Arquivos do Blog

Pesquisa: 80% dos japoneses são a favor da pena de morte

Uma pesquisa do governo japonês, divulgada pela agência de notícias Jiji Press, mostrou que 80% dos japoneses são a favor da pena de morte.

A taxa de 80,3% de apoio à pena capital manteve-se elevada, refletindo a visão dos entrevistados de que os sentimentos das vítimas de crimes devem ser considerados e que os infratores devem ser punidos severamente.

Em 2004, o apoio à pena de morte era de 81,4% e em 2009, chegou a 85,6%. A pesquisa é realizada pelo governo a cada cinco anos.

O Japão é um dos 22 países que mantém a pena capital. Em agosto de 2014, 126 presos estavam no “corredor da morte” aguardando a execução da sentença. As execuções são feitas por enforcamento, dentro de uma câmara no centro de detenção.

"Câmara da Morte” de Tóquio, onde os condenados são executados por enforcamento. (foto: Dailymail)
“Câmara da Morte” de Tóquio, onde os condenados são executados por enforcamento. (foto: Dailymail)

Fonte: ipcdigital

Japão pode trocar terrorista do EI/ISIS por seu cidadão sequestrado

Estado Islâmico, Japão, reféns, terrorismo

Na foto: Kenji Goto

Um novo vídeo, divulgado pela organização terrorista Estado Islâmico, informa sobre mudanças de exigências: agora, em vez de pagar um resgate de 200 milhões de dólares pela vida de Kenji Goto, é preciso liberar de prisão uma mulher-bomba Sajida al-Rishawi.

No vídeo divulgado anteriormente, em 24 de janeiro, as imagens mostram apenas o jornalista Goto segurando uma fotografia do que seria o corpo e a cabeça decapitada de Haruna Yukawa, acompanhada de uma mensagem de voz, supostamente gravada por Goto.

A mulher-bomba Sajida al-Rishawi e seu marido prepararam ataques contra o hotel Radisson, em Amã (Jordânia) em 2005. O dispositivo explosivo na sua cintura não funcionou e a terrorista sobreviveu. Ela foi condenada à morte por atentados em Amã que mataram mais de 60 pessoas.

Segundo os especialistas japoneses será difícil trocar Goto por Sajida al-Rishawi, porque ela é uma figura simbólica para as pessoas do seu país e sua libertação não seria fácil para as autoridades do Japão.

O Estado Islâmico explica suas ações (a tomada de reféns, por exemplo), pelo fato de o Japão prestar assistência financeira na luta contra esse grupo terrorista. Segundo a organização, Tóquio participou da “cruzada” contra os islamistas.

O governo japonês continua insistindo que toda a assistência que presta aos países afetados pela expansão do Estado Islâmico é de caráter exclusivamente não-militar e humanitário.

Anteriormente a organização terrorista tinha publicado uma mensagem de vídeo dizendo que iria matar os dois reféns japoneses se o governo do Japão não pagasse 200 milhões de dólares em 72 horas

Fonte: Voz da Rússia

Nota do Editor: Enquanto no Brasil, a Sra. Presidente Dilma, luta para salvar traficantes que destroem a vida de milhares de pessoas no país, o Japão luta desesperadamente para salvar um cidadão inocente que caiu nas mãos de uma organização brutal e violenta.

Como dizem sempre: nação e cultura desenvolvidas são outra realidade.

JAPÃO AUTORIZA O USO DE FORÇAS NO ESTRANGEIRO A PARTIR DE AGORA

Japão põe fim há doutrina PACIFISTA que o pais prega dês de o fim da Segunda guerra mundial!!! Não foi por acaso que foi escolhido este momento para aprovar a resolução que autoriza as tropas japonesas a usarem a força no estrangeiro. Esse documento reflete a especificidade do momento atual, quando o Japão enfrenta novos desafios e ameaças à sua segurança. Eles estão associados ao fator do crescimento político-militar da China e ao agravamento da situação na península da Coreia.”

Nesse contexto, brevemente deverá também ser revisto o conceito da aliança estratégica do Japão com os EUA. Apesar do primeiro-ministro do Japão Shinzo Abe continuar se pronunciando pelo seu aprofundamento, Tóquio contudo já não se satisfaz apenas com promessas verbais por parte dos EUA. O Japão quer se tornar ele próprio em garante da estabilidade na região com recurso às suas próprias forças, refere Dmitri Streltsov:

“Isso se deve a que no último ano em Tóquio talvez tenham surgido dúvidas quanto ao possível envolvimento dos EUA ao lado do Japão no caso de ocorrerem conflitos locais, nomeadamente em torno das disputadas ilhas de Senkaku (Diaoyu). O Japão tem razões para esses receios.”

