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Você sabe qual a hierarquia da Aeronáutica?

Com essa reportagem, a gente manda pelos ares a nossa trilogia sobre a hierarquia das Forças Armadas. Vamos voar: assim como o Exército e a Marinha, a Aeronáutica possui mais de 20 postos, espalhados por 22 grupos diferentes. Dentre esses grupos, os que efetivamente entram em combate são o Quadro de Infantaria e o Quadro de Aviação.

A Infantaria é o braço da Aeronáutica que atua em terra firme, cuidando da segurança de bases aéreas e de aeroportos em tempos de paz e pegando em armas para batalhas terrestres durante as guerras – apesar de recebem treinamento de combate, os militares da Infantaria da Aeronáutica têm função primordial de defesa. Já o Quadro de Aviação, como o próprio nome diz, reúne os oficiais que pilotam os aviões militares do país. Para fazer parte desse grupo, é preciso ser no mínimo tenente, estudando por pelo menos quatro anos na Academia da Força Aérea e passando por um curso específico para voar.

Os aviões vão para o ar com uma estrutura bem enxuta. Em modelos pequenos, como os caças F-5, só há espaço para uma pessoa, que é ao mesmo tempo piloto e comandante da aeronave, que responde diretamente às ordens do líder do esquadrão ou do grupo. Em aeronaves maiores, como as usadas para transporte de tropas, costuma haver um primeiro-piloto que atua como comandante e um segundo-piloto ou subcomandante. Para subir de posto na hierarquia da Aeronáutica, o militar precisa ter bastante tempo de carreira, passar por avaliações de desempenho e participar de diversos cursos de atualização – o processo é bem parecido com o que ocorre no Exército e na Marinha.

Um último detalhe: é bom esclarecer que nem sempre a maior patente está ligada ao comando do avião mais poderoso. Como os comandantes das aeronaves são pilotos, eles precisam fazer cursos específicos para aprender a operar novos modelos. Por isso, pode acontecer de um capitão mais bem treinado comandar um avião invocadão no lugar de um coronel que não fez os cursos necessários.

Livres para voar
Para pilotar um avião, é preciso passar por um curso específico e chegar a tenente

 

Posto

Soldado

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Ocupando o posto mais baixo da hierarquia, o soldado cuida da segurança das bases da Aeronáutica

Posto

Taifeiro

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

É um tipo de soldado que ajuda nos serviços de cozinha nas bases aéreas

Posto

Cabo

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Lidera as esquadras, pequenas unidades formadas por um cabo e quatro soldados

Posto

Terceiro-Sargento

Segundo-Sargento

Primeiro-Sargento

Suboficial

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Militares com essas patentes comandam os chamados grupos de combate, que reúnem duas esquadras

Quadro de aviação

O Quadro de Aviação não possui os chamados “graduados”, nome dado aos militares de menor patente. Para ingressar nessa arma, o candidato precisa fazer um curso de quatro anos na Academia de Força Aérea para aprender a pilotar. Depois da formatura, ele sai do curso como tenente

Posto

Segundo-Tenente

Primeiro-Tenente

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Na infantaria, esses militares chefiam pelotões, formados por três grupos de combate

Quadro de aviação

Quando o militar chega a segundo-tenente, ele já pode pilotar aviões

Posto

Capitão

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Lidera as companhias, englobando três pelotões, com cerca de 90 militares

Quadro de aviação

Comanda as esquadrilhas, pequenos agrupamentos de aeronaves. Geralmente, elas servem para a formação de pilotos

Posto

Major

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Responsável pelos batalhões de Infantaria, que têm de 180 a 450 militares

Quadro de aviação

Lidera os esquadrões, grupos com em média três ou quatro aviões do mesmo tipo — um conjunto de caças F-5, por exemplo

Posto

Tenente-Coronel

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Comanda os batalhões especiais de infantaria, unidades estratégicas, que podem ser deslocadas para regiões de fronteira

Quadro de aviação

Comanda os grupos, conjuntos de três ou quatro aviões que podem ser de tipos diferentes — um grupo de caças F-5 e Mirage, por exemplo

Posto

Coronel

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

O militar da mais alta patente possível nesse braço da Aeronáutica é responsável pelo comando terrestre de toda a Infantaria

