naval e terrestre com capacidade secundária de superioridade aérea.

Os navios empregariam ainda veículos não tripulados, principalmente em missões de patrulha onde o alto custo de operação das aeronaves convencionais poderia ser reduzido pela substituição por aeronaves menores tais como o ARD-12 e ARDH-09.

Os Navios operariam então um destacamento fixo de 12 ARD-12 e em missões especiais este grupo poderia ser ampliado. Estas aeronaves fatalmente trarão uma revolução no que se refere a defesa, não estão sujeitos a fadiga física exercida sobre os pilotos humanos e portanto podem operar por períodos muito superiores se forem devidamente reabastecidos, alguns analistas estimam que seja possível em breve manter um VANT-C em voo constante por cerca de três dias antes que seja necessário que este pouse de volta no Navio Aeródromo.

Os grupamentos de guerra eletrônica, seriam compostos por um esquadrão de quatro aeronaves de EF-50N e um segundo esquadrão de seis aeronaves composto por quatro aeronaves de alerta antecipado E-106N e duas aeronaves de sensoriamento  remoto R-106N, por último, as componentes de guerra naval, salvamento e resgate seriam completadas por seis helicópteros NH-24N.

Porém em ocasiões específicas o navio poderia ainda suportar o embarque de outros esquadrões de aeronaves, como o caso de esquadrões de reabastecimento aéreo composto por aeronavesKC-106NC-106N e/ou Helicópteros cargueiros CH-72N que operariam coordenadas pelo Comando Conjunto de Logística e Transporte Aéreo (CCLTA). e aeronaves cargueiras

Porém o navio poderia ainda receber aeronaves de ataque AH-20 de assalto MH-24 e cargueiras CH-72, apoiando assim o Corpo de Fuzileiros Navais.

Sistema virtual de treinamento como os produzidos pela empresa nacional NAVSOFTMAR DE TITÃ http://www.navsoft.com.br seriam muito úteis ao treniamento das tripulações e seriam ideais se fossem aplicados a todos os projetos englobados no Programa

A componente humana do grupamento aéreo deveria ficar na faixa dos 450 tripulantes incluindo pilotos e pessoal de especializado, isto seria conseguido através do largo emprego de tecnologias que minimizassem a necessidade das manutenções frequentes e custos operacionais, de treinamento, manutenção e operação das tripulações.

SISTEMAS ELETRÔNICOS

Seria essencial uma padronização nos sistemas de eletrônicos da futura frota da marinha de guerra do Brasil, isto permitiria aquisições em grandes lotes, baratearia as compras, minimizaria custos de treinamento e operação e facilitaria a operação dos sistemas.

Sendo assim estes navios deveriam contar com sistemas eletrônicos semelhantes aos empregados pelos demais navios do projeto MAR DE TITÃ.

Os NAE poderiam então ser aparelhados com o sistema de radar integrado de busca aérea tridimensional multi-Pulso que operaria nas bandas (C-F/ V e X), o sistema de busca de superfície operaria na banda (G) e faria uso de sistema de varredura eletrônica ativa. Este sistema seria projetado para preencher todas as exigências de controle de fogo e busca para a frota, e se assemelharia ao sistema Norte Americano (AEGIS). Isto tudo proporcionaria um aumento significativo na capacidade de detecção e seguimento de alvos, dando-lhe maior precisão e melhores condições de controle do espaço aéreo.

Instalados na superstrutura estariam os dois sistemas de radares, um deles do tipo multifuncional de 480 km de alcance e o segundo sendo do tipo radar de busca de 600 km de alcance.

Sistemas de projeção tridimensional, A evolução dos softwares e sistemas de projeção transformariam definitivamente os sistemas de defesa dos navios elevando-os à um patamar superior conferido maior eficiência e segurança.

Os sistemas de comunicação incluiriam sistema de distribuição conjunto e transmissão de dados e informação, Data-link, os quais tornariam o NAE uma nave compatível com a doutrina de guerra centrada em redes. Seriam ainda dotadas de sonares multi-função, integrados ao sistema de defesa e seriam concebidos à operar em duas frequências (Alta e média) o que os capacitaria à detectar desde submarinos à pequenas minas ou submarinos pigmeus.

Para contra-medidas, estas belonaves possuiriam quatro sistemas de disparo de chaff e flares, detectores de emissões infravermelho e sistemas de defesa anti-torpedo. O sistema de guerra eletrônica instalado seria concebido para detectar emissões de radar hostis (RWR), determinando o tipo de ameaça e sua direção.

Seriam ainda equipados com sistemas de combate e controle integrados de armas para auto-defesa e ataque à superfície processados digitalmente. Das centrais de comandos, seus operadores teriam uma visão em três dimensões por projeção holográfica das informações obtidas por todos os “olhos e ouvidos” do navio além da compilação dos dados enviados por satélites eoutras plataformas integradas.

Com sistemas capazes de interligar e coordenar as informações enviadas pelos sensores do navio e informações por satélite, seriam gerados mapas digitais em 3D os quais seriam projetados via Holografia, o que transformaria radicalmente as operações Navais especialmente no emprego de forças conjugadas google earth.

Isto capacitaria aos operadores interagirem de forma real pois os detalhes de relevo, deslocamento de tropas e clima seriam muito mais perceptíveis, dada a possibilidade de observar em 3D todos aspectos e detalhes do campo de batalha. Pela sua importância como centro de comando da frota, estes navios imperativamente deveriam ser aparelhados com sistemas de guerra eletrônica, comunicação, softwares e computadores em estado de arte.

SISTEMAS DE ARMAS

Os sistemas de armas embarcados nos navios seriam compostos de armamentos capazes de prover a defesa em dois níveis

Para a defesa de ponto os NAE contariam com quatro baterias de canhões hexacanos de 30 mm com cadência de tiro de 6 000 projéteis por minuto, 6 km de alcance máximo. Estes canhões operariam conjugados aos 4 lançadores óctuplos de mísseis M-3 MAC-30-IV/R.

sistema de mísseis de defesa de ponto M-3 MAC-A/R baseado no sitema norte americano RAM (Arte-E. M.Pinto).
Para defesa de médio alcance os NAE contariam com mísseis de defesa de ponto M-SAM-120 de lançamento vertical (Arte-E. M.Pinto).
Os navios seriam configurados de forma a poderem operar míssil de longo alcance M-DAL-600 de lançamento vertical (Arte-E. M.Pinto).

A defesa de ponto se faz necessária pois esta funciona como o último escudo do navio o qual tem a finalidade de barrar a ameaça dos mísseis cujas velocidades e poder de manobra tem aumentado substancialmente nos últimos anos, tornando-se armas altamente letais e capazes de paralisar uma força naval mal defendida, por esta razão o desenvolvimento de uma defesa de ponto eficaz faz-se necessária de modo a garantir a integridade de um navio cujo valor militar e económico é muito alto.

