Arquivo da categoria: Armas Brasileiras

Leopard: 41 Viaturas recuperadas

 

Santa Maria (RS) – No dia 5 de janeiro, o Parque Regional de Manutenção da 3ª Região Militar (Pq R Mnt/3) finalizou o Projeto de Recuperação das Viaturas Blindadas de Combate (VBC-CC) Leopard 1A1, que tinha por finalidade recuperar 41 carros de combate adquiridos do Exército Belga na década de 1990.
Para que essa missão fosse concluída no prazo estipulado, foi necessária a criação de uma Força Tarefa de Manutenção, estruturada com a participação de militares dos 4°, 6º e 9º Regimentos de Cavalaria Blindados, organizações militares de destino das viaturas recuperadas. Esse trabalho conjunto é um testemunho da força da união entre Unidades Operacionais e Logísticas para o cumprimento das missões mais desafiadoras.
Hoje, cada Regimento de Cavalaria Blindado (RCB) conta com um esquadrão de VBC CC Leopard 1A1, além de possuir, em seus quadros, militares experientes para manutenir rotineiramente essas viaturas. No entanto, o Pq R Mnt/3 é a Unidade Logística encarregada das missões de recebimento, manutenção e suprimento de todo o material do Projeto Leopard, tornando-se assim a OM de referência para as viaturas dessa família de blindados.
A solenidade de finalização do Projeto contou com a presença dos Comandantes dos RCB envolvidos. Durante a formatura, a última viatura blindada de combate Leopard 1A1 recuperada, pertencente ao 9° RCB, desfilou pela Alameda Gen Napion, representando todos os demais carros de combate recuperados pelo Parque.

Fonte: Pq R Mnt/3

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C Barroso (C-11): O Cruzador da MB

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Originário da Marinha dos Estados Unidos aonde atuou durante a Segunda Guerra Mundial, navegou com o nome de USS Philadelphia (CL-41). Foi construído pelo estaleiro Philadelphia Naval Shipyard, Philadelphia, [4] pertencia a Brooklyn Class a mesma classe do ARA General Belgrano afundado pelo submarino nuclear HMS Conqueror (S48) em 1982, durante a Guerra das Malvinas.
O navio foi adquirido pelo Brasil em 1951, juntamente com o C Tamandaré (C-12), uma versão modernizada do Barroso.
O Cruzador Barroso participou no episódio denominado Guerra da Lagosta, envolvendo as Marinhas Brasileira e Francesa, ocorrida no litoral do nordeste brasileiro em 1963.
 
O C-11, como também era conhecido, sofreu vários acidentes durante sua vida na Marinha do Brasil, explosões e incêndios a bordo. Em 14 de agosto de 1967, navegando em viagem de adestramento entre Salvador e o Rio de Janeiro, tendo a bordo o Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Augusto Rademaker, sofreu a explosão de uma de suas oito caldeiras, ocasionando 11 mortes. O navio ficou à matroca e foi rebocado para Salvador pela Cv Caboclo (V-19).
 
Foi desativado em 15 de maio de 1973, por Aviso nº 0423, do Ministério da Marinha, completando 22 anos de serviço. Foi vendido como sucata a uma empresa de Santos, São Paulo.

Embraer encerra atividades da Harpia Sistemas

A Embraer Defesa & Segurança anunciou decisão de encerrar as atividades da Harpia Sistemas S.A., a joint venture resultante de uma parceria com a AEL Sistemas S.A. e a Avibras Divisão Aérea e Naval S.A. iniciada em setembro de 2011, conforme um comunicado conjunto divulgado nesta quinta-feira, 7.

Ainda de acordo com as empresas, a dissolução da Harpia, criada a fim de explorar o setor de veículos não tripulados, ocorre de forma amigável e deve-se ao atual cenário de restrição orçamentária.

As companhias informaram, ainda, que os profissionais da joint venture serão realocados para outros programas, acrescentando que no futuro podem voltar a trabalhar juntas em tecnologias para as Forças Armadas brasileiras e o mercado civil.

 

Fonte: Exame

Brasil: De maior império das Américas á “anão” diplomático

Por Francisco Santos

Quem nasceu nos dias de hoje, talvez não saiba, mas já fomos um dos maiores e mais poderosos impérios que a humanidade já conhecerá, já tivemos colônia (Cisplatina/Uruguai), já travamos guerras continentais no mesmo nível bélico da Europa (Guerra do Paraguai), já desafiamos o Império Inglês chegando ao ponto de cortar relações diplomáticas e ate comerciais,  com este que era ate então a maior potência do mundo, já desafiamos a toda poderosa Espanha.

