Engesa/Agrale Marruá

Agrale Marruá é uma viatura desenvolvida para o uso militar, para o transporte de pessoal e/ou carga em qualquer terreno, onde a robustez a confiabilidade e a segurança são seus maiores atrativos. Desenvolvido com base no jipe militar EE-12 da extinta Engesa , possui várias melhorias de projeto especialmente elaboradas para cumprir o Requisito Técnico Básico 063/94 do Exército Brasileiro, para uma Viatura de Transporte Não Especializada (VTNE) ½ tonelada 4×4. O Agrale Marruá apresenta diferentes versões que permitem a instalação de diversos tipos de equipamentos para o uso militar (metralhadora 7,62 mm ou 12,7 mm, lançador de míssil anticarro, canhão sem recuo de 106 mm, entre outros), como também versões para o mercado civil de utilitários.
Histórico de desenvolvimento
Com a falência da Engesa (Engenheiros Especializados S. A.) no início dos anos 90, ex-funcionários da fabricante de veículos militares adquiriram os direitos do jipe Engesa EE-4/EE-12 e o aperfeiçoaram para servir como principal viatura de transporte 4×4 das Forças Armadas brasileira. Três protótipos foram construídos e um foi submetido a testes para homologação pelo Exército Brasileiro, a fim de substituírem aos vetustos jipes em uso pelas Forças Armadas. O potencial do projeto para servir como viatura de transporte de pessoal e/ou carga para as Forças Armadas tanto do Brasil como de outros países, serviu de incentivo para que em 2003 a Agrale anunciasse que iria investir onze milhões de reais no projeto para desenvolvê-lo e dar início a produção seriada do Marruá a partir de fevereiro de 2004. Após uma bem-sucedida campanha de provas feita pelo Centro de Avaliações do Exército (CAEx), o Marruá (touro selvagem e bravio do pantanal) foi homologado em 2005 pelo Exército Brasileiro, que finalmente encomendou um lote-piloto de oito unidades para testes finais de aceitação.[1]
Em 2008, a Marinha do Brasil através do Corpo de Fuzileiros Navais teve homologado o Agrale Marruá, que adquiriu um primeiro lote de viaturas que irão substituir as versões mais antigas dos Toyota Bandeirante em uso pela Força. Os Marruás da Marinha possuem características únicas que os diferem dos usados pelo Exército, como pintura resistente à corrosão causada pelo mar, pneus especiais para uso em terreno arenoso, assim como são configurados para o transporte de seis ocupantes.[2] Em 2010 o Exército Brasileiro começou a incorporar cada vez mais viaturas Agrale Marruá. Até o fim de 2010, mais de 200 unidades já haviam sido encomendadas pelas Forças Armadas.
Fonte: Wikipédia, Agrale e Guerra & Armas
  1. SALOMAO DAVI LEITE

    quem sabe de um urutu ou cascavel para a venda, sem armas, o veiculo sera usado como jeep nas fazendas, de preferencia um veiculo anfibio, e se souber quanto pode custar, mande o

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  2. testei o marruar na mina em sergipe da vale nao gostei ele e muito forte mais muito duro cheio de peças de gol.

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  3. Pense em uma viatura RUIM ! ela é a MARRUÁ ! pqp…

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  4. O que agente vê é que as indústria militares quando projetam seus veículos,parece que é feito somente para áreas, do sul, sudeste e centro oeste,esquecem de projetar veículos para áreas da Amazônia Brasileira,,,ou será que é porque a própria Amazônia já é um obstáculo natural pra qualquer,,, pois sabemos e não precisa ser tão inteligente pra saber que uma guerra hoje aqui no Brasil seria travada na Amazônia…

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  5. joão mauricio bottega

    ruim ? Ruim para mim sempre foi aqueles cacos da segunda guerra eu duvido que uma empresa do tipo da agrale iria gastar tempo e dinheiro pra desenvolver porcaria

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  6. Pelo amor de Deus irmãos brasileiros acordem comparem as viaturas de combate americanas que estão em ação no Afeganistão e Iraq será que o Brasil com estas sucatas poderia enfrenta los NUNCA!!!!!!! NUNCA!!! nem sonhem com esta possibilidade impossível,o Brasil é pau mandado dos EUA ,e obedece sua cartilha de ordens e AI!! de nós se não obedecermos os países citados são um recado para a américa do sul.

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