Quadro de aviação

Responsável por uma das 19 bases aéreas do Brasil. Elas podem ser consideradas os “quartéis” da Aeronáutica

Posto

Brigadeiro

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

A partir dessa graduação, não há postos para militares de hierarquia superior na Infantaria. Quem quiser seguir carreira pode mudar para a Aviação, mas precisa estudar na Academia de Força Aérea. Como por lá só podem iniciar o curso pessoas com no máximo 20 anos de idade, os poucos aviadores que vêm da Infantaria são cabos ou soldados, postos em que a média de idade é baixa

Quadro de aviação

Comanda uma das três Forças Aéreas (FAE) que compõem a Aeronáutica: uma cuida dos helicópteros, outra dos aviões de transporte e a terceira de aeronaves de ataque, como os caças

Posto

Major-Brigadeiro

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

A partir dessa graduação, não há postos para militares de hierarquia superior na Infantaria. Quem quiser seguir carreira pode mudar para a Aviação, mas precisa estudar na Academia de Força Aérea. Como por lá só podem iniciar o curso pessoas com no máximo 20 anos de idade, os poucos aviadores que vêm da Infantaria são cabos ou soldados, postos em que a média de idade é baixa

Quadro de aviação

Responsável por um dos sete Comandos Aéreos Regionais (Comar) do país, que juntos supervisionam todo o espaço aéreo do Brasil

Posto

Tenente-Brigadeiro

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

A partir dessa graduação, não há postos para militares de hierarquia superior na Infantaria. Quem quiser seguir carreira pode mudar para a Aviação, mas precisa estudar na Academia de Força Aérea. Como por lá só podem iniciar o curso pessoas com no máximo 20 anos de idade, os poucos aviadores que vêm da Infantaria são cabos ou soldados, postos em que a média de idade é baixa

Quadro de aviação

Supervisiona o Comando Geral do Ar (Comgar), que reúne todas as cerca de 800 aeronaves de combate e decide as ações militares da Aeronáutica

Posto

Tenente-Brigadeiro escolhido pelo presidente da República

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Entre os oficiais de mais alta patente, um deles é escolhido para comandar toda a Aeronáutica. Acima dele, pode existir o marechal-do-ar, cargo criado apenas em tempos de guerra

Posto

Ministro da Defesa

Divisões da tropa

Quadro de infantaria

Respondendo diretamente ao presidente, o ministro da Defesa dirige as Forças Armadas e toma as decisões mais importantes em relação à organização das tropas. Ele não precisa ser, necessariamente, um militar.

 

Fonte: Mundo Estranho

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De potência ao sucateamento, conheça a Força Aérea de Cuba


Com apoio da antiga União Soviética, Cuba foi a maior força militar da América Latina. Atualmente, faz esforços enormes para manter voando suas poucas aeronaves


O MiG-29 é o principal caça da Força Aérea de Cuba. O país tem quatro unidades em operação

O MiG-29 é o principal caça da Força Aérea de Cuba. O país tem quatro unidades em operação

Na inicio da década de 1960, no auge da Guerra Fria, Cuba assinou importantes acordos comerciais e militares com a antiga União Soviética após a frustrada “Invasão da Baía dos Porcos” em 1961, operação realizada por paramilitares cubanos exilados e treinados pelos CIA nos Estados Unidos a fim de derrubar o governo socialista da ilha. Para evitar novas tentativas de invasão, Fidel Castro montou em menos de uma década a maior e mais poderosa força aérea da América Latina.

O acordo com a URSS trouxe para o país um enorme fluxo de armamentos. A “Defensa Antiaerea y Fuerza Aerea Revolucionaria” (Defesa Antiaérea e Força Aérea Revolucionária-DAAFAR) de Cuba foi uma das partes mais beneficiadas.

A força aérea cubana nos anos 1960, equipada ainda no regime anterior a tomada de Castro, era formada basicamente por aeronaves norte-americanas, como o bombardeiro B-25 e os caça P-51 Mustang e o rústico jato T-33. Com o acordo, que foi oficialmente assinado em 1959, Cuba passou a receber novos jatos e aviões de transportes aos montes da URSS.

O primeiro caça a jato soviético de Cuba foi o lendário MiG-15. O país recebeu 24 aeronaves e os primeiros pilotos, 74 ao todo, foram treinados na URSS, China e Tchecoslováquia. Em 1961, todos já estavam preparados para domar o novo avião soviético. Mas eram tempos de rápidos avanços tecnológicos e o Fidel Castro voltaria a fazer um novo pedido de aeronaves, desta vez por modelos MiG-17.