A aprovação desta resolução foi a viragem mais importante na política de defesa de Tóquio desde 1954 e foi acompanhada por grandes manifestações de protesto. Mais de 70% dos japoneses são contra o alargamento dos poderes dos militares, receando que, alterando os fundamentos de sua constituição pacífica, o seu país possa ser envolvido numa guerra ou num conflito internacional.

A isso se seguiu imediatamente uma reação negativa da China, o que não favorece a diminuição da tensão em torno das disputadas ilhas de Senkaku. Isso é simultaneamente alarmante para os outros países da região, que ainda não esqueceram o passado militarista do Japão, refere o orientalista Valeri Kistanov:

“O orçamento militar do Japão está aumentando. Neste momento ele é da ordem dos 45-47 bilhões de dólares. Esse aumento é realizado sob o lema da ativa contribuição para a paz. Shinzo Abe apresentou mesmo a expressão “pacifismo ativo”, mas essas palavras não podem tranquilizar seus vizinhos. O alargamento das competências das forças japonesas de autodefesa provoca uma grande preocupação não só da China, mas mesmo do outro aliado dos EUA na Ásia que é a Coreia do Sul. Os países vizinhos consideram que todas as ações do premiê Abe na área da política de defesa se destinam apenas ao renascimento do militarismo japonês e já não se inibem de classificar o chefe do governo japonês como um falcão da política externa, um nacionalista e revanchista.”

Podemos esperar que a política de Abe apenas irá agravar a situação na região da Ásia-Pacífico. A aprovação da resolução irá provocar não apenas críticas, mas também atos de resposta da China e dos outros países da Ásia.

FONTE: PORTAL DA RADIO ”VOZ DA RUSSIA’

Pequim acusa EUA de fomentar tensão no Mar da China

china-navy_2300875b

O Ministério chinês das Relações Exteriores acusou nesta sexta-feira os Estados Unidos de agravarem os problemas no Mar da China Meridional com declarações irresponsáveis em um contexto de aumento das tensões entre Pequim, Manila e Hanoi. “Pedimos que os Estados Unidos (…) ajam e falem com precaução, parem de fazer declarações irresponsáveis e trabalhem de maneira mais favorável para a manutenção da paz e da estabilidade regionais”, declarou Hua Chunying, porta-voz da Chancelaria chinesa.

As tensões entre China e Vietnã, dois vizinhos comunistas, mas rivais históricos, se agravaram bruscamente depois que Pequim anunciou na semana passada a instalação de estruturas de perfuração em uma área disputada pelos dois países. Washington afirmou que essa decisão era uma provocação. Nos últimos dias, na zona que cerca este poço de perfuração foram registradas diversas colisões entre navios chineses e vietnamitas. Os dois países trocaram acusações por esses incidentes. O Japão se colocou ao lado do Vietnã e acusou a China de ser responsável pela tensão.

Na noite de quinta-feira, em uma coletiva de imprensa improvisada, um diplomata chinês de alto escalão atribuiu ao Vietnã toda a responsabilidade por essas colisões navais. “A China não é responsável por nenhuma provocação. O Vietnã é o culpado por todas as provocações”, declarou Yi Xianliang. Nos últimos dias, “os navios vietnamitas colidiram com navios do governo chinês em pelo menos 180 ocasiões. Nós temos as provas”, disse Hua.

A porta-voz reiterou a posição tradicional do governo chinês segundo a qual Pequim tem uma soberania inalienável sobre quase todo o Mar da China Meridional, onde vietnamitas e chineses disputam principalmente os arquipélagos de Paracelso e Spratley.
Esses arquipélagos, localizados em rotas marítimas internacionais, estão em zonas supostamente ricas em hidrocarbonetos.

FONTE: AFP

Japão envia caças para interceptar aeronaves russas

Japão envia caças para interceptar aeronaves russas

Os caças das Forças de Autodefesa Aérea do Japão foram enviadas esta segunda-feira para interceptar quatro aviões militares russos que se aproximaram do espaço aéreo do país insular, divulgou o Ministério da Defesa japonês.

