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Cinco armas chinesas que intimidam os EUA

Praça da Paz Celestial, Pequim, China.

Os EUA devem temer não só os ritmos de produção de armamentos na China mas também a sua indústria e recursos humanos, considera a revista norte-americana The National Interest.

A China está desenvolvendo novos tipos de armamentos que preocupam os Estados Unidos. Mas, segundo o jornalista Kyle Mizokami, o país e os seus aliados devem temer muito mais coisas do que caças de quinta geração J-2- e os mísseis DF-21:

“Há outras armas que provocam a mesma – senão a maior — preocupação”.

O autor destaca cinco tipos de armamentos mortais chineses que os EUA não prestam a devida atenção. Com o desenvolvimento destas armas, os EUA terão que ceder a sua posição de líder global.

O primeiro são os sistemas espaciais de combate. Graças aos satélites, os EUA podem identificar a localização dos seus inimigos por todo o planeta. Mas o desenvolvimento das tecnologias espaciais em outros países, especialmente das armas antissatélite, pode privar os EUA de todas essas vantagens.

O segundo é a indústria chinesa. A China não deixa de ser a “fábrica mundial” que produz praticamente todos os artigos. É terrível imaginar o que pode acontecer se o país dirigir as suas capacidades para produzir equipamentos militares.

A terceira “arma” chinesa são os recursos humanos, representados pelos graduados do ensino superior. Se espera que, até 2020, na China haverá 195 milhões de graduados, enquanto em 1999 só quatro por cento dos jovens estudavam no ensino superior. Os conhecimentos têm alta demanda e vão aumentar o nível tecnológico do exército do país.Um outro tipo de armamentos que assusta os EUA são as minas navais, que podem permitir à China realizar operações de isolamento das zonas marítimas de acesso da Marinha norte-americana.

Finalmente, o autor chama as forças especiais chinesas de “quinto armamento contra os EUA”. Agora, neste tipo de forças a China possui 200-300 milhares de homens, enquanto nas forças armadas chinesas em geral servem 3,2 milhões de militares.

Assim, não há dúvidas de que se torna cada vez mais difícil para os EUA concorrer com a China e conter as forças que têm por objetivo estabelecer um mundo multipolar.

Fonte: Sputnik News

Como mudará equilíbrio após construção das ilhas artificiais por China?

Construção de ilhas artificiais chinesas no mar da China Meridional

Na conferência do fórum regional de segurança da ASEAN em Kuala Lumpur, o chanceler chinês Wang Yi anunciou que a China completou a construção das ilhas artificiais no arquipélago de Spratly, no mar da China do Sul.

Isto significa que a China alcançou todos os objetivos e está pronta para a busca de compromisso com os países da região em base do novo status quo. O pesquisador do Centro de Análise de Estratégias e Tecnologias Vassily Kashin comentou para a Sputnik as consequências estratégicas da construção das ilhas. Seguem em baixo as considerações do especialista.

A nova realidade é que agora a China tem uma série de ilhas artificias nesta área e na maior delas está sendo construída uma pista de decolagem e aterrissagem de 3 quilômetros. Nestas ilhas artificiais também serão construídos portos nos quais os navios irão se proteger de tempestades e receber manutenção técnica.As declarações do EUA sobre a inadmissibilidade de militarização da área de construção e das ilhas provavelmente não terá efeito. Embora as ações chinesas tivessem provocado alguma preocupação por parte dos países da ASEAN, eles ainda não possuem unidade para se opor à China.

Neste momento a estratégia mais razoável para a China será tentar acalmar a situação e se ocupar do arranjo das suas novas aquisições territoriais. No fundo, as declarações da China de que as ilhas serão principalmente usadas como pontos de abastecimento e abrigo para aeronaves e navios durante o mau tempo não estão longe da verdade.