Força obsoleta: dos mais de 200 caças que Cuba já teve, apenas algumas dezenas continuam em condições de voo (Infográfico – Thiago Perotti)
Força obsoleta: dos mais de 200 caças que Cuba já teve, apenas algumas dezenas continuam em condições de voo (Infográfico – Thiago Perotti)
Entre 1960 até o final dos anos 1980, com a queda da URSS, Cuba recebeu uma invejável quantidade de aeronaves de todos os tipos, que fazia da força aérea não só um meio de defesa, mas também de projeção, que permitia deslocamentos intercontinentais, como viria a acontecer em uma série de conflitos que o país se envolveu.

Maior frota de MiG das Américas


Caças MiG-29 (à frente) e MiG-23 (atrás) em perfeitas condições, algo raro hoje em dia na Força Aérea de Cuba
Caças MiG-29 (à frente) e MiG-23 (atrás) em perfeitas condições, algo raro hoje em dia na Força Aérea de Cuba

A “marca favorita” da Força Aérea de Cuba é a Mikoyan-Gurevich, ou simplesmente MiG. Cuba, em seus melhores tempos, chegou a ter em condições de operação uma frota composta por 120 MiG-21, 74 MiG-23 e mais 12 MiG-29. Um total de 206 caças e armados até os dentes. A URSS também enviou a Cuba os seus mísseis mais modernos da época, alguns capazes de abater alvos a até 100 km de distância, como o R-27 (AA-10 Alamo na OTAN) que pode ser lançado a partir dos caças MiG-23 e MiG-29. Os EUA realmente tinham o que temer.

Além dos MiGs, Cuba também recebeu 60 aeronaves de transporte dos mais variados portes. Entraram na frota os Antonov AN-2, AN-24, AN-26 e AN-32 e o Ilyushin IL-76, que é até hoje a maior aeronave em operação no país. Helicópteros também reforçaram a frota em versões de transporte e de ataque, como o temível Mi-24.

Os aviadores cubanos criaram alguns apelidos engraçados para as aeronaves russas. O MiG-21, por exemplo, é o “salsicha”, enquanto o MiG-23 é chamado de “chorizo”. Apesar do humor, os pilotos de Cuba estavam entre os melhores do mundo e voavam até 250 horas por ano.

Cuba em guerra pelo mundo


Os MiG-23 cubanos realizaram mais de mil missões da Guerra de Ogaden ao lado da Etiópia
Os MiG-23 cubanos realizaram mais de mil missões da Guerra de Ogaden ao lado da Etiópia

Entre 1961 e 1980, Cuba se envolveu em uma série de conflitos militares, demonstrando superioridade em todos os embates. O país caribenho foi um dos protagonistas da “Guerra de Ogaden” que envolveu a Somália e Etiópia e que teve apoio dos cubanos. Nesse combate, entre 1977 e 1978, a Fuerza Aerea Revolucionaria usou tudo o que tinha de melhor, transportando material e soldados de Cuba diretamente para o front na África.


A crise dos mísseis foi iniciada após um avião espião dos EUA descobrir os artefatos soviéticos em Cuba
A crise dos mísseis foi iniciada após um avião espião dos EUA descobrir os artefatos soviéticos em Cuba

Caças MiG-17, MiG-21 e MiG-23 bombardearam diversas posições somalis, realizando mais de 3.000 missões em oito meses de guerra. As forças armadas da Somália, que também possuía aeronaves MiG-21, conseguiu abater duas aeronaves cubanas com disparos de artilharia antiaérea, matando um piloto – o outro foi capturado e depois solto. Ao todo, 400 militares cubanos morreram no conflito de apoio a Etiópia, que conteve a tentativa de invasão de seu vizinho e ainda aniquilou toda sua capacidade militar.

Crise dos mísseis

O bloqueio naval imposto a Cuba após a descoberta da instalação de mísseis soviéticos de longo alcance por pouco não levou os EUA e URSS a terceira guerra mundial em 1962. A ilha foi cercada pela Marinha dos EUA e aviões de patrulha passaram a vigiar todos os navios e portos cubanos.

