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Tensão com caças da Venezuela na fronteira com Roraima

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Os sobrevoos de dois potentes caças russos Sukhoi SU da Força Aérea da Venezuela na fronteira com o Brasil e a movimentação de caças da Força Aérea Brasileira (FAB) no dia seguinte causam tensão na região norte de Roraima.

A FAB enviou para a base aérea do Estado sete caças AMX – dois na terça e outros cinco na última quinta-feira – além de dois Hércules C 130. Em nota, a FAB informa apenas que trata-se de um exercício.

Mas fontes militares da base informam que os caças da Venezuela teriam invadido o espaço aéreo do Brasil no início da semana, na região de Pacaraima. E que o governo de Nicolas Maduro já teria pedido desculpas informais ao Ministério da Defesa e Aeronáutica comunicando ter sido um incidente involuntário.

Cobrada sobre a situação, ainda um mistério, a FAB informou em outro e-mail que não houve registros de invasão.

O que causou mais mistério é que a Aeronáutica costuma avisar a imprensa de exercícios, o que não ocorreu neste caso. Ontem o site da FAB saiu do ar, e equipe em Brasília trabalha com sistema operacional de emergência.

Os AMX são para apoio operacional. O Brasil está desguarnecido de poder militar aéreo, em parte. Os Mirage foram ‘aposentados’, e os atuais F-5 da frota têm pouco poder de fogo e alcance.

 

Fonte: Uol Notícias

Protestos na Venezuela foram para tapar golpe no Brasil, diz Maduro

Venezuela's President Nicolas Maduro attends a ceremony at the National Pantheon in Caracas, Venezuela, May 10, 2016. REUTERS/Carlos Garcia Rawlins ORG XMIT: MAB07

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesta quarta-feira (11) que os protestos da oposição na Venezuela foram armadas pela oposição e pela imprensa para encobrir o impeachment de Dilma Rousseff no Brasil.

Pela manhã, os opositores entraram em confronto com a polícia ao serem impedidos de chegar ao Conselho Nacional Eleitoral para reclamar sobre a demora do órgão em avançar no referendo para revogar o mandato do presidente.

Durante ato no Palácio de Miraflores, ele disse que o plano dos meios de comunicação internacionais e privados era encher a Venezuela de violência para que a atenções do mundo não estivessem no Brasil.

“Queriam encher a Venezuela de violência para tapar o golpe de Estado que estão fazendo no Brasil à companheira Dilma Rousseff. Um golpe parlamentar”, afirmou o mandatário venezuelano.

Embora as relações entre Maduro e Dilma estejam estremecidas desde 2014, o PT manteve seu apoio ao chavista, da mesma forma que alguns governistas, como o assessor internacional da Presidência, Marco Aurélio Garcia.

A partir de 2015, porém, o governo passou a se distanciar do chavismo, diante do aprofundamento da crise econômica e política na Venezuela e da pressão da oposição brasileira sobre as violações de direitos humanos no país vizinho.

Fonte: Folha de SP

Venezuela : O país onde a comida passou a ser um luxo

ra Yaneidy Guzman e as suas três filhas, Esneidy, Steffany e Fabiana, uma refeição completa é um “luxo” que a família muito raramente se pode conceder. “Todo o dinheiro que ganho vai para a comida”, explica esta venezuelana de Caracas – e mesmo assim, na sua despensa não se encontra mais do que um pacote de arroz, massa, farinha de milho e de trigo, uma embalagem de peixe seco, duas cenouras e duas bananas, uma garrafa de óleo e leite em pó. “Antes, pegava no dinheiro, comprava roupas e outras coisas. Agora, até a comida é um luxo”, conta.

Na casa de Rómulo e Maria Bonalde, a situação é idêntica. “Há uns tempos conseguíamos comprar comida suficiente para 15 dias, mas actualmente só temos o suficiente para cozinhar no próprio dia”, compara o marido. Com a escolha condicionada pelo racionamento imposto pelo Governo, a escassez de produtos disponíveis nos supermercados e a deterioração do poder de compra fruto da inflação, milhões de venezuelanos enfrentam um dilema na hora das refeições.

