Arquivos do Blog

“Comandante do Exército Brasileiro (EB) vê risco de ‘crise social’ no país”

1451869795

Segundo declaração do Sr. Comandante do Exército Brasileiro (EB), General-de-Exército, Eduardo Dias da Costa Villas Bôas (https://pt.wikipedia.org/wiki/Eduardo_Dias_da_Costa_Villas_B%C3%B4as), ‘há risco de a atual crise virar uma ‘crise social’ que afetaria a estabilidade do país, o que diria respeito às Forças Armadas. Estamos vivendo situação extremamente difícil, crítica, uma crise de natureza política, econômica, ética muito séria e com preocupação de que, se ela prosseguir, poderá se transformar numa crise social com efeitos negativos sobre a estabilidade. E aí, nesse contexto, nós nos preocupamos porque passa a nos dizer respeito diretamente.’

A declaração, em questão, ocorrida em 09/10/2015, deu-se de forma inédita via videoconferência para dois mil (2.000) Oficiais Temporários da Reserva do EB, os R/2, que se prepararam durante o serviço militar, mas não seguiram carreira.

Comandante do Exército Brasileiro (EB) exalta valores éticos e morais

Anúncios

Perspectivas de conflitos no Atlântico Sul: reflexos para a Defesa Nacional

mapa1

Oficiais militares do Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército (CPEAEx) fazem uma reflexão sobre as possibilidades de conflitos no Atlântico Sul, com propostas de ações para o País fazer frente a ameaças nessa área estratégica.

A fim de contextualizar o emprego da Força Terrestre sob a perspectiva de conflitos no Atlântico Sul e em consonância aos propósitos estipulados pelo EME para o Projeto Interdisciplinar do CPEAEx no ano de 2015, o trabalho desenvolvido teve como objetivo analisar as possibilidades de conflitos no Atlântico Sul, elaborando propostas de ações para fazer frente a ameaças nessa importante área estratégica.Historicamente, a importância do Atlântico Sul está ligada ao desenvolvimento da navegação em mar aberto a partir do final do século XV. O domínio marítimo britânico nos séculos XVII, XVIII e XIX proporcionou a criação de uma diagonal insular no Atlântico Sul, que permanece sob domínio inglês até os dias atuais. A Inglaterra não é a única nação europeia que mantém sua presença no Atlântico Sul. A França manteve seu interesse no continente sul-americano por meio da Guiana Francesa, território ultramarino, praticamente na entrada do Atlântico Sul.

mapa1

Da análise das tensões e conflitos recentes ocorridos na América do Sul entre nações com projeção para o Atlântico: o episódio conhecido como “Guerra da Lagosta”, na década de 60; a questão de Itaipu e influência sobre a Bacia do Prata, na década de 70; a questão do Canal de Beagle e Cabo Horn, nas décadas de 70 e 80, e a Guerra das Malvinas, em 1982, observa-se a incidência de quatro grandes atores. As duas potências europeias com territórios no hemisfério sul, França e Inglaterra, e os dois maiores países da América do Sul com projeção para o Oceano Atlântico, Brasil e Argentina.
Na continuação desta análise, foram levantadas como possíveis causas de tensões e conflitos futuros na área geoestratégica do Atlântico Sul o interesse internacional na descoberta de novas reservas petrolíferas, bem como de recursos minerais e pesqueiros na plataforma continental brasileira e na costa africana. Também no litoral africano, a questão da pirataria no Golfo da Guiné pode ser escalada para uma tensão internacional.

Por último, a presença de atores extrarregionais como Rússia, China e Índia, pode vir a questionar a hegemonia americana nos oceanos. O aumento da presença e influência desses países no continente africano, nas áreas econômica e militar, bem com o lançamento dessas potências emergentes ao mar, pode suscitar nos EUA a necessidade de uma demonstração de sua força naval. Com isso, foram levantadas como as principais áreas focais no Atlântico Sul: o Cone Sul Africano onde se encontra o Cabo da Boa Esperança; o saliente africano e o Golfo da Guiné; a região do Estuário do Rio da Prata e sua projeção sobre o arquipélago das Malvinas; e a Foz do Rio Amazonas com sua projeção para o arquipélago de Fernando de Noronha. Dessas áreas, as duas últimas foram levantadas como as mais possíveis de serem atingidas por um conflito, tendo em vista o histórico contencioso e os atores envolvidos.

