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1955: A Polícia Militar de Minas elege um Tenente – Coronel para presidência do Brasil

Francisco Santos

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Em 1956 a Polícia Militar de Minas Gerais (Força Pública na época) elege pela primeira vez na história do Brasil um oficial (PM) para presidir o país, desde a proclamação da independência ate os dias de hoje apenas um policial seja ele, civil ou militar, presidiu o posto mais alto da república.

Juscelino Kubitschek  foi nomeado capitão-médico da Polícia Militar de Minas Gerais, onde serviu como médico durante a Revolução Constitucionalista de 1932 que foi derrotada esmagadoramente pelas tropas mineiro-gaúchas. Foi nomeado Chefe da Casa Civil de Minas gerais por Benedito Valadares, então interventor do Estado (equivalente a Governador) onde chegou ao posto mais alto da Polícia Militar, tornou-se tenente-coronel, Passando a reserva dedicou-se a política onde foi nomeado prefeito de Belo Horizonte de 1940 a 1945 (Durante a Segunda Guerra) e eleito  governador de Minas Gerais (1951-1955), foi eleito presidente em 1955 onde governou ate 1960.

Durante os mais de 190 anos de independência do Brasil, poucos militares subiram a presidência do país, no entanto JK, é o único eleito democraticamente.

Além de drone, PM pretende utilizar balão dirigível no policiamento de BH

Gladyston Rodrigues/EM/D.A.Press

A Polícia Militar de Minas pretende utilizar balão dirigível para fazer o policiamento aéreo em Belo Horizonte. O equipamento, que pode chegar a 7 metros de comprimento, será alimentado por baterias elétricas e custará em torno de R$ 200 mil. Várias câmeras e sensores infravermelhos, que detectam a presença de pessoas em solo até mesmo no escuro, vão enviar imagens em tempo real para a central de operações da PM. “O militar, sentado na sala de operações, poderá conduzir o dirigível do Centro para a Savassi e também poderá deslocá-lo para qualquer ponto da cidade sem necessidade de uma equipe de solo se deslocando junto”, informou o autor do projeto, tenente do 1º Batalhão da PM, Telmo Tassinari, que é piloto de helicóptero.

O projeto do dirigível será encaminhado em dezembro à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), para obtenção de certificado de autorização de voo experimental. Mas isso somente depois da implantação de outra ferramenta de combate ao crime apresentada ontem ao Conselho Comunitário de Segurança Pública 5. A ferramenta utiliza o chamado veículo aéreo não tripulado (Vant), popularmente conhecido por drone. E um veículo aéreo não tripulado, operado sem a presença do piloto.

Segundo o tenente, a PM vai utilizar todas as tecnologias disponíveis em suas operações. “O Vant já é utilizado por forças militares em várias guerras do mundo. O aparelho é capaz de fazer giros de 360 graus e pode pousar e decolar na vertical”, disse. As imagens, assim como no dirigível, serão encaminhadas em tempo real aos operadores do equipamento, que estarão em terra, acompanhando seu deslocamento. A proposta é interligar futuramente o aparelho com o sistema Olho Vivo e depois com todas as viaturas.

A PM ainda não escolheu o modelo de drone a ser adotado. As opções podem ser um quadricóptero, com quatro motores, ou um hexacóptero, com seis motores. O peso total não poderá ultrapassar 2,20kg, incluindo câmeras e outras tecnologias de envio de dados. O custo final do aparelho ficará em torno de R$ 35 mil. A Prefeitura de Belo Horizonte e a Câmara de Dirigentes Logistas (CDL/BH) já anunciaram parceria na compra do primeiro equipamento. A expectativa da PM é conseguir autorização da ANAC até agosto para operar o drone. Depois, serão três meses de testes no hipercentro de BH. Em dezembro, o policiamento ostensivo com o aparelho deverá ser em tempo integral.

Os locais para monitoramento dos drones já foram escolhidos. São as praças Diogo de Vasconcelos, na Savassi, da Libedade e da Assembleia, na Região Centro-Sul, praças Sete e da Estação, no Centro, e a Feira de Arte e Artesanato, que acontece aos domingos na Avenida Afonso Pena. São locais de grande aglomeração de pessoas e também de manifestações populares.

Na reunião, o comandante do 1º Batalhão da PM, tenente-coronel Vitor Araújo, anunciou para os próximos meses a criação de um aplicativo para agilizar as denúncias de crimes pela internet. O sistema será muito mais rápido do que as ligações telefônicas, segundo ele, e as pessoas ainda poderão enviar fotos do fato presenciado.

Fonte: Estado de Minas

Sinopse: Terceira Guerra Mundial: Batalha do Amanhã

Autor: Francisco Santos

O ano é 2050, após mais de 1 século e meio de exploração dos recursos naturais não renováveis, a humanidade se encontra agora em um mundo cada vez mais sombrio, guerras no Oriente Médio e na Europa se intensificam, nações inteiras sofrem com tufões, tempestades, alagamentos e secas, o tempo está descontrolado, países inteiros no Caribe e Oceania desapareceram com aumento dos níveis das águas.

Diante do cenário catastrófico as maiores potências do mundo se reúnem para discutir o que fazer diante de tal situação, ao mesmo tempo as reservas de petróleo se esgotam no Oriente Médio, agora sem o recurso precioso que interessa as nações desenvolvidas a região perde o interesse das grandes potências, tornando a região que já tem um histórico de confrontos secular palco de novos confrontos sangrentos.

Os países reunidos em Genebra decidem que o melhor a se fazer para solucionar a crise é a criação de Uniões de países, mega blocos econômicos semelhantes a União Europeia, no entanto, integrados como um só país, um só governo e uma só política de combate a crise energética que começa a afetar o desenvolvimento e a população destes países.

Ao mesmo tempo que esta reunião acontece, a população dos países subdesenvolvidos atingidos pela crise climática e energética protestam contra seus governos, a estabilidade política garantida nas primeiras décadas do Século através da ONU não existe mais, para piorar a situação que já é caótica, a China avança militarmente contra países asiáticos, ilhas, territórios e países inteiros são anexados pela China sem nenhum pudor.

Em meio ao avanço da China, a Rússia governada por Vladimir Vokovit anexa todas as Ex-Repúblicas Soviéticas, temerosa a Polônia pede ajuda a OTAN e União Europeia e teme uma nova invasão ao seu território, como ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial e no pós-guerra que terminou com a URSS invadindo o país, mas EUA e Europa sabem que não poderão apoiar uma guerra na Europa pelo fato de não possuírem recursos suficientes para um conflito que pode durar meses ou anos, apesar das reservas americanas de petróleo e da produção baixa em estados como Califórnia e no Golfo do México, tanto os americanos quanto os europeus sabem que precisam guardar suas reservas para se defenderem de ataques diretos a seus territórios, com isso os pequenos países da Europa, toda a África e países subdesenvolvidos estão desprotegidos, a OTAN agora não representa mais uma força militar de dissuasão.

Com a queda do equilíbrio geopolítico mundial, potências econômicas expandem seus territórios em busca de recursos naturais quase esgotados, com os EUA não é diferente, o país americano fechou um acordo político criando a Federação das Américas formando ate então o maior Bloco Político Econômico que o mundo já viu, do Canadá ao Panamá e incluindo o Chile aqui na América do Sul, o bloco possui um presidente que tem mandato de 4 anos e é eleito pelo Conselho de Países que é formado por Senadores de todos os membros da federação, o presidente é a autoridade máxima, defesa, política e economia estão subordinados a ele, os países agora são estados e os estados federados e províncias agora são departamentos dos agora Estados Unidos da Federação das Américas.

No entanto, algo pode estragar os planos americanos, o Brasil e todos os países da América do Sul se recusaram a aderir a esta união criada pelos EUA, segundo os presidentes dos países sul-americanos os EUA apenas querem colonizar os países para que forneçam-lhe recursos naturais enquanto os países são usados pelos americanos, no entanto o Chile seduzido por promessas de investimentos bilionários e proteção militar contra invasões de Bolívia e Peru que reivindicam partes do território chileno aderiu o bloco, tornando-se ate agora o único país da América do Sul a aderir.

