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Em 1 ano, 23 homens do Exército se feriram na Maré; vídeo mostra ‘guerra’

Imagem da TV Globo Minas

A pouco mais de um mês da saída da Força de Pacificação do Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte, o Comando Militar do Leste informou que desde o início da operação 23 militares tiveram ferimentos leves em confrontos com criminosos no local desde que o início da ocupação pelo Exército, em abril de 2014. Dois desses militares se feriram num intenso tiroteio no início do ano, conforme mostra o vídeo obtido pelo RJTV.

As imagens foram gravadas por um militar, em 21 de janeiro, na Vila dos Pinheiros. Na ação, policiais militares e soldados do Exército tentavam impedir uma invasão de traficantes. Três facções disputam o controle dos pontos de vendas de drogas. As cenas de guerra incluem até balas traçantes, que partiam de armas de criminosos. Foi quase um minuto de tiros.

O conjunto da Maré tem 16 comunidades. A Vila dos Pinheiros, onde o vídeo foi gravado, fica ao lado de uma das principais vias expressas do Rio, a Linha Vermelha.

Desde abril de 2014, a Força de Pacificação ocupa a região, preparando o terreno para a implantação das UPPs.

De 5 de abril de 2014 a 29 de abril de 2015, o Exército fez quase 583 prisões, 251 apreensões de menores, e mais 1.340 apreensões de drogas. Os militares também encontraram munição, armas, carros e motos roubados.

Pelos dados oficiais, o número de homicídios antes e depois da ocupação, pouco mudou: de 58 caiu para 56.

Os confrontos entre traficantes e homens do Exército têm sido frequentes. Em novembro do ano passado, um cabo morreu baleado na cabeça.

O Exército deixa a Maré em 30 de junho e a substituição por tropas da PM começou no início de abril.

Fonte: G1

Opinião: A seca no sudeste também é problema seu

Cantareira – SP (Foto: Internet)


Por Francisco Santos

Belo Horizonte – Hoje o portal de notícias da Globo o G1 trouxe matéria mostrando as gozações por parte dos nordestinos, norte do país e sulistas a respeito da seca aqui no sudeste e centro-oeste brasileiro, com a #SEAÁGUAACABARNOBRASILEU (Clique aqui para acessar a matéria completa) perfis faziam zoações com memes (foto-montagens de humor) a respeito da seca, pessoas vão ainda mais além ao dizer que a seca no sudeste é problema deles (nosso), assim que li isso fiquei chocado, não sei vocês leitores, mas ver que uma tragédia climática que trás sofrimento as pessoas possa se tornar algo cômico para alguns é de entristecer a alma brasileira que orgulhosamente ostento em minha essência.

Muitos brasileiros ainda não entenderam a gravidade da situação, a região sudeste e sul do Brasil responde por mais da metade da energia produzida no país, Itaipu que já foi a maior usina hidrelétrica do mundo ao contrário do que muitos pensam não responde por toda a energia gerada no país, nem chega a metade deste percentual, veja a seguir de onde vem a energia produzida no Brasil:

Fontes de geração de energia elétrica no Brasil (ano de 2012)

– Hidrelétrica: 77,6%

– Térmica: 13,9%

– Nuclear: 1,7%

– Eólica: 1,7%

– Outros: 5,1%

Fonte: ONS e consultorias

Grande parte das usinas hidrelétricas estão localizadas no sul e sudeste, portanto sem a energia destas regiões grande parte do país ficará as escuras, afinal é bom lembrar que Itaipu por exemplo é bi-nacional e abastece todo o Paraguai, se você esta ai no sul e diz que pouco importa a energia brasileira pois vocês tem Itaipu e não estão sofrendo com a seca, é bom lembrar a vocês que a energia de Itaipu é jogada no sistema nacional de energia e distribuição que interliga todas as geradoras de energia em uma só linha que alimenta o país inteiro, e é bom lembrar também que os rios que abastecem as hidrelétricas ai no sul em sua grande ou quase totalidade vem do Sudeste, se a nascente secar não existe mais rio, o mesmo se aplica ao nordeste com o Rio São Francisco que esta sofrendo aqui em Minas Gerais.

O nordeste e norte sofrerão ainda mais, com a falta de água no sudeste e o colapso na economia as vendas de eletrodomésticos e bens de consumo vão cair, prejudicando o Amazonas que depende da indústria e a carne que você come ai ou ate mesmo os alimentos que são plantados aqui chegarão ai muito mais caros, o ponto que quero chegar é que um problema leva a outro e assim vai, devemos nos unir, passar energias positivas para que possamos superar isso juntos, sem regionalismo bobo, nos unirmos como um país, talvez nos falta isso para que possamos mudar a realidade deste país, as vezes acho que existem vários “brasis” dentro do imenso Brasil.