O governo de Cuba não impediu as ações de bloqueio naval, mas ficou de olho no céu. Um avião espião Lockheed U-2 foi abatido por um míssil terra-ar, matando o piloto. Os restos dessa aeronave estão em exposição até hoje no museus das forças armadas em Havana.

A crise dos mísseis foi resolvida em menos de um mês, com os EUA e a URSS chegando a um acordo. Moscou pediu como condição para retirar os artefatos de Cuba que o governo norte-americano fizesse o mesmo com seus mísseis de longo alcance posicionados na Turquia.

Rasante de MiGs ameaçador sobre Santo Domingo

Os caças MiG-21 realizaram rasantes supersônicos sobre Santo Domingo, assustando a população
Os caças MiG-21 realizaram rasantes supersônicos sobre Santo Domingo, assustando a população

Enquanto mantinha uma frente de batalha na Etiópia, Cuba teve de acionar os esquadrões que se encontravam na ilha para conter uma ameaça local. No início de 1977, barcos de pesca cubanos foram confiscados pela marinha da Nicarágua sob a acusação de estarem operando em águas estrangeiras. Fidel Castro pediu os barcos de volta, o que foi negado. Não só isso, aviões nicaraguanos passaram a vigiar de perto embarcações cubanas em águas estrangeiras, assustando os tripulantes com rasantes.

Para reaver os barcos e “assustar” o governo de Nicarágua, Fidel Castro lançou a “Operacion Pico”, que consistia em enviar 12 caças MiG-21 para um sobrevoo rasante sobre a capital Santo Domingo. A incursão foi realizada na manhã de 9 de setembro, quando a dúzia de aviões partiu para uma viagem de 900 km até a capital nicaraguense.


Os MiG-21 cubanos estão em condições lamentáveis e raramente voam
Os MiG-21 cubanos estão em condições lamentáveis e raramente voam

Ao chegarem na cidade, os MiG cubanos voaram rasando o telhado das caças, alguns rompendo a velocidade do som. Não só isso, os aviões (desarmados) simularam posições de ataque contra alvos estratégicos sobre Santo Domingo, como a central do governo, o aeroporto e bairros residenciais. A população entrou em pânico e muitos correram para se esconder.

Para o dia seguinte, Cuba pretendia repetir a mesma missão, mas desta vez com os aviões armados para atacar a base aérea das forças armadas de Nicarágua. Com as aeronaves já preparadas, a missão acabou cancelada após o governo nicaraguense (avisado pela CIA sobre o plano de ataque cubano) anunciar a devolução das embarcações.


Os helicópteros Mi-8 são um dos atuais meios mais utilizados pela Força Aérea da Cuba
Os helicópteros Mi-8 são um dos atuais meios mais utilizados pela Força Aérea da Cuba

Além desses conflitos, Cuba também ajudou forças revolucionárias na guerra de independência da Angola, entre 1975 até 1989, e também apoiou a Síria e Argélia contra ofensivas do Egito e Israel.

Situação atual

Com a queda do bloco soviético, Cuba caiu em desgraça econômica. Orçamentos foram cortados em todas os gabinetes e a força militar que era a mais poderosa da América Latina, superando países como o Brasil, Chile e Argentina, se tornaria uma unidade limitada e quase que inteiramente sucateada nos tempos atuais.


O helicóptero de ataque Mi-24 já está aposentado em Cuba
O helicóptero de ataque Mi-24 já está aposentado em Cuba

A força aérea de Cuba não recebe uma nova aeronave desde 1990 e por isso foi forçada a desativar grande parte de seus mais de 200 caças para manter alguma condição de operar. Desta forma, a força que antes tinha poder de projeção, se tornou um meio de defesa deficiente. Muitos aviões foram desmontados para ceder peças a outros em melhores condições, o que reduziu drasticamente o tamanho da frota.


Os caças MiG-21 cubanos caminham para seus últimos voos em poucos devem ser totalmente desativados
Os caças MiG-21 cubanos caminham para seus últimos voos em poucos devem ser totalmente desativados

Segundo relatos mais recentes, Cuba tem em condições de operação cerca de 25 caças, sendo apenas quatro MiG-29. E esse número vem caindo a cada ano. Após o fim da URSS, parte dos aviões de transporte e carga foi compartilhada com a companhia aérea estatal “Cubana”. Devido a falta de orçamento, o país ainda utiliza aeronaves “pré-históricas”, como o biplano AN-2, desenvolvido na década 1940.