mapa2

Conclui-se então que em um eventual conflito no Atlântico Sul, a FTer poderá ser empregada como: Comando de Zona de Defesa, comando conjunto ativado a partir de um ou mais Comandos Militares de Área situados no litoral; FTC para emprego em Operações Contra Desembarque Anfíbio, defesa de áreas litorâneas estratégicas e defesa de ilhas oceânicas; e no emprego de capacidades assimétricas Antiacesso/Negação de Área (A2/NA).
Da análise de se o Processo de Transformação do Exército estará coerente com o poder dissuasório necessário para um eventual conflito no Atlântico Sul, chega-se à conclusão que para o emprego da FTer em ações na ZD, o Projeto PROTEGER, que abrange a defesa de infraestruturas estratégicas críticas, juntamente com os Projetos DEFESA CIBERNÉTICA e DEFESA ANTIAÉREA são de capital importância. Para o emprego como FTC nas ações no litoral e defesa de ilhas oceânicas, o Projeto GUARANI, com a nova família de blindados sobre rodas que serão utilizados pelas unidades de Cavalaria e Infantaria, juntamente com o Projeto DEFESA ANTIAÉREA, possuem destaque. Para o emprego de capacidades assimétricas Antiacesso/Negação de Área (A2/NA), o Projeto ASTROS 2020, juntamente com os Projetos DEFESA CIBERNÉTICA e DEFESA ANTIAÉREA, contribuem sobremaneira para ao aumento do poder de dissuasão brasileiro contra um eventual oponente com poder militar superior. Em segundo plano para esta ação estão os Projetos GUARANI e OCOP, este último, devido à sua finalidade de aumentar a capacidade operacional da FTer com a dotação de produtos de defesa modernos e suficientes, permeia o emprego em todas as possibilidades.

Destaca-se a afirmativa de que, em um conflito armado no Atlântico Sul, o emprego das Forças Armadas ocorreria sob o escopo da doutrina de operações conjuntas, com foco na interoperabilidade e respeitadas as especificidades de cada Força. Nesse contexto, a FTer está inserida com seus projetos estratégicos indutores da transformação em consonância com seu emprego nessas possibilidades de conflitos. Finalmente conclui-se que é de suma importância que o Exército Brasileiro não apenas se organize para atuar em todo o espectro dos conflitos, como também em todos os cenários previsíveis mais perigosos, devido à impossibilidade de se saber, de antemão, em que grau de gravidade os nossos interesses essenciais poderão ser ameaçados futuramente.

Autores:

Cel Inf SAMUEL VIEIRA DE SOUZA
Cel Inf ANATÓLIO DOS SANTOS JUNIOR
Cel Art LUÍS FERNANDO GONÇALVES
Cel Com FERNANDO COSTA ADAM
Cel Cav ROGÉRIO MARQUES NUNES
Cel Av MAURO BELLINTANI
CMG FN JORGE LUIZ CORDEIRO DAS NEVES

Fonte: eb

‘Misteriosamente’ Exército como todo seu aparato começa se deslocar para Brasília e Santa Catarina


Nesse quadro, a Operação Acanto contará com a 5ª RM mobiliando um Comando Logístico da Força Terrestre Componente, responsável pelo desdobramento de uma Base Logística Terrestre e de três Destacamentos Logísticos, tudo em apoio às Grandes Unidades e às organizações militares desdobradas no campo de instrução.


Veja dentro da matéria todas as fotos de deslocamento e armamento do exército. Exército não confirma que deslocamento seria por motivos da crise do Brasil e lança nota dizendo que apenas será umtreinamento. Porém um soldado, cujo a identidade será preservada, disse a equipe do PENSA BRASIL que o comando final está sendo mantido em segredo e que a operação é “POLÍTICA”
A 5ª Divisão de Exército (5ª DE), por intermédio da 5ª Região Militar (5ª RM), está realizando o deslocamentoestratégico de meios para a Operação Bormann, que será realizada no Campo de Instrução Marechal Hermes (CIMH), em Três Barras (SC) e Brasília DF, entre os dias 10 e 23 deoutubro de 2015. O deslocamento consta de transporte de blindados e de material de emprego militar de Artilharia, por meioferroviário e rodoviário, a cargo da organização militar constituída para o Exercício, a 5ª Companhia de Transporte, sob o comando do também constituído 5ª Grupamento Logístico. Os meiosestão sendo concentrados no 5º Regimento de Carros de Combate, localizado em Rio Negro (PR), onde permanecerão até o dia 5 de outubro, data em que se inicia o deslocamento operacional até o CIMH.