Mísseis antiaéreos na Tijuca divide moradores

Míssil antiaéreo na Tijuca

A possível instalação de uma bateria de mísseis antiaéreos da Marinha num prédio na Rua Maxwell, na Tijuca, está provocando polêmica entre os moradores. O objetivo da operação é manter pontos de observação para garantir as zonas de exclusão no espaço aéreo e a defesa antiaérea, nos sete dias de jogos da Copa do Mundo no Maracanã, incluindo a final. A instalação seria levada ainda a outros edifícios da região.

Ricardo Bizarelo, de 38 anos, que mora no edifício há 20, disse não ter gostado nem da possibilidade de instalação do material bélico, nem da forma como os moradores foram avisados:

– Acho desconfortável tê-los aqui. Fomos apenas comunicados, ninguém perguntou nada. O prédio nem é tão perto do Maracanã, e talvez fique um fluxo de entra-e-sai aqui.

Mas há quem apoie a ideia, como Sérgio Tadeu, de 60 anos, e Carmelix Marliere, de 44. Para ambos, há necessidade de segurança.

– Vai ser bom ter a presença deles aqui. Acho até um privilégio. Já nos avisaram que veremos homens armados, para não nos assustarmos. Segundo a administração, isso será somente nos dias de jogos no Maracanã – explica a moradora.

Sem confirmar quantos prédios serão usados, a Marinha diz que, por enquanto, foram feitos apenas alguns estudos, e que, até agora, nenhum material foi instalado. Mas os moradores do edifício, que tem 15 andares e 90 apartamentos, afirmam que, no elevador, já está fixada uma circular avisando sobre a presença de aparato militar. Ainda de acordo com a Marinha, apesar de a bateria pertencer a uma unidade deles, os estudos referentes ao uso de equipamentos e suas disposições ficam a cargo do Comando de Defesa Áerea Brasileira (Condabra).

Para alguns moradores, não há objeção à instalação do aparato militar, mas ao fato de o aumento na segurança ser apenas por causa da Copa.

– Deveriam ter essa preocupação sempre, porque nessa rua há muitos assaltos. Queria que o cuidado fosse permanente – disse a professora Regina Célia de Oliveira, de 59 anos.

Ações para proteger o espaço aéreo são comuns em grandes eventos e também aconteceram durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), a Conferência Rio+20 e a Copa das Confederações. (Raphaela Souza Ribas)

FONTE: O Globo

 

Militares fazem disparos para o alto para conter tumulto na Maré

De acordo com o Ministério da Defesa, a Força de Pacificação atuará até o dia 31 de julho  (Foto: Erbs Jr./Estadão Conteúdo)

Militares da tropa de pacificação que atuam desde sábado (5) no Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte do Rio, controlaram um princípio de tumulto na Favela Nova Holanda na manhã deste domingo (6). De acordo com a assessoria de imprensa da corporação, por volta das 9h um homem foi encontrado por homens das tropas federais ferido próximo à Vila Olímpica e a população tentou impedir a remoção da vítima.

Os militares precisaram fazer um cordão de isolamento e houve um princípio de tumulto. Para conter a população, os agentes dispararam tiros de fuzil para o alto e também utilizaram gás de pimenta.

 

Tropas federais substituem PM
Tropas do Exército e da Marinha substituíram parte do efetivo da Polícia Militar no Conjunto de Favelas da Maré neste sábado. A operação batizada de “São Francisco” — coordenada pelo Comando Militar do Leste (CML) — tem 2.050 homens da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército, 450 da Marinha, 200 da Polícia Militar e uma equipe avançada da 21ª DP (Bonsucesso). A Aeronáutica poderá auxiliar as operações, caso seja necessário.

De acordo com o Ministério da Defesa, a Força de Pacificação atuará até o dia 31 de julho em uma área de aproximadamente dez quilômetros quadrados. A ação será comandada pelo general de brigada Roberto Escoto, comandante da Infantaria Paraquedista, uma unidade de emprego estratégico do Exército.

Fonte: G1

O Rio e o Velho Oeste

velhooeste.jpg

Apesar do título, a cidade do Rio de Janeiro nada tem a ver com o Velho Oeste americano. Não que não houvesse violência no Velho Oeste. Havia, mas não tanto quanto se vê no Rio em pleno século XXI.

A injustiça que abunda no Rio não abundava no Velho Oeste. Tal qual no Rio, todos os criminosos do Velho Oeste portavam armas para seus crimes. Mas, muito diferente do Rio, no Velho Oeste TODOS portavam armas, de modo que, para atacar o inocente, o criminoso precisava ser bastante astuto para não acabar liquidado.