EUA, novo amigo


O Z-326, fabricado na Checoslováquia, é o avião de treinamento básico da Força Aérea Revolucionária
O Z-326, fabricado na Checoslováquia, é o avião de treinamento básico da Força Aérea Revolucionária

No final de 2014 o presidente dos EUA Barack Obama retomou as relações com Cuba com mediação do Papa Francisco e deu a entender que o embargo a ilha seria suspenso em breve, o que de fato ainda não aconteceu. De qualquer forma, essa ação pode ser vista como um alívio para os cubanos, que há tantos anos estão fechados ao exterior. Para a Fuerza Aerea Revolucionaria poderá ser um chance de se reequipar, quem sabe até novamente com material norte-americano.

Miss Top Gun: Mulheres que pilotam caças

Abaixo os estereótipos: ala feminina da aviação de guerra prova no mundo todo que lugar de mulher também é nos ares.

Miss Top Gun: Mulheres que pilotam caças ao redor do mundo
Capitã Jammie Jamieson desembarca de um F-22A Raptor no aeroporto de Boeing Field, em Seattle.

Miss Top Gun: Mulheres que pilotam caças ao redor do mundo
Pilotos mulheres da Líbia durante uma parada militar na principal praça de Trípoli.

Miss Top Gun: Mulheres que pilotam caças ao redor do mundo
Cadete Ulrike Flender se torna a primeira estudante alemã do sexo feminino a se graduar na ENJJPT (Euro-Nato Joint Jet Pilot Training).

Miss Top Gun: Mulheres que pilotam caças ao redor do mundo
1ª tenente Jeannie Flynn, a primeira mulher piloto de F-15E, no cockpit. Em seu ombro direito, o símbolo do 555º Esquadrão de Combate, onde servirá por seis meses em treinamento tático.

Miss Top Gun: Mulheres que pilotam caças ao redor do mundo
Pilotos em fila durante uma parada militar na Base Aérea Paquistanesa de Risalpur, perto de Peshawar.

Miss Top Gun: Mulheres que pilotam caças ao redor do mundo
Major Mariam al-Mansouri, primeira piloto do sexo feminino a integrar a Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos, sorri no cockpit de seu F-16.

Miss Top Gun: Mulheres que pilotam caças ao redor do mundo
Primeiras mulheres pilotos de caça do Paquistão posam em frente a aviões de treinamento T-37 durante uma cerimônia na base aérea de Risalpur, perto de Peshawar.

Miss Top Gun: Mulheres que pilotam caças ao redor do mundo
Um homem e uma mulher, ambos pilotos da Equipe Aerobática Bayi, da Força Aérea chinesa, andam lado a lado após um voo realizado no Âmbito da feira Airshow China 2014, em Zhuhai.
Miss Top Gun: Mulheres que pilotam caças ao redor do mundo
Jo Salter, primeira mulher na Força Aérea Real (RAF) a servir como piloto de ataque em combate, acena de um Tornado GR1B após pousar em Lossiemouth, na Escócia.

Miss Top Gun: Mulheres que pilotam caças ao redor do mundo
Deputada Heather Wilson, representante dos republicanos no Novo México, ao lado da tenente-coronel Martha McSally, em uma conferência de imprensa em apoio à legislação que garante que as mulheres a serviço da Força Aérea dos EUA não sejam forçadas a usar a vestimenta abaya na Arábia Saudita.

De todos os pilotos de combate de primeira linha da Força Aérea Brasileira (FAB), a tenente-aviadora Carla Alexandre Borges é a única que ajeita os brincos e prende o cabelo ao tirar o capacete depois de um voo. No início do mês, aos 28 anos, a paulista de Jundiaí se tornou a primeira mulher brasileira a assumir o comando de um caça a jato, realizando um sonho que tinha desde a infância, quando pedia que a família a levasse para ver os aviões no aeroclube da cidade.
Fonte: Sputnik News com adaptação de Joshua Duarte

Quem foram os Tigres Voadores?

Os “Tigre Voadores”, pilotos mercenários americanos voando pelo Governo da China contra os invasores japoneses.