O nosso país era desenvolvido, tínhamos estradas de ferro cortando o país de norte a sul, de leste a oeste. A Armada Imperial (atual Marinha do Brasil) era temida em todo o continente, sendo uma das esquadras mais poderosas do mundo, tínhamos faculdades e escolas superiores no Rio de Janeiro, então capital do Império, nada acontecia a América latina sem que o Brasil soubesse, desse aval ou mesmo arbitrasse, todos os países viam no Império sinônimo de força e irmão mais velho do continente, eramos respeitados por todos, dos presidentes americanos aos monarcas europeus.

O Exército Brasileiro ainda era jovem, mas a Armada Imperial dava conta do recado, com navios modernos usados apenas por grandes nações como: Inglaterra, frança, Espanha e o próprio Brasil fazia-se presente em todos os cantos da nação, sendo temida pelos inimigos, O Paraguai que o diga.

Tínhamos lá nossos problemas sociais é verdade, tínhamos a escravidão, mas naquela época os EUA também o tinham, ate mesmo a própria Inglaterra indiretamente em suas colônias, e olhem que os EUA eram república, analfabetismo aquela época era normal, existiam ate mesmo nobres que não sabiam ler, naquela época leitura não tinha importância como os dias de hoje, bastemos lembrar disto.

Mas então, 1 dúzia de “pensadores” republicanos resolveram esperar a calada da noite e a doença de Sua majestade Dom pedro II, o único na história a verdadeiramente se importar com o país para coloca-lo em um barco e despacha-lo para longe do país que ele mesmo e sua família construiu com suas próprias mãos, e se instalou-se no país um regime que em  mais de 100 anos assistiu inúmeros golpes militares, revoluções sangrentas, miséria, fome, separatismo e subdesenvolvimento.

Dizia-se que a monarquia era tirana, mas na república viu-se o voto de cabresto, a violência contra a mulher, a escravidão funcional nas fábricas e minas de carvão, continuou-se com a  proibição de voto aos analfabetos, acabaram-se as estradas de ferro, vieram as rodovias, hoje todas inacabadas e esburacadas.

De Maior potência militar do continente (a frente ate mesmo dos EUA), somos hoje um “anão diplomático”, que tem a coragem ou falta de vergonha na cara de subir no palanque da ONU e defender diálogo com grupo terrorista que decapita pessoas simplesmente por elas serem de religião contrária aos dos decapitadores.

Nossas Forças Armadas são sucata pura, nossos navios outrora os mais modernos do mundo dignos de guerrear com a Inglaterra, França e Espanha, hoje não saem nem mesmo do estaleiro onde ficam eternamente em manutenção, e quando saem quebram no meio do mar.

 

 

ASTROS 2020 – EB Adquire Fieldguard 3 Fire Control

A empresa alemã Rheinmetall anunciou a encomenda do Fieldguard 3 Sistema de Rastreamento e Medição pelo Exército Brasileiro para o Projeto Estratégico do Exército

O Exército Brasileiro decidiu pelo sistema de Controle de Tiro e Rastreamento Fieldguard 3 Fire Control da empresa alemã Rheinmetall. Esta encomenda está incluída em um contrato de 2012, que totaliza o valor total, incluindo o peças de reposição no valor de €52 milhões (cerca de R$ 400 milhões). As entregas iniciaram em Maio de 2015 e serão completadas em Setembro de 2016.

O programa foi concebido em parceria da AVIBRAS Aeroespacial e a empresa Rheinmetall para as munições de longo alcance do PEE Astros 2020 Lançador Múltiplo de Foguetes. O Fieldguard 3 tem um alcance de até 100 Km.

O sistema ASTROS II em produção desde os anos 80 usava um sistema de controle da empresa suíça Contraves, que hoje integra o grupo Rheinmetall.

Está previsto que seja adquirido mais oito ou dozes unidades de Controle de Tiro Fieldguard 3. As fotos mostram o protótipo em testes já montados em um chassi Tatra como adotado atualmente pelo Exército Brasileiro

O programa ASTROS 2020 é considerado um dos sete Projetos Estartégicos do Exército Brasileiro. Prevê o desenvolvimento de novas munições como o Míssil AV-TM 300 e a munição terminal guiada AV-SS40G.

As demais munições atualmente em uso estão sendo aperfeiçoadas:
– SS-30 (30km alcance)
– SS-40 (40km alcance)
– SS-60 (60km alcance)
– SS-80 (80km alcance)
As primeiras unidades de produção já equipadas com o Fieldguard 3 deverão ser entregues ao Exército Brasileiro em 2017-2018.