Não se pode descartar ainda a possibilidade de desenvolvimento de sistemas de defesa de ponto baseada em canhões laser, dado que a ameaça dos mísseis hipersónicos faz com que sistemas de defesa eficazes como VULCAN PHALANX e GOALKEEPER tornem-se obsoletos e ineficazes.

Para defesa de longo alcance os NAE contariam com quatro lançadores verticais sêxtuplos de mísseis de defesa Anti-Aérea de longo alcance, MDAL-600 de 600 km de alcance, este sistema seria desenvolvido a partir do sistema de defesa S-500 o qual está em desenvolvimento pela empresa Russa ALMAZ.

Concepção artística do Navio Aeródromo proposto no programa POSEIDOM (Por-E. M. Pinto)

Um adendo, as informações são desencontradas, mas pelo que pudemos apurar, o novo sistema Russo de mísseis de defesa S-500 possuirá capacidade de engajamento a longas distâncias e  terá alcance por volta de 2 500 km, isto  seria  impossível  anteriormente dado que a curvatura da terra impede a detecção por radar entre outros problemas de ordem técnica como a detecção dos mísseis e a tomada de medidas defensivas por parte dos “alvos”.

Entretanto, especula-se que os novos mísseis possuirão capacidade de engajar alvos na superfície e abatelos, seriam mísseis Hipersônicos interligados a uma complexa rede de satélites e sistemasAWACS. Desta forma, os  mísseis  seriam orientados e poderiam ter suas trajetórias modificadas durante o vôo por inúmeras plataformas interligadas em rede, seriamstealth e possuiriam capacidade de abater satélites em orbita baixa bem comos barcos ou mesmo veículos terrestres.

Considera-se que satélites, VANT e outros veículos quaisquer, possam vetorar os mísseis dando-lhes estas soberbas capacidades.

Obviamente todas estas capacidades podem nunca vir a ser oficialmente alcançadas, entretanto, a simples declaração do desejo de se ter sistemas capazes de realizar estes feitos, demonstra que a esta indústria está em franco desenvolviemnto e eatenta às futuras necessidades, e nós? não seria interessante participarmos de um programa como este?

Exemplos consagrados de sistemas de defesa de ponto, na sequencia goalkeeper sge-30, Vulcan PHALANX, AK-630 e Kortic, é imperativo que os futuros navios de guerra possuam armas deste tipo, pois a ameaça crescente dos mísseis anti-navio os quais tornam-se a cada dia mais mortíferos e certeiros pode inviabilizar uso de forças navais.

Acreditamos e esperamos que esta nova doutrina de defesa que se planeja para o nosso país, se consolide

baseada numa isenção de influências externas, constante aperfeiçoamento, valorização e auto-sustentabilidade da indústria nacional, o que para o autor seria o mais adequado ao nosso país.

Os NAE do Futuro precisarão estar preparados para as crescentes ameaças de mísseis de ataque naval, cada vez mais mortíferos, faz-se necessário portanto o desenvolvimento e adoção de sistemas de defesa de ponto compostas por canhões de alta cadência para integrar a estes sitemas de defesa, na foto concepção artística de um sistema de dedefesa de ponto hipotético composto por um canhão 30 mm hexacano idealizada pelo autor (Arte-E. M.Pinto).

Confira as  imagens ampliadas do Navio Amazonas do projeto POSEIDON clicando nas figuras. Estas imagens foram produzidas por JR Lucariny, colaborador do Plano Brasil.

016a16posseidon 012a16posseidon 007a16posseidon
015a16posseidon 011a16posseidon 006a16posseidon
014a16posseidon 010a16posseidon 004a16posseidon
013a16posseidon 009a16posseidon 005a16posseidon
012a16posseidon 008a16posseidon 002a16posseidon
003a16posseidon 001a16posseidon

FICHA TÉCNICA

Tipo: Navio Aeródromo, NAe

Tripulação: Capacidade total 3 000, padrão 600 tripulantes + 450 integrantes do grupamento aéreo.

Deslocamento: 60 000 toneladas.

Comprimento: 300 m.

Calado: 12 m

Boca: 48 m.

Largura do convés: 76 m.

Propulsão: 3 Turbina a gás Rolls Royce MT-30, ou 2 turbinas General Electric GEnx-BR, acopladas a 1 sistema de geração elétrica do tipo célula combustível ou um reator nuclear com dois reatores mais 2 turbinas a gás.

Alcance: 36 000 km (para o sistema de propulsão convencional).

Sensores: Sistema de radar integrado de busca aérea tridimensional multi-Pulso, bandas (C-F/ VX), 1 sistema de busca de superfície operaria na banda (G). os radares seriam de tipo multifuncional de 480 km de alcance e o segundo sendo do tipo radar de busca de 600 km de alcance. 2 sistemas de sonares multi-função, integrados ao sistema operando em duas frequências (Alta e média). sistemas de contra-medidas eletrônicas, RWR, detectores de Infra vermelho, detectores de emissões infravermelho e sistemas de defesa anti-torpedo e 4 sistemas de disparo de chaff e flares.

Armamento: 4 baterias de canhões hexacanos de 30 mm com cadência de tiro de 6 000 projéteis por minuto e alcance máximo 6 km, 4 lançadores óctuplos de mísseis MAC-30-IR/RDe 4 lançadores verticais sêxtuplos de mísseis de defesa Anti-Aérea de longo alcance, MDAL-600 de 600 km de alcance.

Grupo aéreo embarcado: Capacidade padrão 60 aeronaves. Geralmente embarcados com 36 aeronaves AF-50, 4 aeronaves de guerra eletrônica EF-50, 12 aeronaves ARD-12, 04 aeronavesE-106 e duas aeronaves de sensoriamento remoto R-106 e 6 helicópteros de guerra naval, salvamento e resgate NH-24.

Porém em ocasiões específicas o navio poderia ainda suportar o embarque de outros esquadrões de aeronaves, como o caso de esquadrões de reabastecimento aéreo composto por aeronavesKC-106, e Aeronaves cargueiras C-106 e/ou Helicópteros cargueiros CH-72 e veículos aéreos não tripulados ARD-12 e ARDH-09.

Embarcações de apoio: 1 veículo Hover-craft VDT-60 de transporte e apoio logístico e 4 barcos de apoio e vigilância BP-120.

Atenção!!!

Essa matéria e suas fotos foram retiradas  do Site Plano Brasil, com a autorização dos editores, ao final vocês encontrarão  um link direto para o Site Plano Brasil que é de extrema excelência e confiabilidade. ( Guerra & Armas Edition ).

Fonte: Plano Brasil.

 

Curta nossa página no Facebook e fique por dentro das principais notícias do mundo e das Forças Armadas Brasileiras.

Clique aqui e curta!

  1. TEMOS DE TER TUDO ISSOE MUITO MAIS SUBMARINOS NUCLEARES EN FIM TTUDO QUE DIGA RESPEITO A ARMAMENTOS DE PONTO NÃO SOMOS UM PAÍS DE GUERRA MAS ASBEMOS O QTO SOMOS COBIÇADOS POR OUTROS, NOSSA DEFESA É FUNDAMENTAL.

    Curtir

    • Célio Azevedo

      O Japão também não é um país de guerra atualmente, mas possui cerca de 40 porta-aviões.

      Curtir

      • Douglas Marques

        Na verdade, o Japão hoje não possui nenhum. Teve dezenas na época da segunda guerra mundial, porém após a guerra o Japão abriu mão de todas as suas forças armadas, e após um tratado, conseguiu o direito de ter apenas algumas forças de autodefesa. Eles contém sim, alguns destróiers porta-helicópteros e alguns navios anfíbios que podem ser confundidos como porta aviões por alguns. 40 porta aviões é, ainda, um exagero, sendo que o Estados Unidos, a maior força armada com a maior frota marítima do mundo tem apenas 11 porta-aviões operantes, sendo que um deles, o USS Enterprise está previsto para ser descomissionado esse ano.

        Curtir

      • Tá Louco 40 porta aviões, Comeu coco? Sabe nada, Para de fumar essa merda doidao!!!

        Curtir

      • 40 porta aviões, acho que nem os americanos tem isso.

        Curtir

      • Nunca, vc esta enganado, USA tem 12 e tem maior frota

        Curtir

  2. ainda tem idiota q acredita numa paposseira dessa.mostrado num sait,o brazil numca nem talvez no sonho vai construir porta avioes como esse porq o pais e cheio de corruptos nos tres poderes e depois a nossa marinha e considerata de quinta categoria(marinha de terceiro mundo).entao vai sonhando raimundo.

    Curtir

    • lucas andreto

      kkkkkkkkkkkkkkkkkk não se escreve sait e sim site e para é Brasil, tbm é nunca com “N” não com “M”

      Curtir

    • Major Lucas

      Poderes ou Orgãos???? Pra você que não sabe a China está construindo vários porta-aviões aqui no brasil, O Brasil trocou modelos Americanos (M4) por 110 Mil Ak-47 e Ak-107, A Russia está vendendo para o brasil armas nucleares e a nossa bomba atômica já está de pé para destruir, Então isso não é um ensinamento só pra você e pra todos que falam mal do exercito brasileiro que tá protegendo seu rabo e ainda fica reclamando deixa de ser otario e veja os projetos do Exercito Brasileiro depois fale bosta. Já fui do Exercito Brasileiro (Ainda sou do brasileiro) e do Russo, teve um General dos estados unidos que veio aqui no Brasil ver os treinamentos do exercito aqui em Recife visitou todo o quartel e falou, “- Exercito Brasileiro acima de tudo abaixo apenas de deus”

      Curtir

      • Vinicius Campanerutti

        Com todo o respeito colega,mas ao menos ao conhecimento civil não temos 110 mil AKs,armas nucleares e nem teriamos as M4,pois tudo é muito caro para o orçamento de nossas forças.Não digo que está errado,mas se eu me enganei,seria bem legal de sua parte mostrar o site ou as fontes de onde veio tal conhecimento.Desde ja agradeço.

        Curtir

        • Ghostcoscs

          Eae, cara! O Brasil possui apenas ALGUNS exemplares de AK47 e são distribuídas para forças de defesa de elite, por isso são raras as vezes ouvimos falar delas. Em relação ao Fuzil M4, basta você pesquisar no Corpo de Fuzileiros navais do Brasil. Eles utilizam esse exemplar e alguns do bom e velho FAL, que serão trocados pelo Imbel IA2. Abraço.

          Curtir

    • Senhor antonovsk, quanta ignorância essa sua eim. você não tem o mínimo conhecimento de assuntos militares e ainda quer colocar o bedelho em assuntos que não domina. Te aconselho que primeiro você vá estuda, pois você erra até em escrever. Se escreve Brasil e não Brazil. Vá estudar e depois dê a sua opinião aqui.

      Curtir

    • Baboseira, nunca, mostrado em um site.

      Curtir

  3. leandro barbosa

    SERA QUE A GENTE VAI PARA DE SER CACHORRO DOS GRINGOS E COMECAR A DESPERTAR A NOSSA SABEDORIA E DESENVOLVER NOSSOS PRODUTOS PARA NAO CHEGAR A DEPENDER DE PORCOS COMO TAL IPOCRITAS COMO AS NACOES SOBERANAS QUE SE ACHA DESVALORIZANDO E CRITICANDO A GENTE NESTE MERCADO.
    E OUTRA COISA O GOVERNO NOSSO E MAIS IPOCRITA AINDA FAZENDO NEGOCIO SABENDO QUE TEM TANTOS BRASILEIROS QUE SABEM PROGETAR MAQUINAS DE TODOS OS TIPOS E ELES SAO OBRIGADOS AI IR PROCURAR OUTRA NACAO PARA GANHAR SEU DINHEIRO E MOSTRAR A SABEDORIA,PORQUE O NOSSO PAIS NAO INVESTI AQUI E NAO PENSA QUANTOS PODERIA CIRCULAR COM ISTO E SIM FAZER NEGOCIO SUJO PARA TIRAR UMA COMISSAO COM OS PORCOS GRINGOS.

    O POVO TEM QUE COBRAR ISTO DO GOVERNO E MOSTRAR QUE A GENTE E BRASILEIRO COM ORGULO E NAO FACO BRASILEIRO CHAMADO DE PORCOS.

    Responder

    Curtir

  4. Humberto/Tocantins

    É isso Leandro mando bem, e infelizmente é esse o país q vivemos com esses coruptos e com um monte de gringos esperando a gente da uma vacilada pra eles fazerem disso aqui outro Iraque ou Irã e por isso é bom q estejamos sempre alérta e preparados mas saiba q ainda temos brasileiros e homens q defendem essa patria a todo custo e ainda temos um grande parque industrial bélico a exemplo a própria Embraér modelo mundial e por ai vai, meu amigo o importante é estarmos sempre denunciando e alertando a outros tem meu e-mail ai embaixo me da um alo quando pudér, fórte abraço.

    Curtir

  5. SE ISSO FOSSE VERDADE , JÁ PENSOU O BRASIL OPERARDOIS NAES UM CONVENCIONAL E OUTRO NUCLEAR EU SERIA UM BRASILEIRO COM MAIOR ORGULHO DA MARINHA DO MEU PAÍS, BOM DINHEIRO TEM MAS BICHEIROS E POLITICOS CORRUPTOS ROUBAM DESSE JEITO O NOSSO PAÍS NUNCA VAI CONSEGUIR CHEGAR A LUGAR NENHUM VAI ACONTECER O MESMO COM O FX 2 K NUNCA SAI DO PAPEL KEM ESCOLHE TANTO NÃO TEM NENHUM ENQUANTO O BRASIL SOFRE PRESSÃO DOS SEUS VIZINHO COMO A BOLIVIA PORK SABE K O BRASIL TEM SUAS FORÇAS SÃO FRACAS SE EU FOSSE PRESIDENTE EU MANDARIA O EXÉRCITO DEFENDER AS INSTALAÇÕES DA PETROBRÁS ESSES SEM VERGONHA MORTOS DE FOME K NÓS AJUDAMOS E ELES APRONTAM COM AGENTE E NÓS FICAMOS DE BRAÇOS CRUZADOS , O PARAGUAI TÁ PRA FAZER ISSO TAMBÉM COM RELAÇÃO A ITAIPU…

    Curtir

  6. levi paulo mattos.

