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Você sabe qual a hierarquia da Aeronáutica?

Com essa reportagem, a gente manda pelos ares a nossa trilogia sobre a hierarquia das Forças Armadas. Vamos voar: assim como o Exército e a Marinha, a Aeronáutica possui mais de 20 postos, espalhados por 22 grupos diferentes. Dentre esses grupos, os que efetivamente entram em combate são o Quadro de Infantaria e o Quadro de Aviação.

A Infantaria é o braço da Aeronáutica que atua em terra firme, cuidando da segurança de bases aéreas e de aeroportos em tempos de paz e pegando em armas para batalhas terrestres durante as guerras – apesar de recebem treinamento de combate, os militares da Infantaria da Aeronáutica têm função primordial de defesa. Já o Quadro de Aviação, como o próprio nome diz, reúne os oficiais que pilotam os aviões militares do país. Para fazer parte desse grupo, é preciso ser no mínimo tenente, estudando por pelo menos quatro anos na Academia da Força Aérea e passando por um curso específico para voar.

Os aviões vão para o ar com uma estrutura bem enxuta. Em modelos pequenos, como os caças F-5, só há espaço para uma pessoa, que é ao mesmo tempo piloto e comandante da aeronave, que responde diretamente às ordens do líder do esquadrão ou do grupo. Em aeronaves maiores, como as usadas para transporte de tropas, costuma haver um primeiro-piloto que atua como comandante e um segundo-piloto ou subcomandante. Para subir de posto na hierarquia da Aeronáutica, o militar precisa ter bastante tempo de carreira, passar por avaliações de desempenho e participar de diversos cursos de atualização – o processo é bem parecido com o que ocorre no Exército e na Marinha.

Um último detalhe: é bom esclarecer que nem sempre a maior patente está ligada ao comando do avião mais poderoso. Como os comandantes das aeronaves são pilotos, eles precisam fazer cursos específicos para aprender a operar novos modelos. Por isso, pode acontecer de um capitão mais bem treinado comandar um avião invocadão no lugar de um coronel que não fez os cursos necessários.

Livres para voar
Para pilotar um avião, é preciso passar por um curso específico e chegar a tenente

 

Posto

Soldado

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Ocupando o posto mais baixo da hierarquia, o soldado cuida da segurança das bases da Aeronáutica

Posto

Taifeiro

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

É um tipo de soldado que ajuda nos serviços de cozinha nas bases aéreas

Posto

Cabo

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Lidera as esquadras, pequenas unidades formadas por um cabo e quatro soldados

Posto

Terceiro-Sargento

Segundo-Sargento

Primeiro-Sargento

Suboficial

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Militares com essas patentes comandam os chamados grupos de combate, que reúnem duas esquadras

Quadro de aviação

O Quadro de Aviação não possui os chamados “graduados”, nome dado aos militares de menor patente. Para ingressar nessa arma, o candidato precisa fazer um curso de quatro anos na Academia de Força Aérea para aprender a pilotar. Depois da formatura, ele sai do curso como tenente

Posto

Segundo-Tenente

Primeiro-Tenente

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Na infantaria, esses militares chefiam pelotões, formados por três grupos de combate

Quadro de aviação

Quando o militar chega a segundo-tenente, ele já pode pilotar aviões

Posto

Capitão

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Lidera as companhias, englobando três pelotões, com cerca de 90 militares

Quadro de aviação

Comanda as esquadrilhas, pequenos agrupamentos de aeronaves. Geralmente, elas servem para a formação de pilotos

Posto

Major

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Responsável pelos batalhões de Infantaria, que têm de 180 a 450 militares

Quadro de aviação

Lidera os esquadrões, grupos com em média três ou quatro aviões do mesmo tipo — um conjunto de caças F-5, por exemplo

Posto

Tenente-Coronel

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Comanda os batalhões especiais de infantaria, unidades estratégicas, que podem ser deslocadas para regiões de fronteira