 

Fonte: DefesaNet

MECTRON – Avança o Desenvolvimento do Torpedo Brasileiro

Arte do projeto do Torpedo Nacional Pesado em desenvolvimento pela MECTRON em parceria com a alemã ATLAS Eletronik. ARTE – DefesaNet

A Mectron, Empresa Estratégica de Defesa (EED) brasileira, controlada pelaOdebrecht Defesa e Tecnologia (ODT),concretizou um passo importante no seu posicionamento estratégico na área de defesa: iniciou neste ano o desenvolvimento do primeiro torpedo brasileiro com o programa do Torpedo Pesado Nacional em escala reduzida (TPNer).

O programa coloca a empresa de São José dos Campos em um seleto e restrito grupo, tornando-a a única empresa desenvolvedora de torpedos das Américas fora dos Estados Unidos e exclusiva no hemisfério sul.

O TPNer é parte dos objetivos estratégicos de longo prazo da Marinha do Brasil que a mobilizam para assegurar a proteção da Amazônia Azul, como são conhecidas as águas jurisdicionais brasileiras. O torpedo brasileiro é essencial para que o Brasil possa armar com independência e livre de fatores externos os futuros submarinos doPROSUB – Programa de Desenvolvimento de Submarinos. Os submarinos estão sendo construídos pela ICN – Itaguaí Construções Navais, sociedade da ODT com a DCNS francesa.

Apresentado na LAAD 2015 o mock up do MAN-SUP , Míssil Antinavio de Superfície. Foto – DefesaNet

Para viabilizar o desenvolvimento do torpedo em escala reduzida, a Mectron firmou uma parceria com a Atlas Elektronik, empresa alemã com mais de um século de história e uma das líderes mundiais no desenvolvimento de veículos e armamentos subaquáticos (underwater weapons). Desde o início de 2015, uma equipe altamente qualificada de engenheiros da Mectronrealiza na Alemanha a primeira fase do programa, como explica Rodrigo Carnaúba, Diretor de Sistemas e Armas Navais da ODT/Mectron:

“Para esta primeira fase, na qual estão sendo definidas as especificações do produto e as soluções sistêmicas a serem adotadas ao longo de todo o projeto, enviamos à Alemanha uma equipe de engenheiros “seniors”, com formação acadêmica de excelência e, o mais importante, profissionais com ampla experiência acumulada nos outros programas de armamentos inteligentes que a Mectron tem desenvolvido ao longo de seus 25 anos de história servindo as Forças Armadas brasileiras. Parcerias tecnológicas internacionais deste tipo já fazem parte da nossa estratégia e do nosso sistema de trabalho há anos”.

O Dr. Francisco Amorim III,Coordenador Técnico do TPNer e líder da equipe da Mectron mobilizada na Alemanha, trabalhou em programas de desenvolvimento de equipamentos espaciais, de sistemas aviônicos e na integração do míssil ar-superfície antirradiação MAR-1 em aeronaves que o utilizarão. Designado pela direção da Mectronpara o projeto TPNer, Amorim ressalta pontos relevantes para o sucesso do empreendimento:

O nosso projeto está sendo desenvolvido com a mais moderna tecnologia de torpedos disponível no mundo. O modelo de transferência de tecnologia adotado consiste num desenvolvimento conjunto, com especialistas brasileiros e alemães compondo um único time, trabalhando lado a lado. Adicionalmente, a eficácia da transferência de tecnologia somente se viabiliza pela nossa condição de agregar pessoas altamente capacitadas e com conhecimentos no desenvolvimento de armamentos inteligentes. Para tanto, a equipe foi cautelosamente selecionada para assegurar a absorção de tecnologias específicas de veículos subaquáticos.Mais um fator importante para garantir o sucesso desta transferência é o nosso propósito de construir, no tempo correto, um produto adequado tanto às necessidades da Marinha do Brasil como ao mercado internacional.”

Com um histórico fortemente associado ao desenvolvimento de armamentos inteligentes nacionais, mais especificamente mísseis e produtos/serviços a eles associados, a Mectron- empresa incorporada à Odebrecht em 2011 – vem, desde então, expandindo seu portfólio de produtos e serviços em outros segmentos de fundamental importância para as Forças Armadas brasileiras. Um deles é a área de Comunicações, com o projeto do Link BR2, sistema de comunicação por enlace de dados (data link) militar, para a FAB, e o desenvolvimento de um RDS – Rádio Definido por Software nacional, para o Exército Brasileiro.

Na área de mísseis, um dos novos programas já em estágio mais avançado de desenvolvimento é o MAN-SUP, um míssil antinavio de superfície, em desenvolvimento também para a Marinha do Brasil. Rodrigo Carnaúba comenta sobre estes novos programas, suas comunalidades e diferenças:

“O desenvolvimento de armamentos inteligentes sempre foi o grande “expertise” da Mectron, mais especificamente na área de sensores, eletrônica embarcada, e guiamento e controle. Porém, sempre trabalhamos com produtos guiados por infravermelho, radiofrequência ou laser, e com lançamentos a partir de aeronaves ou de superfície. Para o caso de um torpedo, armamento inteligente de aplicação submarina, temos que aprimorar nossos conhecimentos, avançando-os para os campos da acústica submarina e hidrodinâmica. Porém, começar do zero e de maneira independente resultaria em custos elevados e extenso prazo de desenvolvimento e, nesse sentido, a parceria com a Atlas encurtará distâncias. A participação da Mectron nestes projetos nos abre portas no contexto internacional e eleva nosso posicionamento estratégico no setor de defesa”.

Recentemente, a Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT) anunciou o início das negociações para busca de um parceiro tecnológico e estratégico para a Mectron. A companhia busca um parceiro internacional, mantendo sua certificação de empresa estratégica de defesa (EED). Diante das restrições orçamentárias momentâneas que estão afetando os projetos da área de defesa no Brasil, a ODT, consciente de seu importante papel estratégico-político para o nosso país no campo da defesa e tecnologia, busca um parceiro que contribua com o acesso direto à tecnologia, com uma estrutura de capital robusta e com atuação no mercado global. Com a integração deste novo parceiro tecnológico, a Mectronestará ainda mais preparada para atender as demandas estratégicas do Governo Brasileiro, das Forças Armadas do Brasil, bem como de Clientes internacionais.

Fonte: Defesanet

Colômbia começará a retirar os seus blindados Cascavel da ativa em 2018

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Desfile de blindados Cascavel em Bogotá

O Exército colombiano vai aposentar os seus veículos de combate da Infantaria EE-9 Cascavel entre os anos de 2018 e 2019.

A informação foi dada hoje, no site Infodefensa.com, por Erich Saumeth Cadavid, o mais importante comentarista civil de assuntos militares colombianos (leia em http://www.infodefensa.com/latam/2015/10/26/opinion-engesa-cascavel-ejercito-colombia.php).

De acordo com o articulista, dos 123 carros Cascavel que chegaram à Colômbia em 1982, restam hoje 118, preservados com modificações nos motores e no sistema de tiro, que visam garantir a eficácia da viatura.

Após 33 anos de uso, o Cascavel ainda é o meio blindado de maior poder de impacto da força terrestre colombiana, o que deixa entrever que, em função da guerra de guerrilha contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), a Arma Blindada não tem recebido prioridade dos generais locais.

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Cascavel colombiano empenhado em missão de segurança urbana, diante da ameaça representada pela guerrilha das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia)

Nas últimas décadas, a corporação preferiu investir em helicópteros de porte médio, armas antitanque, equipamentos de comunicações e de visão noturna, e material de proteção individual do combatente (coletes, fuzis e pistolas automáticas de diferentes modelos).

Merkava – Contudo, a partir de 2011, diferentes eventos internos do Exército colombiano (simpósios e mesas de debate) vêm examinando alternativas para dotar o Exército de maior poder de choque.

A empresa alemã Kraus-Maffei Wegmann (KMW), com o apoio da Embaixada de seu país em Bogotá, já ofereceu aos colombianos um lote de carros Leopard 2 usados, elevados ao padrão A6.

O governo israelense ofertou seus tanques Merkava, também de segunda mão, com elementos da eletrônica que equipa o Merkava IV, do Exército israelense. Mas a conhecida parceria política entre os governos Santos e Barack Obama também pode influir. Nesse caso, levando os militares colombianos a adquirir uma pequena quantidade de carros M-1 Abrams dos estoques de surplus do US Army.

FUTAM – Outra opção que se abre aos colombianos é comprar não um carro de combate pesado, mas um moderno blindado 8×8, dotado de canhão de 105 mm e capacidade de disparar mísseis antitanque.

Um veículo desse porte (inferior a 30 toneladas) seria o ideal para reforçar, por exemplo, a chamada FUTAM (Fuerza de Tareas de Armas Combinadas Medianas), que os generais colombianos criaram na última semana de janeiro passado, para contrapor a ameaça representada pelas tropas venezuelanas defronte ao departamento de La Guajira, no extremo noroeste do território da Colômbia – uma das poucas áreas da fronteira entre os dois países que permite a evolução de viaturas blindadas.

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A foto mostra os carros EE-9 Cascavel pintados com a cor de camuflagem do deserto típica das viaturas do Grupo Blindado Matamoros, uma das unidades que integra a FUTAM

Planejada como uma unidade de elite, a FUTAM reúne e integra o que de melhor o Exército colombiano possui, dentro de um denominador comum de alta mobilidade.

O problema é que, ao lado da questão da insuficiência de seus meios blindados, o Exército colombiano precisa lidar com outras deficiências igualmente graves, como a precariedade de sua artilharia de campanha, ou do seu armamento antiaéreo de médio e longo alcance, que, praticamente, inexiste.

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