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Conheça os incríveis mini-tanques de guerra russos assassinos operados por controle remoto (vídeo)

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Já inventaram robô pra fazer quase tudo hoje em dia, então é obvio que criariam robôs especialmente preparados para guerras. Robôs de guerra na verdade existem faz tempo, mas estes mini-tanques de guerra controlados por controle remoto que estão sendo desenvolvidos na Rússia são espetaculares!

Apelidados de Electroloaders, eles funcionam com baterias e podem funcionar por até 10 horas com uma única carga. Seu sistema de rodas permite que ele atravesse diversos tipos de obstáculos, além de permitir que eles rodem em seu próprio eixo, fazendo com que manobras extras de evasão sejam desnecessárias, auxiliando portanto em fugas mais rápidas e eficientes.

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O motor deles é linear e permitem que eles atinjam uma velocidade de 15 metros por segundo, além de torque suficiente para quebrar paredes. Sua torre pode girar em 360 ​​graus e se inclinar em um ângulo de até 90º, possui metralhadoras de grosso calibre e ainda um lançador de esferas explosivas ou bombas de gás lacrimogênio, mas não pense que é só isso não, além da torre ele ainda conta com um lança-mísseis retrátil na parte de trás, com poder de fogo capaz de abater helicópteros ou mesmo tanques de guerra tamanho família.

Sua armadura é feita de cerâmica, leve e praticamente indestrutível por armas de fogo de pequeno porte como metralhadoras por exemplo. Os pneus são feitos de borracha maciça, então nem pense em atirar nos pneus pois eles vão se vingar, e sem piedade! Eles ainda têm câmeras com sistemas de ondas de Raio-X capazes de identificar inimigos atrás de paredes e edificações, além de tem uma maca para transportar soldados atingidos em batalha. O interessante é que eles são operados remotamente, podendo portanto ser controlados por praticamente qualquer pessoa. Confira a seguir uma pequena simulação com os mini-tanques assassinos em ação.

Os robôs ainda estão em fase de desenvolvimento, e mesmo que não se tornem realidade um dia, que pelo menos os coloquem no próximo Call of Duty, por favor!

[The Awesomer] Via http://rockntech.com.br/conheca-os-incriveis-mini-tanques-de-guerra-russos-assassinos-operados-por-controle-remoto/

SBR-2 ‘Humaitá’ (S41) – ICN avança na fabricação do segundo submarino convencional do Prosub

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Depois da inauguração da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas (UFEM) em março deste ano, que representou o cumprimento da primeira etapa do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), outro importante evento, ocorrido em setembro último – o corte da primeira chapa do segundo submarino convencional do programa – marcou o início da fabricação do submarino SBR-2, que será integralmente executado no Brasil.

A construção dos cinco submarinos do Prosub – quatro convencionais e um com propulsão nuclear – está sob a responsabilidade da Itaguaí Construções Navais(ICN) que, com a entrega da UFEM, passou a operar efetivamente em Itaguaí.

“O início de nosso trabalho no Prosub é bem anterior a estes dois marcos do Prosub, pois a fabricação de um submarino é precedida por um extenso processo de qualificação e homologação das empresas envolvidas, a ICN e a NUCLEP”, expõe Antonio Luiz Costa, Diretor Industrial da ICN. “Em um primeiro momento, avançamos com a qualificação da Nuclep, a subcontratada pela ICN para a fabricação dos cascos resistentes dos submarinos e, na sequência, submetemos a ICN a este mesmo processo, visando à fabricação do segundo submarino.”

O processo de qualificação das empresas incluiu o treinamento de profissionais durante os três anos de fabricação das seções de vante 3 e 4 do primeiro submarino convencional, o SBR-1, Riachuelo (S40), na França e a transferência de tecnologia e de conhecimento para a continuidade deste processo no Brasil.

Neste período, a NUCLEP iniciou a construção das demais subseções e seções do SBR-1 em suas instalações fabris que concluídas, serão levadas para a UFEM, onde receberão a montagem dos componentes internos, ali fabricados pela ICN. Com a chegada das seções 3 e 4 em Junho último e com o término dos ajustes finais de equipamentos para a produção, a UFEM entrará nos próximos meses, em plena capacidade de operação, o que permitirá avanços significativos na construção do SBR-1.

Basicamente, as seções do submarino são compostas pelas chapas do casco, que reforçadas pelas cavernas (estas constituídas de almas e flanges), dão origem às subseções e, na sequencia, às seções.

Com o objetivo de imprimir maior velocidade à execução das cavernas, a ICN implementou uma segunda linha de fabricação destes anéis de reforço do submarino que constituem uma parte crítica no prazo de execução do casco resistente destas embarcações. Além disso, ampliou a capacidade produtiva da linha industrial existente com a aquisição de componentes de montagem adicionais.

Ambos os procedimentos criaram condições para não só acelerar o processo industrial como também iniciar a construção do casco resistente do segundo submarino convencional, o SBR-2 em paralelo ao SBR-1.

“Terminadas estas etapas iniciais dos submarinos, independente se realizadas pela ICN ou pela NUCLEP, estas seções serão trazidas para a UFEM onde receberão as estruturas internas, os equipamentos e os componentes. Da UFEM, as seções serão transferidas para o estaleiro de construção para os serviços finais de execução do submarino, ou seja, a união das seções e a montagem e integração dos equipamentos e sistemas”, conclui Antonio Luiz Costa.

A ICN

A Itaguaí Construções Navais (ICN) é uma joint venture formada por duas organizações: a Direction des Constructions Navales et Services (DCNS), um grupo francês detentor de engenharia e tecnologia no setor de defesa marítima, com larga tradição no mercado internacional de construção naval, e, a Odebrecht Defesa e Tecnologia, uma organização brasileira presente em diversos setores produtivos, com capacitação internacionalmente reconhecida na execução de empreendimentos de grande porte e complexidade tecnológica.

A estrutura organizacional da ICN é formada pela presidência e três diretorias, cujas atribuições estão divididas entre representantes da DCNS e da Odebrecht: o Diretor-Presidente Pascal Le Roy, com vasta experiência em empreendimentos navais na DCNS francesa, esteve, entre várias funções na DCNS, à frente da diretoria industrial do centro DCNS de Toulon, especializado na manutenção da condição operacional dos navios da Marinha francesa; o Diretor Operacional Carlos Freire Moreira, que atuou por várias décadas na Marinha do Brasil, inclusive nos projetos e construção dos submarinos executados no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro e, após a sua saída da MB, foi convidado pela DCNS a integrar a equipe da empresa no Brasil; o Diretor Financeiro e Administrativo, Carlos Augusto Campos dos Reis, com experiência na implantação e administração de diversos projetos da Odebrecht no Brasil e no exterior,e representante da empresa desde as primeiras negociações do processo de formação da ICN; e o Diretor Industrial, Antonio Luiz Costa, com larga atuação na Engenharia Industrial de empreendimentos executados pela Odebrecht no Brasil e, principalmente, em países da Europa e das Américas.

 Fonte: Tecnonews  Via Plano Brasil

Brasil ainda tem muito o que aprender

Modelo em desenho do caça Gripen NG nas cores da FAB

Modelo em desenho do caça Gripen NG nas cores da FAB

Submarinos convencionais e nucleares, novos aviões anunciados em 2013, bom, anunciados já que só entrarão em serviço na próxima década, por volta dos anos 20 (2020), os aviões Gripen NG começarão a entrar em serviço em 2018, assim diz o governo, em nada me espantaria se houvesse um congelamento das aquisições por ”falta de orçamento” do governo, já que como todos nós sabemos, a Defesa sempre é a vítima dos vampiros públicos.

O primeiro avião Gripen NG entrará em serviço em 2018, mas os 36 aviões só estarão em serviço nos esquadrões da FAB após 2020, o Submarino Nuclear só em 2030 (O SBR Tikuna foi cancelado e retomado por longos anos ate ficar pronto).

Em 2018 o Brasil voara de Gripen NG, Rússia e EUA voaram de 5ª Geração com FA-50 e F-35 respectivamente, a Venezuela certamente estarás voando de Su-30, Chile de F-16 (aeronave pária ao Gripen NG), ou seja, enquanto o Brasil estará pronto para inaugurar seus ”recém comprados aviões de 4ª geração”, os seus colegas do BRICS estarão voando de F-35, Su-35 (índia e Rússia) e PAK-FA 50 (Rússia).

Com as riquezas recém descobertas no Brasil, a cobiça internacional cresce de forma alarmante, nossa Amazônia Azul deve ser protegida, no entanto o país tem um Porta Aviões que só serve como Porta Helicópteros, fragatas enferrujando ainda nos estaleiros de concerto, aeronaves da FAB se desmanchando nos céus (F-5), militares passando fome nos quartéis,armas e tanques da década de 60 ainda dos tempos da Guerra Fria.

O Brasil ainda tem muito o que aprender em defesa, onde o mais moderno é o que sempre vence, as novas ameaças do nosso país não são países e sim organizações, imaginem só ações piratas  no futuro onde traficantes tomariam as plataformas exigindo resgate? Como deslocar tropas especiais sem navios?

 

Francisco Santos, Guerra & Armas.

Apesar de sucateadas, forças armadas brasileiras tem alta tecnologia

Apesar de nossas forças armadas serem sucateadas e terem equipamentos bélicos do século passado, a Força Aérea e o Exército se mostram cada vez mais interessados no desenvolvimento de novas tecnologias, mas a Força Aérea mostra resultados mais animadores a curto praso como os Aviões Não Tripulados, os E-99 e ate mesmo as novas tecnologias dos F-5 modernizados, agora só faltam as aeronaves de 4ª e 5ª Geração que pelo visto nunca chegarão.

Engesa/Agrale Marruá

Agrale Marruá é uma viatura desenvolvida para o uso militar, para o transporte de pessoal e/ou carga em qualquer terreno, onde a robustez a confiabilidade e a segurança são seus maiores atrativos. Desenvolvido com base no jipe militar EE-12 da extinta Engesa , possui várias melhorias de projeto especialmente elaboradas para cumprir o Requisito Técnico Básico 063/94 do Exército Brasileiro, para uma Viatura de Transporte Não Especializada (VTNE) ½ tonelada 4×4.
O Agrale Marruá apresenta diferentes versões que permitem a instalação de diversos tipos de equipamentos para o uso militar (metralhadora 7,62 mm ou 12,7 mm, lançador de míssil anticarro, canhão sem recuo de 106 mm, entre outros), como também versões para o mercado civil de utilitários.
Histórico de desenvolvimento
Com a falência da Engesa (Engenheiros Especializados S. A.) no início dos anos 90, ex-funcionários da fabricante de veículos militares adquiriram os direitos do jipe Engesa EE-4/EE-12 e o aperfeiçoaram para servir como principal viatura de transporte 4×4 das Forças Armadas brasileira. Três protótipos foram construídos e um foi submetido a testes para homologação pelo Exército Brasileiro, a fim de substituírem aos vetustos jipes em uso pelas Forças Armadas.
O potencial do projeto para servir como viatura de transporte de pessoal e/ou carga para as Forças Armadas tanto do Brasil como de outros países, serviu de incentivo para que em 2003 a Agrale anunciasse que iria investir onze milhões de reais no projeto para desenvolvê-lo e dar início a produção seriada do Marruá a partir de fevereiro de 2004. Após uma bem-sucedida campanha de provas feita pelo Centro de Avaliações do Exército (CAEx), o Marruá (touro selvagem e bravio do pantanal) foi homologado em 2005 pelo Exército Brasileiro, que finalmente encomendou um lote-piloto de oito unidades para testes finais de aceitação.
Em 2008, a Marinha do Brasil através do Corpo de Fuzileiros Navais teve homologado o Agrale Marruá, que adquiriu um primeiro lote de viaturas que irão substituir as versões mais antigas dos Toyota Bandeirante em uso pela Força. Os Marruás da Marinha possuem características únicas que os diferem dos usados pelo Exército, como pintura resistente à corrosão causada pelo mar, pneus especiais para uso em terreno arenoso, assim como são configurados para o transporte de seis ocupantes.[2] Em 2010 o Exército Brasileiro começou a incorporar cada vez mais viaturas Agrale Marruá. Até o fim de 2010, mais de 200 unidades já haviam sido encomendadas pelas Forças Armadas.
Fonte: Wikipédia, Agrale e Guerra & Armas

Conheça o KBP PANTSIR-S1, o futuro sistema anti-aéreo do Brasil

DESCRIÇÃO
O sistema de defesa antiaérea russo Pantsir-S1 representa uma melhora significativa sobre o sistema Tunguska 9K22, já descrito neste blog. Os pontos que foram melhorados neste interessante sistema de armas foram o tempo de resposta que baixou para 4 segundos, frente aos 8 segundos conseguidos pelo Tunguska, além de um aumento importante no alcance de engajamento devido ao uso dos mísseis SA-22 Greyhound cujo alcance máximo chega a 20 km. O míssil SA-19 Grison usado no Tunguska tem alcance de 10 km. Estas características fazem com que, além de aeronaves, o Pantsir-S1 possa engajar PGM (munições guiadas de precisão, ou mísseis e bombas inteligentes). Na verdade, uma das principais funções do Pantsir-S1 é o de proteger sistemas de defesa antiaérea S-300/ S-400 de ataques de supressão de defesa aérea inimigos.
Outra importante diferença de configuração entre os sistemas Pantsir-S1 e o Tunguska é que no primeiro, o veículo usado é um caminhão pesado 8X8 Kamaz 6560 enquanto o Tunguska usa um veículo sobre lagartas GM-352.
O projeto do Pantsir-S1 começou no início dos anos 90. Seu objetivo era substituir o sistema Tunguska 9K22, pois já se mostrava necessário um sistema mais ágil e com maior alcance de engajamento para fazer frente ao enorme aumento da capacidade das aeronaves de ataque e de seus armamentos ar superfície.
Acima: O uso de um veículo sobre rodas 8X8 no Pantsir-S1 diminui o custo de aquisição e de manutenção.
O Pantsir-S1 possui todo o sistema de detecção e designação de alvo instalado no mesmo veículo que lança as armas, dando grande flexibilidade e mobilidade a capacidade de pronta resposta a um ataque. O radar usado para detecção pode ser mudado de acordo com a vontade do cliente, porém, o modelo usado na maioria dos veículos fabricados é o 1RS-2E capaz de detectar um alvo com 2 m2 de RCS (um caça moderno com solução de diminuição de seu reflexo-radar) a 28 km. Este radar tem capacidade de superar ações de interferência inimigas “jammer” graças a sua capacidade de operação multibanda. O radar recebe apoio de um sistema de designação de alvo eletrooptico com um sistema de imagens termais, um sensor de busca de infravermelho IR com o recurso de rastreamento automático de alvos, o que possibilita o ataque de 4 alvos simultaneamente.
tsOs russos têm produzido seus recentes sistemas de armas com vista ao consumo interno de suas próprias forças armadas e para exportação e por isso, muitos itens podem ser integrados a mais ou ainda, se o cliente assim querer, retirados do Pantsir. Assim sendo, pode-se instalar um sistema de identificação amigo/ inimigo IFF. Existe, ainda, a possibilidade de fornecimento do Pantsir sem radar, só com seu sistema de designação de alvo eletrooptico, para uma diminuição de custo.
Um novo radar do tipo PESA (varredura eletrônica passiva) 2EL80 desenvolvido pela VNIIRT poderá ser instalado no Pantsir-S1 aumentando o alcance de detecção para 50 km.
Acima: Nesta foto podemos ver o sistema Pantsir-S1 montado num veículo sobre lagartas GM-352 M1, usado no Tunguska 9K22. Notem o radar 1RS-2E no topo da torre.
O armamento usado no Pantsir-S1, como no Tunguska, é composto por mísseis e canhões. O míssil usado, porém, não é o mesmo. No Pantsir-S1 é usado o SA-22 Greyhound, também conhecido como 57E6 e 57E6-E. São montados 12 mísseis disposto em 6 tubos lançadores de cada lado da torre. Este míssil tem o dobro do alcance dos míssil S A-19 Grison usado no Tunguska, chegando a 20 km e seu sistema de guiagem é externo, através de comando de rádio enviado pelos sensores do veículo lançador. Existe uma estimativa de que o índice de acerto do SA-22 seja de 70 a 95 % contra um alvo aéreo dentro do parâmetro de vôo coberto pelo sistema. Já o armamento de tubo é configurado com 2 canhões 2A38M de 30 mm que são capazes de disparar, aproximadamente, 2500 tiros por minuto cada um. Cada canhão está carregado com 700 projéteis que podem ser explosivos, de fragmentação ou traçante perfurante de blindagem. O alcance efetivo destes canhões é de 4 km e podem atingir um alvo voando a 3000 metros de altitude.
Acima: O momento do lançamento do míssil SA-22 Greyhound. O míssil possui dois estágios, sendo o primeiro para a rápida aceleração do míssil, antes de começar a queima do segundo estágio que mantém o míssil a caminho do alvo.
O veículo usado no Pantsir-S1, normalmente é o Kamaz 6560 com tração 8X8, com um motor V8 turbodiesel kamaz 740.63 Euro 3 que rende 400 Hp, porém, ao gosto do cliente, existem opções de outros veículos. O peso deste caminhão chega a 38 toneladas. Essa configuração permite uma melhor mobilidade em estradas dando uma velocidade máxima de 90 km/h, porém, certamente, em terrenos irregulares, um veiculo sobre lagartas teria vantagens.
O Pantsir-S1 é uma ótima opção para defesa antiaérea para ser usado na escolta de divisões blindadas, ou de potenciais alvos localizados em ambientes urbanos. Seu sistema de guiagem o torna capaz de atacar alvos que estejam usando contramedidas eletrônicas para se protegerem, o que torna o Pantsir-S1 mais valioso ainda como apoio no campo de batalha.
Acima: Um veículo Pantsir-S1 das forças armadas russas cruza as ruas de Moscow em um desfile em 2010.
FICHA TÉCNICA
Velocidade máxima: 90 km/h
Alcance máximo: 500 km (estimado)
Motor: Motor V8 turbodiesel kamaz 740.63 Euro 3 com 400 Hp de potencia.
Peso: 38 toneladas.
Comprimento: 6,1 m.
Largura: 2,5 m.
Altura: 4,02 m.
Tripulação: 3 homens.
Inclinação frontal: 60º.
Inclinação lateral: 30º.
Obstáculo vertical: 0,6 m.
Passagem de vau: 1,8 m.
Trincheira: 2 m.
Armamento: 2 canhões 2A38M de 30 mm com 700 munições cada um; 12 mísseis antiaéreos 56E6 (SA-22 Greyhound).]
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