Eram pilotos americanos que deixaram as forças armadas do seu país para lutar pela China, como mercenários, entre dezembro de 1941 e julho de 1942. Oficialmente, eles se chamavam Grupo Voluntário Americano, mas passaram para a história como Tigres Voadores, nome dado pelo jornalista americano Robert McGrath por causa das carrancas de tigres pintadas nos capôs dos caças. Tudo começou em julho de 1937, quando tropas japonesas invadiram o território chinês. Na época, os Estados Unidos estavam oficialmente em paz com o Japão, não queriam envolver-se de forma direta no conflito, mas, ao mesmo tempo, precisavam manter sua presença no Oriente, o que exigia conter o expansionismo japonês. Para dissimular sua participação nos combates, os EUA estimularam pilotos do Exército, da Marinha e dos Fuzileiros Navais a pedir demissão e a se apresentarem como voluntários na China (que ainda não era comunista).

Eles formaram uma equipe de 100 pilotos e 200 mecânicos, armeiros, operadores de rádio, fotógrafos e meteorologistas. Ganhavam uma fortuna para a época: mais de 250 dólares por mês para o pessoal de terra e quase 700 dólares para os pilotos – sem falar no bônus de 500 dólares por avião abatido. Apesar de voarem em aeronaves ultrapassadas, levavam algumas vantagens sobre os caças inimigos – blindagem na cabine, tanques de combustível seguros e maior velocidade de mergulho. Em 31 batalhas aéreas, esses chineses de araque destruíram 217 aviões japoneses. Mesmo assim, a operação não pôs fim à sanha conquistadora do Japão, que lutava na Segunda Guerra Mundial ao lado da Alemanha e da Itália. Quando os Estados Unidos entraram no conflito, a missão clandestina dos Tigres Voadores deixou de fazer sentido e foi desativada – mas alguns de seus pilotos retornaram ao campo de batalha reintegrados às forças americanas.

Malandragens do tigrão

Major General Claire Lee Chennault

O mais famoso dos Tigres Voadores foi o general Claire Chennault (1893-1958), que conseguiu passar a perna nos japoneses em várias ocasiões. Foi dele a idéia de alterar os números pintados na fuselagem dos aviões, para fazer os japoneses acreditarem que o inimigo tinha milhares deles em ação. Outra loucura que deu certo foi a dos alvos falsos – aviões de bambu e papelão colocados nas pistas para fazer com que os invasores gastassem sua escassa munição. Quando a guerra acabou, ele formou uma companhia aérea, usada mais tarde pelo serviço de espionagem dos EUA como fachada para operações clandestinas.

Fonte: Mundo Estranho

Qual é o menor exército do mundo?

Com efetivo em torno de cem homens, o menor exército do mundo é a Guarda Suíça, que desde 1506 protege os papas e os cerca de 900 habitantes do Vaticano, em Roma. Mas há dois problemas com essa resposta: primeiro, porque a ONU não reconhece oficialmente o Vaticano como um país. Segundo, porque a função desse “exército santo” é principalmente cerimonial: a Guarda Suíça é mais conhecida por seu vistoso uniforme renascentista (supostamente desenhado pelo pintor e escultor italiano Michelangelo) do que por suas façanhas militares. O que dá para afirmar com certeza é que os países com as menores forças armadas “de verdade” são esses do quadro que você vê ao lado. “Esses países são muito pequenos e não precisam de grandes exércitos porque sua segurança em caso de ameaça de invasão é garantida pelas principais potências, em especial pelos Estados Unidos, ou por suas antigas metrópoles coloniais. No fim das contas, as forças armadas dessas nações funcionam mais como polícia do que como aparato militar”, afirma o especialista em segurança internacional Gunther Rudzit, da FAAP em São Paulo.

Papa aos novos Guardas Suíços: gentileza deve impressionar mais que o uniforme multicor

Milicos nanicos Conheça 10 países que têm no máximo 1 600 militares

PAÍS – Antígua e Barbuda

NÚMERO DE INTEGRANTES – 170

PAÍS – Seychelles

NÚMERO DE INTEGRANTES – 450

PAÍS – Barbados

NÚMERO DE INTEGRANTES – 610

PAÍS – Gâmbia

NÚMERO DE INTEGRANTES – 800

PAÍS – Bahamas

NÚMERO DE INTEGRANTES – 860

PAÍS – Luxemburgo

NÚMERO DE INTEGRANTES – 900

PAÍS – Belize

NÚMERO DE INTEGRANTES – 1 050

PAÍS – Cabo Verde

NÚMERO DE INTEGRANTES – 1 200

PAÍS – Guiné Equatorial

NÚMERO DE INTEGRANTES – 1 320

PAÍS – Guiana

NÚMERO DE INTEGRANTES – 1 600

Fonte: Orçamento de Defesa dos Países

Um pouco de cultura: Entendendo a diferença entre Inglaterra, Grã-Bretanha e Reino Unido.