Os meios militares empregados na operação provêm do 20º Batalhão de Infantaria Blindado (Curitiba/PR), com o M113 BR; do 5º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (Curitiba/PR), com o Obuseiro VBC M108; do 15º Grupo de Artilharia de Campanha Autopropulsado (Lapa/PR), como VBC OAP M109; da Bateria de Comando da Artilharia Divisionária da 5ª DE (Curitiba-PR), com o M113 B; do 12ª Grupo de Artilharia de Campanha (Jundiaí/SP), com o Obuseiro M 114; do 2º Grupo de Artilharia de Campanha (Itu/SP), com o Obuseiro M 56; do 20º Grupo de Artilharia de Campanha Leve (Barueri/SP), com o Obuseiro M 56 e o Mrt P 120mm; do 26º Grupo de Artilharia de Campanha (Guarapuava/PR), com o Obuseiro Light Gun L118; da 11ª Bateria de Artilharia Antiaérea Blindada (Ponta Grossa/PR), com o Gepard; e do 33º Batalhão de Infantaria Mecanizada (Cascavel/PR), com a Viatura Blindada Transporte de Pessoal – Média de Rodas Guarani.

A Operação Bormann foi concebida num quadro de Defesa Externa, no período de Adestramento Avançado da 5ª DE. Nesse contexto estão inseridas as Operações Acanto, Setembrino de Carvalho, Aço e Silva Paes, que ocorrerão de forma integrada, atendendo aos objetivos de adestramento estabelecidos no Contrato de Objetivos do Comando de Operações Terrestres 2015.

Nesse quadro, a Operação Acanto contará com a 5ª RM mobiliando um Comando Logístico da Força Terrestre Componente, responsável pelo desdobramento de uma Base Logística Terrestre e de três Destacamentos Logísticos, tudo em apoio às Grandes Unidades e às organizações militares desdobradas no campo de instrução. A Operação Setembrino de Carvalho visa ao adestramento dos sistemas de fogos da Artilharia Divisionária da 5ª DE por meio de exercício de tiro no CIMH. Já as Operações Aço e Silva Paes constituem-se de exercício no terreno, no qual a 5ª Brigada de Cavalaria Blindada e a 14ª Brigada de Infantaria Motorizada, respectivamente, empregarão seus meios em um quadro de defesa móvel.

Fonte:  DE

Guerra entre Colômbia e Venezuela : Crise em duas fronteiras – Parte II

Francisco Santos

Guerra entre Colômbia e Venezuela : Crise em duas fronteiras – Parte I

Atenção: Esta Simulação usa alguns fatos verdadeiros acontecidos recentemente, no entanto, mistura alguns fatos fictícios para dar seguimento a simulação, é importante lembrar que esta simulação utiliza a capacidade real de fogo de ambos os países, não será acrescentado nenhum armamento que não exista nas forças armadas destes países atualmente.

Colômbia derruba caça Sukhoi-30Mk2 da Força Aérea Venezuelana

A Força Aérea colombiana derrubou um caça venezuelano de fabricação russa, Sukhoi-30Mk2, que sobrevoava seu território, o Exército colombiano afirmou que usou Mísseis Mistral de ombro (conforme foto abaixo) para abater o avião inimigo que segundo Bogotá estaria fazendo reconhecimento para um futuro ataque dos venezuelanos.

250px-Mistral-2

MBDA Mistral do Exército Colombiano usado para abater o caça Sukhoi 30 da Venezuela

Nota: Embora esta não seja  sua aplicação geral como todos bem sabe, os caça Sukhoi-30Mk2 são aeronaves de propósito multi-missão, embora a Venezuela realmente disse que o avião abatido recentemente estava fazendo reconhecimento, muito provavelmente é um gatilho para o Efeito Malvinas abordado na primeira parte da simulação.