A instalação de poderosos sistemas de armas, como baterias de mísseis de cruzeiro pesados ou complexos de defesa antiaérea de longo alcance, não faz sentido militar em ilhas tão pequenas. Sem dúvida, as ilhas situadas numa área disputada precisam de proteção, mas as forças armadas a instalar nas ilhas serão limitadas. Estas forças visarão, sobretudo, proteger as próprias ilhas e não controlar a região toda em torno das ilhas. A instalação de armas durará, segundo Kashin, de alguns meses a dois ou três anos.Após o fim da construção de infraestrutura e o seu desbravamento pelas tropas chinesas, os países da região deverão planejar a sua política na base do novo equilíbrio de poder na região.

O aumento de concentração de forças americanas em resposta no mar da China do Sul, inclusive o patrulhamento conjunto desta área aquática com os aliados, será no fundo a mesma demonstração absurda de força e firmeza como os treinamentos militares americanos que estão sendo realizados na Europa de Leste desde o início da crise ucraniana.

Esta demonstração pode exercer qualquer influência sobre a opinião pública, mas não poderá impedir as mudanças estratégicas que já ocorreram, parte dos países da ASEAN já se desviam da política de balanceamento entre os EUA e a China e optam por um compromisso estratégico com a China. Os outros deverão seguir o seu exemplo mais cedo ou mais tarde. A China é a locomotiva principal do crescimento econômico na região. Ao contrário, as ações dos EUA são uma sucessão de ações ostensivas e patéticas que, às vezes, se contradizem umas às outras.

Fonte: Sputnik News

Dragão levanta-se: China poderá minar domínio global dos EUA?

Tanques em Pequim

A revista respeitada norte-americana publicou a analise-previsão da imagem do exército chinês na década que vem e argumentou que a China não apresentará uma ameaça aos EUA. Mas será que a revista contou só a parte da história?

A revista The National Interest que trata dos assuntos internacionais comparou o exército da China em dez anos e o dos EUA, começando com a experiência de combate do Exército de Libertação Popular (ESP), da sua Força Aérea (PLAAF) e Marinha (PLAN). A publicação escreveu:

“Uma área em que a China fica dramaticamente atrás dos Estados Unidos é a experiência operacional”.

Toda a série de guerras contra terrorismo provou positivas para os EUA, porque, segundo The National Interest, eles “deram às suas forças armadas a experiência enorme na execução da força militar dia-a-dia”, enquanto forças armadas chinesas “carecem da experiência prática”.

A publicação norte-americana escreveu:

“Na cada guerra as forças armadas dos EUA aproximam mais, desenvolvendo os procedimentos de comunicações técnicas que eles precisam, a fim de atuar como uma equipe eficaz. Na cada paz as forças armadas dos EUA crescem muito distantes, cada um prossegue metas internas, provincianos a custa de treinamento conjunto, fornecimento e planejamento”.

Os conflitos militares nas quais os EUA são envolvidos também contribuíram muito neste aspecto.

Enquanto isso, a revista sublinha que até agora não há indicação que “as forças terrestres da PLA, da Segunda Artilharia, PLAAF e PLAN participaram no trabalho necessário para fazê-los funcionar como um todo coerente”.

Mais uma coisa que difere o exército da China muito do dos EUA, segundo o analise, é a ausência quase completa dos aliados.

A publicação concluiu:

“Quase certamente a década que vêm não trará o desenvolvimento ao sistema dos aliados da China; e a aliança contrária (contra a China) é muito mais provável”.

Fonte:sputniknews

Guerra entre China e EUA pode ser inevitável, segundo jornal estatal chinês

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Uma semana depois de a Marinha chinesa ameaçar um avião americano que operava voos de reconhecimento em águas internacionais, o jornal estatal chinês Global Times publicou um editorial dizendo que uma guerra entre China e Estados Unidos pode ser inevitável. O texto foi publicado em meio ao aumento da tensão entre os dois países no Mar da China Meridional, localizado no sul da China, parte do Oceano Pacífico. Na semana passada, Washington enviou aviões para espionar as ilhas artificiais construídas por Pequim no Mar da China Meridional – imagens de satélite mostram a construção de estradas, portos e o que poderiam ser postos militares nessas ilhas.

“Se a demanda dos EUA envolver a interrupção das atividades chinesas, uma guerra entre os dois países no Mar da China Meridional é inevitável”, diz o editorial. No mesmo texto, o jornal culpa Washington pelo acirramento do conflito entre dois os países na região: “Os Estados Unidos estão aumentando o risco de confronto físico com a China recentemente”.

Além da localização militar estratégica, o Mar da China Meridional é palco de disputas territoriais entre os países da região por apresentar áreas de pesca abundante e reservas potencialmente ricas em recursos naturais.

Defesa ativa – Nesta terça-feira, a China lançou uma nova revisão do livro branco de estratégia militar na qual ressalta o desenvolvimento de sua Marinha e o conceito de “defesa ativa” em plena escalada de tensões entre Pequim e Washington pelas águas do Oceano Pacífico. Segundo o documento, o Exército chinês, incluindo a Marinha e Força Aérea, poderá ‘projetar seu poder’ para além das fronteiras chinesas no mar e, mais assertivamente, pelo ar a fim de proteger suas áreas marítimas, de acordo com o jornal britânico Telegraph.

“Não atacaremos a não ser que alguém nos ataque, mas, com certeza, contra-atacaremos se nos atacarem”, disse em entrevista coletiva o coronel Yang Yujun, porta-voz do Ministério da Defesa. Trata-se do nono documento deste tipo desde 1998 e Yang assegurou que a novidade do atual é que é “mais estratégico e preventivo” em um contexto mundial de “mudanças sem precedentes e com a China em um ponto crítico de reforma e desenvolvimento”.

Apesar de enfatizar o compromisso da China com o desenvolvimento pacífico, o documento ressalta “domínios de segurança críticos”, entre eles: os oceanos, o espaço, o ciberespaço e a força nuclear, e adverte que a Marinha “mudará gradualmente seu enfoque”. As forças navais passarão de uma estratégia única de “defesa de águas litorais” para outra que também combine “a proteção de águas abertas”, assinalou o porta-voz.

FONTE: VEJA

Sinopse: Terceira Guerra Mundial: Batalha do Amanhã

Autor: Francisco Santos

O ano é 2050, após mais de 1 século e meio de exploração dos recursos naturais não renováveis, a humanidade se encontra agora em um mundo cada vez mais sombrio, guerras no Oriente Médio e na Europa se intensificam, nações inteiras sofrem com tufões, tempestades, alagamentos e secas, o tempo está descontrolado, países inteiros no Caribe e Oceania desapareceram com aumento dos níveis das águas.

Diante do cenário catastrófico as maiores potências do mundo se reúnem para discutir o que fazer diante de tal situação, ao mesmo tempo as reservas de petróleo se esgotam no Oriente Médio, agora sem o recurso precioso que interessa as nações desenvolvidas a região perde o interesse das grandes potências, tornando a região que já tem um histórico de confrontos secular palco de novos confrontos sangrentos.

Os países reunidos em Genebra decidem que o melhor a se fazer para solucionar a crise é a criação de Uniões de países, mega blocos econômicos semelhantes a União Europeia, no entanto, integrados como um só país, um só governo e uma só política de combate a crise energética que começa a afetar o desenvolvimento e a população destes países.

Ao mesmo tempo que esta reunião acontece, a população dos países subdesenvolvidos atingidos pela crise climática e energética protestam contra seus governos, a estabilidade política garantida nas primeiras décadas do Século através da ONU não existe mais, para piorar a situação que já é caótica, a China avança militarmente contra países asiáticos, ilhas, territórios e países inteiros são anexados pela China sem nenhum pudor.

Em meio ao avanço da China, a Rússia governada por Vladimir Vokovit anexa todas as Ex-Repúblicas Soviéticas, temerosa a Polônia pede ajuda a OTAN e União Europeia e teme uma nova invasão ao seu território, como ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial e no pós-guerra que terminou com a URSS invadindo o país, mas EUA e Europa sabem que não poderão apoiar uma guerra na Europa pelo fato de não possuírem recursos suficientes para um conflito que pode durar meses ou anos, apesar das reservas americanas de petróleo e da produção baixa em estados como Califórnia e no Golfo do México, tanto os americanos quanto os europeus sabem que precisam guardar suas reservas para se defenderem de ataques diretos a seus territórios, com isso os pequenos países da Europa, toda a África e países subdesenvolvidos estão desprotegidos, a OTAN agora não representa mais uma força militar de dissuasão.

Com a queda do equilíbrio geopolítico mundial, potências econômicas expandem seus territórios em busca de recursos naturais quase esgotados, com os EUA não é diferente, o país americano fechou um acordo político criando a Federação das Américas formando ate então o maior Bloco Político Econômico que o mundo já viu, do Canadá ao Panamá e incluindo o Chile aqui na América do Sul, o bloco possui um presidente que tem mandato de 4 anos e é eleito pelo Conselho de Países que é formado por Senadores de todos os membros da federação, o presidente é a autoridade máxima, defesa, política e economia estão subordinados a ele, os países agora são estados e os estados federados e províncias agora são departamentos dos agora Estados Unidos da Federação das Américas.

No entanto, algo pode estragar os planos americanos, o Brasil e todos os países da América do Sul se recusaram a aderir a esta união criada pelos EUA, segundo os presidentes dos países sul-americanos os EUA apenas querem colonizar os países para que forneçam-lhe recursos naturais enquanto os países são usados pelos americanos, no entanto o Chile seduzido por promessas de investimentos bilionários e proteção militar contra invasões de Bolívia e Peru que reivindicam partes do território chileno aderiu o bloco, tornando-se ate agora o único país da América do Sul a aderir.

Insatisfeito com a recusa do Brasil e dos países que formam a Amazônia de aderir ao bloco, os EUA farão de tudo para que os recursos naturais destes países sejam seus a qualquer custo.

O Livro deve ser lançado ainda este ano.

Guerra entre Brasil e Venezuela: Guerra Civil Norte-Sul – Continuação

O texto a seguir é uma simulação, qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

Guerra entre Brasil e Venezuela : Guerra Civil Norte-Sul (Parte I)

Por Francisco Santos

EUA e União Europeia declaram apoio a frente Sul e condenam intervenção da Venezuela

Após a Venezuela enviar 150 mil milicianos comunistas para o norte do país, os EUA e União Europeia condenaram totalmente a intervenção venezuelana tratada como declaração de guerra ao Brasil, a situação é grave o país esta dividido em uma Guerra Civil jamais vista nos tempos atuais.

O Presidente dos EUA, Barack Obama classificou a intervenção da Venezuela como inaceitável e convocou o Tratado do Rio de Janeiro, onde o tratado estabelece que qualquer invasão a um membro do tratado consiste em declaração de guerra a todos os signatários, no Congresso Americano os Repúblicanos opositores do governo, querem uma intervenção militar rápida no Brasil para conter o avanço dos comunistas do Nordeste e parte dos estados do norte do país.

A União Europeia condenou a interferência da Venezuela no Brasil e já de propôs a ajudar a frente sulista com armas e a venda de equipamentos militares sem restrições a frente sul, que é tida pela Europa como a única saída do Brasil para evitar as políticas marxistas de Dilma e o consequente afundamento da economia global com a falência multipla de empresas brasileiras por conta da ingerência do governo Dilma que em apenas 5 anos mergulhou o país em uma de suas piores crises em mais de 20 anos.

Foro de São Paulo realiza ataques a Quartéis de São Paulo

Sindicalistas e simpatizantes do marxismo que residem em SP  realizaram ataques a quartéis da Polícia Militar e da Frente Paulista de Libertação Comunista, todos os ataques foram coordenados pelo Foro de São Paulo criado para destruir as instituições políticas e apoiar um golpe marxista em toda a América Latina anos atrás.

O ex-presidente Lula e a renegada presidente Dilma que se refugiam em Fortaleza ordenaram ataques de guerilha a tropas paulistas, mais de 5 mil militares ficaram feridos em explosões de carro bomba (especialisdade dos guerrilheiros PTistas) e mais de 300 perderam sua vida em um ato terrorista de uma organização terrorista implantada no país a mais de 20 anos e que era blindada a mais de 12 pelos governos marxistas do PT.

Tropas Sulistas avançam em direção a Salvador – BA

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Tropas sulistas comandadas pelo General Sampaio líder do movimento sulista na Frente de Libertação Contra o Comunismo em Minas Gerais seguem para Bahia e cercam a cidade de Salvador, os combates na região metropolitana da cidade são sangrentas, milicianos marxistas, moradores da cidades, soldados enviados pela Venezuela e a Polícia Militar da Bahia fiél ao governador Baiano aliado de Dilma e Lula defendem a cidade com unhas e dentes.

2 Navios da Marinha do Brasil fazem um bloqueio naval, os navios tem ordens para afundar qualquer navio que entre ou saia de Salvador, bombardeios dos navios e da FAB são proibidos para evitar destruição de patrimônio histórico, os combates ocorrem pelas vielas e ruas das cidades metropolitanas, as tropas bainas estão acuadas, centenas de mortos empilhados nas vielas históricas das cidades que fazem fronteira com Salvador fazem barricada para o avanço das tropas Mineiras e Gaúchas que avançam ferozmente rumo a cidade.

Salvador é uma cidade estratégica para a Frente Sulista, é a maior e mais populosa cidade do nordeste, sua tomada corta uma rota de abastecimento da insdustria baiana as tropas rebeldes marxistas e tropas invasoras da Venezuela. Será um duro golpe.

Mato Grosso e Rondônia enviam 25 mil homens ao Pará

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Mato Grosso e Rondônia decidiram se entrar na Guerra Civil a favor dos Sulistas e enviaram juntos uma força de 25 mil homens de suas forças policias e recrutas em cidades dos estados para tomar o Pará que declarou apoio a Dilma e ao Foro de São Paulo, as tropas seguem para o estado pró-Dilma para assegurarem que o estado não ajude o Estado do Amazonas que declarou apoio a Dilma mas sofre resistência dos militares das Forças Armadas que combatem a Polícia Militar Amazonense  e milicianos venezuelanos.

Roraima troca tiros com tropas Venezuelas 

Milicianos venezuelanos que tentavam cruzar a fronteira de Roraima que é pró-Sulistas foram surpreendidos por militares da Polícia Militar e soldados de fronteira que abriram fogo imediatamente forçando o recuo dos milicianos, a Venexuela vem infiltrando milicianos por várias rotas incluindo países como Bolívia e Paraguai.

Opositores da Venezuela recebem armas da Industria Bélica Sulista … Continua

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Guerra entre Brasil e Venezuela : Guerra Civil Norte-Sul

Os Fatos a seguir constituem uma simulação de eventos ficticios, tivemos problemas com pessoas “ignorantes” e sem escrupulos que usaram nossa simulação para depreciar a imagem do Blog a tratando como real (Só uma pessoa ignorante para achar que 15 de março já passou), certamente estas pessoas são militantes PTistas que tentam retirar esta postagem do ar, não nos curvaremos a nenhum governo seja ele PTista, PSDBista ou qualquer que seja, o nosso país é livre e democrático.

Confira a continuação: Guerra Civil Norte-Sul (Parte II)

Por Francisco Santos

A economia esta em colapso, a inflação já esta na casa dos 10%, uma crise de desemprego assola o país, o governo reduz os benefícios trabalhistas levando o país a maior crise do século XXI, o mercado se desespera e a situação política é caótica.

A Petrobras esta falida, sem recursos e com investigações em todos os países que atua, o BNDES esta com um rombo de mais de 100 bilhões, a Eletrobrás esta completamente falida e a Caixa E. F, vê seus clientes sacando suas poupanças antes que o governo as confisque.

15 de Março de 2015

Uma manifestação de nível nacional leva milhões as ruas, em um só coro no país ouve-se um único clamor popular: Impeachment já!

No entanto militantes do MST convocados pelo ex-presidente Lula fizeram uma marcha paralela, o resultado não poderia ser outro, ambos se confrontaram a situação saiu do controle, não existe mais formas de governabilidade, a anarquia se formou, governadores de oposição  já dizem não reconhecerem mais a autoridade de Dilma, não existe outra forma, o Exército foi convocado para o Estado de Sítio, no entanto o Congresso condenou a atitude de Dilma, mas como a lei prevê autonomia ao presidente para decreta-la em 30 dias nada pode ser feito, mas segundo os parlamentares de governo e oposição a medida não será prorrogada no congresso. As tropas vão as ruas.

Governador de Minas Gerais é deposto

Em meio ao descontentamento com o PT e seus governantes, a população de Belo Horizonte que votou em peso em Aécio Neves na eleição presidêncial de 2014 descontente com as ações de desgoverno, falência da CEMIG que era ate então a maior companhia energética do país e falência do BDMG depuseram o governador Fernando Pimentel do PT que venceu as eleições graças aos votos dos beneficiários do Bolsa-Família no norte e sul de Minas (Apesar de BH ser a cidade mais populosa e ter votado em massa em Aécio, a capital mineira  representa pouco mais de 10% da população do Estado).

Uma enorme manifestação em frente ao Palácio Tiradentes saiu do controle quando a população invadiu o palácio e arrancou o governador de seu gabinete, a PMMG não pode reagir e alguns dizem que não quis reagir.

Polícia Militar de Minas Gerais toma o 12º Batalhão de Infantaria do Exército

Novamente na história a PMMG toma o 12º BI em Belo Horizonte, segundo o Comandante de Policiamento da Capital, Ten. Cel. Sampaio, não ocorreu resistência da Tropa do EB, o general de Brigada Orlando Santos assumiu o comando da PMMG em todo o Estado e colocou seus homens lutando lado a lado com os PMs.

A notícia se espalhou por todo o país, jornais estampavam em suas manchetes: Os mineiros pegaram em armas contra o governo!

Minas redimiu-se por ter decidido a eleição em favor do PT em 2014 e novamente na história deflagra uma revolução para salvar o país da desgraça comunista.

Sudeste e Sul aderem a revolução

Tropas Gaúchas, Paranaenses, Catarinenses, Paulistas, Cariocas e Capixabas marcham suas tropas para Brasília, Goiás, Tocantins  e Mato Grosso do Sul também aderem a revolução, tropas vem de todo o país rumo a Brasília que agora esta sitiada, as tropas exigem a rendição formal e escrita da presidente Dilma e de todos os representantes dos 3 poderes.

Nordeste e Norte declaram apoio ao Governo Fedederal

Em meio ao sítio Dilma e todo o alto escalão do PT incluindo o ex-presdente Lula e todos os ministros de governo embarcaram em um avião KC-130 da FAB e se refugiaram em Fortaleza, alguns militares leais ao governo embarcaram com a presidente, militares do norte e nordeste declararam apoio total a Dilma e seu governo.

Dilma transfere a capital para Fortaleza e o país esta dividido em 2 lados, Norte e Sul, a revolução já esta sendo chamada pela mídia de Revolução Norte-Sul ou Guerra Civil Norte-Sul pela imprensa internacional.

Roraima, Acre e Militares do Amazonas declaram apoio ao Sul

Ao saberem da revolução os militares da Amazonas tomaram todos os postos da Polícia Ambiental do Amazonas e já anunciaram que qualquer militar que apoie Dilma ou o PT são inimigos do Brasil e serão combatidos com toda a força dos  verdadeiros patriotas.

Roraima e Acre posicionaram seus efetivos da PM e do Exército para a fronteira pois uma invasão dos estados comunistas do Norte-Nordeste é inevitável.

Dilma pede ajuda a Venezuela 

Dilma pediu ajuda de seu amigo comunista venezuelano Nicolás Maduro, que enviou 150 mil soldados comunistas para o norte e nordeste do país, imediatamente a Marinha do Brasil enviou todos os seus navios operacionais para o Norte do país e ordenou que toda e qualquer embarcação venezuelana seja afundada imediatamente, seja civil ou militar.

A FAB também enviou aviões de guerra para realizar bombardeios sob Fortaleza e todas as cidades que não reconhecerem o Sul como vencedor da guerra, a estratégia é intimidar os nordestinos com o poderio militar da FAB.

EUA e União Europeia declaram apoio a frente Sul e condenam intervenção da Venezuela… Confira a continuação: Guerra Civil Norte-Sul (Parte II)

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