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China perto de testar o maior navio de guerra da Ásia desde a época do Japão Imperial

Maior navio de guerra chines

Dados de satélite revelam que a China está se preparando para testar o maior navio de guerra da Ásia. A embarcação será analisada em uma plataforma seca, em Wuhan, capital da província de Hubei. O cruzador do modelo Type 055 está quase completo, segundo algumas fontes, elas relatam que os componentes eletrônicos sofisticados do navio de guerra já estão sendo instalados e prontos para serem testados.

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O propósito de construir um mockup em tamanho real do modelo é para poder testar a interação eletrônica/interferência entre os múltiplos radares do cruzador Type 055, comunicações e outros equipamentos eletrônicos no mundo real. Quaisquer modificações necessárias para os componentes eletrônicos podem ser facilmente feitas no modelo, bem como os laboratórios oferecerão apoio no local do teste durante sua realização.

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As primeiras fotos do equipamento de teste foram disponibilizadas na internet chinesa em abril do ano passado. Em janeiro de 2015, as imagens mostraram o modelo em fase de conclusão.

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Foi publicado recentemente, que os cruzadores Type 055 podem ter comprimento entre 160 à 180 metros, largura entre 21 e 23 metros e deslocar de 12 mil a 14 mil toneladas. Com esse deslocamento, o navio será o maior construído na Ásia desde a época do Japão imperial, que produziu durante a II Guerra Mundial os cruzadores pesados da classe Tone, com um deslocamento padrão de 11 mil toneladas.

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O Sistema de Lançamento Vertical (VLS) do cruzador Type 055 poderia ser carregado com uma variedade de mísseis chineses, incluindo o antinavio YJ-18, o míssil de superfície-ar de longo alcance HQ-9 e o míssil de cruzeiro CJ-1000.

FONTE : Sputniknews

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Rússia projeta ‘super porta-aviões’

NAe russo_maqueteO Centro de pesquisa russo revelou o projeto para super porta-aviões.

O Centro de Pesquisa Krylovsky da Rússia (Russia’s Krylovsky State Research Center – KRSC) mostrou seu desenho para o Projeto 23000E de um super porta-aviões, apelidado de Shtorm (Storm, Tempestade).

Um modelo em escala do navio vai ser exposto pela primeira vez no Salão Internacional de Defesa Marítima 2015 (International Maritime Defence Show 2015), em St Petersburg entre os dias 1º e 5 de julho, disse Valery Polyakov, vice-diretor do KSC.

“O porta-aviões de múltiplos propósitos do Projeto 23000E é projetado para conduzir operações em áreas remotas e oceânicas, engajar alvos inimigos terrestres e marítimos, garantir a estabilidade operacional das forças navais, proteger as tropas de desembarque, e fornecer a defesa aérea,” disse Polyakov.

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O projeto preve um deslocamento de 90 a 100 000 toneladas, com 330 m de comprimento, 40 m de largura. A velocidade máxima estimada será de cerca de 30 kt (55 km/h), velocidade de 20 kt (37), uma resistência de 120 dias, uma equipe de 4 a 5 000. Mas apesar disso, o projeto atual foi concebido com propulsão convencional, embora possa ser revisto e substituído por energia nuclear, de acordo com os requisitos do cliente.

A capacidade do navio será de 80 a 90 aviões baseados em plataforma para várias missões de combate. A maquete apresenta uma ala aérea composta por caças T-50 navalizados e MiG-29K, bem como aeronaves de alerta aéreo antecipado e helicópteros navais Ka-27.

O convés de voo mostra um interessante desenho, com ambas opções de decolagem, sendo por uma rampa skijump, sendo por catapultas, ou seja, existem quatro posições de lançamento: duas na rampa e duas via catapulta eletromagnética. O projeto também dispõe de duas ilhas; um recurso só visto anteriormente no mais recente projeto do Reino Unido.

T-50 navalizado?

A proteção contra ameaças aéreas será fornecida por quatro módulos de combate do sistema de mísseis antiaéreos. Um pacote anti-torpedo deverá ser incorporado.

Polyakov assinalou que estas especificações estão sujeitas a alteração, correção e modificação durante a concepção e desenvolvimento do navio em todas as fases do trabalho, uma vez que os potenciais clientes podem alterar o pacote, armas e equipamentos.

FONTE/IMAGEM: janes.com – Tradução, pesquisa adicional e edição: CAVOK

NOTA DO EDITOR: Este projeto guarda uma incrível semelhança com o porta-aviões da classe Ulyanovsk que estava sendo construído na Ucrânia quando a URSS colapsou, como pode-se ver abaixo.

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CAVOK

Sinopse: Terceira Guerra Mundial: Batalha do Amanhã

Autor: Francisco Santos

O ano é 2050, após mais de 1 século e meio de exploração dos recursos naturais não renováveis, a humanidade se encontra agora em um mundo cada vez mais sombrio, guerras no Oriente Médio e na Europa se intensificam, nações inteiras sofrem com tufões, tempestades, alagamentos e secas, o tempo está descontrolado, países inteiros no Caribe e Oceania desapareceram com aumento dos níveis das águas.