Venezuela coloca sua Força Aérea em alerta e denuncia a Colômbia por crime de guerra

Sukhoi_Su-30MK2,_Venezuela_-_Air_Force_JP6336731

Caça Su-30 MK2 venezuelano sendo preparado para prontidão de combate (situação de ação inimiga eminente)

O Ministro da Defesa da Venezuela ordenou que todos os caças do país estejam apostos pára contra atacar a Colômbia pelo que ele considerou de crime de guerra ao se referir a derrubada de um avião venezuelano que segundo ele estava sobre espaço aéreo venezuelano e não sobre o espaço aéreo colombiano, imediatamente a comunidade internacional criticou a Venezuela pela escalada que ameaça mergulhar toda a América Latina em um conflito bélico entre dois dos maiores países do continente.

Estados Unidos vetam uso de aeronaves F-16 e armamentos americanos contra a Colômbia

1024px-Venezuelan_Air_Force_General_Dynamics_F-16A_Fighting_Falcon_(401)_Lofting-1

Um caça F-16 venezuelano.

A Força Aérea Venezuelana comprou duas duzias de caças F-16 A/B durante os anos 80. No entanto quando o esquerdista radical Hugo Chavez acendeu ao poder na Venezuela  os americanos proibiram a venda de  peças de reposição para os F-16 do país alegando que o governo venezuelano poderia utiliza-los para desequilibrar o poder na região e apoiar grupos como as FARCs na Colômbia.

Estima-se que atualmente menos da metade dos aviões estão em condições de voo já que grande parte poderia estar sendo usada para canibalizar peças para manter os poucos que ainda voam.

9lck1ehugdsv0y9aev0c7obas

Secretário de Estado norte americano, John Kerry em pronunciamento no Pentágono.

Segundo o Secretário de Estado norte americano,  John Kerry, os EUA estão dispostos a enviar oficias da Força Aérea Americana para Colômbia para trabalharem na anulação dos aviões F-16 A/B venezuelanos caso sejam empregados contra o país, ainda segundo o secretário, os EUA irão aplicar sanções pesadas ao país caso utilizem qualquer armamento americano contra um aliado dos EUA.

ONU veta venda internacional de armas a Venezuela e a Colômbia 

Conselho de

Conselho de Segurança da ONU aprova proibição de venda de armamentos para Colômbia e Venezuela

O Conselho de Segurança da ONU formado por EUA, França, Inglaterra, China e Rússia proibiu qualquer venda de armas para Venezuela e Colômbia visando evitar uma escalada armamentista na região, por pressão dos EUA e Inglaterra a ONU havia inicialmente vetado apenas a venda de armas para Venezuela tida como provocadora da situação, mas a Rússia e China aliados da Venezuela, que são os maiores provedores de armamentos e investimentos do país exigiram a proibição de venda de armas a Colômbia evitando assim que o país receba apoio militar dos EUA e União Européia.

Continua… (Todos os domingos uma nova postagem, sempre após as 22h.)

Simulação: Itália Declara Guerra ao Brasil


Numa situação hipotética e surreal a itália declara guerra ao Brasil em resposta ao descumprimento ao acordo de extradição firmado entre os dois paises.


Agencia ADL (Do seu correspondente na Europa)