De acordo com o departamento, as aeronaves russas realizaram mais de dez voos ao longo da costa ocidental do arquipélago japonês, desde 26 de março, quando a Coreia do Norte lançou dois mísseis balísticos Rodong em direção a essa área do mar do Japão.

Fonte: Voz da Rússia

EUA vão enviar mais dois navios equipados com sistema antimísseis para o Japão

Arleigh_Burke_DDG-51-580x464

Os Estados Unidos planejam enviar mais dois navios de guerra equipados com sistemas antimísseis para o Japão a fim de responder às ações “provocadoras” da Coreia do Norte, disse hoje o secretário da Defesa norte-americano, Chuck Hagel.

“Em resposta às provocações e às ações destabilizadoras de Pyongyang, incluindo recentes lançamentos de mísseis em violação das resoluções do Conselho de Segurança da ONU, posso anunciar hoje que os Estados Unidos planejam destacar dois navios de guerra adicionais equipados com sistema de interceptação de mísseis balísticos Aegis para o Japão em 2017″, disse Chuck Hagel, numa conferência conjunta em Tóquio, após conversações com o, também, secretário de Defesa japonês, Itsunori Onodera.

Esses navios juntar-se-ão aos cinco do mesmo tipo que já se encontram implantados no Japão, onde os Estados Unidos têm bases importantes e um contingente de cerca de 50.000 militares.

FONTE: Diário Digital

EUA DEFENDERÃO O JAPÃO EM CASO DE ATAQUE DA CHINA POR ILHAS EM DISPUTA


 
 
 

O secretário de Estado americano, John Kerry, prometeu nesta sexta-feira que seu governo defenderá o Japão no caso de um ataque da China, inclusive os relacionados às ilhotas no Mar da China Oriental reivindicadas por ambas potências, enquanto Tóquio assegurou que responderá “com calma” às tensões com Pequim. Kerry se reuniu hoje no Departamento de Estado com o ministro das Relações Exteriores japonês, Fumio Kishida, e lhe reafirmou seu compromisso com o Tratado de Segurança assinado em 1960 por ambos países, pelo qual os Estados Unidos se comprometeram a defender ao Japão em caso de ataque.

“Nesta manhã destaquei que os Estados Unidos seguem estando tão comprometidos como sempre a cumprir nossas obrigações com base no tratado com nossos aliados japoneses. Isso inclui o relacionado ao Mar da China Oriental”, afirmou Kerry após a reunião. “Os Estados Unidos não reconhecem nem aceitam a ADIZ declarada pela China no Mar da China Oriental, e não têm nenhuma intenção de mudar suas operações na região”, acrescentou.

O conflito no Mar da China Oriental subiu de tom depois que em 2012 o governo japonês comprou três das ilhotas Senkaku (Diaoyu em chinês) de seu dono japonês, ao que a China respondeu com a criação em novembro do ano passado de uma Zona de Defesa de Identificação Aérea (ADIZ) que inclui o disputado arquipélago.

Por sua parte, Kishida disse que hoje definiu com Kerry que o Japão deve “responder de forma calma e decidida” à “tentativa da China de mudar o status quo através da coerção e a intimidação nas ilhas Senkaku e no mar da China Meridional”, onde Japão, China e outros países asiáticos também têm uma disputa territorial.

“Particularmente em relação ao anúncio da ADIZ, não poderemos aceitá-lo, e não podemos nunca perdoar ações que ameacem a segurança de nossa aviação civil”, ressaltou. No plano de defesa, Kerry e Kishida conversaram sobre “como modernizar a aliança de segurança e traçar um roteiro para as próximas décadas”, algo que servirá para enfrentar desafios regionais, responder às “ameaças da Coreia do Norte” e enfrentar desastres naturais, explicou o americano.

Falaram também da possibilidade de “mudar a localização” da base militar americana de Futenma (Okinawa), situada em uma área urbana e rodeada de casas e edifícios públicos, segundo Kishida, que confirmou que haverá uma primeira rodada de negociações sobre esse e outros assuntos na próxima terça-feira.

Por último, concordaram que a conclusão das negociações para criar o Acordo de Associação Transpacífico (TPP, em inglês) é “uma das coisas mais importantes que ambos países podem fazer por seu futuro econômico”, nas palavras de Kerry.

 

Fonte: DefesaNet

%d blogueiros gostam disto: