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China transporta contingente militar e armas para Síria

China PLA Navy - 2

Um contingente militar da República Popular da China, a caminho de Latakia, na Síria, é esperado a qualquer momento para o desembarque em portos da região. Outro navio chinês de transporte, com carga militar, também foi avistado na 3ª-feira pela manhã, cruzando o canal de Suez, segundo o diário árabe Al Masdar News.

Informações sobre especialistas militares chineses a caminho de Tartus foram confirmadas pelo comandante do Exército Sírio. A matéria conclui que Moscou criará, na Síria, uma coalizão antiterror que será versão alternativa da aliança que os EUA formaram para abastecer e armar os terroristas do ISIS.

A entrada da China na luta pela Síria será importante acréscimo à declaração de hoje, do Ministério de Relações Exteriores do Irã. Em conferência de imprensa com RT, o vice-ministro de Relações Exteriores do Irã Hossein Amir Abdollahian declarou que o Irã se integrará à coalizão organizada pela Rússia, para combater contra o ISIS. Significativamente, Amir não falou de uma “aliança”, mas de se criar ampla coalizão militar.

— Consideramos bem-vinda a proposta do presidente russo para o estabelecimento de uma frente comum na luta contra o terrorismo, e estamos prontos para a iniciativa de operações conjuntas e cooperação – disse o vice-ministro iraniano de Relações Exteriores.

Que Rússia e Irã combaterão juntos contra os terroristas, fontes russas já anunciavam há uma semana. E a chegada da China para contribuir como mais uma força no grupo de apoio é mais do que se poderia ter imaginado. A presença da coalizão internacional altera a favor de Moscou o equilíbrio de poder – deixando livres as mãos russas para ação militar direta no Oriente Médio, com apoio do Irã. Na nova situação geopolítica, a Rússia volta a se integrar ao Oriente Médio.

FONTE: Correio do Brasil/Agências Internacionais

Depois da Terceira Guerra Mundial (Web Novel)

Francisco Santos

Depois dos acontecimentos da Simulação da Guerra entre Brasil e Argentina que levaram o Brasil a Terceira Guerra Mundial o Guerra & Armas lançará de modo inédito, sua Web Novel (história baseada na Simulação) que dará continuação a história contando de forma mais aprofundada e focada em personagens centrais e em suas táticas militares para vencerem o inimigo.

Sinopse: O ano é 2025, cinco anos após o fim da Terceira Guerra Mundial que arrastou o mundo em um conflito que exterminou 1/4 da população da terra, a humanidade vive em alerta constante com medo de mais um conflito, com o fim da guerra surgiram 5 grandes potências militares, tão poderosas que se apenas 2 entrassem em conflito o mundo seria aniquilado:

Império Chinês: Durante o conflito os chineses anexaram a península das duas Coreias, Japão  e países asiáticas próximos de sua fronteira, a Mongólia ainda é um dos poucos países que resistiram ao avanço chinês ao lado de Taiwan que conta com tropas brasileiro-americanas defendendo  ilha de importância estratégica. Tailândia, Vietnã e Filipinas caíram em apenas 24 horas diante da ameaça dos chineses usarem armas nucleares caso não se rendessem. O Império Chinês é governado pelo Imperador Mautsu, ex-Secretário do Partido Comunista que  se auto coroou imperador.

Nova União Soviética: O NURRS (Nova URSS) é agora governado por Petro Vanov Secretário do Partido Comunista. Após derrotar seu rival Demetrius em uma arriscada jogada política, invadindo a Polônia, Holanda, Suíça, Suécia, Georgia, Ucrânia e todas as nações da antiga URSS que estavam apadrinhadas pela OTAN, Petro conseguiu prestigio entre os militares e o povo soviético derrotando seu principal rival e o condenando a morte por “traição”, A NURSS é o maior país do mundo em território e um dos mais poderosos em poderio militar.