O Presidente Sergio Mattarella acaba de encaminhar ao congresso italiano um documento oficial de declaração formal de guerra ao Brasil. Segundo este documento a medida se faz necessária em resposta ao ultraje sofrido pelo povo italiano com a negativa de extradição e com a soltura do ex-ativista Cesari Batisti.
Batisti que fora julgado à revelia por crimes de morte na Itália na década de setenta, quando era militante do grupo de extrema esquerda Proletários Armados, foi solto por decisão do STF do Brasil.
Já se vê nos portos e bases militares, intenso deslocamento de tropas e veículos militares e a embaixada no Brasil na Itália foi cercada por grupos hostis, em clara manifestação de apoio as ações do governo.
Em função da degradação das relações diplomáticas entre os dois países o governo Brasileiro recomenda que seus concidadãos erradicados ou em viagem pela Itália retornem o mais rápido possível ao Brasil.
Um comunicado oficial da ONU tenta conter a escalada das ações militares, pedindo ponderação e equilíbrio aos dois governos e a Itália recebe moções de apoio e solidariedade por parte de membros da comunidade Européia.
O Brasil chama de volta seu embaixador na Itália e coloca em alerta máximo, suas tropas de ar, mar e terra.
Neste momento a presidenta Dilma esta reunida com o Estado Maior das Forças Armadas para discutir as medidas e contramedidas à qualquer ação agressiva do Estado Italiano contra alvos brasileiros em qualquer parte do mundo.
Os Governos da Bolívia e da Venezuela colocam seus exércitos de prontidão e oferecem bases militares como apoio à contra-ofensiva brasileira.  A Itália invoca a seu favor tratados multilaterais de apoio firmado entre países da Europa contra agressão à países membros.
Os EUA se mantêm por enquanto em posição oficialmente neutra, mas a Casa Branca emite comunicado incitando os países a cumprirem os acordos firmados em fóruns internacionais.
Analistas comentam que no caso de guerra declarada o governo americano deve se alinhar como tradicionalmente faz, à posição britânica.
O Irã, a Rússia, a Coréia do Norte, e a China emitem comunicados favoráveis a posição brasileira e prometem retaliar no caso de qualquer ação militar por parte da Itália e seus aliados.
Há um temor generalizado que a situação mundial se degrade na direção de uma guerra de proporções globais.
 
Obs.  Esta é uma de ficção tão surreal quanto a que levou Cesari Batisti a se tornar um homem livre e a adquirir cidadania brasileira.

23 Melhores e mais letais Forças Especiais e Comandos do Mundo

Quando a encrenca é grande é esse pessoal que os governos chamam. São as FORÇAS ESPECIAIS E COMANDOS: as “tropas de elite” de seus países que chegam sempre para por um ponto final no problema.

Fazer parte de cada uma dessas forças especiais não é uma tarefa fácil. Os treinamentos são duros, por vezes traumatizantes e fazem com que qualquer recruta peça para sair antes mesmo de chegar na metade.

Mas a pior fase começa depois de estar formado e condecorado com o privilégio de ser parte de uma dessas forças especiais: as missões são as mais complicadas possíveis! É a certeza da morte em combate assoprando no ouvido a cada novo conflito! Você teria coragem? Encararia? É homem suficiente? Veja o que você teria que enfrentar nesse post.

Obs:. A ordem adotada não representa importância. Ilustrando a afirmação anterior, o primeiro item da lista não necessariamente é a melhor força especial/comando.

23. U.S. Navy SEALs

Os Navy Seals, unidade criada em 1942, são a principal força de operações especiais da Marinha dos Estados Unidos e parte do Comando Naval de Operações Especiais (NSWC) como também um componente marítimo do Comando de Operações Especiais (USSOCOM).

A sigla da unidade é derivada de sua capacidade em operar no mar (sea), no ar (air) e em terra (land). Na Guerra ao Terror, os SEALs foram utilizados quase exclusivamente em operações terrestres, incluindo ação direta, resgate de reféns, antiterrorismo, reconhecimento especial, guerra não-convencional e operações de defesa interna. Sem exceção, todos os SEALs são membros do sexo masculino, seja da Marinha ou da Guarda Costeira.

Operações famosas: Uma equipe autorizada por Barack Obama matou Osama bin Laden no seu complexo, no Paquistão. Três Navy SEALs também mataram três piratas somalis quando fizeram refém o capitão.

 22. Alpha Group

O esquadrão de 700 super soldados anti-terroristas russos foi formado em 1974 e sobreviveu apesar do colapso da União Soviética.

Operações famosas: O resgate critico na escola de Beslan de 1.200 reféns prisioneiros de separatistas Chechenos, terminando com 31 terroristas mortos. Um bom resultado se não fosse a morte de 350 civis.

21. The Kaibiles

O destemido comando contra-revolucionário da Guatemala é especialista em guerra na selva e operações de insurgência. Fundada em 1975, seu lema é: “Se eu avançar, siga-me. Se eu parar, urge-me. Se eu recuar, mata-me. ”

Operações famosas: Oito Kaibiles foram mortos e cinco feridos em uma emboscada no Congo, como parte de uma força de paz da ONU. Os soldados mortos faziam parte de uma operação frustrada de capturar o comandante adjunto do Exército de Resistência de Uganda .