Quadro de aviação

Comanda os grupos, conjuntos de três ou quatro aviões que podem ser de tipos diferentes — um grupo de caças F-5 e Mirage, por exemplo

Posto

Coronel

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

O militar da mais alta patente possível nesse braço da Aeronáutica é responsável pelo comando terrestre de toda a Infantaria

Quadro de aviação

Responsável por uma das 19 bases aéreas do Brasil. Elas podem ser consideradas os “quartéis” da Aeronáutica

Posto

Brigadeiro

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

A partir dessa graduação, não há postos para militares de hierarquia superior na Infantaria. Quem quiser seguir carreira pode mudar para a Aviação, mas precisa estudar na Academia de Força Aérea. Como por lá só podem iniciar o curso pessoas com no máximo 20 anos de idade, os poucos aviadores que vêm da Infantaria são cabos ou soldados, postos em que a média de idade é baixa

Quadro de aviação

Comanda uma das três Forças Aéreas (FAE) que compõem a Aeronáutica: uma cuida dos helicópteros, outra dos aviões de transporte e a terceira de aeronaves de ataque, como os caças

Posto

Major-Brigadeiro

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

A partir dessa graduação, não há postos para militares de hierarquia superior na Infantaria. Quem quiser seguir carreira pode mudar para a Aviação, mas precisa estudar na Academia de Força Aérea. Como por lá só podem iniciar o curso pessoas com no máximo 20 anos de idade, os poucos aviadores que vêm da Infantaria são cabos ou soldados, postos em que a média de idade é baixa

Quadro de aviação

Responsável por um dos sete Comandos Aéreos Regionais (Comar) do país, que juntos supervisionam todo o espaço aéreo do Brasil

Posto

Tenente-Brigadeiro

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

A partir dessa graduação, não há postos para militares de hierarquia superior na Infantaria. Quem quiser seguir carreira pode mudar para a Aviação, mas precisa estudar na Academia de Força Aérea. Como por lá só podem iniciar o curso pessoas com no máximo 20 anos de idade, os poucos aviadores que vêm da Infantaria são cabos ou soldados, postos em que a média de idade é baixa

Quadro de aviação

Supervisiona o Comando Geral do Ar (Comgar), que reúne todas as cerca de 800 aeronaves de combate e decide as ações militares da Aeronáutica

Posto

Tenente-Brigadeiro escolhido pelo presidente da República

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Entre os oficiais de mais alta patente, um deles é escolhido para comandar toda a Aeronáutica. Acima dele, pode existir o marechal-do-ar, cargo criado apenas em tempos de guerra

Posto

Ministro da Defesa

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Respondendo diretamente ao presidente, o ministro da Defesa dirige as Forças Armadas e toma as decisões mais importantes em relação à organização das tropas. Ele não precisa ser, necessariamente, um militar.

 

Fonte: Mundo Estranho

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Forças Armadas reagem à indicação de deputado para Ministério da Defesa

A informação de que Michel Temer escolheu o deputado Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG) para o Ministério da Defesa caiu como uma bomba nas Forças Armadas. À Folha, um general da cúpula militar disse ser “inacreditável” e espera “que a indicação não se confirme”.

Em tom de desabafo, o militar disse que é “inacreditável que um menino de 36 anos venha a comandar homens de mais de 60 anos, num momento delicado de crise no país, às vésperas de uma olimpíada”.

Nesta quarta-feira (11), o vice-presidente recebeu a bancada dos deputados do PMDB mineiro no Palácio do Jaburu, acompanhada do vice-governador de Minas, Antônio Andrade (PMDB). Na saída do encontro, deputados que estiveram com o vice informaram que Temer fez o convite para Newton Cardoso Jr. assumir a pasta da Defesa, responsável pelo comando do Exército, Marinha e Aeronáutica.

