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EUA planejam ampliação recorde de sua frota militar

 

Navios norte-americanos no oceano Índico

A Marinha dos Estados Unidos planeja aumentar o número de seus navios para a cifra de 355, naquilo que será a maior ampliação da frota desde os anos 1980, informou o portal DefeseNews.

Atualmente a Marinha dos EUA conta com 308 navios. Segundo a última avaliação da estrutura de gestão da Marinha norte-americana, a frota receberá mais um porta-aviões, 16 navios de grande porte, 18 submarinos de diferentes categorias, bem como quatro lanchas de desembarque, três bases móveis de logística militar e cinco navios de suporte de desembarque. O documento, ao qual o portal teve acesso, não contém informação sobre o aumento de contingente. No entanto, fontes militares do DefenseNews informaram que a Marinha pretende aumentar o número de caças Boeing F/A-18E/F Super Hornet. Segundo outras fontes do portal, os militares pretendem ampliar o contingente da Marinha até 340-350 mil pessoas. Atualmente a Marinha dos Estados Unidos conta com 234 mil pessoas a seu serviço.  Mais cedo, o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, declarou pretender aumentar a frota militar norte-americana para 350 embarcações. Os militares norte-americanos reavaliaram os seus planos de ampliação para cima, pois, segundo a fonte, esperam que o novo presidente ajude a reduzir a rigidez orçamentária para aquisições desse tipo.

Fonte: https://br.sputniknews.com/defesa/201612167197862-EUA-amplia-frota-militar-recorde/

E se… Os EUA tivessem tido uma ajuda na Guerra do Vietnã?

Vietnam War 1972

Após sanções da ONU, Coreia do Norte lança mísseis

 

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A Coreia do Norte lançou nesta quinta-feira (3) vários mísseis de curto alcance em uma aparente demonstração de força, após as sanções impostas ao país pelo Conselho de Segurança da ONU, informou o Ministério da Defesa da Coreia do Sul.

O Exército Popular norte-coreano lançou, às 10h locais (22h de Brasília de quarta, 2), seis mísseis da cidade de Wonsan, no sudeste do país, informou um porta-voz sul-coreano. Os projéteis caíram no Mar do Leste (Mar do Japão), sem causar incidentes, após voar por entre 100 e 150 km, especificou o porta-voz.

A ação ocorreu cerca de dez horas depois de o Conselho de Segurança da ONU aprovar, em Nova York, uma resolução que impõe duras restrições comerciais ao país comunista em resposta a seus últimos testes nucleares e com mísseis de longo alcance.

O Ministério da Defesa da Coreia do Sul iniciou uma investigação para determinar os projéteis que foram lançados, enquanto fontes consultadas pela agência local de notícias “Yonhap” afirmaram que poderiam ser mísseis KN-01 ou foguetes de 300 milímetros.

Além disso, as Forças Armadas sul-coreanas intensificaram o monitoramento dos movimentos do exército norte-coreano e reforçaram suas posições defensivas.

 

A Coreia do Norte costuma realizar o lançamento de mísseis de curto alcance – o último ocorreu em junho do ano passado – para mostrar seu poder militar como resposta ao que considera agressões externas, sejam elas resoluções da ONU ou manobras militares de Seul e Washington na região.

Por enquanto, a imprensa oficial norte-coreana não se pronunciou sobre a resolução 2270, aprovada na quarta, com votos favoráveis dos 15 integrantes do Conselho de Segurança da ONU após semanas de negociações entre Estados Unidos e China.

A resolução elevará a pressão internacional sobre Pyongyang ao impor ao regime de Kim Jong-un grandes restrições ao comércio, como a inspeção obrigatória de cargas com origem e destino no país e restrições na exportação de matérias-primas como carvão, ferro, ouro, titânio e metais de terras raras.

Além disso, proíbe a venda à Coreia do Norte de combustível aeroespacial e impõe um embargo total ao comércio de armas leves, além de sanções financeiras contra bancos e ativos norte-coreanos e contra indivíduos e entidades.

Também se destacam as medidas para garantir o cumprimento de todas as sanções, como a obrigação de realizar inspeções sistemáticas em mercadorias com destino ou origem na Coreia do Norte.

Membros do Conselho da ONU aprovaram por unanimidade a resolução (Foto: Brendan McDermid/Reuters)Membros do Conselho da ONU aprovaram por unanimidade sanções à Coreia do Norte (Foto: Brendan McDermid / Reuters)
Fonte: G1

Turquia cria obstáculos para OTAN no sul da Europa?

A Turquia recusou-se a deixar entrar nas suas águas territoriais a segunda esquadra militar da OTAN, que está se dirigindo para o mar Egeu para monitorar fluxos migratórios entre a Turquia e a Grécia e prestar apoio aos barcos com migrantes que frequentemente naufragam, disse a emissora RTBF.

Navio turco do grupo militar da OTAN TCG Turgutreis realiza manobras no mar Negro, 16 de março de 2015

Segundo a emissora, as autoridades turcas justificam a sua posição pelo fato de que o comandante de grupo de navios da OTAN, contra-almirante Jorg Klein, deve visitar Ancara para determinar a zona onde os navios ficarão.A mídia informa que Berlim e Ancara realizam negociações sobre este assunto. Além disso, segundo a RTBF, as autoridades turcas não estão entusiasmadas sobre a ideia de voltar a acolher no seu território os refugiados salvos pelos navios da OTAN no mar Egeu.

Segundo o jornal turco Hurriyet, uma fonte diplomática turca desmentiu as informações sobre a recusa de deixar entrar os navios da OTAN em águas territoriais do país.