    Boa tarde eu brasileiro oriundo da (MB) venho com muito respeito e orgulho a salientar que a briosa marinha de tamandare tem tudo para dar um vôo na area de reaparelhamento do nosso poderio naval e deixar as pessas obsoletas para tras e começar a pensar no futuro em que temos que defender a nossa amazonia azul e todo a nossa bacia continental do atlantico sul para mostrar aos outros povos que temos total autonomia de operar em aguas nacionais e internacional, e, com a abertura de capital para que nossos estaleiros tenham e posa nos mesmo a construir as nossas belo naves gerando assim mas emprego e qualificação para o nosso povo não precisamos errarmos quanto o nosso passado lenbra da plataforma que foi construida na china e hoje descança em nosso oceano, pois bem o nosso arsenal de marinha possui otima equipe de profissionais conpetente nacional e internacionalmente prontos para gerir todo os nossos projetos navais deixando a presidencia da republica a cargo dos nossos Almirantados e deixando os nossos politicos de fora por isso acredito que estãmos indo no verdadeiro caminho para uma modernização do nosso poderio naval, sem se esquecer dos nossos submarinos nucleares para assim podermos por respeito em nossa frota. (adsumus)

    Curtir

  7. lucas andreto

    vcs são todos bobos o brasil não precisa de um porta aviões, o pais nunca entrou numa guerra. O país só fica fazendo missão de paz e seria uma gasto muito auto ter um porta aviões, tbm o brasil não da conta nem de manter o NAe São Paulo, imigina quando tiver uma novo e grande

    Curtir

    • Geraldo Nunes

      Papo ridículo. Em um país nunca se pode abandonar as forças armadas e a educação. São basilares da democracia. Sem professores não temos médicos (por exemplo) e sem as forças armadas não seriamos nada além de escravos.
      Talvez até de um país ditatorial de merda como Cuba que mesmo daquele tamanho está colocando a Venezuela de joelhos. Só idiotas acreditam que não se deve investir em forças armadas. Ou claro, quem quer dar um golpe no país.

      Curtir

  8. O negocio e o seguinte, pranchetas, modelos e papel, sites e etc… O brasil e imenso, tem que levar em consideração tambem os empregos e vagas na marinha que isso ia conseguir se isso fosse realizado !!! Temos muito que proteger o litoral do brasil e muito grande, temos a amazonia, nossos postos de petroleo fronteiras, um porta-aviões não protege so o mar mais o céu tambem, então senhores tirem isso do papel e façam virar realidade !!!

    Curtir

  9. O brasil tem que envesti pesado na sua defesa militar por que tem muito recurso natural que muito pais querem ou presicao .

    Curtir

  10. O Brasil tem potências destrutivas é em gramática…made in Lula.

    Curtir

  11. Paulo Pereira

    Desculpe, mas é muito bla-bla-bla sem levar em conta o principal fator: a absoluta falta de dinheiro e de interesse por parte desse atual governo para levar a cabo um programa complexo como esse. De nada adianta especular, e tem mais um detalhe: ainda que um navio-aeródromo surgisse de repente (comprado, fabricado ou o que fosse) ainda restaria o problema de equipá-lo com aeronaves adequadas… e aí?

    Curtir

  12. O Brasil vai construir seu primeiro porta-aviões, todo feito em pinus.

    Curtir

  13. O brasil tem q investir o mais depresa possivel em defesa seja ela naval,terrestre ou aerea,esta na hora de os politicos pararem de disviar verbas e notar q existe muito pais de olho na amazonia,na nossa agua e no nosso petroleo.Eu fikei muito feliz em saber q o brasil adquirira um porta avioes daquele porte,tomara q isso nao fike so na conversa.

    Curtir

  14. Altomar Lima Junior

    Seria muito bom se tudo isso acontecer, acredito que o Brasil, precisa sim de um porta-aviões, acredito também que temos capacidade de projetar e construir navios de guerra . Vamos aguardar.

    Curtir

  15. fiquem muito contente com essas probabilidades do projeto da marinha, e que seja um (N.A.E.) do tipo do nosso são paulo de 33.000 t.e tenha uma propulsão nuclear e a turbinas a gás holls royce mt30, para alcançar velocidades de 75km\h obtendo deslocamento rápido, que possa defender nossa reservas petrolíferas a 300km de distancia fora do mar territorial, onde as nações poderosas não reconhece o domínio de exploração brasileira de óleo, e precisaremos não só de 1 ou 2, mais sim de uns 5 (N.A.E.) para proteger toda a costa brasileira do amapá ao rio grande do sul.

    Curtir

  16. Para mim isto é uma ilusão, um país que paga mal as forças armadas e não tem uma força aérea a altura nem da Venezuela, só pode sonhar em ter um porta aviões deste nível.

    Curtir

  17. O Brasil só mantem o atual NAe para que nosso poderio naval se constitua uma esquadra, para que assim não diminua o numero de nossos gloriosos Almirantes. Sem um NAe nos tornaríamos uma armada, e a cadeira do Comandante em Chefe de Esquadra pra one iria?
    Prestem atenção no projeto do submarino nuclear. Há quanto tempo está em exercício? Quando será concluído? Tal projeto recebendo verbas altíssimas, sem resultado. Oficiais sendo designados a cursos no exterior sendo pagos pela União. Ninguem querendo largar o osso. Todos os superiores do famigerado Centro Tecnologico da Marinha em São Paulo, estagnados em suas cadeiras, alguns rejeitando o almirantado para continuar mamando nas tetas do governo. Projetos isentos de licitação. Comandantes da reserva morando em casas cedidas pela Marinha tomando o lugar de militares da ativa. A Marinha é uma piada.

    Curtir

    • Concordo com vc. Outra coisa q deveria ser revista é o nº de Gen. no exército, pois se compararmos com o tamanho da tropa de outros países, podería-se diminuir, sem exageros, 50% deles. E mais deveria-se concentrar as OMs nas regiões norte e centro-oeste e diminuir no sudeste, profissionalizando a tropa, sem precisar acredito, aumentar o efetivo e podendo com isso melhorar as condições dos equipamentos e remuneração dos militares (voluntários).

      Curtir

  18. se eu fosse presidente eu faria 3 porta avioes nocrear e 7 submarinos nocrear,ajente temos dinheiro o suficiente para fazer isso

    Curtir

    • Não é p atacar e sim p dissuadir, Acredito q vc sabe q a própria internet foi desenv. como tecnol. militar, o satélite, o celular… quer dizer: é projetando, desenvolvendo, construindo q conseguimos assimilar tecnol. e inovação e assim manter nossos cientistas no país.