“É intolerável que haja três milhões de venezuelanos a comer menos de duas vezes por dia. Não podemos aceitar que metade dos nossos cidadãos não comam lacticínios, nem carne, nem ovos”, frisou o deputado da oposição, Carlos Paparoni, na sessão parlamentar que debateu um voto de censura ao ministro da Alimentação, Rodolfo Marco, com vista à sua demissão do Governo. Chamado à Assembleia Nacional para prestar explicações sobre a crise de abastecimento, o ministro, um antigo general, não compareceu. O Presidente Nicolás Maduro reagiu à iniciativa parlamentar garantindo que “ninguém toca no ministro da Alimentação” e garantindo que “a revolução não merecerá a censura de ninguém, muito menos de uma assembleia imoral”.

O casal Perez com os filhos: “Há 15 dias que só comemos arepas (uma espécie de pão), ora com queijo, ora sem. Estamos a alimentar-nos cada vez pior” CARLOS GARCIA RAWLINS/REUTERS

A Reuters fez uma peregrinação pelos frigoríficos e despensas de várias famílias de Caracas. As fotografias de todos os seus mantimentos reunidos, em cima da mesa, dão uma ideia da situação de precariedade em que sobrevivem. E não é só a comida que falta. Apesar de a capital ter ficado isenta do racionamento no abastecimento eléctrico – no resto do país, há quatro horas por dia sem luz –, os apagões por falhas na rede são frequentes. E como por toda a Venezuela, na vasta região metropolitana de Caracas, com mais de cinco milhões de habitantes, os efeitos da seca fazem-se sentir de forma aguda, levando as famílias a armazenar toda a água possível em tanques e bidões de plástico para compensar o corte nas torneiras.

Com poucos ingredientes disponíveis, luz intermitente e quase nenhuma água, cozinhar é seguramente um desafio.

Além disso, com as importações praticamente congeladas, muitas unidades fabris ficaram sem matérias-primas e – mais preocupante do que isso – muitos centros hospitalares e farmácias deixaram de receber as drogas e os medicamentos, bem como os materiais médico-cirúrgicos de que necessitam para levar a cabo tratamentos como por exemplo quimioterapia.

Para muitas famílias, a gestão doméstica quotidiana tornou-se um exercício de equilibrismo e ilusão – que já não tem só a ver com aquilo que se come todos os dias (as tradicionais arepas de milho, uma espécie de pão, ora com ora sem recheio) como com quantas vezes se come por dia. “Há muito tempo que deixamos de ter uma dieta equilibrada. Quando há almoço, não há jantar; se comemos à noite, já não comemos de manhã”, conta Duglas Sanchez à Reuters.

“O dinheiro que se gastava no pequeno-almoço, almoço e jantar agora só dá para o pequeno-almoço, e muito frugal”, concorda Alida Gonzalez, de 65 anos. Na cozinha, esta matriarca que já não trabalha tem meio quilo de frango, um pacote de arroz, uma garrafa de óleo, quatro bananas e uma manga. “Tenho de ser poupada porque não sei quando vou voltar a comprar qualquer coisa no supermercado”,

Rosa Elaisa Landaez com os filhos: “Comemos muito mal. Por exemplo, se tivermos farinha de trigo, então é certo que vamos passar o dia a comer arepas. Quando temos dinheiro, não encontramos comida. Quando encontramos comida, não temos dinheiro” CARLOS GARCIA RAWLINS/REUTERS

Em 2015, o inquérito sobre as Condições de Vida da População (Encovi), realizado por três universidades do país, com 1500 famílias, concluiu que 87% não dispunham de rendimentos suficientes para suportar os custos de alimentação dos respectivos agregados. Segundo o estudo, a maioria das famílias tinha feito várias mudanças na sua dieta, substituindo as proteínas da carne e do peixe pelos hidratos de carbono. “As frutas e verduras desapareceram das listas de compras; as famílias procuram aquilo que mais enche o estômago: 40% do cabaz básico é constituído por farinha de milho, arroz, massa e óleo”, diz o relatório. E 12% da amostra nunca realizava três refeições completas por dia.

Para uma família com cinco pessoas como a de Alida Gonzalez, o valor de um salário mínimo (reajustado a 1 de Maio para os 15.051 bolívares, equivalentes a cerca de 13 euros) representa sensivelmente um quinto do montante gasto no supermercado. O Governo atribui subsídios de alimentação às famílias de menores recursos – um sistema iniciado pelo Presidente Hugo Chávez e que contribuiu para uma melhoria significativa dos hábitos alimentares dos venezuelanos. Fixado nos 18.585 bolívares, ou 16,25 euros, este subsídio revela-se mesmo assim insuficiente perante as oscilações dos preços dos bens alimentares, por causa da inflação galopante (que poderá atingir uns impensáveis 720% este ano, nas projecções do Fundo Monetário Internacional) e também pela incerteza do abastecimento.