Até dentro do PMDB a informação foi mal recebida. Um líder peemedebista disse que a indicação, se confirmada, será uma tragédia. O peemedebista destacou que o deputado mineiro não tem nenhuma tradição na área nem experiência para comandar as Forças Armadas.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Jornal britânico vê risco de intervenção militar e sugere renúncia ou novas eleições

O jornal britânico The Observer defendeu em editorial, neste domingo (20), que a presidente brasileira Dilma Rousseff renuncie ou que sejam convocadas novas eleições “se ela não consegue restabelecer a calma” no país.

O Observer é a versão dominical do jornal The Guardian, de linha editorial de centro-esquerda.

“Uma preocupação óbvia é que esses protestos (contra e pró-governo), se saírem do controle, poderiam degenerar em violência desenfreada e no risco de intervenção pelas Forças Armadas”, diz o jornal, um dos principais da Grã-Bretanha, no editorial intitulado “A visão do Observer para o Brasil”.

“A democracia brasileira, restaurada em 1985 depois de 20 anos de ditadura militar, não chega a ser uma planta tão robusta que não possa ser desenraizada novamente por uma combinação de fracasso político e emergência econômica. O dever de Dilma é simples: se ela não pode restabelecer a calma, tem de convocar novas eleições – ou sair.”

O cientista político da consultoria Tendências, Rafael Cortez, porém, explica que, em um sistema presidencialista como o brasileiro, Dilma não tem o poder de convocar novas eleições.

“O mecanismo institucional para a convocação de novas eleições aqui seria ou uma renúncia coletiva da presidente e do vice (Michel Temer) ou a cassação da chapa (Dilma-Temer) por uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em função de irregularidades na campanha. Talvez tenha havido alguma confusão com o sistema parlamentarista”, afirma.

Lembrando que a Olimpíada de 2016 será realizada no Rio de Janeiro, o Observerressalta que os países que recebem o evento normalmente tentam apresentar sua face mais atrativa para a audiência global. “Esse não é o caso do Brasil”, diz.

“Por coincidência ou não, uma série de problemas sérios do país estão se agravando aos olhos do público”, completa, mencionando a recessão econômica, a crise política, o surto de zika, e o “alto índice de criminalidade em cidades como o Rio”.

Segundo o jornal, esses problemas podem “tirar um pouco do brilho” da Olimpíada no Brasil.

Economia

Para o Observer, os problemas econômicos brasileiros em parte foram causados pela queda das commodities no mercado global, mas “uma expansão fiscal imprudente” e as “políticas intervencionistas” de Dilma também contribuíram para reduzir os níveis de confiança no país. “Parte do sofrimento brasileiro foi autoinfligido”, defende.

No editorial, o jornal também opina que é uma “simplificação” ver a crise brasileira e os problemas do governo do PT como parte de um refluxo de uma “onda rosa” socialista na América Latina.

“Em uma semana em que o (presidente dos EUA) Barack Obama faz uma visita histórica à Cuba, abrindo caminho para o capitalismo de livre mercado como alternativa à tradição comunista e coletivista da ilha, os problemas brasileiros podem ser vistos como nova evidência do refluxo da ‘onda rosa’ socialista na América Latina. Com a morte de Hugo Chávez, a revolução bolivariana na Venezuela está de joelhos. A Argentina, que Obama visitará depois, deu uma guinada à direita”, diz o jornal.

“(Mas) essa é uma leitura equivocada e simplista. Como o Brasil mostra, os líderes da esquerda fizeram muitos erros. Mas não é sua ideologia que está sendo rejeitada – e sim sua incompetência e ilegalidade”, opina.

O artigo despertou uma série de críticas no website do jornal.

Para alguns leitores, o Observer errou ao ignorar como a questão “ideológica” teria contribuído para a crise. “Os erros que arruinaram a economia brasileira vieram diretamente da ideologia deles (PT) – intervencionismo, falta de reforma das leis trabalhistas, excesso de gastos (…)”, diz o leitor identificado como “Originalpseudonym”.

Outros reclamam que o jornal ignorou as manifestações de apoio ao PT e as críticas à operação Lava Jato. “A ‘farsa’ da Lava Jato, além de ter um impacto econômico, pegou ‘atalhos em procedimentos legais'”, diz o leitor “CariocaEoin”.