Federação Européia: Apesar de ter sofrido bastante durante a Terceira Guerra, os países associados que não foram invadidos pela NURSS durante a Guerra se alinharam em uma aliança denominada, Federação Européia, que nada mais é que um grande país com chances reais de retomar países e territórios perdidos para NURSS e China durante a Guerra, tanto a Alemanha quanto a França estão nas mãos dos Chineses e Soviéticos. David Muller um general e político inglês que participou da Grande Guerra, foi nomeado Chanceler da Federação, o posto mais alto deste novo país.

Estados Unidos da América: Durante a guerra, o país anexou tanto o México quanto todos os países da América Central menos a República Dominicana ocupada pelos Soviéticos em resposta a ocupação brasileiro-americana na ilha de Taiwan que culminou com a derrota parcial da aliança comunista. (não deixe de ler a cronologia das simulações para entender a Novel). Seu presidente é o veterano de guerra Thomas Hum um político habilidoso e ao mesmo tempo obcecado com a distrição dos comunistas.

Brasil : Enquanto os outros países do mundo se recuperam e começam a acertar suas diferenças para que exista a paz, a realidade no país é outra, revoltas populares explodem por todo o país, a crise econômica se agrava ainda mais, a economia ficou em frangalhos após a Marinha Soviética afundar os suprimentos e navios de carga do país, durante a Guerra o país anexou praticamente todos os seus vizinhos aumentando em 22% seu território e em mais 8000 vezes as despesas do Estado, um Império Republicano não fazia sentido, é necessário um poder central para governar todo o império e as duas famílias candidatas são os Eragons e os Bragança que já governaram o país,  a guerra custou bilhões aos cofres públicos brasileiros, escândalos de corrupção surgem por todas as esferas de governo, ate mesmo quem deveria investigar e julgar esta sendo acusado de traição para com o país. Em meio a toda turbulência duas famílias sobem ao poder e costuram acordos políticos, estas famílias são os Eragons e os Bragança, herdeiros do trono brasileiro, será a monarquia a solução para salvar o país?

Não bastasse a rivalidade que surge entre as duas famílias mais importantes do país, um perigo maior esta por vir….

Não perca… Em breve!!! Para ler as simulações que antecederam a Web-Novel basta clicar nos links ou procurar no nosso buscador no topo da página a direita.

Cinco armas chinesas que intimidam os EUA

Praça da Paz Celestial, Pequim, China.

Os EUA devem temer não só os ritmos de produção de armamentos na China mas também a sua indústria e recursos humanos, considera a revista norte-americana The National Interest.

A China está desenvolvendo novos tipos de armamentos que preocupam os Estados Unidos. Mas, segundo o jornalista Kyle Mizokami, o país e os seus aliados devem temer muito mais coisas do que caças de quinta geração J-2- e os mísseis DF-21:

“Há outras armas que provocam a mesma – senão a maior — preocupação”.

O autor destaca cinco tipos de armamentos mortais chineses que os EUA não prestam a devida atenção. Com o desenvolvimento destas armas, os EUA terão que ceder a sua posição de líder global.

O primeiro são os sistemas espaciais de combate. Graças aos satélites, os EUA podem identificar a localização dos seus inimigos por todo o planeta. Mas o desenvolvimento das tecnologias espaciais em outros países, especialmente das armas antissatélite, pode privar os EUA de todas essas vantagens.

O segundo é a indústria chinesa. A China não deixa de ser a “fábrica mundial” que produz praticamente todos os artigos. É terrível imaginar o que pode acontecer se o país dirigir as suas capacidades para produzir equipamentos militares.

A terceira “arma” chinesa são os recursos humanos, representados pelos graduados do ensino superior. Se espera que, até 2020, na China haverá 195 milhões de graduados, enquanto em 1999 só quatro por cento dos jovens estudavam no ensino superior. Os conhecimentos têm alta demanda e vão aumentar o nível tecnológico do exército do país.Um outro tipo de armamentos que assusta os EUA são as minas navais, que podem permitir à China realizar operações de isolamento das zonas marítimas de acesso da Marinha norte-americana.

Finalmente, o autor chama as forças especiais chinesas de “quinto armamento contra os EUA”. Agora, neste tipo de forças a China possui 200-300 milhares de homens, enquanto nas forças armadas chinesas em geral servem 3,2 milhões de militares.

Assim, não há dúvidas de que se torna cada vez mais difícil para os EUA concorrer com a China e conter as forças que têm por objetivo estabelecer um mundo multipolar.

Fonte: Sputnik News

Como mudará equilíbrio após construção das ilhas artificiais por China?

Construção de ilhas artificiais chinesas no mar da China Meridional

Na conferência do fórum regional de segurança da ASEAN em Kuala Lumpur, o chanceler chinês Wang Yi anunciou que a China completou a construção das ilhas artificiais no arquipélago de Spratly, no mar da China do Sul.

Isto significa que a China alcançou todos os objetivos e está pronta para a busca de compromisso com os países da região em base do novo status quo. O pesquisador do Centro de Análise de Estratégias e Tecnologias Vassily Kashin comentou para a Sputnik as consequências estratégicas da construção das ilhas. Seguem em baixo as considerações do especialista.

A nova realidade é que agora a China tem uma série de ilhas artificias nesta área e na maior delas está sendo construída uma pista de decolagem e aterrissagem de 3 quilômetros. Nestas ilhas artificiais também serão construídos portos nos quais os navios irão se proteger de tempestades e receber manutenção técnica.As declarações do EUA sobre a inadmissibilidade de militarização da área de construção e das ilhas provavelmente não terá efeito. Embora as ações chinesas tivessem provocado alguma preocupação por parte dos países da ASEAN, eles ainda não possuem unidade para se opor à China.

Neste momento a estratégia mais razoável para a China será tentar acalmar a situação e se ocupar do arranjo das suas novas aquisições territoriais. No fundo, as declarações da China de que as ilhas serão principalmente usadas como pontos de abastecimento e abrigo para aeronaves e navios durante o mau tempo não estão longe da verdade.

A instalação de poderosos sistemas de armas, como baterias de mísseis de cruzeiro pesados ou complexos de defesa antiaérea de longo alcance, não faz sentido militar em ilhas tão pequenas. Sem dúvida, as ilhas situadas numa área disputada precisam de proteção, mas as forças armadas a instalar nas ilhas serão limitadas. Estas forças visarão, sobretudo, proteger as próprias ilhas e não controlar a região toda em torno das ilhas. A instalação de armas durará, segundo Kashin, de alguns meses a dois ou três anos.Após o fim da construção de infraestrutura e o seu desbravamento pelas tropas chinesas, os países da região deverão planejar a sua política na base do novo equilíbrio de poder na região.

O aumento de concentração de forças americanas em resposta no mar da China do Sul, inclusive o patrulhamento conjunto desta área aquática com os aliados, será no fundo a mesma demonstração absurda de força e firmeza como os treinamentos militares americanos que estão sendo realizados na Europa de Leste desde o início da crise ucraniana.

Esta demonstração pode exercer qualquer influência sobre a opinião pública, mas não poderá impedir as mudanças estratégicas que já ocorreram, parte dos países da ASEAN já se desviam da política de balanceamento entre os EUA e a China e optam por um compromisso estratégico com a China. Os outros deverão seguir o seu exemplo mais cedo ou mais tarde. A China é a locomotiva principal do crescimento econômico na região. Ao contrário, as ações dos EUA são uma sucessão de ações ostensivas e patéticas que, às vezes, se contradizem umas às outras.

Fonte: Sputnik News

Dragão levanta-se: China poderá minar domínio global dos EUA?

Tanques em Pequim

A revista respeitada norte-americana publicou a analise-previsão da imagem do exército chinês na década que vem e argumentou que a China não apresentará uma ameaça aos EUA. Mas será que a revista contou só a parte da história?

A revista The National Interest que trata dos assuntos internacionais comparou o exército da China em dez anos e o dos EUA, começando com a experiência de combate do Exército de Libertação Popular (ESP), da sua Força Aérea (PLAAF) e Marinha (PLAN). A publicação escreveu:

“Uma área em que a China fica dramaticamente atrás dos Estados Unidos é a experiência operacional”.

Toda a série de guerras contra terrorismo provou positivas para os EUA, porque, segundo The National Interest, eles “deram às suas forças armadas a experiência enorme na execução da força militar dia-a-dia”, enquanto forças armadas chinesas “carecem da experiência prática”.

A publicação norte-americana escreveu:

“Na cada guerra as forças armadas dos EUA aproximam mais, desenvolvendo os procedimentos de comunicações técnicas que eles precisam, a fim de atuar como uma equipe eficaz. Na cada paz as forças armadas dos EUA crescem muito distantes, cada um prossegue metas internas, provincianos a custa de treinamento conjunto, fornecimento e planejamento”.

Os conflitos militares nas quais os EUA são envolvidos também contribuíram muito neste aspecto.

Enquanto isso, a revista sublinha que até agora não há indicação que “as forças terrestres da PLA, da Segunda Artilharia, PLAAF e PLAN participaram no trabalho necessário para fazê-los funcionar como um todo coerente”.

Mais uma coisa que difere o exército da China muito do dos EUA, segundo o analise, é a ausência quase completa dos aliados.

A publicação concluiu:

“Quase certamente a década que vêm não trará o desenvolvimento ao sistema dos aliados da China; e a aliança contrária (contra a China) é muito mais provável”.

Fonte:sputniknews

Guerra entre China e EUA pode ser inevitável, segundo jornal estatal chinês

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Uma semana depois de a Marinha chinesa ameaçar um avião americano que operava voos de reconhecimento em águas internacionais, o jornal estatal chinês Global Times publicou um editorial dizendo que uma guerra entre China e Estados Unidos pode ser inevitável. O texto foi publicado em meio ao aumento da tensão entre os dois países no Mar da China Meridional, localizado no sul da China, parte do Oceano Pacífico. Na semana passada, Washington enviou aviões para espionar as ilhas artificiais construídas por Pequim no Mar da China Meridional – imagens de satélite mostram a construção de estradas, portos e o que poderiam ser postos militares nessas ilhas.

“Se a demanda dos EUA envolver a interrupção das atividades chinesas, uma guerra entre os dois países no Mar da China Meridional é inevitável”, diz o editorial. No mesmo texto, o jornal culpa Washington pelo acirramento do conflito entre dois os países na região: “Os Estados Unidos estão aumentando o risco de confronto físico com a China recentemente”.

Além da localização militar estratégica, o Mar da China Meridional é palco de disputas territoriais entre os países da região por apresentar áreas de pesca abundante e reservas potencialmente ricas em recursos naturais.

Defesa ativa – Nesta terça-feira, a China lançou uma nova revisão do livro branco de estratégia militar na qual ressalta o desenvolvimento de sua Marinha e o conceito de “defesa ativa” em plena escalada de tensões entre Pequim e Washington pelas águas do Oceano Pacífico. Segundo o documento, o Exército chinês, incluindo a Marinha e Força Aérea, poderá ‘projetar seu poder’ para além das fronteiras chinesas no mar e, mais assertivamente, pelo ar a fim de proteger suas áreas marítimas, de acordo com o jornal britânico Telegraph.

“Não atacaremos a não ser que alguém nos ataque, mas, com certeza, contra-atacaremos se nos atacarem”, disse em entrevista coletiva o coronel Yang Yujun, porta-voz do Ministério da Defesa. Trata-se do nono documento deste tipo desde 1998 e Yang assegurou que a novidade do atual é que é “mais estratégico e preventivo” em um contexto mundial de “mudanças sem precedentes e com a China em um ponto crítico de reforma e desenvolvimento”.

Apesar de enfatizar o compromisso da China com o desenvolvimento pacífico, o documento ressalta “domínios de segurança críticos”, entre eles: os oceanos, o espaço, o ciberespaço e a força nuclear, e adverte que a Marinha “mudará gradualmente seu enfoque”. As forças navais passarão de uma estratégia única de “defesa de águas litorais” para outra que também combine “a proteção de águas abertas”, assinalou o porta-voz.

FONTE: VEJA

Sinopse: Terceira Guerra Mundial: Batalha do Amanhã

Autor: Francisco Santos

O ano é 2050, após mais de 1 século e meio de exploração dos recursos naturais não renováveis, a humanidade se encontra agora em um mundo cada vez mais sombrio, guerras no Oriente Médio e na Europa se intensificam, nações inteiras sofrem com tufões, tempestades, alagamentos e secas, o tempo está descontrolado, países inteiros no Caribe e Oceania desapareceram com aumento dos níveis das águas.

Diante do cenário catastrófico as maiores potências do mundo se reúnem para discutir o que fazer diante de tal situação, ao mesmo tempo as reservas de petróleo se esgotam no Oriente Médio, agora sem o recurso precioso que interessa as nações desenvolvidas a região perde o interesse das grandes potências, tornando a região que já tem um histórico de confrontos secular palco de novos confrontos sangrentos.

Os países reunidos em Genebra decidem que o melhor a se fazer para solucionar a crise é a criação de Uniões de países, mega blocos econômicos semelhantes a União Europeia, no entanto, integrados como um só país, um só governo e uma só política de combate a crise energética que começa a afetar o desenvolvimento e a população destes países.

Ao mesmo tempo que esta reunião acontece, a população dos países subdesenvolvidos atingidos pela crise climática e energética protestam contra seus governos, a estabilidade política garantida nas primeiras décadas do Século através da ONU não existe mais, para piorar a situação que já é caótica, a China avança militarmente contra países asiáticos, ilhas, territórios e países inteiros são anexados pela China sem nenhum pudor.

Em meio ao avanço da China, a Rússia governada por Vladimir Vokovit anexa todas as Ex-Repúblicas Soviéticas, temerosa a Polônia pede ajuda a OTAN e União Europeia e teme uma nova invasão ao seu território, como ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial e no pós-guerra que terminou com a URSS invadindo o país, mas EUA e Europa sabem que não poderão apoiar uma guerra na Europa pelo fato de não possuírem recursos suficientes para um conflito que pode durar meses ou anos, apesar das reservas americanas de petróleo e da produção baixa em estados como Califórnia e no Golfo do México, tanto os americanos quanto os europeus sabem que precisam guardar suas reservas para se defenderem de ataques diretos a seus territórios, com isso os pequenos países da Europa, toda a África e países subdesenvolvidos estão desprotegidos, a OTAN agora não representa mais uma força militar de dissuasão.

Com a queda do equilíbrio geopolítico mundial, potências econômicas expandem seus territórios em busca de recursos naturais quase esgotados, com os EUA não é diferente, o país americano fechou um acordo político criando a Federação das Américas formando ate então o maior Bloco Político Econômico que o mundo já viu, do Canadá ao Panamá e incluindo o Chile aqui na América do Sul, o bloco possui um presidente que tem mandato de 4 anos e é eleito pelo Conselho de Países que é formado por Senadores de todos os membros da federação, o presidente é a autoridade máxima, defesa, política e economia estão subordinados a ele, os países agora são estados e os estados federados e províncias agora são departamentos dos agora Estados Unidos da Federação das Américas.

No entanto, algo pode estragar os planos americanos, o Brasil e todos os países da América do Sul se recusaram a aderir a esta união criada pelos EUA, segundo os presidentes dos países sul-americanos os EUA apenas querem colonizar os países para que forneçam-lhe recursos naturais enquanto os países são usados pelos americanos, no entanto o Chile seduzido por promessas de investimentos bilionários e proteção militar contra invasões de Bolívia e Peru que reivindicam partes do território chileno aderiu o bloco, tornando-se ate agora o único país da América do Sul a aderir.

Insatisfeito com a recusa do Brasil e dos países que formam a Amazônia de aderir ao bloco, os EUA farão de tudo para que os recursos naturais destes países sejam seus a qualquer custo.

O Livro deve ser lançado ainda este ano.

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