Insatisfeito com a recusa do Brasil e dos países que formam a Amazônia de aderir ao bloco, os EUA farão de tudo para que os recursos naturais destes países sejam seus a qualquer custo.

O Livro deve ser lançado ainda este ano.

Sul de Minas no meio do fogo cruzado da história do Estado

Moradores de Ouro Fino, Pouso Alegre e Jacutinga assistiram de perto ao confronto entre paulistas e tropas federais há 80 anos durante a Revolução Constitucionalista

Fotos: Arquivo Museu Histórico Municipal Tuany Toledo

Soldados de batalhões de várias partes do país chegaram a Minas em julho de 1932 para tentar conter a revolução dos paulistas

 A calmaria das pequenas cidades do Sul de Minas deu lugar ao vai e vem de tropas militares e o barulho de metralhadoras passou a ser incômodo constante para os moradores que estavam acostumados com o ambiente de paz do interior. Há 80 anos, quando paulistas começaram a se movimentar e tentaram mostrar força ao governo federal por meio do movimento que ficou conhecido como Revolução Constitucionalista de 1932, os mineiros assistiram de perto aos violentos confrontos entre batalhões de várias partes do Brasil. Os municípios de Ouro Fino, Pouso Alegre e Jacutinga ficaram bem no meio de uma disputa que misturou patriotismo e ideais de liberdade entre soldados que saíram de São Paulo para lutar contra a interferência federal no estado e tropas que buscavam encerrar um movimento que poderia dividir o país.

A escolha oficial do governo de Minas, ao se confirmar que o impasse não se resolveria por meio das conversas e seria levado para os campos de batalhas, foi adotar uma postura de neutralidade. No entanto, aqueles que viram as disputas bem perto de suas casas não tiveram como ficar de fora e foram obrigados a participar de um lado ou de outro. Em Ouro Fino, a movimentação de tropas começou com a chegada dos paulistas, que buscavam reforçar pontos estratégicos nas fronteiras para impedir que o exército legalista avançasse no estado. A resposta das tropas federais não demorou e, no fim do mês, soldados de batalhões baianos e pernambucanos que vieram para conter a revolução já estavam acampados na cidade.

“Em 13 de julho, quando os paulistas marcharam por Ouro Fino, a cidade ficou extremamente movimentada e dividida. Aqueles que apoiaram os paulistas passaram a atuar de forma velada, escondendo soldados feridos em suas casas e, quem tinha automóvel ou armas, guardava tudo para que o governo federal não pedisse para usar nos confrontos. No entanto, muitas pessoas também temiam a ação dos soldados paulistas, já que rumores diziam que outras cidades estavam sendo atacadas quando eles chegavam de trem”, explica Maria Romilda Gomes Rodrigues, historiadora e coordenadora do Departamento de Cultura de Ouro Fino.

Canhões e trincheiras
Em Pouso Alegre, cidade do Sul de Minas considerada estratégica para a mobilidade ferroviária, as tropas legalistas que estavam se concentrando na região bateram de frente com os revolucionários paulistas. Os tradicionais bairros do município, Vendinha (hoje Bairro São João), Cruzes e São Geraldo, viraram palco para o enfrentamento. Entrincheirados em pontos estratégicos e com canhões e metralhadoras posicionadas, as tropas de Getúlio Vargas massacraram os paulistas em combate. O resultado de uma noite de conflito em Pouso Alegre foi 12 mortes, sendo apenas uma do lado dos legalistas, e mais de 20 feridos que foram levados presos para Caxambu e depois para o Rio de Janeiro.

Os mortos foram sepultados no dia seguinte na cidade mineira recebendo a bênção do bispo de Pouso Alegre, dom Octávio Chagas de Miranda. Como não se sabiam os nomes dos soldados paulistas, o então prefeito João Beraldo determinou que fossem todos fotografados e numerados para que pudessem ser identificados quando o conflito acabasse. Alguns anos mais tarde, os corpos foram exumados e levados para São Paulo a pedido de familiares. Muitas das armas, canhões e equipamentos usados nas batalhas que aconteceram na região estão expostos no Museu Histórico Municipal de Pouso Alegre.

Fotos: Arquivo Museu Histórico Municipal Tuany Toledo

Tropas federais se posicionam para o combate contra os paulistas

“Uma das reclamações constantes de antigos moradores da região que aparece nos documentos da época diz respeito ao barulho de metralhadoras. Só com o fim do conflito ficaram sabendo que o ruído vinha de um aparelho chamado matraca, criado pelos paulistas para reproduzir o som das metralhadoras e intimidar as tropas federais. Os municípios da região, por estarem tão próximos dos paulistas e ao mesmo tempo estarem ao lado das forças nacionais, passaram meses de muita apreensão, com a guerra batendo em suas portas”, explica a historiadora.

Isolados economicamente e sem apoio de outros estados, em outubro de 1932 – três meses depois do início das batalhas – os paulistas anunciaram a rendição. Getúlio Vargas nomeia um interventor paulista para o estado e no ano seguinte convoca eleições para a formação da Assembleia Constituinte. Segundo as estimativas oficiais, a Revolução de 1932 terminou com 624 mortes, sendo a grande maioria de soldados paulistas.

LINHA DO TEMPO
– 1930: Getúlio Vargas chega ao poder em movimento que depôs Washington Luís, do Partido Republicano Paulista. Termina a 1º República
– 1931: Partidos paulistas se unem formando a Frente Única Paulista, que passa a reivindicar autonomia administrativa para o estado e articular o movimento contra o governo federal
– 1932: No dia 9 de julho começa a rebelião armada que marca o início da Revolução Constitucionalista. Quatro dias depois de declarada a revolta contra o governo de Vargas, paulistas marcham pelo município mineiro de Ouro Fino
– 1932: Em outubro, sem apoio de outros estados e força para continuar o conflito, os paulistas anunciam a rendição
– 1934: Promulgada a nova Constituição. A mobilização dos constitucionalistas serviu como forma de pressionar Vargas a convocar a Assembleia Constituinte que elaborou a nova Carta Magna do país
– 1937: Anunciando a existência de uma tentativa de golpe comunista, Vargas anula a eleição presidencial e dissolve o poder legislativo. Início do Estado Novo.

O início do conflito
A insurreição contrária ao novo quadro político que se instalou no Brasil após a Revolução de 1930 começou em São Paulo. Integrantes da elite local que se beneficiavam do sistema político da Primeira República queriam reaver o domínio e passaram a se mobilizar contra o governo de Getúlio Vargas. A demora do governo provisório em convocar a Assembleia Constituinte, grupo de parlamentares que criaria uma nova constituição para o país, gerou muita insatisfação entre os paulistas que passaram a levar as reivindicações para as ruas. Em maio de 1932, durante a realização de um ato político no centro da capital, a polícia reprime duramente o manifestação, ocasionando a morte de quatro jovens. O movimento revoltoso passou a se chamar MMDC – Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo – em homenagem aos jovens que morreram e ganhou apoio de vários setores da sociedade civil paulista. Em julho teve início a rebelião armada dos paulistas contra as tropas do governo federal.

Fonte: Estado de Minas

Polícia do Peru compra 4.000 novas viaturas “inteligentes”

Peter Watson, Lima – Vice-Ministro da Gestão Institucional do Ministério doInterior, Leoncio Delgado Uribe, confirmou que a Polícia Nacional do Peru (PNP) administra, por meio do mecanismo de governo a governo, a compra de um total de 3.948 veículos, patrulha inteligente, caminhonetes e ônibus, para aumentar a mobilidade e conectividade da polícia em missões de patrulha.

Delgado Uribe especificou que através de concursos públicos irá proceder para adquirir 2.591 viaturas patrulha inteligente, 1.277 picapes para o monitoramento de estradas e 80 ônibus para facilitar o transporte de policiais designados para bases localizadas no interior do país sul-americano. Ele também disse que, com o investimento de 19 milhões de soles (6.300 mil dólares) embarcações e ATVs para implantação em diferentes regiões da selva peruana devem ser comprados.

O PNP  recentemente adquiriu 800 patrulhas inteligentes Hyundai Santa Fe, modificou o conceito Patrol Car of the Future pela empresa de engenharia espanhola e inovação APD . O presidente Ollanta Humala e ex-ministro do Interior ,  já havia confirmado a compra de 2.027 patrulhas inteligentes . O número foi agora elevado a mais de 500 unidades adicionais para quase 2.600 listados agora.

A aquisição de veículos novos também contribui para a anunciada compra de equipamento anti-motim , blindados, óculos de visão noturna, placas balísticas e outros encargos -em para o Escritório das Nações Unidas para Serviços de Projetos (UNOPS) – no valor de 57 milhões soles (18.800 mil dólares americanos) e armas não-letais no valor de 11 milhões de soles ($ 3,6 milhões).

Foto: Ministério do Interior do Peru

Tradução: Guerra & Armas  –  Fonte: Infodefensa

Nota do Editor: Enquanto o Peru investe em sua polícia nacional, nossa Polícia Federal sofre com falta de recursos e agentes para cobrir o imenso território nacional que é dezenas de vezes maior que o Peru e com pouco mais de 10 mil agentes de campo para tomar conta de 47% do continente Sulamericano (Tamanho do Brasil).

Nota do Editor 2: Estes carros são dotados de sistemas e camêras externas que identificam placas de carros automáticamente e pesquisam se existe alguma irregularidade na placa do carro pesquisado e na hora o resultado sai na tela do computador de bordo acusando problemas ou não, com isso os policiais nem precisam usar rádio ou Central de Operações da Polícia, otimizando o recurso humano da força policial.

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Oficial do Exército é abordado ilegalmente por policiais militares

Guerra & Armas explica abordagem ilegal a Oficial do Exército, intenda o que a lei diz sobre abordagens e crimes cometidos por militares da ativa:

POR FRANCISCO SANTOS

Galera, vou levantar este tema no âmbito da legalidade militar e discrepância da ação policial militar e civil em favor de uns e desfavor de outros, não abordo o fato de o piloto (Tenente) da moto estar errado, isso é fato, mas quero abordar aqui a legalidade da abordagem ok pessoal?

O Amparo legal e como deve ser feita a abordagem do mesmo tendo como base o *CPP/CPB e o **CPM regulados pela Constituinte de 1988:

Militares não podem ser abordados ou presos por subordinados, somente um 1ª Tenente ou capitão para cima poderia fazer abordagem, porém isso no âmbito das forças armadas, já que as Policias Civil, Militar e Federais não podem abordar ou prender militares independente de suas patentes, ressalvo em flagrante delito, porém o código 301 do Código Penal Brasileiro diz: Qualquer do povo, poderá fazer prisão em flagrante delito.

Caso tivesse se caracterizado o flagrante os policias deveriam de pronto imediato acionar o comando militar do exército mais próximo para que o mesmo fosse preso em prisão militar, porem ausente uma unidade prisional, leva-se o preso militar para uma unidade onde deverá ficar preso e a maior autoridade acima de sua patente ficará responsável em comando pela prisão.

O artigo 301 do *CPP/CPB credencia as autoridades policias a procederem com a prisão em flagrante delito, mas neste caso só houve suspeita fundada e uma abordagem ilegal, dado o fato da truculência da abordagem com armas em punho e direcionadas ao abordado que não oferecia resistência alguma e se pôs de mãos ao alto voluntariamente sem ser necessário tons de voz alto ou ate mesmo a ameaça por parte da guarnição como ele não estava em flagrante delito, os militares após te-lo identificado deveriam prestar-se em continência ao oficial do exército, mesmo que ali tivesse um tenente de igual patente na viatura, por ordem de instituição.

 

* Código de Processos Penais/ Código Penal Brasileiro

** Código Penal Militar

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