 

Fonte: Uol

Comando da Marinha americana está preocupado com ascensão marítima da Rússia e China

Submarino nuclear Vladimir Monomakh

Segundo o comandante da Frota do Pacífico norte-americana, almirante Harry Harris, a unidade sofre de falta de submarinos. Os pedidos do almirante para aumentar o número de submarinos estão sem resposta. Na reunião do Comitê para Forças Armadas do Senado norte-americano Harris expressou a sua preocupação sobre que o programa do Pentágono para modernizar a frota realiza-se de forma muito lenta que é não é suficiente para alcançar os oponentes da região Ásia-Pacífico.

“As preocupações mais sérias gera o fato de uma construção intensificada devido à qual a Rússia e a China podem aumentar o número de submarinos na região Ásia-Pacífico“, afirmou a revista.

Submarino indetectado
© FOTO: TWITTER/@JPHEI

No ano passado, a Rússia completou a construção de infraestruturas da base marítima na península de Kamchatka onde poderão ser baseados submarinos do tipo Borei. Até 2020 a frota russa será composto de 8 submarinos deste tipo.

O almirante Harris destacou também que a Rússia possui a segunda Marinha mais poderosa no mundo, depois dos EUA.

O plano de construção naval norte-americano faz difícil aumentar o número de submarinos em construção porque o plano prevê uma redução de submarinos militares de 52 a 41 até 2028, diz a Foreign Policy.

 

Fonte: Sputnik

Criação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica marcou anos 50

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De uma cidade escolhida pelas condições climáticas como local de tratamento de pacientes com tuberculose a polo de desenvolvimento nacional. A mudança vivida pela cidade de São José dos Campos (SP) é marcada pela criação do Centro Técnico de Aeronáutica, idealizado pelo então Coronel Casimiro Montenegro Filho. O CTA foi erguido para abrigar dois institutos científicos: um para o ensino superior, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), e outro para pesquisa e desenvolvimento nas áreas de aviação militar e comercial, o Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento (IPD). As obras de construção do ITA foram concluídas em 1950.

Com uma indústria mínima, incapaz de fabricar até bicicletas, o Brasil iniciava os anos 50 buscando a formação de engenheiros aeronáuticos altamente qualificados, seguidos por novas especializações em eletrônica, mecânica, infraestrutura e computação, com visão de que esses primeiros passos seriam decisivos para o futuro do País. “Saí de lá convicto de que José da Silva não é pior do que John Smith”, afirma o ex-ministro e um dos fundadores da EMBRAER, Ozires Silva, ex-aluno do ITA.

Ao longo de mais de seis décadas, o ITA formou mais de 5.000 engenheiros. As contribuições das pesquisas estão nas mais diversas áreas: telecomunicações, informática, infraestrutura aeroportuária, automação bancária, transporte aéreo e indústria automobilística. A solução para os motores a álcool, por exemplo, surgiu no CTA, na década de 70.

Primeiros alunos do ITA em aeronave da FAB  Arquivo ITA“Plano Smith” – A concepção do CTA surgiu em meados da década de 40 por meio do Coronel Casimiro Montenegro. A ideia era criar uma escola de engenharia aeronáutica nos modelos do Massachussets Institute of Technology (MIT) e o Wright Field, nos Estados Unidos. O Coronel lutou para que o País alcançasse, além do avanço tecnológico, desenvolvimento educacional e científico.“O professor repetia sempre que se o Brasil quisesse fabricar aviões deveria, antes, fabricar engenheiros e técnicos”, lembra o ex-aluno de Casimiro, Ozires Silva.

Em 1953, saiu do papel o primeiro órgão nacional voltado para a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologia aeronáutica: o Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento. Mais tarde, o Departamento de Aeronaves desse instituto daria origem à EMBRAER, criada em 1969.

Ao longo dos primeiros 10 anos, o ITA firmou-se como uma escola de engenharia diferenciada. Adotava a estruturação acadêmica por departamentos. Professores e alunos moravam no campus, o que facilitava o regime de dedicação exclusiva e a interação inédita entre mestres e estudantes. A concessão de bolsas aos alunos foi outro ponto importante e inovador. Diferentemente da maioria das escolas de engenharia do país, o ITA tinha um currículo dinâmico que se renovava anualmente.

O sucesso do modelo influenciou a orientação do ensino superior no país. Teve reflexos ainda na composição do novo currículo do curso de engenharia aprovado em 1976. A pós-graduação do ITA, estruturado no modelo americano, também foi pioneiro no país e influenciou a pós-graduação brasileira.

Hoje, o ITA oferece seis cursos de engenharia: Aeroespacial, Aeronáutica, Civil-Aeronáutica, Computação, Eletrônica e Mecânica-Aeronáutica. A duração de cada um é de cinco anos, sendo que os dois primeiros são comuns a todas as especialidades.

Já o antigo CTA deu origem ao atual Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), constituído pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), Instituto de Estudos Avançados (IEAV), Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV) e Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), além do próprio ITA e unidades de apoio.

 

Fonte: Força Aérea

Forças Armadas pelo Mundo: Nigéria

As Forças Armadas Nigerianas foram criadas em 1960, e são compostas pela: Força Aérea, Marinha e Exército. Desde de sua criação atuaram em revoltas internas, Crise do Congo, Guerra da Biafra, Guerra civil de Serra Leoa e atualmente no combate aos grupos guerrilheiros/terrosistas no  Delta do Níger.
Exercito Nigeriano (Nigerian Army NA)

A força terrestre nigeriana conta com aproximadamente 100.000  soldados e é dividido da siguinte forma:

  • A 81ª Divisião (conforme tradução do G&A pode se referir a unidade) sediado em Lagos, é a principal unidade de combate.
  • 214 Batalhões de reconhecimiento.
  • 65 Batalhões mecanizados
  • 81 Batallhoes de infantaria motorizados
  • 223 Batalhoes de infantaria
  • Um regimento de engenheiros

Regimentos do exército nigeriano participaram e ainda participaram de missões de paz da ONU na ex-Yugoslavia, Somalia, Ruanda e Angola.

Vehículos de Combate:

136 carros de asalto MBT Vickers MK-III
 
 
100 carros de asalto MBT T-55
 
77 carros de asalto MBT T-72

140 carros de combate ligeiros Alvis Scorpion FV-101

 
 
16 carros de combate ligeiros Alvis FV-601 Saladin 
 
16 carros de combate e reconhecimento ARV 6×6 Panhard ERC-90 
 
120 carros de combate e reconhecimento ARV 4×4 Panhard AML-90
 
60 carros de combate e reconhecimento 4×4 Panhard AML-60 


50 veículos de reconhecimento armados ARV 4×4 Fox
5 veículos de reconhecimento armados Alvis Scimitar
75 veículos de reconhecimento armados ARV 6×6 Engesa EE-9 Cascavel
 
71 Veículo Leve Blindado de Transporte  de tropas APC 6×6 Engesa EE-11 Urutu 

10 Blindados de transportes  de tropas APC Alvis FV-603 Saracen
 
250 Blindados de transportes  de tropas APC Steyr 4K7FA-G127
 


67 Blindados transportes  de tropas APC MT-LB

 
70 Blindados de  transportes  de tropas APC 6×6 MOWAG LAV Piranaha 
6 transportes  APC BTR-60

47 transportes de tropas APC 8×8 BTR-3U (30 BTR-3UN, 6 BTR-3UK, 4 BTR-3UR, 7 BTR-3E/14.5)
47 transportes  de tropas APC Gaz BTR-80UM 
 
18 transportes  de tropas APC 4×4 Panhard M-3
 

20 transportes de tropas APC 4×4 Saxon

11 Lança Mísseis autopropulsados MRL BM-21 Grad/9K51/APR-21

 
27 canhões autopropulsados SPH Palmaria de 155mm
 
48 canhões autopropulsados Bofors Archer FH-77BW
 
30 sistemas auto propulsados anti aéreos ZSU-23-4 
 
72 veículos de exploração 4×4 VBL
 
193 vehículos de exploraçao 4×4 Otokar Cobra 
 
 
15 carros de recuperação Vickers ARV
15 Blindado Steyr 4KH7FA-SB-20

 
18 carros lança pontes Vickers AVBL
 
Veículos ARV Steyr 19S25 4×4
 
Veículos  ARV Steyr 32S29 6×6
 
Artilharia remolcada

200 morteros de 81 mm L16

100 morteros de 82 mm M-43
30 morteros de 120 mm Brandt
25 canhões de 155 mm Bofors FH-77
200 canhões de 122 mm D-30
18 canhões de 105 mm OTO Melara Mod 56
200 canhões de 100 mm M-56
7 canhões de 130 mm M1954 (M-46)

Caminhões e Veículos ligeiros 
 
SDP 700 4×4
Mercedez Benz Unimog
Steyr M14
Pinzgauer 4×4
Land Rover 4×4
Armamento ligero

Fuzil de asalto FN FALHeckler & Koch G3Beretta BM59AK-47/OBJ-006, AKMM16, FN FNCBeretta AR70/90SIG SG 540
Sub fuzis Heckler & Koch MP5Beretta M12Uzi
Metralladoras Sterling, FN MAGM2 Browning

Sistemas anti aéreos

48 lança mísseis portátiles MANPADS Blowpipe
100 lanza mísseis portatieis MANPADS SA-7 Grail

16 sistemas antiaéreos auto propulsados com misseis Roland

Canhões anti aéreos Bofors de 40 mm
20 canhões bi tubos ZU-23-2

Sistemas anti tanque

Mísseis anti tanque Swingfire

30 lança mísseis de 84 mm RCL Carl Gustav
lança mísseis RPG-7
lança mísseis de 106 mm RCL M40

_____________________________________________________
Marinha da Nigeria (Nigerian Navy NN)

 Esta dividida nas seguintes unidades:

 

  • Comando Naval do Oeste, em Lagos
  • Comando Naval do Leste, em Calabar.
  • Comando Naval de Treinamento (NAVTRAC/ No Brasil equivale a Escola Naval), opera todas aas escolas navais e o colegio de engenheiros navais.
  • Comando de Logística, baseado em Oghara.
  • Comando de Aviação Naval com quartel general em Ojo.
 
 
Navios da Marinha da Nigeria
 
1 fragata de mísseis FFG Clase MEKO 360H1, construida na Alemanha, incorporada a NN en 1982, esta equipada con mísseis anti navio Otomat Mk1 anti aéreos Aspide

F89 NNS Aradu

1 fragata de patrulla oceanica Classe Hamilton, adquirida dos E.U. em 2012.

F90 NNS Thunder ex USCGC Chase (WHEC-718)

2 corvetas lança mísseis Classe Vosper Thornycroft MK3 

F81 NNS Dorina
F82 NNS Otobo

1 corveta lança mísseis Classe Vosper Thornycroft MK9 

F83 NNS Erinomi

O Navio F84, deu baixa em  2004 após um grave incêndio.

2 Patrulhas oceanicas OPV P18N

1 patrulha oceanica Classe Andoni, construida na Nigeria, incorporada em 2012

P100 NNS Andoni
1 patrulha costera Clase Lurssen FPB57 
P179 NNS Damisa

3 patrullhas  Classe La Combattante IIIB construidas na França

P182 NNS Ayam

2 patrulhas costeiras Classe Sea Eagle, construidas em Singapura
P174 NNS Burutu
P       NNS Zaria

2 + 4 patrulhas costeiras Clase Shaldag MK2/3 adquiridas em 2009

4 + 10  patrulhas coesteiras Classe Manta MK.II construidas em singapura a partir de 2009.