20. Sayeret Matkal

A elite das forças especiais  de defesa israelenses é especialista em armas de pequeno calibre, artes marciais e de espionagem  atrás das linhas inimigas. Estes dias são ocupados com o terrorismo  e resgate de reféns.

Operações famosas: Mais conhecido por Operação Entebbe, uma missão de resgate de reféns mantidos no voo 139 Air France no aeroporto de Entebbe, em Uganda, em 1976. Um soldado israelense, 45 soldados ugandenses, seis seqüestradores e três reféns foram mortos na operação, que, pelo menos, conseguiu libertar 100 reféns.

19. Kopassus

Formada em 1952, o temido grupo de forças especiais do Exército indonésio   estabeleceu rapidamente um nome ruim para si, liderando campanhas de governo militar.

Operações famosas: Em 1981, um grupo extremista islâmico sequestrou o vôo 206 em Garuda. Depois que o avião pousou, o comando Kopassus executou uma operação de pacificação rápida, matando três seqüestradores e libertaram 50 passageiros.

18. Special Service Group (SSG)

Elite da força de combate paquistanesa, especialista em guerra não convencional, sabotagem, espionagem, batalha a curta distância e espionagem.

Operações famosas: Em 1994, sequestradores afegãos comandando um ônibus escolar cheio de 74 crianças e oito professores. Com as negociações levando a lugar nenhum, a  SSG utilizou uma explosão como uma distração e, em seguida, matou três sequestradores.

17. Delta Force

Delta Force é o nome popular dado à unidade reconhecida como 1st Special Forces Operational Detachment – Delta (1st SFOD-D) criada em 1977, a principal força contra-terrorismo e de operações especiais do Exército dos Estados Unidos. Oficialmente ela é conhecida no Pentágono (Ministério da Defesa americano) de Combat Applications Group (Grupo de Aplicações de Combate). Integra o Joint Special Operations Command, e faz parte da primeira linha de combate ao terrorismo no país. A sede fica em Fort Bragg, no estado da North Carolina, onde divide as instalações com o United States Army Special Forces (Boinas Verdes). É a unidade mais sofisticada em campo que o Exército dos Estados Unidos dispõe, juntamente com o DEVGRU (United States Naval Special Warfare Development Group) da Marinha dos Estados Unidos e as unidades de suporte e inteligência do Pentágono, CIA e NSA.

O seu principal objetivo, desde a sua criação, é agir como uma força antiterrorismo nacional, para isso foi formada usando o padrão da unidade britânica Special Air Service (SAS), que é o mais utilizado entre as Forças Especiais em todo o mundo. A Força Delta treina continuadamente com unidades especiais de países aliados, como a Special Air Service do Reino Unido e Sayeret Matkal de Israel, além de treinar unidades estrangeiras quando for de interesse político americano, como aconteceu na Colômbia. Até à pouco tempo esta unidade foi omitida pelo governo americano, mas recentemente o Pentágono mudou a postura e reconheceu sua existência, embora dados sobre seu quadro de serviço, missões que realiza, baixas e nomes, é guardado em sigilo.

16. SAS Britânico

O SAS comem guerra contra-revolucionária e terroristas no almoço. Eles estão em casa nas montanhas, selvas, desertos e ambientes urbanos, esão tops em fazer uma fortuna escrevendo livros best-seller quando se aposentam.

Operações famosas: Terminaram com a crise dos reféns em 1980 na embaixada iraniana em Londres. As tropas utilizaram granadas de efeito moral para desorientar os terroristas e mataram cinco dos seis, salvando 19 reféns.

15. Eko Cobra

Os especialistas da unidade antiterrorismo da Austria conta  com 200 homens e aparentemente são muito respeitados por suas habilidades de escalada e especialistas – até mesmo o tio  Arnold Schwarzenegger já elogiou muito essa rapaziada.