Os criminosos do Rio atacam suas vítimas com a confiança de que o estado já fez o seu trabalho sujo de desarmar a população, garantindo assim total insegurança para as vítimas e total segurança para os assassinos.

No Rio moderno, o assassino escapa muitas vezes impune. Para o criminoso do Velho Oeste, o Rio seria um lugar verdadeiramente maravilhoso, pois a impunidade que reina no Rio não reinava no Velho Oeste. O assassino americano era rapidamente julgado e enforcado. Quando fugia, era perseguido pelo xerife e cidadãos prontos para garantir que o assassino pagasse com sua vida a vida que ele tirou. Quando o criminoso fugia para um lugar desconhecido, sua cabeça era colocada a prêmio, o que significava que qualquer pessoa que o achasse ou matasse receberia um prêmio em dinheiro.

A ética de defesa pessoal para o cidadão e a pena capital para os assassinos era, no Velho Oeste, sustentada nos princípios da Bíblia. A ética protestante (ou evangélica) governava majoritariamente a sociedade americana no século XIX. Os inocentes tinham a Bíblia numa mão e o revólver na outra.

No Rio, embora o número de evangélicos e cristãos seja enorme, não existe ética que influencie as leis a dar aos cidadãos o direito de se defender nem tire do criminoso sua existência de atividades assassinas. No Brasil em geral e no Rio em particular, na mão os inocentes só podem ter a Bíblia, ficando nas mãos de todos os assassinos os revólveres, fuzis, metralhadoras etc.

No Velho Oeste, os criminosos eram enfrentados a bala pelos próprios cidadãos, que tinham seus rifles prontos para fazer feroz resistência ao crime.

No Rio, os cidadãos se escondem das balas quando conseguem. Quando não conseguem, são atingidos, até mesmo por balas perdidas.

No Velho Oeste, bastava apenas um assassinato para o criminoso — fosse adulto ou adolescente — ganhar a forca. Não havia ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) nem defensores dos direitos dos bandidos.

No Rio, os criminosos disputam quem mata mais, e assassinos adolescentes nunca ganham cadeia, tendo garantidos seus direitos — pelo ECA — de matarem quantos cidadãos quiserem. Aos 18 anos, o ECA lhes garante soltura da instituição de reabilitação, com ficha totalmente limpa, como se eles nunca houvessem matado uma mosca em toda a vida. 

É de estranhar, portanto, que no Rio haja muitos defensores dos direitos dos bandidos, fartamente pagos com dinheiro de impostos?

No Velho Oeste, o bandido tinha de pensar duas vezes antes de atacar um inocente, para não acabar ele próprio com uma bala no meio da testa.

No Rio, o bandido não precisa pensar, pois só suas vítimas acabam com uma bala no meio da testa.

No Velho Oeste, a forca era o destino certo do assassino.

No Rio, a morte é o destino das vítimas dos assassinos, que podem optar por forca, torturas e quaisquer outros sadismos que desejem aplicar às vítimas.

Entre o Velho Oeste e o Rio, eu preferiria o Velho Oeste. Lá pelo menos eu poderia me defender.

E tenho certeza de que ninguém do Velho Oeste escolheria o Rio, uma cidade verdadeiramente maravilhosa para todos os tipos de crimes.

O americano do Velho Oeste no Rio perderia automaticamente sua arma e seu direito de se defender e defender sua família, ficando completamente exposto aos criminosos muito bem armados. Se, em um caso de agressão criminosa contra sua vida, ele, por “infelicidade”, conseguisse tirar do criminoso sua arma e o executasse, seria automaticamente condenado pelos grupos de direitos humanos, sempre prontos a castigar qualquer ação dos cidadãos que conseguem despachar um criminoso.

Há também as redes de televisão, que denunciam qualquer atitude indelicada contra os criminosos, garantindo assim a segurança e os “direitos humanos” deles.

No Velho Oeste, havia igualdade. O bandido andava armado e atirava. Mas todos os cidadãos também andavam armados. Eram criminosos armados contra cidadãos armados.

No Rio, a desigualdade é total. Para imensa alegria dos bandidos, somente eles andam armados. São criminosos fortemente armados contra uma população fortemente desarmada, onde o assassino se sente como raposa a solta no galinheiro. Esse galinheiro se chama Rio. Esse galinheiro também se chama Brasil.

Enquanto os assassinos do Rio torturam e matam inocentes, a vítima que consegue retribuir dez por cento ao criminoso é condenada como violadora de direitos humanos. O Rio assim virou um inferno.

Se o Velho Oeste fosse como o Rio, seria um inferno para os inocentes, e um lugar maravilhoso para os assassinos.

Contudo, o Velho Oeste não era como o Rio, de modo que os caubóis diriam: Ainda bem que não estamos no Rio!

Por amor à justiça e aos inocentes, eu diria: Que pena que o Rio não é como o Velho Oeste!


Fonte: IMB

Ate que em fim o país acordou…

Polícia Militar faz pouco caso de assalto a coletivos

Ate que em fim,  os brasileiros acordaram para a falta de respeito que as empresas de ônibus coletivos e as prefeituras tem com os brasileiros, manifestações contra o aumento da passagem de ônibus no Sul do país no começo do ano, em São Paulo e Rio de Janeiro nos últimos 4 dias, é por ai que iremos conseguir ter um país melhor, no entanto precisamos nos organizar e atingir as empresas de transporte no seu ponto fraco, não é quebrando os ônibus que iremos conseguir o que queremos, precisamos lembrar o governo que quem realmente manda somos nós.

EUA convidam Dilma para visita de Estado, e Biden anuncia ‘nova era’

 

O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, discursa ao ar livre nesta quarta-feira (29) na zona portuária do Rio (Foto: AFP)O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, discursa ao ar livre nesta quarta-feira (29) na zona portuária do Rio (Foto: AFP)

A presidente Dilma Rousseff realizará uma visita de Estado a Washington em outubro, algo que os Estados Unidos esperam que marque o início de uma nova era nas relações com o Brasil e com a região, anunciou nesta quarta-feira (29) o vice-presidente americano, Joe Biden, no Rio de Janeiro.

O presidente Barack Obama “me pediu para convidar sua presidente para ir a Washington para a única visita de Estado que será realizada este ano”, disse Biden diante de dezenas de empresários e autoridades brasileiras em um discurso ao ar livre na zona portuária do Rio de Janeiro.

As visitas de Estado são reservadas aos sócios mais estratégicos de Washington e incluem discursos no Congresso e um protocolo especial, assim como um jantar de gala na Casa Branca.

No momento em que a influência dos Estados Unidos diminui na região e a do Brasil segue crescendo, Biden fez um discurso carregado de elogios ao país, destinado a convencer até os mais céticos sobre a necessidade de aprofundar o comércio e os investimentos.

“Já não podemos nos referir ao Brasil como um país emergente, vocês emergiram e todos perceberam”, disse Biden, lembrando que a economia brasileira, a sétima do mundo, é maior que a da Índia ou da Rússia, dois de seus sócios no bloco dos Brics.

“2013 é o início de uma nova era das relações Brasil-Estados Unidos”, disse Biden, que se reunirá com Dilma Rousseff na sexta-feira em Brasília, assim como com o vice-presidente Michel Temer.

“Obama e eu acreditamos que o momento apresenta uma oportunidade incrível para uma nova era de relações entre Estados Unidos e as Américas (…) Mas nenhum sócio é mais significativo nesta empreitada que o Brasil”, afirmou.

A Casa Branca informou em um comunicado que a visita de Dilma será realizada no dia 23 de outubro. Será a primeira visita de Estado durante o segundo mandato de Obama.

Em seu primeiro governo, Obama recebeu em visitas de Estado líderes de outras potências emergentes, como Índia e China, mas ainda não havia convidado a presidente brasileira.

O líder americano também já recebeu em visita de Estado os presidentes de Alemanha, México e Coreia do Sul.

Esta será a primeira visita de Estado de um presidente do Brasil aos Estados Unidos desde a realizada por Fernando Henrique Cardoso em 1995.

Biden pediu que o passado seja deixado para trás e para que se imagine o que a primeira e a sétima economias do mundo “podem fazer com mais comércio e investimentos”.

Os Estados Unidos são o segundo sócio comercial do Brasil, atrás da China, que os ultrapassou em 2010.

Washington está interessado nas gigantescas reservas petrolíferas em águas profundas, conhecidas como pré-sal, que o Brasil descobriu em 2007.

Já o Brasil está interessado na tecnologia americana para explorar reservas do gás de xisto, que alterou o mapa energético dos Estados Unidos.

Outros temas na agenda bilateral são a eliminação mútua de vistos de turismo para brasileiros e americanos e a multimilionária compra por parte do Brasil de 36 aviões-caças, adiada várias vezes e disputada pela americana Boeing, pela francesa Dassault e pela sueca Saab.

Obama visitou o Brasil em março de 2011, primeiro ano de governo de Dilma, que retribuiu a visita um ano depois.

Os dois países mantêm uma política de relações cordiais, mas de forma diferente da levada adiante no governo de Luiz Inacio Lula da Silva (2003-2010), que nunca foi convidado a uma visita de Estado por Washington.

O governo de Dilma é considerado menos ideológico e mais pragmático pelo governo americano.

Biden encerrará na sexta em Brasília uma viagem que também o levou à Colômbia e a Trinidade e Tobago.

 

G1

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