NNS Zaria
NNS Burutu
5 patruollhas costeiras de alta velocidade Clsase Defender Boat (RB-S) 
 
 
4 Lanchas de patrulha costeira Classe Argungu, construidos na Alemanha
P165 NNS Argungu
P166 NNS Yola
P169 NNS Bras
P170 NNS Epe
4 Patrulhas costeiras Clase Makurdi, construidas na Gran Bretanha

P167 NNS Makurdi

P168 NNS Hadejia
P171 NNS Jebba
P172 NNS Oguta
3 Patrulhas costeiras Classe OCEA de 24 mts , construidasna França, incorporadas em 2012
P175
P176
P177

2 Varredores de minas costeiros Classe Lerici

M371 NNS Ohue
M372 NNS Barama

1 Lanchas de desembarcque anfibio LST construidos na Alemanha

LST1312 NNS Ambe
1 navio  de salvamento Classe Bulldog, construido na Gran Bretaña
A498 NNS Lana
1 Navio auxiliar
A497 NNS Ruwan Yaro
3 buques de patrulla oceánica Clase C (Iris) construidos na década de 40, para a (Guarda Costeira Americana), transferidos a Nigeria em 2003

A501 NNS Kyanwa ex USCGC Sedge (WLB-402)

A503 NNS Nwamba ex USCGC Firebush (WLB-393)
A504 NNS Obula ex USCGC Sassafras (WLB-401)
1 navio de patrulla oceanico Clase A (Cactus) Comisionado em 1942, transferido da U.S Coast Guard.

A502 NNS Ologbo ex USCGC Cowslip (WLB-277)

1 Navio Escola 
NNS Amariya

Aviación Naval



4 helicópteros utilitarios embarcados Augusta A109

________________________________________________________________________
NAF LOGO.jpgForça Aérea de Nigeria ou Nigerian Air Force (NAF)
 
Aeronaves da NAF
 
Aviões de combate
 
11 caças bombardeiros monoplace Chengdu F-7N1 Airguard

Aviões de treinamento:
 
2 biplaces de treinamento avançado Chengdu FT-7N1 Airguard
12 biplaces de treinamento avançado e ataque ligeiro Dassault-Breguet/Dornier Alpha Jet A 
 
 
+12 biplaces/bipostos de treinamento avançado e ataque ligeiro Aermacchi MB-339 
 
17 biplaces de treinamento e ataque ligeiro Aero L-39 Albatros
 
 
60 biplaces de treinamento básico Van’s Aircraft RV-6A

Aviões de transporte
 
5 transportes táticos Lockheed Martin C-130H/H-30 Hercules 
 
 
5 transportes tácticos Alenia G.222 

6 transportes ligeiros Dornier Do 228 
 
 

1 transporte VIP Boeing 737-7N6BBJtransporte presidencial

 
1 transporte VIP Gulfstream II 
 
1 transporte VIP Gulfstream G-VSP 550 
 

2 transportes VIP Dassault Falcon 7X 

 
8 transportes ligeiros Dornier Do 128
Aviões de Patrulha M marítima
 
2 aeronaves de patrulha marítima ATR 42MP

Helicópteros
7 helicópteros utilitarios Agusta A109

6 + 7 helicópteros utilitarios e de observação Agusta AW 109E LUH 

1 helicópteros de transporte VIP Agusta AW-139 

5 helicópteros de transporte Aérospatiale SA 330 Puma 

3 helicópteros de transporte Eurocopter AS 332 Super Puma 

8+3 helicópteros de ataque Mil Mi-35 Hind 

3 + 6 helicópteros de transporte Mil Mi-171 

2 helicópteros de treinamento Robinson R66

12 helicópteros utilitarios e treinamento Mil Mi-34 Hermit 


5 helicópteros utilitarios e de observação MBB Bo 105 

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Guerra & Armas, Adaptação para o Português do Brasil: Editor-Chefe, Francisco Santos.
Algumas palavras foram adaptadas para o Português.
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