“Todos os dias é a mesma cena: as pessoas começam a formar a fila à porta dos mercados às cinco horas da manhã, e ali ficam até às três da tarde. Num dia conseguem comprar farinha, noutro dia trazem manteiga”, explica Jhonny Mendez, um taxista de 58 anos. Conforme explicam vários economistas, no actual contexto de carência da Venezuela, a intervenção para fomentar a procura não produz o resultado esperado na oferta, que está condicionada pela escassez e restrição do abastecimento. Ou seja, com as mexidas no salário mínimo e subsídio de alimentação, há mais consumidores na fila – mas não há mais consumo.

Num artigo para o portal Caracas Chronicles, o economista Carlos Hernández argumenta que o orçamento disponível já se tornou uma minudência na ida ao supermercado. “O que eu aprendi com esta crise é que o dinheiro não serve para nada. Numa ida às compras não se traz o que se quer, traz-se o que há”, escreve. As pessoas compram o que encontram nas prateleiras e que pode ter valor de troca: por exemplo, numa manhã, o “mercal” (mercado regulado pelo Governo) que é o local de compras de Hernández estava a vender duas garrafas de óleo por pessoa e um quilo de leite em pó. Apesar de dispor de óleo em casa, Hernández trouxe as duas garrafas autorizadas (há um esquema de racionamento em vigor, controlado por impressão digital, que não permite a compra do mesmo produto a preço regulado num intervalo menor a duas semanas), que prontamente trocou por sabonete com uma senhora que tinha feito fila num outro supermercado.

A família Mendez: “Somos uma família grande e tem-se tornado cada vez mais difícil conseguirmos comer”, explica o patriarca, Ricardo Mendez CARLOS GARCIA RAWLINS/REUTERS

A taxa de escassez da Venezuela fez manchetes sucessivas, com notícias a dar conta da inexistência de papel higiénico e fraldas nas prateleiras dos supermercados, ou da impossibilidade de arranjar preservativos. Mas a situação agravou-se e actualmente reporta-se a falta de bens mais essenciais, como o leite. A CNN encontrou Leidys Nanez, mãe de duas crianças e grávida de seis meses, na fila de um dos supermercados do Estado. Depois de na véspera ter voltado para casa de mãos a abanar, ao fim de 12 horas na fila do supermercado, Leidys decidiu tentar a sorte no centro da capital: há duas semanas que os filhos não bebem leite. “Tenho corrido tudo e não há”, explica.

Como aponta a investigadora do Centro de Estudos de Desenvolvimentos (Cendes) da Universidade Central da Venezuela, Marianella Herrera, uma das participantes no estudo Encovi, já começam a ser visíveis as consequências mais dramáticas da “dieta de sobrevivência” imposta pela actual crise alimentar: deficiências imunológicas, aumento das taxas de malnutrição, mortalidade infantil e materna, redução das capacidades individuais e problemas de desenvolvimento das crianças.

Desesperados, os venezuelanos têm saído à rua para protestar – e muitas vezes também para pilhar e roubar.

No domingo passado, seis soldados do Exército venezuelano foram detidos por terem roubado cabras numa quinta próxima da sua base militar, na região de Lara, no centro do país. O incidente foi reportado pelo proprietário da quinta, que explicou à polícia ter presenciado o roubo sem ter interferido por medo de ser atacado pelos soldados, que estavam armados. Os seis militares foram detidos na estrada, e os animais, já mortos, foram apreendidos – justificaram o crime com o facto de a sua base de Forte Manaure estar quase sem comida. “Não nos resta outra alternativa a não ser roubar para comer”, disseram.

Força Aérea Venezuelana recebe nove Hongdu K-8W

(Imagem: Grupo Aéreo de Caça Nº 12

A Força Aérea Venezuelana colocou em serviço, nove novas aeronaves modelo Houngdu K-8W de fabricação chinesa, as aeronaves foram recebidas em uma cerimônia presidida pelo ministro da defesa venezuelano Vladimir Lopéz.