Muita gente se confunde a respeito do significado de Grã- Bretanha, Reino Unido e Inglaterra, pensando que são a mesma coisa, quando na verdade não o são. Existem diferenças entre eles, que são explicadas logo abaixo:


INGLATERRA

É um país que tem como capital a cidade de Londres. Ao longo da história, a Inglaterra conseguiu se impor politicamente sobre alguns países vizinhos e passou a controlar um Estado batizado de Reino Unido (veja a seguir). No século 19, com a Inglaterra à frente, o Império Britânico se tornou um dos maiores da história, com uma extensão territorial equivalente a um quarto do planeta.

GRÃ-BRETANHA

É o nome da grande ilha onde ficam três países: Inglaterra, País de Gales e Escócia. Com quase 230 mil km2 de área, ela tem perto de 1000 km de comprimento de norte a sul e pouco menos de 500 km de leste a oeste. O termo “Grã-Bretanha” muitas vezes é usado como sinônimo de “Reino Unido” – o que não é inteiramente correto, pois um dos países que formam o Reino Unido não fica nessa ilha.

BRETANHA

O nome deriva da grande ilha onde fica a Inglaterra, mas, quando alguém menciona apenas “Bretanha”, está se referindo não a um território inglês, mas a uma região na França. A província da Bretanha é a maior área costeira francesa e tem como capital a cidade de Rennes. Por volta do século 6, essa região foi invadida por habitantes da atual Grã-Bretanha, os bretões, dando origem ao nome em comum.

REINO UNIDO


É um Estado formado por quatro países: Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte. A chefe de Estado é a rainha Elizabeth II e o de governo um primeiro-ministro, eleito por um Parlamento central, em Londres. Nas grandes questões de governo, como política econômica, quem manda é esse Parlamento. Mas Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte também têm assembleias nacionais, com certa autonomia para tratar de questões mais locais, como saúde.

ILHAS BRITÂNICAS

É um arquipélago formado por cerca de 5 mil ilhas. As duas maiores são a Grã-Bretanha e a ilha da Irlanda – onde ficam dois países, a Irlanda do Norte (membro do Reino Unido) e a República da Irlanda, também chamada de Eire (um Estado independente). Além das duas “grandalhonas”, fazem parte desse arquipélago milhares de ilhas menores, como as Órcades, Shetland, Hébridas, Man e ilhas do Canal (como Jersey), entre outras.

Veja um mapa comparativo, para entender melhor as diferenças:

Confira a seguir as bandeiras:

Outro mapa para entender melhor:

Espero que tenham gostado!

Por que usamos o termo Prefeitura Municipal e não apenas Prefeitura?

Você já se perguntou o por que de chamarmos as administrações públicas das cidades de Prefeitura Municipal e não apenas Prefeitura?

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A explicação é simples, prefeito (no Brasil) é um posto político novo que surgiu após os anos 30, quando ainda no Governo de Getúlio Vargas criou-se este cargo no executivo que antes era de responsabilidade do Intendente Municipal e antes dele do Presidente da Câmara Municipal.

Mas porque dizemos Prefeitura Municipal?

Prefeitura Militar de Brasília

Prefeitura Militar de Brasília

A resposta é simples, antes das Prefeituras Municipais já existiam e ainda existem no Brasil as Prefeituras Militares, os prefeitos militares e vice-prefeitos militares que são os militares responsáveis pela administração dos residenciais militares onde a administração chama-se, Prefeitura Militar, ou seja, a expressão Municipal visa diferenciar o tipo de prefeitura uma vez que Prefeitura Municipal é um termo novo.

Algumas universidades podem usar o termo Prefeitura para nomear sua adminsitração no campus universitário (Mas não é comum).

– Guerra & Armas, Francisco Santos.

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