Diante do cenário catastrófico as maiores potências do mundo se reúnem para discutir o que fazer diante de tal situação, ao mesmo tempo as reservas de petróleo se esgotam no Oriente Médio, agora sem o recurso precioso que interessa as nações desenvolvidas a região perde o interesse das grandes potências, tornando a região que já tem um histórico de confrontos secular palco de novos confrontos sangrentos.

Os países reunidos em Genebra decidem que o melhor a se fazer para solucionar a crise é a criação de Uniões de países, mega blocos econômicos semelhantes a União Europeia, no entanto, integrados como um só país, um só governo e uma só política de combate a crise energética que começa a afetar o desenvolvimento e a população destes países.

Ao mesmo tempo que esta reunião acontece, a população dos países subdesenvolvidos atingidos pela crise climática e energética protestam contra seus governos, a estabilidade política garantida nas primeiras décadas do Século através da ONU não existe mais, para piorar a situação que já é caótica, a China avança militarmente contra países asiáticos, ilhas, territórios e países inteiros são anexados pela China sem nenhum pudor.

Em meio ao avanço da China, a Rússia governada por Vladimir Vokovit anexa todas as Ex-Repúblicas Soviéticas, temerosa a Polônia pede ajuda a OTAN e União Europeia e teme uma nova invasão ao seu território, como ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial e no pós-guerra que terminou com a URSS invadindo o país, mas EUA e Europa sabem que não poderão apoiar uma guerra na Europa pelo fato de não possuírem recursos suficientes para um conflito que pode durar meses ou anos, apesar das reservas americanas de petróleo e da produção baixa em estados como Califórnia e no Golfo do México, tanto os americanos quanto os europeus sabem que precisam guardar suas reservas para se defenderem de ataques diretos a seus territórios, com isso os pequenos países da Europa, toda a África e países subdesenvolvidos estão desprotegidos, a OTAN agora não representa mais uma força militar de dissuasão.

Com a queda do equilíbrio geopolítico mundial, potências econômicas expandem seus territórios em busca de recursos naturais quase esgotados, com os EUA não é diferente, o país americano fechou um acordo político criando a Federação das Américas formando ate então o maior Bloco Político Econômico que o mundo já viu, do Canadá ao Panamá e incluindo o Chile aqui na América do Sul, o bloco possui um presidente que tem mandato de 4 anos e é eleito pelo Conselho de Países que é formado por Senadores de todos os membros da federação, o presidente é a autoridade máxima, defesa, política e economia estão subordinados a ele, os países agora são estados e os estados federados e províncias agora são departamentos dos agora Estados Unidos da Federação das Américas.

No entanto, algo pode estragar os planos americanos, o Brasil e todos os países da América do Sul se recusaram a aderir a esta união criada pelos EUA, segundo os presidentes dos países sul-americanos os EUA apenas querem colonizar os países para que forneçam-lhe recursos naturais enquanto os países são usados pelos americanos, no entanto o Chile seduzido por promessas de investimentos bilionários e proteção militar contra invasões de Bolívia e Peru que reivindicam partes do território chileno aderiu o bloco, tornando-se ate agora o único país da América do Sul a aderir.

Insatisfeito com a recusa do Brasil e dos países que formam a Amazônia de aderir ao bloco, os EUA farão de tudo para que os recursos naturais destes países sejam seus a qualquer custo.

O Livro deve ser lançado ainda este ano.

Rússia questiona chances de receber porta-helicópteros Mistral

USS Iwo Jima

As autoridades russas responsáveis pela cooperação técnico-militar prosseguem as negociações com a parte francesa sobre a transferência de navios porta-helicópteros do tipo Mistral, mas a probabilidade de a Rússia receber as embarcações ainda é extremamente baixa, declara o Ministério da Defesa.

“Temos contatos com o lado francês. A natureza desses contatos torna claro que a esperança de que a situação seja resolvida e a Rússia ainda receba os porta-helicópteros praticamente não existe. Eu diria que as chances são 99 a 1. Mas nós não vemos tragédia na situação”, declarou o ministério, adiando que o lado russo ficará satisfeita se receber os fundos gastos no projeto.

O Ministério da Defesa russo também declarou que “a prontidão de combate da frota não será afetada por tal redução de despesas”.A companhia russa de exportação e importação de armamentos Rosoboronexport assinou com a companhia francesa DCNS um contrato para a construção de dois navios deste tipo em junho de 2011. As partes posteriores dos porta-helicópteros foram construídas no estaleiro russo Baltiysky (que faz parte da Corporação Unida de Construção Naval). em São Petersburgo. O acoplamento com as partes anteriores e as obras de acabamento foram efetuadas no estaleiro da companhia STX France, em Saint-Nazaire.

O primeiro navio de desembarque Vladivostok devia ter sido entregue pela França em 14 novembro de 2014 e o segundo até o final de 2015.

Mais cedo o presidente francês, François Hollande, disse que decidiu suspender a entrega do primeiro dos navios (Vladivostok) por causa da situação na Ucrânia. Por sua vez, a Rússia declarou que está à espera do navio ou da restituição do dinheiro.

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150327/576371.html#ixzz3VaYfyD3C

Mais de 20 navios de guerra russos saíram ao mar Báltico para manobras

Mais de 20 navios de guerra russos saíram ao mar Báltico para manobras

“No mar, os navios da Frota do Báltico se reuniram em vários grupos táticos e estão prontos para executar a missão colocada — praticar a defesa aérea e antissubmarina e proteção contra minas. Os navios realizam disparos de mísseis contra vários tipos de alvos simulados, marítimos e aéreos”, se diz no comunicado.

Os grupos integram corvetas do projeto 20380, submarinos diesel-elétricos, navios leves anti submarino equipados com mísseis, dragadores de minas, bem como vários navios auxiliares da frota.

Os exercícios de prontidão da Frota do Norte, das unidades do Distrito Militar Ocidental e das tropas paraquedistas começou em 16 de março e vão durar até 21 de março.

Fonte: sputniknews

Russia coloca Frota do Mar Norte em alerta para exercícios no Ártico

Frota russa do Mar Negro retoma presença no Mar Mediterrâneo

O presidente da Rússia Vladimir Putin, ordenou que a Frota do Mar do Norte da Marinha russa e unidades de paraquedistas fiquem em alerta máximo como parte de exercícios militares relâmpago no Ártico, informou o ministro da Defesa nesta segunda-feira (16), de acordo com a agência de notícias RIA.

O ministro da Defesa Sergei Shoigu que supervisiona pessoalmente a modernização das Forças Armadas, disse que a Rússia enfrenta novas ameaças à sua segurança e que obrigaram o país a aumentar sua força e capacidade militar.

Frota do Mar do Norte

“Novos desafios e ameaças à segurança militar exigem que as Forças Armadas aumentem ainda mais suas capacidades militares. Atenção especial deve ser dada às formações estratégicas no Norte”, disse Shoigu, segundo a agência estatal RIA. As tensões entre a Russia e o Ocidente chegaram ao pior nível desde a Guerra Fria devido à crise na Ucrânia.

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Kiev e governos ocidentais acusam a Rússia de enviar armas e soldados para apoiar separatistas pró-Rússia no leste da Ucrânia que enfrentam tropas do governo ucraniano. A Rússia nega.

FONTE: Revista Operacional

Colômbia detém navio chinês por transporte ilegal de armamento para Cuba

O navio chinês, no porto caribenho de Cartagena

Autoridades colombianas detiveram um navio operado pelo maior grupo de transporte marítimo da China por transportar ilegalmente balas de canhão, toneladas de pólvora e outros materiais utilizados para fabricar explosivos. O cargueiro ia para Cuba quando foi parado depois de uma inspeção no porto de Cartagena, no último sábado. “Aproximadamente 100 toneladas de pólvora, 2,6 milhões de detonadores, 99 projéteis e cerca de 3.000 balas de canhão foram encontrados”, enumerou Luis González, diretor nacional do gabinete da Procuradoria Geral da Colômbia.

No entanto, a documentação da carga apresentada pelo capitão do navio Da Dan Xia, operado pela Cosco Shipping (parte de um conglomerado estatal), descrevia algo bem menos suspeito. Nos registros, a carga declarada era de grãos. O capitão Wu Hong foi preso e poderá responder por transporte ilegal de material militar.

A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, afirmou que o cargueiro transportava suprimentos militares comuns para Cuba e não estava violando nenhuma regulamentação internacional. “É uma cooperação comercial militar completamente normal”.

Fotos divulgadas pelo Ministério Público mostram caixas de madeira dentro de um contêiner com etiquetas da Corporação das Indústrias do Norte da China, maior fabricante de armas da China. Um porta-voz da companhia afirmou que a embarcação estava transportando alguns de seus produtos, que foram vendidos legalmente. Mas acrescentou, sem explicar, que detalhes divulgados sobre o que estava a bordo “não são verdadeiros”.

O destinatário da carga era a importadora Tecnoimport, de Havana. China e Cuba têm laços comerciais cada vez mais estreitos — o presidente Xi Jinping visitou a ilha no ano passado, quando assinou uma série de acordos.

Em julho de 2013, um navio da Coreia do Norte foi detido na região do Caribe, perto do canal do Panamá, depois que armas da era soviética foram encontradas. A carga bélica estava escondida no meio de toneladas de açúcar. O Panamá libertou 32 tripulantes e a embarcação depois do pagamento de mais de 1 milhão de dólares em multa.

Fonte: Reuters, via: Veja.

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