Operações famosas: O Cobras são a unica unidade que terminou com um plano de seqüestro em pleno vôo. Em 1996, quatro cobras foram a bordo de um Tupolev154 da Aeroflot escoltando presos deportados de Lagos. Um prisioneiro nigeriano escapou  ameaçando a tripulação com uma faca e pediu para ser levado para a Alemanha ou a África do Sul. Os Cobras detiveram o prisioneiro e lhe entregaram às autoridades quando desembarcaram.

14. Regimento especial de serviço aéreo Australiano

A unidade de elite das forças especiais do exército australiano é conhecido como SAS. Dividida em três esquadrões, os nossos rapazes especializados em luta anti-terrorista, vigilância e reconhecimento e operações de assalto outro.

Operações famosas: Os soldados da SAS Mark Donaldson e Ben Roberts-Smith receberam a Cruz Victoria na Austrália por seus atos heroicos realizada enquanto servia no Afeganistão.

13. BOPE

O BOPE foi criado em 19 de janeiro de 1978, pelo Boletim da Polícia Militar n° 014 da mesma data como Núcleo da Companhia de Operações Especiais (NuCOE), através de um projeto elaborado e apresentado, pelo então Capitão que era conhecido no circulo secreto da policia militar como Mr. R ao Comandante-Geral da PMERJ, Coronel Mário José Sotero de Menezes. Funcionando nas instalações do CFAP-31 de voluntários e subordinado operacionalmente ao Chefe do Estado-Maior da PMERJ. Pelo Bol da PM n° 33, de 7 de abril de 1982, por resolução do Comandante Geral da PM, o núcleo da companhia de operações especiais passou a funcionar nas instalações do Batalhão de Polícia de Choque, fazendo parte da orgânica daquela unidade e recebendo a designação de Companhia de Operações Especiais – COE. Em 27 de junho de 1984, através da publicação em Bol da PM n° 120, a COE passou a ser denominada Núcleo de Companhia Independente de Operações Especiais – NuCIOE, funcionando nas instalações físicas do Regimento Marechal Caetano de Farias, ficando subordinado apenas administrativamente ao BPChq, retornando sua subordinação operacional ao chefe do EMG. Posteriormente, pelo Decreto-Lei n° 11.094 de 23 de Março de 88, foi criada a Companhia Independente de Operações Especiais – CIOE, com suas missões próprias em todo o Estado do Rio de Janeiro, que seriam determinadas pelo Comandante Geral. Finalmente pelo Decreto n°16.374 de 01 de Mar 91 deu-se a criação do Batalhão de Operações Policiais Especiais – BOPE, ficando extinto a CIOE. Em 2000 ganhou instalações próprias, localizadas no Morro do Pereirão, no bairro de Laranjeiras, na zona sul da capital fluminense.

Atualmente o emprego do BOPE em situações criticas ou missões especiais está regulado pela nota de instrução n°004/02 – EMG, estando a unidade subordinada administrativamente e operacionalmente ao Comando de Operações Especiais da PMERJ.

BOPE é reconhecido internacionalmente pelo combate estratégico em zonas urbanas e difícil acesso como é o caso das favelas cariocas onde o território de conflito é completamente irregular, permitindo que qualquer deslize vire uma falha na defesa da tropa.

12. GSG 9

GSG 9 der Bundespolizei ou Grenzschutzgruppe 9 (Grupo 9 da Guarda de Fronteira) é a unidade de resposta contraterrorista da Policia Federal Alemã (Bundespolizei), criada em 1972 e considerada uma das mais eficientes do mundo.

Depois da falha histórica da policia alemã que deu origem ao Massacre de Munique houve uma reforma na organização baseada nos modelos das forças operacionais especiais inglesas como o SAS, mas principalmente nas forças especiais israelitas – Sayeret Matkal no inicio – que originaram então o grupo, que seria designado para lidar com situações semelhantes, vindo a ser aos dias de hoje, uma das forças-tarefa policial mais eficiente e reconhecida do mundo. A conexão criada nesse periodo de treinos com os israelitas foi tão forte que se mantém até os dias de hoje. Atualmente, por exemplo a Unidade Especial de Policia da Guarda de Fronteira Israelitas – Yamam/Magav – uma unidade experiente que raramente treinam com unidades estrangeiras, mantém um estreito intercâmbio de treino com a GSG 9.

