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Turquia cria obstáculos para OTAN no sul da Europa?

A Turquia recusou-se a deixar entrar nas suas águas territoriais a segunda esquadra militar da OTAN, que está se dirigindo para o mar Egeu para monitorar fluxos migratórios entre a Turquia e a Grécia e prestar apoio aos barcos com migrantes que frequentemente naufragam, disse a emissora RTBF.

Navio turco do grupo militar da OTAN TCG Turgutreis realiza manobras no mar Negro, 16 de março de 2015

Segundo a emissora, as autoridades turcas justificam a sua posição pelo fato de que o comandante de grupo de navios da OTAN, contra-almirante Jorg Klein, deve visitar Ancara para determinar a zona onde os navios ficarão.A mídia informa que Berlim e Ancara realizam negociações sobre este assunto. Além disso, segundo a RTBF, as autoridades turcas não estão entusiasmadas sobre a ideia de voltar a acolher no seu território os refugiados salvos pelos navios da OTAN no mar Egeu.

Segundo o jornal turco Hurriyet, uma fonte diplomática turca desmentiu as informações sobre a recusa de deixar entrar os navios da OTAN em águas territoriais do país.

“Não consideramos necessário reagir a informações cujas fontes não conhecemos. É evidente que são falsas e destinadas a criar uma provocação. Os trabalhos continuam para assegurar que a OTAN realiza esta atividade tal como foi planejado”, disse a fonte.

Um pouco depois, na quarta-feira (2), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores turco, Tanju Bilgic, disse que as informações sobre a indignação turca quanto ao monitoramento no mar Egeu não correspondem à realidade porque a iniciativa da ideia pertenceu precisamente à Turquia.

A decisão de enviar um segundo grupo de navios militares da OTAN para as águas territoriais da Turquia foi tomada em 11 de fevereiro na reunião de ministros da Defesa dos 28 países da aliança.

 

Fonte: Sputnik

 

 

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Zakharchenko: RPD e RPL planejam juntar forças e unificar a linha de frente

Ucrania, Donetsk, Lugansk, confrontos, exercito

Foto de arquivo

As autoproclamadas Repúblicas Populares de Donetsk e de Lugansk (RPD e RPL) neste momento lutam contra o exército ucraniano a fim de juntar suas forças e fortalecer a linha da frente nos dois lados, afirmou o líder da RPD Alexander Zakharchenko.

“Há confrontos em todo o território da RPD, agora tentamos juntar-nos com RPL, e desta maneira vamos aplanar a linha de frente e libertar pelo menos uma brigada”, disse Zakharchenko respondendo às perguntas de jornalistas.Em meados de abril, as autoridades ucranianas iniciaram uma operação militar para esmagar os independentistas no leste da Ucrânia, que não reconhecem a legitimidade da nova liderança do país chegada ao poder em resultado do golpe de Estado ocorrido em fevereiro em Kiev.No âmbito da reunião do grupo de contato trilateral (Rússia – Ucrânia – OSCE) para a regulação da crise ucraniana, realizada no dia 5 de setembro de 2014 em Minsk, as autoridades de Kiev e as autoproclamadas República Popular de Donetsk e República Popular de Lugansk acordaram um cessar-fogo no leste da Ucrânia. Mas as milícias e as tropas ucranianas têm-se acusado mutuamente de violar o cessar-fogo. Nas últimas semanas, as hostilidades intensificaram-se.

Voz da Rússia

Navios da OTAN deixam mar Negro

Navios da OTAN deixam mar Negro

Os navios de guerra da OTAN que tinham participado, juntamente com navios ucranianos, de manobras no mar Negro retornaram ao mar Mediterrâneo.

O Estado-Maior General da Marinha da Rússia informou que no mar Negro estiveram a fragata canadense Toronto e a fragata espanhola Almirante Juan de Borbón. Dois dias antes, a corveta francesa Commandant Birot também rumou o sul.

Agora neste espaço aquático está presente um navio francês de reconhecimento radioeletrônico, que tinha entrado no mar Negro em 21 de setembro.

Antes disso a Rússia tinha manifestado a sua preocupação com a atividade da OTAN nos mares Negro e Báltico.

 

Voz da Rússia

Comboio de veículos militares russos passa por estrada perto da fronteira com a Ucrânia. (Foto: Maxim Shemetov/Reuters)Comboio de veículos militares russos passa por estrada perto da fronteira com a Ucrânia. (Foto: Maxim Shemetov/Reuters)

O ministro de Relações Exteriores da Ucrânia, Pavlo Klimkin, pediu que a Otan e a União Europeia ofereçam ajudam militar às tropas ucranianas que lutam contra separatistas pró-Rússia e disse que a aliança militar ocidental precisa encontrar uma nova estratégia em relação a Kiev.

O conflito que já dura quatro meses no leste da Ucrânia atingiu uma fase crítica e um líder separatista disse neste sábado (16) que rebeldes ucranianos estão recebendo novos equipamentos militares e combatentes treinados na Rússia, estando prestes a lançar uma contraofensiva às forças do governo.

Klimkin disse a uma rádio alemã que a União Europeia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) precisam avaliar o que podem e irão fazer se as regras forem quebradas, acrescentando que este foi o caso quando a Rússia anexou a península da Crimeia em março, sendo também verdade em relação às ações da Rússia em Donetsk e Luhansk mais recentemente.

“Esta é realmente uma questão dura para a União Europeia e a Otan: o que elas podem fazer se uma guerra está praticamente… sendo semeada na Europa por um país europeu?”, disse ele segundo uma transcrição de entrevista que será veiculada no domingo.

“E é por isso que, se elas disserem ‘nós não podemos fazer muita coisa’, emerge a questão: como você pode continuar a ser visto como um parceiro responsável?”

Questionado se ele estava pedindo apoio militar da UE e da Otan, Klimkin disse: “Claro que sim. Nós precisamos de ajuda militar porque se recebermos esta ajuda será mais fácil para nossas tropas em terra agirem.”

Ele disse que a Ucrânia enfrenta uma situação econômica difícil e que por isso precisa de ajuda agora, mas que esta ajuda seria ressarcida posteriormente.

 

G1

Polônia recebe primeiros Leopard 2 de nova leva de 119, da Alemanha

Leopard 2A5 - foto via MD Polônia

Conforme acordo assinado entre Polônia e Alemanha em novembro do ano passado, os poloneses receberam os primeiros 12 carros de combate Leopard 2 de um total de 119, provenientes dos estoques alemães. Esta primeira entrega, composta de carros da versão 2A5, chegou em 16 de maio à sua base em Sagan, assim como equipamentos relacionados aos veículos.

No total, serão 119 carros de combate, sendo cento e cinco da versão 2A5 e quatorze do modelo 2A4. O primeiro lote de 49 unidades deverá ser entregue até o final deste primeiro semestre de 2014, com previsão de toda a entrega ser completada em 2015. Também estão incluídos caminhões, veículos de segurança e outros, assim como equipamentos técnicos e simuladores de disparo por laser, do tipo AGDUS.

A Polônia já havia recebido 128 carros Leopard 2 dos excedentes alemães, em acordo de 2003 que incluiu 23 caças MiG-29 da ex-Alemanha Oriental.

FONTE / FOTO: Ministério da Defesa da Polônia

Polônia realiza manobras militares com participação dos EUA e Canadá

Polônia realiza manobras militares com participação dos EUA e Canadá

Estão decorrendo hoje na Polônia manobras militares envolvendo paraquedistas dos EUA e Canadá, segundo noticiam os meios de comunicação locais.

O simulacro começou na segunda-feira (05). No deserto de Bledow, no sul do país, foi treinado o desembarque de tropas e material bélico.

A partir da terça-feira, os exercícios continuam em uma área de treinamentos na zona de Zagan. Os militares treinam os hábitos de ocupar e manter sob controle uma determinada área, bem como manobras táticas.

As manobras envolvem a 6ª brigada aerotransportada polonesa, cerca de uma centena de soldados da 173ª brigada aerotransportada dos EUA e do 3º batalhão de infantaria ligeira canadense.

Na semana passada, o primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper, disse que seu país iria enviar grupos de soldados para a Polônia para participar em exercícios da OTAN em conexão com os acontecimentos na Ucrânia. Além disso, Harper anunciou que o navio de patrulhaHMCS Regina iria deixar o mar da Arábia e se juntaria à missão da OTAN na Europa de Leste.

Os exercícios decorrerão de 05 a 09 de maio.

Fonte: Voz da Rússia

No céu e no solo, caças Rafale e MiG-29 juntos na Polônia

As imagens acima e abaixo (clique para ampliar) são da visita do ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian, à Base Aérea de Malbork, na Polônia, onde quatro caças Rafale franceses cobrirão o desdobramento de quatro caças MiG-29 poloneses à Lituânia (missão da OTAN de policiamento aéreo dos países bálticos).

A visita, realizada no dia 29 de abril, contou com a presença na base do presidente da Polônia,  Bronisław Komorowski, e do ministro da Defesa do país,  Tomasz Siemoniak. Realizou-se a despedida do contingente polonês que segue para a Base Aérea de Siauliai, na Lituânia.

Rafale e MiG-29 em Malbork na Polônia  - foto Min Def Polônia Rafale em Malbork na Polônia  - foto Min Def Polônia

As autoridades polonesas reforçaram, em seus discursos, que a solidariedade entre os países da OTAN e a segurança devem caminhar juntas na resolução dos problemas, assim como o lema de “um por todos, todos por um”. O ministro francês destacou o papel da defesa no desenvolvimento da democracia e o comprometimento francês em diminuir as tensões no Leste Europeu.

Do lado polonês, essa será a quinta participação na missão de policiamento aéreo do Báltico.

Rafale em Malbork na Polônia  - foto 3 Min Def Polônia Rafale em Malbork na Polônia  - foto 2 Min Def Polônia MiG-29 em Malbork na Polônia  - foto 2 Min Def Polônia

FONTES / FOTOS: Ministério da Defesa da França e Ministério da Defesa da Polônia

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