“Não consideramos necessário reagir a informações cujas fontes não conhecemos. É evidente que são falsas e destinadas a criar uma provocação. Os trabalhos continuam para assegurar que a OTAN realiza esta atividade tal como foi planejado”, disse a fonte.

Um pouco depois, na quarta-feira (2), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores turco, Tanju Bilgic, disse que as informações sobre a indignação turca quanto ao monitoramento no mar Egeu não correspondem à realidade porque a iniciativa da ideia pertenceu precisamente à Turquia.

A decisão de enviar um segundo grupo de navios militares da OTAN para as águas territoriais da Turquia foi tomada em 11 de fevereiro na reunião de ministros da Defesa dos 28 países da aliança.

 

Fonte: Sputnik

 

 

Comando da Marinha americana está preocupado com ascensão marítima da Rússia e China

Submarino nuclear Vladimir Monomakh

Segundo o comandante da Frota do Pacífico norte-americana, almirante Harry Harris, a unidade sofre de falta de submarinos. Os pedidos do almirante para aumentar o número de submarinos estão sem resposta. Na reunião do Comitê para Forças Armadas do Senado norte-americano Harris expressou a sua preocupação sobre que o programa do Pentágono para modernizar a frota realiza-se de forma muito lenta que é não é suficiente para alcançar os oponentes da região Ásia-Pacífico.

“As preocupações mais sérias gera o fato de uma construção intensificada devido à qual a Rússia e a China podem aumentar o número de submarinos na região Ásia-Pacífico“, afirmou a revista.

Submarino indetectado
© FOTO: TWITTER/@JPHEI

No ano passado, a Rússia completou a construção de infraestruturas da base marítima na península de Kamchatka onde poderão ser baseados submarinos do tipo Borei. Até 2020 a frota russa será composto de 8 submarinos deste tipo.

O almirante Harris destacou também que a Rússia possui a segunda Marinha mais poderosa no mundo, depois dos EUA.

O plano de construção naval norte-americano faz difícil aumentar o número de submarinos em construção porque o plano prevê uma redução de submarinos militares de 52 a 41 até 2028, diz a Foreign Policy.

 

Fonte: Sputnik

EUA querem sistema antimísseis na Coreia do Sul o quanto antes

Lanaçador de mísseis do tipo THAAD em imagem de arquivo do Exército Americano (Foto: Divulgação/Exército dos EUA)Lanaçador de mísseis do tipo THAAD em imagem de arquivo do Exército Americano (Foto: Divulgação/Exército dos EUA)

Os Estados Unidos pretendem enviar um sofisticado sistema de defesa antimísseis para a Coreia do Sul “o mais rápido possível” — anunciou o Pentágono nesta segunda-feira (7).

“Sem entrar em um calendário, queremos ver este passo dado o mais rápido possível”, disse o porta-voz do Pentágono, Peter Cook, um dia depois do lançamento de um foguete por parte da Coreia do Norte, que provocou uma condenação da comunidade internacional.

Chefes militares sul-coreanos e americanos anunciaram que vão iniciar discussões formais para estabelecer o sistema de defesa antimísseis THAAD (Terminal High Altitude Area Defense System, em inglês) na fronteira com a Coreia do Norte.

“Estamos iniciando as consultas agora e nos próximos dias com os sul-coreanos e esperamos que isso se faça de forma diligente”, acrescentou.

O sistema THAAD dispara mísseis antibalísticos para destruir mísseis inimigos dentro, ou fora, da atmosfera da Terra em sua última fase de voo.

A China se opõe firmemente à instalação de equipamentos antimísseis tão perto de suas fronteiras, mas Cook garantiu que o sistema THAAD não tem como objetivo ser uma ameaça para Pequim.

“Se o sistema THAAD for enviado para a península coreana, estará concentrado unicamente na Coreia do Norte”, insistiu.

Um funcionário da Defesa americana informou à AFP que o sistema antimísseis pode ser instalado em até duas semanas, depois de ordenado seu envio.

“Uma vez que (…) as decisões forem tomadas, esse (prazo) é possível”, comentou a fonte, que pediu para não ser identificada.

Seul diz que satélite norte-coreano entrou em órbita corretamente

Imagem da TV estatal norte-coreana mostra lançamento do foguete (Foto: Reuters/Yonhap)

O satélite lançado no domingo (7) pela Coreia do Norte entrou em órbita corretamente, informou nesta terça-feira (9) o Ministério de Defesa sul-coreano, que não pôde verificar, no entanto, se o aparelho está funcionando corretamente.

Tanto Coreia do Sul como Estados Unidos ainda não confirmaram, além disso, o sinal do aparelho, segundo publicou a agência local “Yonhap”.

No domingo, a Coreia do Norte lançou um foguete com um satélite de observação terrestre Kwangmyongsong-4, uma ação que a comunidade internacional considera um novo teste secreto de mísseis balísticos intercontinentais.

Com este novo lançamento, Seul considera que Pyongyang possui mísseis de longo alcance capazes de percorrer uma distância de voo de cerca de 12 mil quilômetros, segundo a análise feita pela Defesa.

As informações apontam, no entanto, que o regime norte-coreano ainda não conseguiu obter a denominada tecnologia de reentrada, necessária para que um míssil lançado volte à atmosfera.

Esta tecnologia de mísseis balísticos intercontinentais permite que apenas um foguete realize o lançamento de várias ogivas nucleares de maneira simultânea e com diferentes alvos.

 

Fonte: G1

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