O evento aconteceu no último dia 6 deste mês na base aérea de “El Libertador” no estado venezuelano de Aragua, as aeronaves serão lotadas no Grupo de Cazas (Grupo/Grupamento de Caças) No. 12.

Segundo López, “as aeronaves têm sistemas sofisticados que permitem realizar treinamento para os pilotos, assim como nas operações contra o crime organizado e o tráfico de drogas, o que irá contrbuir para a proteção do céu da nação.”

Ainda segundo o ministro em entrevista a imprensa venezuelana (Ou russo-venezuelana) ” Esses sistemas vão (segundo ele) revigorar diretamente a indústria militar, como parte desta troca de tecnologia que esta aquisição representa, enquanto parte desse legado de independência que deixou o Comandante Supremo da Revolução Bolivariana, Hugo Rafael Chávez Frias”.

Fuerza Aérea Venezolana Hongdu K-8W Karakorum

 

Nota do Editor: Percebe-se que o evento teve cunho pró-governo e as falas do ministro foram exageradas ao meu ver, no final percebemos que Hugo Chávez é tratado como Stalin na URSS após sua morte, um deus da revolução e dos pores.

Dirigente russo diz que seu país aguarda que o Governo Maduro confirme encomenda dos caças Su-30

Por Roberto Lopes

Presente em Santiago do Chile para participar da FIDAE 2016, o subdiretor do Serviço Federal de Cooperação Técnica Militar da Rússia (FSVTS na sigla em russo), Anatoly Punchuk, cobrou do Governo Nicolás Maduro uma posição sobre a alardeada intenção de Caracas de comprar uma dúzia de caças Sukhoi Su-30.

“Fizemos as negociações correspondentes [ao assunto da possível venda das aeronaves] e apresentamos ao cliente a oferta [dos aviões]”, declarou Punchuk à agência de notícias RIA-Novosti, “Estamos à espera de que a parte venezuelana reaja”.

O plano de compra dos Su-30 foi anunciado pelo próprio presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em setembro do ano passado, horas depois dele ter sido informado sobre a queda de um caça desse modelo, durante uma suposta perseguição, à noite, de um avião que fazia um voo ilícito sobre o espaço aéreo venezuelano. Os dois tripulantes da aeronave acidentada morreram instantaneamente.

As causas do acidente nunca foram divulgadas com clareza pelas autoridades venezuelanas, e o próprio governo deixou no ar a possibilidade de o jato ter sido derrubado.

A imprensa venezuelana, no entanto, levantou a hipótese de o caça ter caído devido a um fenômeno conhecido entre os aviadores como “desorientação espacial”.

K-8 – Entre 2006 e 2008 a Rússia forneceu 24 caças Su-30MK, de superioridade aérea, à Aviação venezuelana.

De acordo com Punchuk, “as aeronaves russas granjearam uma reputação excelente nas complicadas condições meteorológicas da Venezuela, cuja Aviação Militar as emprega, em particular, para combater o contrabando, o narcotráfico e as violações fronteiriças”.

A demora de Caracas em concretizar a compra dos novos aviões pode ser uma consequência direta das suas dificuldades em equacionar os pagamentos de material militar estrangeiro.

Em 2013 os venezuelanos adquiriram à indústria aeronáutica chinesa nove jatos subsônicos K-8, de treinamento avançado e ataque leve ao solo, avaliados, cada um, em cerca de 15 milhões de dólares.

A entrega dos aviões à frota aérea de Maduro estava prevista para acontecer entre o fim de 2014 e o fim de 2015, mas só recentemente (neste primeiro trimestre do ano) é que seis deles puderam ser recebidos. Os três restantes são prometidos para a metade final de 2016. Tudo se, até lá, Caracas continuar depositando os pagamentos referentes a esta operação comercial.

 

Fonte: Plano Brazil (Reprodução  autorizada)

Guerra entre Brasil e Venezuela: Parte I

Em 2016 como prometido voltam as simulações de guerra que são marca registrada do nosso blog, alias, único blog conhecido no Brasil e quem sabe do mundo a realizar este tipo de matéria e conteúdo especial.

Atendendo a dezenas de pedidos (realmente foram dezenas) de leitores que queriam ver uma simulação de guerra real do Brasil e a Venezuela, o blog prepara uma situação hipotética que resultaria em um confronto, como sempre nossas simulações são dividias em capítulos, espero que gostem.

Atenção! Tudo não passa de uma história FICTÍCIA, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência, repetindo mais uma vez: Isto não é notícia falsa e tão pouco “trolagem” é apenas uma história de ficção!

Por Francisco Santos

O Golpe…

Fevereiro de 2016. Após eleições conturbadas, a oposição de direita assume o controle do parlamento venezuelano com maioria esmagadora das cadeiras, inconformado com a derrota nas urnas, Nícolas Maduro, amparado pelos apoiadores chavistas orquestra um golpe judicial e impede a posse da maioria dos parlamenteares após supostas investigações que resultaram em violações eleitorais,  a Justiça é controlada pelos chavistas que elegeram e indicaram somente militantes comunistas para compor os tribunais.

Imediatamente após o golpe judicial, o Parlamento venezuelano é fechado por ordens de Maduro que alega que a casa esta comprometida devido a supostas corrupções e compra de votos pela oposição. Imediatamente a Argentina, agora governada por Macre, que é de direita e consequente opositor das políticas esquerdistas no continente, sugere a suspensão imediata do país do Mercosul e da Unasul. Em Washington – DC/EUA  a OEA suspende temporariamente a Venezuela do órgão enquanto Dilma Russeff sobe a tribuna da organização que se reuniu a pedido da Argentina, e defende cautela nas ações da comunidade internacional, em suas palavras a presidente brasileira classifica as respostas internacionais como desproporcionais e diz que primeiramente é preciso analisar a fundo as ações venezuelanas antes de se tomar atitudes que deteriorem a situação. Após o pronunciamento da presidente brasileira, o Secretário de Estado americano criticou duramente o Brasil por apoiar abertamente o golpe na Venezuela:

_O Brasil foi durante séculos o irmão mais velho do continente e a luz a se seguir rumo a democracia, chegando ate mesmo a sofrer com um regime ditatorial que lhe roubou mais de 20 anos de liberdades e direitos civis.

_Como pode uma presidente e chefe de um Estado de direito defender abertamente um regime ditatorial, quando esta mesma chefe-de-estado veio a sofrer perseguições em uma ditadura igual ou ate mesmo pior a que se instala na Venezuela? – Disse o Secretário de Estado americano em pronunciamento logo após a fala da presidente brasileira.

Após estas duras falas a oposição em Brasília bombardeou o governo de críticas, manifestações tomaram o país, milhões de pessoas foram as ruas, o que contribuiu para o esvaziamento da bancada que defendia abertamente o PT contra o processo de Impeachment movido no final de 2015 contra a presidente Dilma, que ate então estava caminhando para o arquivamento, mas após as declarações o clima mudou e a opinião pública sensibilizada pelas ações venezuelanas e as atrocidades cometidas pelo regime chavista coloca pressão popular pela aprovação do processo de impedimento.

A Imagem de Dilma se deteriora ainda mais após uma CPI do BNDES mostrar mais de 5 bilhões em ajuda para a Venezuela, sendo que mais da metade deste valor encontrava-se com origens obscuras e suspeita de superfaturamento.

EUA e ONU impõe embargo a Venezuela

Suspensa da OEA, e com reuniões da Unasul e Mercosul que decidirão seu futuro, a Venezuela sofre um revés que somente Cuba sofreu no continente, a maior potência do mundo lança sobre a Venezuela um embargo econômico e de venda de armas que afetará de vez a já destruída economia venezuelana, empresas americanas estão proibidas de atuarem no país, e venda de armas estão proibidas pela ONU, nem mesmo a Rússia e a China podem desobedecer um embargo desta magnitude,  além disto tanto a ONU quanto os EUA e a OEA consideram Maduro, como criminoso de guerra pelo massacre de opositores e as prisões ilegais e possíveis torturas em presídios venezuelanos.

FAB intercepta avião comercial com munições e fuzis Imbel na fronteira do Brasil com a Venezuela

As coisas não andam bem para o lado do governo Dilma, mergulhada na maior crise política e econômica dos últimos 50 anos sem contar o maior desastre diplomático da história do Brasil, a relação da presidente com a cúpula militar é a das piores, ainda mais após o corte de 30% no orçamento de defesa e o cancelamento da compra dos Aviões cargueiros KC-390 e o congelamento da compra dos caças Gripen N/G que segundo o governo não cabem no orçamento, aliado a paralisação da construção dos submarinos da Marinha do Brasil, incluindo o nuclear, a cúpula militar esta cada vez mais rebelde em relação ao governo e já mostra sinais de rebeldia em forma de ações militares que visam desmoralizar o governo.

Ás 19:30 de quinta-feira (Mês de fevereiro) caças da FAB,  A-29 que sobrevoavam a Amazônia avistaram um avião comercial que voava sem um plano de voo definido e fora da linha comercial (Trajeto de altitude comercial) , imediatamente os pilotos entraram em contato com o SIVAM (Sistema Integrado de Vigilância da Amazônia) que desconhecia este voo e tão pouco o Centro de Controles em Manaus tinha informações sobre o voo, imediatamente o comando da Aeronáutica em Brasília ordenou que o avião fosse interceptado, o que ocorreu ás 19:44, onde os caças forçaram o avião a pousar em Boa Vista – RR, na checagem foi descoberto pela Polícia da Aeronáutica  mais de 1.000 fuzis de fabricação brasileira da empresa Imbel  e munições foram descobertos.

Imediatamente após a apreensão , segundo militares, o Ministério da Defesa teria tentado encobrir a ação, no entanto não obteve exito graças ao descontentamento da alta cúpula militar que colocou sob guarda o avião apreendido e convocou o presidente da empresa comercial a prestar esclarecimentos. Imediatamente após a divulgação do ocorrido a ONU e os EUA declararam conjuntamente em New York – EUA que se comprovado a participação do Brasil nesta operação clandestina o país sofreria sanções internacionais.

Continua…

Por Francisco Santos

 

Brasil apoia abertamente golpe na Venezuela

Por Francisco Santos

O Brasil, chamado chocosamente de República das Bananas ou terra do contraditório, é governado em tese, por uma ex-guerrilheira e suposta “perseguida” política. A Senhora Presidente (Não existe presidenTA) que apoia abertamente o golpe na Venezuela que culmina com dezenas de mortos, opositores políticos presos e mais recentemente o golpe final que tirou o poder da população que votou democraticamente na oposição através de um ato de golpe orquestrado pela Suprema Corte Bolivariana controlada pelos comunistas que inconformados com a perca do poder por decisão do próprio voto, resolveu inventar como sempre, argumentos que só existem na Venezuela ou aqui na República das Bananas para impedir que políticos da oposição eleitos de forma democrática assumam o poder (Qualquer semelhança com o STF legislando a favor do PT é mera coincidência).

Guarda Bolivariana reprimindo manifestação anti-governo

Não bastasse este Golpe escancarado, o Governo PTista insiste em chamar uma ação democrática e legal (impeachment) de golpe, enquanto apoia abertamente o Golpe na Venezuela e os abusos aos direitos humanos, além de apoiar fez a alguns anos uma manobra digna de governos autoritários comunistas ao suspender o Paraguai que agiu legalmente para depor um presidente corrupto (Os esquerdistas amam os corruptos já que o comunismo nada mais é do que a institucionalização da corrupção de Estado.) para, adivinhem só;    Incluir a Venezuela no Mercosul já que o Paraguai era o único sensato contrário a inclusão dos venezuelanos.

Muito me enoja esta mulher mesquinha e falsa a quem o povo brasileiro em sua … (fiquemos na falta de memória política para evitar processos)  colocou novamente no governo da República das bananas ou dos bananas melhor dizendo, dizer que foi perseguida política, foi torturada e presa.

Ora, vejamos então; Os opositores venezuelanos foram presos por motivos esdrúxulos  que nem Hitler teria coragem de usar para justificar suas atrocidades, ou ate mesmo os EUA em 2001 para invadir o Iraque, mas mesmo assim o governo brasileiro se cala e ainda aprova empréstimos e ajudas bilionárias aos “Cumpanheirus” !

Como pode uma dita perseguida política, defender atrocidades cometidas a opositores de uma ditadura? Seria o mesmo que um judeu defendendo o regime nazista.

Como pode os PTistas apoiarem isso? Como podem usar, “Coxinhas” para argumentar contra tamanhas atrocidades apoiadas por um regime que na teoria deveria lutar contra a barbárie, afinal n~]ao percebem que o regime que esta implantado na Venezuela e leva o país para o buraco e a fome em massa é o mesmo que se implanta no nosso país nos últimos 8 anos de governo? 

 

As opiniões do autor são de responsabilidade do mesmo e não reflete a posição do blog.

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