      Curtir

    • Jesus, Maria e José.
      Amigo, desse jeito VC não consegue nem ser garí.

      Curtir

  19. João Pedro

    temos mesmo que construir isto pois e se derrepente surge a terceira guerra mundial e o Brasil fica no meio vamos ser massacrados ou ganhar ,ok eu sei que o brasil nao é tao fraco mas se isso acontece nao podemos estar despreparados

    Curtir

  20. Nem tanto ao céu, nem tanto…aí está, o Gripen, é uma realidade, devagarinho como quem dá comida p loco. Até pq se apressar os yanques caem em cima. Já implodiram “literalmente” o desenv. do VLS, atrasaram todo o programa de satélites, usam os U$ pagos em aluguel de satélite para manterem suas tropas adestradas e bem equipadas…

    Curtir

  21. -Acho muito nessesario o brasil ter esse tipo de poderio tanto naval como militar em geral,pois todos sabemos das nossas fontes de petróleo que devem ser protegidas,alem do petróleo estamos todos cientes das inumeras fontes de água doce que no serão muito cobiçadas no futuro por outros paises,pois todos sabemos que a água esta cabando no mundo.

    Curtir

  22. João da silva

    kkkk so sonhando mesmo, pois o sistema corrupto certamente optará por qualquer coisa em prol de seus bolsos….

    Curtir

  23. adoção de um força naval dissuasora capaz de atuar em qualquer parte do planeta.(citação)

    Faz me rir; o Brasil atuar em qualquer parte do planeta! Nem nas UPPs dos morros eles conseguem vitoria. O Marcola manda mais que nossas Leis e Ordem. Melhor dizendo: de-sordem. Os anos de “chumbo” não conseguiu erradicar nem o “cancer” que esta madando no Planalto Central.

    Curtir

  24. Não vejo assim e não quero me conformar com isso, O problema é que a imensa maioria dos eleitores sequer sabe se o partido em q vota têm programa político para as diversas áreas da administração pública, quanto mais acompanhar o parlamentar em q votou p cobrar. Basta q peguemos nós mesmos como ex. qual a última vez q fomos à câmara de vereadores, à reunião da associação de moradores…é mais fácil apontar q olhar no espelho, criticar o político q identificar o corruptor. Todo grande corrupto começou com pequenos delitos. Na área da defesa temos pessoas sérias e competentes mas não se pode resolver tudo em tão pouco tempo aquilo q foi sucateado durante tanto tempo. E não estou falando somente dos “desinteresses” nacionais, mas também das forças estranhas q vem de fora. Acorda BR.

    Curtir

  25. Caro amigo. Sinto que voçê se preoculpa muito com nossas forças armadas, tenho o mesmo sentimento e gostaria de dar uma opinião.
    Não só na força naval como aérea terrestre, não seria melhor que nossos projetos fossem contruídos sob a proteção de nossa selva amazônica. Explico; expor uma base de submarino no litoral do Rio de Janeiro onde temos um mar no rio amazonas mais protegido.
    Nossa selva amozônia é local para se esconder nosso poderio bélico do tio Sam. A construção de estaleiro neste rio seria uma proteção a mais.
    olhe o que aconteceu com a base de Alcântara.

    Curtir

  26. Olavo Lemes

    O Brasil não pode dormir com os olhos fechados, temos que estar com um aberto, não podemos confiar em ninguém a cobiça será grande.Brasileiro tem que deixar de ser bonzinho. Temos que cuidar de nossa pátria, e dos Brasileiros. O brasil tem que avançar no campo militar rápido em prol de sua defesa. Sou nacionalista, Amo minha Pátria.

    Curtir

  27. tudo mentira!!! Antes de pensar em tudo isso, a marinha dar melhores condições de trabalho e salários decentes para seus militares! A Marinha brasileira é PALEOLITICA!

    Curtir

  28. Mandamos um recado para a ONU. Os brasileiros nao desejam, nao querem que o Brasil tenha um assento permanente no Conselho de Seguranca da ONU. O Brasil nao tem dinheiro para produzir , construir navios, pprta avioes, etc . O pior . Nos aposentados, estamos morrendo de fome e alertamos a ONU.

    Curtir

    • O Brasil em terra e no mar é tao grande e só tem um porta avioes velho e sucateado comprado da França para nos proteger pelo mar no Oceano Atlântico. Que vergonha. O Brasil é rico mais nao sabe usar a sua riqueza e por isso tem aparencia de bonito e pobre. E ainda quer fazer ou comprar um enorme e poderoso novo porta avioes com nome de POISEDON,kkkkk. Meu Deus ! Ja tem anos que o governo brasileiro fala que vai comprar apenas 36 caças de guerra e nunca compra. SSemre tem uma desculpa. Acho que a soluçao pra defesa do nosso mar oceanico é continuar com esse porta avioes que ja temos e fazer uma nova base aerea em uma ilha desabitada no meio do Oceano atlantico tipo igual a ilha de Fernando de Noronha la no Nordeste..Pronto. Mas dessa vez uma ilha com uma base aerea naval no Oceano na direçao do sudeste brasileiro.

      Curtir

    • O Brasil dinheiro sim : o petroleo. Mais esta nas maos dos corruptos.

      Curtir

  29. Tantas críticas dos nossos “patriotas” que se acham especialistas, hipócritas isso é que são, pois alem de serem ingênuos, adorando a cultura dos degenerados russos, estadunidences e iranianos, são patéticos. Se gostam tanto dos outros países que não estão nem ai pra vocês, mudem-se pra lá, só quero ver se vão aceita-los. Eu acho que o Brasil tem sim que se armar, pois do jeito que anda o cenário mundial, não demora muito e acontece o mesmo que aconteceu com a Ucrânia.

    Curtir

    • Caro amigo bruno,concordo com algumas palavras q vc digitou aqui,e nao concordo com outras…fui militar do 54° bis (batalhao de infantaria de selva) situado em itaituba estado do PARA,tenho um primo q mora em belem,e e fuzileiro naval…entao e com conhecimento de causa de uma pessoa q viveu dentro dessas instituicoes q vou te dizer algo…eu sou patriota sim,lutaria e morreria pelos meus familiares,e amigos,pelo povo brasileiro,e nao pelo meu pais em si…o brasil (instituicao) e seus governante (ladroes) nao tao nem ai pra vc,pra mim ou pra qualquer outro brasileiro…agente nao tem nem oq e de nosso direito basico,e garantido por lei,como saude,educacao e seguranca..mais pagamos muiiiiiiiiiito caro por isso em forma de impostos,mais isso todos ja sabemos,vamos voltar ao foco principal,sitei isso como exemplo so pra vc ter a nocao deq se nao temos direitos basicos garantidos por forca de decreto lei,imagine oq eles nao fazem com nossas forcas armadas q nao tem amparo jurudico garantido por lei de forma alguma…como ex soldado te afirmo,falta tudo prra um soldado,ate comida,eramos dispensado do quartel maus fedo pir falta de comida,imagine entao equipamentos…nao temos municao pra fazer um bom treinamento,aliais,bem pro bsico nois temos..no treinamento basico de um soldado,o certo seria kda soldado efetuar 20 disparos (um magazine “pente”) de fal (fuzil)…e 14 disparos de pistola (um magazine) tambm…e efetuar esse mesmo treinamento,com o mesmo tanto de disparos pelomenos a kda 3 meses,para q se consiga o minimo de prontidao e adestramento possivel por parte da tropa…bom,isso seria o ideal…vc sabe qual e a realidade?..nois efetuamos 4 disparos de fuzil,e 4 pistola durante todo o treinamento,e so temos esse treinamento uma vez durante toda a carreira q seguirmos,isso siguinifik q mesmo q vc passe 5anos no exercito por exemplo,vc so ira efetuar esses 8 disparos como treinamento ate o final de sua carreira,resumindo,nossos soldados nao sabem sequer atirar,porq naotem minicao suficiente pra fazer um bom treinamento,o exercito nao tem fuzil na proporcao de um pra um pra kda soldado em seu quadro,a proporcao e de um pra quatro,ou seja,so tem um fizil pra kda 4 soldados no nosso exercito,mesmo assim,todos sao velhos com mais de 30ans de uso,r uns 30% mais ou menos dos tem nao sao operacionais por falta de peças,e armeiros pra ajeitalos…estou falando apenas de fuzil,e pistolas,e jatem essa cronica falta de equipamentos,nao preciso nem citar outros equipamentos mais pesados,q sao mais caros de operar ne…dinheiro nao falta,o problema e a corrupicao,atualmente todas as nossas 3 forcas armadas gastam 90% de toda a verba q lhe e disposta todos os anos,com salarios de pessoal,e manutencao de equipamentos,sendo somente 10% usados pra compra de novos equipamentos,agora me falem,pagamento deq pessoal,se o exercito por exemplo q e oq tem mais soldados ativos das 3 forcas,nao chega a 300 mil soldados..e os cargos de oficial sao horrivelmente baixos,sendo assim 95% do pessoal a pagar sao soldados,q recebem salarios baixissimos…manutencao de equipamentos…q equipamentos,se temos pouquissimos,e os poucos q temos,estao quaze q a metade patados justamente por falta de manutencao….e nao cito isso somente sendo o exercito nao,atualmente todas as 3 focas vivem o mesmo patamar de descaso,o roubo tem em todas as categorias,e nas forcas armadas nao sao diferentes,os grandes oficiais roubam a patria,e a propia instituicao q trabalham,o governo faz pouco caso pra investigar com medo de um novo golpe,e fik tudo por isso mesmo…nois somos um pais continental,e seria impossivel pra qualquer pais atualmente existente nesse planeta nos invadir,do ponto de vista economico,eles (paises super potencia) sabem disso,e apenas por isso nao o fizeram ainda,e sera impossivel por mais algumas dezenas de anos,e os nossos militares e governantes tambm sabem disso,entao tambm nao fazem questao de investurem em novos equipamentos,e quando fazem,e igual estamos vendo acontecer ai,so compram o minimo do minimo do minimo pra falar bonito na midia e nos da a falsa imprecao deq estamos seguros e bem armados….entao qm pensa q isso vai mudar,melhor ir se conformando em ver as nossas forcas armadas kda vez mais sucateadas,e desamparadas,porq essa vai ser a realidade pros proximos cem anos pelomenos…eles (oficiais,e governantes) so qrem saber do bolso deles…essa e,e sempre foi a realidade brasileira em qualquer setor pulblico,privado e(ou) intituicoes militares…

      Curtido por 1 pessoa

  30. Célio Azevedo

    O Brasil só tem um porta-aviões ativo, o que nos torna uma piada internacional. Para sermos considerados uma potência deveríamos ter no mínimo uns 5 porta-aviões ativos. E deveríamos também desenvolver os nossos próprios, ao invés de só comprar sucata do Primeiro Mundo.

    Curtir

  31. Por favor, entendam que o Brasil nunca e jamais será páreo! Segue contra a Índia que dirá para uma potencia, o que se pensa e na segurança em termos de América Latina, onde ele, Brasil, mesmo com suas sucatas ambulantes, ainda exerce uma liderança, as potencias não precisam entrar em embate bélico com o Brasil, pois já há muito são donas dessa terra o alguém e tão inocente ao ponto de duvidar disso??

    Curtir

  32. Jorge Cury

    Muito bom. Desejo receber novidades do plano brasil. Para poder ajudar em formar idéias

    Curtir

  33. JÁ ESTA PASANDO DA HORA DO BRASIL SE IMPOR DE VEZ COMO POTENCIA, É NÃO BASTA SÓ SER ECONÔMICA, TEM QUE SER MILITAR, POIS AS ARMAS LEGITIMAM O PODER, ALÉM DA DIPLOMACIA E ECONÔMIA. TEMOS AS MAIORES RIQUEZAS DO PLANETA, E PRECISAMOS DISSUADIR QUALQUER NAÇÃO QUE QUEIRA SE AVENTURAR, PARA ISSO TEM QUE VENCER O RECEIO DE INCOMODAR VIZINHOS E OUTRAS POTÊNCIAS, E PARTIR PARA O INVESTIMENTO EM TECNOLOGIA E LOGISTICA MILITAR DE PONTA, SE O BRASIL VAI PAGAR O PREÇO, E DAÍ, SE A CHINA PENSASE ASSIM NUNCA SERIA O QUE É HOJE E QUE AINDA SERÁ.

    Curtir

  34. e o brasil esta desenvolvende ponto 10

    Curtir

  35. fabio bento

    eu acho que devemos ter armas núcleares bomba atômica e etc,pois tem gente nos espionando ,de olho na nossa riqueza e vamos ficar parado,presidente que tem medo vaza.

    Curtir

  36. Nilson de Camacari bahia

    Ola a todos. O Brasil e sim um pais rico em todos os aspectos . e nos apesar de sermos um pais pacifico temos que estar preparados para a nossa defesa por terra .mar e ar .Precisamos contar com o que existe de melhor na atualidade. A final toda riqueza tem que ser bem protegida .os politicos corrupitos vao morrendo.pois noguem vive pra sempre e as riqueza do nosso Brasil ficarao para muitas geracoes futuras de brasileiros.

    Curtir

  37. xapolim verde amarelo

    Só tem doido, falando besteira.

    Curtir

  38. nosso pais na atualidade nao precisa fazer grandes projetos militares mas nao significa que nao pode moderniar ou melhorar seu exercito e acho que esse porta avioes so vai sair do papel por pelo menos 30 anos pois como vai o pais kk paciencia

    Curtir

  39. Fernando Teixeira da Silva

    NOSSA!!!!!! coitada da língua portuguesa! – mais nada a comentar, me desculpem.

    Curtir

  40. Aos brasileiros ,que tam bem sou com muito orgulho , é preciso sim termos forças armadas bem treinadas e equipadas, se não quem vai defender nossas riquezas ? nossos vizinhos ? olhem bem pra eles ,confia ? e os outros não vizinhos da pra confiar ? somos de paz mas temos que ficar de olho aberto .

    Curtir

  41. A proposito , foi escrito acima , em bases militares nas fronteiras maritimas e terrestres , não seria mais util do que um porta avioes tão caro , tem que ser analisado .

    Curtir

  42. Pessoal esqueceram que os subdesenvolvidos so podem ter um continjente de 200mil soldados (acordo)

    Curtir

  43. Não se faz um país somente com intenções e programas enganosos que nunca saem do papel, o principal motivo é a falta de investimento, digo interesse do governo federal para realmente investir na defesa do País. Para saberem e se fazer saber, o orçamento previsto para o Ministério da Defesa ainda é irrisório, só serve para manter nos limites os meios de subsistência e digo, existência sem ter que abrir uma “concordata” e falir de uma vez, dada as pretensões de aquisição de Reaparelhamento da nossa Marinha do Brasil. Isto sem falar nas outras forças Exército e Aeronáutica que este ano vai receber R$ 1 bilhão para aquisição dos 36 caças Gripen, previstos a entrega, ainda, entre 2019 e 2024. Esta política do governo de desapreciação das FFAA iniciou-se em 1985 e desta aquela época decresce a cada ano o orçamento destinados às FFAA, devido ao fato de os terroristas do ano da cortina de ferro hoje são os corruptos que estão no poder e como encobrir os fatos de corrupção virou moda e mostrar ao mundo somente falsas estatícticas manipuladas para tentar uma cadeira efetiva na ONU. o que na realidade não condiz com os investimentos destinados as Forças Armadas é patético e sem lógica, típico de comunistas que difundem mentiras para a população. Em 2014 o Orçamento destinado ao Ministério da Defesa caiu de R$ 14,79 bilhões para R$ 11,29 bilhões isso depois de ter sido aprovado. O Investimento em Defesa do Brasil não chega a 1,77% do PIB, e ainda querem fazer parte de uma Cadeira cativa na ONU sem poder nem defender as próprias fronteiras pura hipocrisia difundida pelos socialistas corruptos que infelizmente conseguem enganar a maioria da população. Creio que no futuro.. digo uns 50 anos a frente, o governo possa realmente possa dar valor a defesa do pais pois por enquanto não passa apenas de enrolação sem atos práticos para encobrir a verdade do povo brasileiro tentar enrolar o mundo.

    Curtir

  44. O Brasil já possui a BOMBA ATÔMICA! Desde os anos 80 só que não se falam no assunto desde que o Brasil começou a liberar toneladas de cargas de urânio para os EUA e Inglaterra de graça. Obviamente não temos como usá-las contra essas duas potências e as outras, por isso eles não se preocupam com as armas que temos. A explosão na base de alcantara selou nosso sonho de ter um foguete intercontinental que poderia levar as nossas ojivas a milhares de Km. De fininho podemos usá-las contra a Argentina, mas o pior é que os Argentinos também têm ojivas nucleares escondidas como o Brasil, por isso que o Brasil toma pau dos Argentinos na área econômica e nunca revidamos, a ordem no planalto é de sermos amiguinhos, senão o governo Argentino nos entregará sobre esses segredinho. É um quebra cabeças e basta juntar as partes que teremos a resposta pra tudo que acontece aqui.

    Curtir

  45. William André Dos Santos

    Obs…O Brasil é uma potência econômica mundial, mais infelizmente os politicos não ligam para isso e metem a mão no dinheiro de forma vergonhosa. E isso faz o nosso poder de fogo ser muito frágil: O pré-sal esta aí e as nossas fronteiras são muito vulneráveis, os submarinos, são muito velho e à frota da marinha esta muito fragilizada, eu sou Técnico Especialista Industrial, trabalhei mais de 30 anos na área de petróleo e gás, trabalhei em 80% das plataformas da bácia de campos e prestei vários serviços em embarcações de guerra da Marinha, refinárias, petroquímica, usina nuclear de angra dos reis + etc… + etc… + etc…nas áreas de Eletrônica/Instrumentação/Automação e Elétrica, portanto eu vì nestes anos que trabalhei nestas áreas à nossa fragilidade em materia de defesa, pois o pais é muito grande porém muito mal administrado pelos póliticos e infelizmente é o povo quem paga à conta. Assim escreveu o Capitão William Nijjja

    Curtir

  46. Renan Y'hoyakin

    Olá amigos e camaradas entusiastas sobre o tema,meu nome é Renan,servi nas Forças Armadas,por 4 anos,no caso no distinto 15 Regimento de Cavalaria Mecanizada-Escola(Regimento Gen. Pitaluga),Exército,desta Pátria Amada e sou do Rio de janeiro,primeiramente quero parabenizar o nosso célebre camarada Jr Lucariny pela publicação acima descrita…muito bem detalhada e de fácil entendimento para os mais leigos no assunto,enfim,o sonho de todo patriota é ver sua nação crescer em toda as esferas…seja políticas(que estamos precisando urgentemente),social,educacional,projeção no cenário mundial,militar e dentre muitas outras…Como sou um amante no que tange as Forças Armadas nacional e do mundo,tenho o grande desejo de ver o meu país sempre galgando ambições maiores no que diz respeito a força bélica.Eu tive a oportunidade de conhecer o NAe São Paulo e contrariando a muitos ignorantes e aos céticos o Brasil precisa sim de uma força naval correspondente a seu tamanho continental e a sua influencia mundial.Infelizmente o quadro atual não é o dos melhores,nossas forças estão sucateadas e insistimos em comprar,seja carros blindados,navios ou aviões de segunda mão,dos ditos “países aliados”…não é que não devemos nos alinhar a eles…porem enquanto eles lucram a nossas custas nos vendendo sucatas ambulantes de no mínimo 40 anos de uso,como o São Paulo,ex-Foch(França-sua ultima grande manobra foi a Primeira Guerra do Golfo,em 1991,ano em que nasci,e comprado em 2001) substituindo outro NAe,o Minas Gerais,ex-Vengeance (Inglaterra,usado até 1944,se nao me engano,e vendido ao Brasil em 1960)…um bisavô ,veterano de guerra,de 70 anos que lutou junto com os nossos Pracinhas na Segunda Grande Guerra(ironizando),com isso eles estão investindo em novas tecnologias,porem,para que haja uma real mudança nas nossas forças,devemos começar mudando quem nos rege…quem está a frente disso tudo,ou seja,nossos politicos…precisamos de sangue novo,de quem ainda nao deixou ou se viciou com a pior droga que existe,a corrupção!nosso país está imergindo em uma crise e os nossos excelentissimos líderes estão cagando e andando pra tudo isso,quem dirá as forças armadas,uma vez mudando o controle central poderemos sonhar sim com o Projeto Poseidom,um plano de defesa extremamente viavel se nós mesmos quisermos,pois temos mão de obra,afinal somos mais de 200 milhões de brasileiros,a terceira ou quarta maior população mundial,temos tecnologia,basta adequarmos a que precisamos,parcerias com outras nações para baratear o custo…temos estaleiros para a produção naval,tanto de NAes,NDDs,COs,escolta,assalto dentre todos as classes.e poderíamos usar os antigos NAes como Navios-escolas formando assim um maior efetivo e criando uma reserva destes.Temos grande corporações da aviação como a Helibras e Embraer para produção e criação de aviões,VANTs,helicopteros,caças e outros mais,e para as forças Terrestres temos por exemplo a Agrale,tinhamos a Engesa que criou e produziu os a muito obsoletos Veículos de Transporte URUTU e o Veículos de Combate CASCAVEL,veículos esses que tem no mínimo 25 anos de uso!fora a grande oportunidade que jogamos no lixo de termos o nosso próprio “tanque” de guerra…mais conhecido como “OSÓRIO”,que para a época era o top da tecnologia militar,até mesmo para os norte americanos como os seus super Abrahans,para vocês tomarem dimensão,o nosso “Tanque” era pioneiro no uso de visão de calor,maior raio de ação,uso de urânio como munição,autonomia,designer futuristas para a época e o melhor de tudo,o baixo custo de produção,isso tudo em meados dos anos 80,o Brasil havia entrado em uma corrida com os próprio Abrahans,o Israelense “Merkava”,o Inglês “Churchill”(se não me falha a memória) e tinha mais um,acho que era um frances para equipar o exército da Arábia Saudita,depois de tanto testar,quem ficou?o brasileirinho Osório e o Abrahans e por fim o brasileiro ganhou e ficou acordado que a cada Osorio produzido o governo Saudita pagaria um para o exército Brasileiro,acreditam?negocio da china!porem…porem..alguma coisa deu errado que nao foi concluido a venda,sendo assim o americano saindo como vencedor,alguns dizme em sabotgem contra a engesa…mas enfim..preferimos comprar os sucateados Gerpards alemães…tem os armamentos tambem,temos a IMBEL para as trocas dos grandes e pesados M964 FAL e PARA-FAL, 7,62m,Berretas,FAPs, .50 e outras mais por armas táticas leves e as de grosso calibre por versões novas,pois nao é a nossa fronteira marítima que precisa de proteção,nossos céus e principalmente as nossas fronteiras terrestres precisam de uma maior visibilidade em termos de medidas de segurança e manutençao da soberania do País.Do alto dos meus 24 anos eu ainda tenho a experança de ver em um futuro o meu país realmente se tornar um potência militar de impor respeito,depende de nós mesmo…nós nao podemos desisitir do Brasil e a partir que nossos governantes tomarem ciência as coisas mudam!
    “BRASIL ACIMA DE TUDO,ABAIXO SOMENTE DE DEUS!”

    Curtir

  47. O Brasil em terra e no mar é tao grande e só tem um porta avioes velho e sucateado comprado da França para nos proteger pelo mar no Oceano Atlântico. Que vergonha. O Brasil é rico mais nao sabe usar a sua riqueza e por isso tem aparencia de bonito e pobre. E ainda quer fazer ou comprar um enorme e poderoso novo porta avioes com nome de POISEDON,kkkkk. Meu Deus ! Ja tem anos que o governo brasileiro fala que vai comprar apenas 36 caças de guerra e nunca compra. SSemre tem uma desculpa. Acho que a soluçao pra defesa do nosso mar oceanico é continuar com esse porta avioes que ja temos e fazer uma nova base aerea em uma ilha desabitada no meio do Oceano atlantico tipo igual a ilha de Fernando de Noronha la no Nordeste..Pronto. Mas dessa vez uma ilha com uma base aerea naval no Oceano na direçao do sudeste brasileiro.

    Curtir

  48. Alguem ai falou que o Brasil nunca entrou numa guerra. Mais que absurdo ouvir ou ler isso. Vc precisa estudar mais historia do Brasil. Mais é claro que o brasil ja esteve em guerras : A guerra do Paraguai onde o brasil lutou por terra e por mar no rio cujo nao lembro o nome. E o Paraguai foi quase todo exterminado.E graças também ao serviço militar doa escravos negros que receberam a promessa de ganharem a liberdade da escravidao com suaa familias caso voltassem vivos da guerra. E tambem o Brasil participou da segunda guerra Mundial la na Itália e alguns submarinos alemaes vinheram atacar o Brasil pelo oceano la no Nordeste nos mares de Pernambuco mais foram abatidos pela nossa Marinha de guerra.

    Curtir

  49. sidney camargo

    Referente a matéria e ao Brasil ter um dia este porta aviões,deixo aqui meu breve comentario e analise sobre um dia a marinha do Brasil possuir esta embracação.
    Minha analise é a seguinte : KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK JAMAIS !

    Curtir

  50. PEDRO SOUZA DA CUNHA

    Reputo de “Excelente” a reportagem acima apresentada sobre o provável novo NAe a ser adquirida pelo Governo Brasileiro.!!!!

    Curtir

  51. o brasil nao esta em primeiro nem em ultimo eu acho que o brasil esta bem posicionado em relaçoes aos paises da america do sul

    Curtir

  52. eu acho que o brasil precisa sim se aquipar com porta avioes e submarinos nucleares,pq apesar do brasil naum ser um país de guerras,nos precisamos ter pelo menos meios de nos defendermos,pq sabemos que muitos países tem olhos grandes pra cima do nosso país,e uma marinha bem equipada assim como nosso exercito e aeronatica seriam uma força intimidadora que concerteza faria qualquer país do mundo pensar duas veses antes de querer tentar alguma coisa contra no brasil.
    o brasil é um país passifico mas naum indefeso.

    Curtir

  53. Façam uma engenharia reversa no Opalão que só fica no dique seco, vai ficar mais barato

    Curtir

  54. Lippe Sallea

    Tomara que o Brasil adquira dois portaaviões porque nossa amazônia azul é muito grande embora que seja muito caro mas vale a pena gastar muito mais para podermos demostrar nossa força

    Curtir

  55. William André Dos Santos

    Obs…Com essa corrupção dos políticos não vamos chegar a lugar nenhum. Somente Deus e as Forças Armadas podem nos salvar ok. FORÇAS ARMADAS NAS RUAS JÁ OK.

    Curtir

  56. Seria inviável ao Brasil uma NAE que não seja a de propulsão nuclear.
    a nae convencional tem um alto custo em combustível

    Curtir

  1. Pingback: Israel ha atacado la Franja de Gaza - Page 123

Esse espaço é para debate de assuntos relacionados ao Blog, fique á vontade para comentar!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: