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Tensão com caças da Venezuela na fronteira com Roraima

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Os sobrevoos de dois potentes caças russos Sukhoi SU da Força Aérea da Venezuela na fronteira com o Brasil e a movimentação de caças da Força Aérea Brasileira (FAB) no dia seguinte causam tensão na região norte de Roraima.

A FAB enviou para a base aérea do Estado sete caças AMX – dois na terça e outros cinco na última quinta-feira – além de dois Hércules C 130. Em nota, a FAB informa apenas que trata-se de um exercício.

Mas fontes militares da base informam que os caças da Venezuela teriam invadido o espaço aéreo do Brasil no início da semana, na região de Pacaraima. E que o governo de Nicolas Maduro já teria pedido desculpas informais ao Ministério da Defesa e Aeronáutica comunicando ter sido um incidente involuntário.

Cobrada sobre a situação, ainda um mistério, a FAB informou em outro e-mail que não houve registros de invasão.

O que causou mais mistério é que a Aeronáutica costuma avisar a imprensa de exercícios, o que não ocorreu neste caso. Ontem o site da FAB saiu do ar, e equipe em Brasília trabalha com sistema operacional de emergência.

Os AMX são para apoio operacional. O Brasil está desguarnecido de poder militar aéreo, em parte. Os Mirage foram ‘aposentados’, e os atuais F-5 da frota têm pouco poder de fogo e alcance.

 

Fonte: Uol Notícias

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Análise: “Porta-Voz da Casa Branca: ‘Os dois lados são capazes de atos de terror’”

NOTA DO PLANO BRASIL, por Gérsio Mutti: ‘Lado Israelense versus lado Palestino’:

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Lado Israelense: “Departamento de Estado dos EUA declarou estar atento a denúncias de uso excessivo da força por Israel.” [Fonte: Jornal Nacional, Edição, 14/10/2015 (http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/10/israel-isola-bairros-palestinos-para-tentar-conter-violencia.html)]

Lado Palestino: “É claro que ‘eles’ (*) não recebem e, muito menos, seguem ordens externas. ‘Eles’ viveram o fracasso abjeto: têm testemunhado em primeira mão como Israel continua a colonizar mais e mais terras e sujeitá-los à ocupação cada vez mais brutal. ‘Eles’ são inteligentes o suficiente para tirar suas próprias conclusões.” Derek Gregory, Especialista do Conflito Israelense-Palestino da Universidade da Colúmbia Britânica do Canadá [Fonte: O Globo (Segunda Edição), Mundo, Página 25, Quarta-Feira, 14/10/2015 (http://oglobo.globo.com/mundo/a-geracao-perdida-de-oslo-17769339)]

(*) Quem são ‘eles’?  ‘Eles’ são os jovens palestinos que nasceram após o fracasso da assinatura da implantação dos Acordos de Oslo firmados em 1993 – 1995. Esses jovens, na faixa dos vinte anos de idade (1995 – 2015), ou menos, estão sendo apresentados ao mundo como a ‘Geração Perdida de Oslo’.

Forças armadas iraquianas tomam cidade estratégica que estava em poder do EI

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Forças do governo do Iraque e milicianos apoiados pelo Irã entraram em uma cidade iraquiana nos arredores do sul de Tikrit, berço de Saddam Hussein, nesta sexta-feira (6), intensificando a maior ofensiva até o momento contra os militantes do Estado Islâmico. Comandantes militares disseram que o Exército e as milícias majoritariamente xiitas recuperaram a cidade de Al-Dour, nas cercanias de Tikrit, conhecida fora do Iraque como a área onde o ex-ditador Saddam foi encontrado escondido perto de uma casa de fazenda em 2003.

Não ficou claro de imediato se a cidade toda foi tomada. Algumas autoridades declararam que as tropas só ocupavam o leste e o sul da localidade, que os combatentes do Estado Islâmico em retirada deixaram repleta de bombas. Mas Hadi al-Amiri, líder da maior milícia xiita envolvida na operação, disse que Al-Dour foi “totalmente liberada” e que o avanço sobre Al-Alam, outra cidade crucial ao norte de Tikrit, irá acontecer no sábado.

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Faz cinco dias que o Exército, juntamente com milhares de milicianos xiitas apoiados e aconselhados pelo Irã, está empenhado na ofensiva sobre a cidade-natal de Saddam, Tikrit, de longe o principal alvo da campanha, cuja meta é reverter as conquistas obtidas pelos militantes do Estado Islâmico no ano passado.

O ataque ao coração sunita do Iraque tem importância simbólica para os dois lados. Autoridades afirmaram nesta sexta-feira terem capturado uma fazenda ao leste de Tikrit que pertenceu ao vice de Saddam, Ezzat Ibrahim al-Douri, hoje um aliado proeminente dos combatentes jihadistas.

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Douri, rei de paus no baralho que o Exército dos Estados Unidos usava para mostrar as principais figuras do governo de Saddam na esteira da invasão norte-americana de 2003, é o único membro do círculo íntimo do falecido presidente ainda solto. Gravações de 2014 nas quais ele supostamente jura aliança ao Estado Islâmico foram um dos fatores que ajudaram os militantes a se mostrar como libertadores do território sunita.

Tikrit é a primeira grande cidade que as forças iraquianas tentam retomar do grupo radical no norte do país, e o governo torce para que a campanha consiga reverter o ímpeto dos combatentes, que ocuparam aquela região no ano passado.

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O Irã teve um papel de destaque na campanha – Qassem Soleimani, comandante da força de elite Quds da Guarda Revolucionária, foi visto no campo de batalha nesta semana ajudando a supervisionar a ofensiva. Já os EUA afirmaram não terem participado da ação, apesar dos ataques aéreos que vem realizando contra os combatentes do Estado Islâmico tanto no Iraque quanto na Síria.

 

FONTE: REVISTA OPERACIONAL

Forças ucranianas lançam ofensiva, Guerra continua sem ter um fim próximo.

A guarda nacional ucraniana lançou uma ofensiva contra os separatistas pró-Rússia perto da cidade portuária estratégia do de Mariupol, no sudeste do país, informou o conselho de segurança da Ucrânia nesta terça-feira, segundo a agência de notícias Interfax.

O secretário do Conselho de Defesa e Segurança Nacional, Oleksander Turchynov, “está perto de Mariupol, onde unidades da guarda nacional romperam as defesas inimigas e estão numa ofensiva”, disse o conselho de segurança em nota, segundo a agência.

Aparentemente a ofensiva foi bem grande, pois rapidamente romperam as defesas inimigas e seguem para Mariupol para uma batalha pela cidade.

A guerra, entre separatistas e o governo, ja matou mais de 6.000 pessoas. A Ucrânia reuniu 50 mil homens para combater os separatistas. Os rebeldes, junto com os militares russos, formam aproximadamente 40 mil homens. Mais de 300 civis ja morreram.

FONTE: G1, Wikipédia.

Confronto no leste da Ucrânia mata 13 pessoas por dia, diz ONU

Militares ucranianos são vistos na vila de Peski, na região de Donetsk, nesta quarta-feira (19) (Foto: Anatolii Stepanov/AFP)

Os confrontos entre rebeldes pró-Rússia e o Exército ucraniano no leste da Ucrânia mataram uma média de 13 pessoas por dia nas oito semanas após o cessar-fogo assinado em 5 de setembro, informou nesta quinta-feira (20) Zeid Ra’ad Al Hussein, alto-comissário para os Direitos Humanos.

Pelo menos 4.317 pessoas morreram e 9.921 ficaram feridas no conflito entre o meio de abril e novembro deste ano, diz o comunicado.

O documento, que cita o Serviço de Emergência do Estado Ucraniano, diz que o número de pessoas que tiveram que deixar suas casas cresceu de 275.489 em 18 de setembro para 466.829 em 19 de novembro.

FONTE: G1

Bombardeios do território russo não vão ficar sem resposta

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A escalada das tensões na fronteira russo-ucraniana pode ter consequências irreversíveis, a responsabilidade pelas quais recairá sobre a parte ucraniana.

O Ministério das Relações Exteriores russo fez esta advertência em relação ao bombardeio do território russo pelo exército ucraniano. A imprensa está discutindo possibilidades de golpes pontuais de retaliação.

No domingo, 13 de julho, mais um russo foi vítima do exército ucraniano. Um ataque de morteiro alcançou-o perto de casa, na região de Rostov, em solo russo. Se antes cidadãos russos, jornalistas, morriam em território ucraniano, agora a guerra chegou até eles através da fronteira.

O enviado da Ucrânia na Rússia foi imediatamente chamado ao Ministério das Relações Exteriores, onde lhe expressaram um forte protesto, relatou o vice-chanceler russo Grigori Karasin:

“O sucedido é uma escalada qualitativa de perigo para cidadãos russos já em nosso próprio território. É óbvio que isso não ficará sem reação. O que aconteceu confirma mais uma vez a necessidade de parar urgentemente o derramamento de sangue, de retomar as negociações no âmbito do grupo de contato envolvendo as partes em conflito, de cumprir os acordos que foram alcançados anteriormente”.

A resposta de Moscou será dura e específica, advertiram o representante de Kiev. A imprensa relatou que em caso de novos atos de agressão seguirão golpes pontuais por parte da Rússia. A paciência de Moscou está se esgotando, enfatiza o analista político Konstantin Zatulin:

“Se ataques ao território russo continuarem, então não teremos outra escolha senão usar a força para reprimir os postos de tiro que bombardeiam as nossas terras. Vemos como Israel o faz quando se trata de ataques a seu território. Eu não estou apelando a que nós utilizemos as mesmas medidas abrangentes. Mas se em risco estão a vida e a propriedade de habitantes do território russo, só resta retaliar. A nossa paciência já foi amplamente demonstrada. Está na hora de tomar decisões que não permitirão transportar as áreas fronteiriças da Rússia em campo de batalha. É necessário exigir a nível político a cessação das hostilidades nas zonas fronteiriças. E se isso não for feito, atacar os postos de tiro inimigo, de onde projéteis são lançados para a Rússia”.

As opiniões de analistas, no entanto, divergem. Alguns acreditam que a Rússia está sendo deliberadamente provocada a fazer passos de força para depois acusá-la de agressão e exigir o seu isolamento político e econômico. Outros notam que até agora a discrição de Moscou não foi devidamente apreciada. As sanções, a recusa de cooperar: quem queria seguir o apelo dos Estados Unidos e criar problemas para a Rússia, já o fez independentemente da verdadeira situação na Ucrânia.

Mas na política mundial existe não só o vetor ocidental. A China, a Índia, o Brasil e a África do Sul, todos eles membros dos BRICS, rejeitaram o apelo para isolar a Rússia. Vários países europeus também tentam olhar as coisas objetivamente e preferem agir em conformidade com seus próprios pontos de vista. E a maioria concorda que um país tem o direito de proteger seus cidadãos, dentro dos limites estipulados pela lei.

FONTE:http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_07_14/Bombardeios-do-territ-rio-russo-n-o-v-o-ficar-sem-resposta-9560/

Moscou responderá ao aumento de forças da OTAN perto de suas fronteiras

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A Rússia não irá assistir impassível ao aumento das forças militares da OTAN na Europa Central e Oriental. Ela irá reagir imediatamente em caso de a OTAN assumir esse passo de forma unilateral. Esse aviso foi avançado em Bruxelas pelo representante permanente da Rússia na OTAN, Alexander Glushko.

Esta é sua reação à conferência de dois dias (4 e 5 de junho) dos ministros de defesa da Aliança em Bruxelas. Os diplomatas de carreira, como Alexander Glushko, raramente prestam declarações que não sejam previamente sancionadas pelos mais altos dirigentes do país.

O diplomata russo nem sequer excluiu a possibilidade de saída de Moscou do Ato Fundador OTAN-Rússia. Esse documento foi assinado em 1997. Nele se constatava que a Federação Russa e a OTAN já não se viam como adversários e se regulava todo o âmbito das relações militares.

Glushko recordou que a Rússia não aumentou sua presença militar na região e que cumpre rigorosamente suas obrigações internacionais, incluindo as militares. “A OTAN deve entender que ao trilhar esse caminho dificilmente poderá contar com uma “resposta contida” no estacionamento de forças por parte da Rússia, tal como prevê o Ato Fundador. Mas a escolha não é nossa”, avisou o chefe da missão russa junto da Aliança Atlântica.

Na reunião de Bruxelas são discutidas as “novas ameaças à segurança da OTAN” relacionadas com os acontecimentos na Ucrânia. Na véspera da conferência da OTAN o presidente dos EUA Barack Obama declarou que iria desbloquear um bilhão de dólares adicionais para o reforço da presença militar norte-americana na Europa.

O secretário-geral da OTAN Anders Fogh Rasmussen delineou na generalidade, depois do primeiro dia de reuniões, os acordos entre os ministros dos 28 países desse bloco militar:

“Nós acordamos a continuação do reforço da defesa coletiva da OTAN e a introdução de patrulhamentos adicionais do espaço aéreo e marítimo. Nós acordamos o alargamento dos programas de treinamento e preparação das tropas.”

Isso abrange uma maior presença das marinhas da OTAN no mar Negro e no Báltico. Os responsáveis pelos Ministérios da Defesa do bloco acordaram igualmente o desenvolvimento de novas medidas para o aumento da presença permanente da Aliança, incluindo uma possível criação de novas bases militares. Um pacote de medidas mais concretas para um reforço militar será aprovado na cúpula de setembro da OTAN a realizar no País de Gales.

Até uma grande parte de peritos norte-americanos consideram que a OTAN está usando a situação na Ucrânia para se desenvolver e obter um aumento das despesas militares dos países-membros do bloco. Elas estão muito longe dos compromissos assumidos há dez anos de aumentar os orçamentos militares em 2% ao ano.

Todos esses exercícios da OTAN estão sendo associados artificialmente à crise na Ucrânia, diz o antigo vice-secretário do Tesouro da Administração Reagan e presidente do Instituto de Economia Política, Paul Craig Roberts. A “rotação das crises” em diferentes regiões é necessária aos Estados Unidos para que não desapareça o pretexto para os investimentos no gigantesco complexo de segurança e de poderio militar da OTAN e do Pentágono.

Isso se assemelha à manobra de um charlatão que infesta a cidade de percevejos para vender inseticidas aos habitantes. Washington primeiro “infestou” Kiev de protestos, depois financiou o golpe de Estado, colocou esta camarilha no poder e agora colhe os benefícios dos apelos que lhe são dirigidos para “salvar a Europa Oriental”. Esse reinício de uma Guerra Fria é extremamente perigoso. Isso irá fazer desmoronar todo o sistema de estabilidade dos últimos 30 anos, considera Roberts:

“O objetivo inicial da OTAN era a segurança da Europa contra uma invasão da URSS. Mas com o desmembramento da URSS essa ameaça desapareceu e a organização deveria ter sido extinta. Em vez disso, Washington ficou à mercê da influência de uma ideologia neoconservadora, que afirmava ter a queda da URSS dado aos EUA o direito à hegemonia mundial. A OTAN foi transformada na sua ferramenta principal. Por isso, no século XXI, nós vemos a OTAN fazendo a guerra no Afeganistão e derrubando o governo na Líbia. Vemos a OTAN aglutinando antigas parcelas da União Soviética ou se preparando para o fazer. Estou falando da Ucrânia e da Geórgia.”

A Rússia realiza, de 27 de maio a 5 de junho, exercícios planejados da sua Região Militar Ocidental. Ela faz fronteira com os países bálticos e a Polônia. Entre outras, neles participa uma unidade de mísseis equipada com o sistema tático de mísseis Iskander-M e a aviação de longo alcance. A Rússia considera o equipamento das suas forças com o novo sistema Iskander-M, com meios de combate contra a defesa antimíssil (DAM) como uma resposta equivalente à possível instalação da DAM norte-americana na Europa.

Voz da Rússia

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