11. KSK

Apresento-vos o Kommando SpezialKräfte (KSK) é uma unidade de operações especiais do Exército alemão. Criado entre 1994 e 1995, aproximadamente 20 soldados foram treinados no outono de 1996, e a unidade estava completamente operacional em abril de 1997. De acordo com relatórios, o impacto de ver 11 cidadãos alemães serem salvos por forças estrangeiras (pára-quedistas belgas e franceses) em Ruanda em 1994, porque não havia nenhuma unidade alemã capaz de realizar tal operação foi o principal fator para se criar o KSK. Para completar o seu efetivo foi retirada uma companhia de comando de cada uma das três Brigadas Aerotransportadas, juntamente com o reforço das 2 Companhias de Reconhecimento de Longo Alcance (a 3ª foi desmobilizada). A unidade planeia estar completamente operacional quanto atingir a dotação de 1.000 operadores completamente treinados. O KSK é moldado de acordo com o SAS. Apesar de sua capacidade resgate de reféns o KSK é uma unidade militar, com missões militares, e não outra GSG-9. O KSK poderá ser enviado para onde o GSG-9 não pode (pelo menos oficialmente), como já aconteceu no passado (o resgate de um avião da Lufthansa no Aeroporto de Mogadishu, Somália em outubro de 1977, por exemplo). Mesmo assim o KSK mantém uma equipa de Resgate de reféns pronta para auxiliar a polícia alemã sempre que necessário.

10. GOE

Grupo de Operações Especiais (GOE) é uma unidade antiterrorista da Polícia de Segurança Pública de Portugal. Fundado em 1979, com o auxilio de instrutores do SAS do Exército Britânico, o GOE foi uma das primeiras forças antiterroristas do mundo e uma das poucas de estatuto inteiramente civil.

Esta força especial é destinada a combater situações de violência declarada, cuja resolução ultrapasse os meios normais de atuação, como o caso de ações terroristas, sequestros e alterações da ordem pública. É também empregue na protecção de instalações e na segurança de altas entidades e em outras situações que coloquem a segurança nacional em perigo. Para se entrar nesta força de elite, além de se ter que ser já agente da Polícia de Segurança Pública (PSP), é preciso estar em excelente forma física e psicológica, sendo apenas os melhores recrutas escolhidos. Devido à seletividade do recrutamento, o GOE possui apenas cerca de 200 efetivos.

9. GruMec

Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC) é uma unidade de Forças Especiais da Marinha do Brasil. Com doutrina semelhante a do US Navy Seals e a do Special Boats Service britânico, a sua função é a de se infiltrar, sem ser percebida, em áreas litorâneas e ribeirinhas, e executar tarefas como reconhecimento, sabotagem e destruição de alvos de valor estratégico. Também são especialistas em guerra não convencional, o que caracteriza a sua doutrina de forças especiais.

Foi criado em 1974 e é subordinado à Força de Submarinos, que lhe fornece o principal meio de transporte. As equipes são transportadas até às proximidades do alvo por um submarino, a partir do qual saem nadando, em caiaques ou em barcos infláveis que podem ser lançados do submarino ainda sob a água. O GRUMEC também pode alcançar o alvo saltando de paraquedas ou desembarcando dehelicópteros.

GERR – MEC , Grupo Especial de Retomada e Resgate – Mergulhadores de Combate, congrega o pessoal responsável pela retomada de navios, instalações navais, plataformas de petróleo, bem como o resgate de reféns que venham a ser tomados/dominados por terroristas ou outros criminosos. Utilizam a tática conhecida como VBSS (Vessel Boarding Search and Seizure) e treinam regularmente em conjunto com os Comandos Anfíbios.

8. Spetsnaz

Spetsnaz (Войска Cпециального Назначения – Cпецназ; translit. Voisca SpetsialnovoNaznatchênia – Spetsnaz, pron. /spʲɪtˈsnas/, literalmente “unidades para fins especiais”) é um termo russo que designa as forças especiais da Federação Russa.

Spetsnaz pode significar as tropas de elite controladas pelo Serviço de Segurança Federal (FSB) em missões de antiterrorismo e anti-sabotagem, pelo Ministério do Interior (e polícia) MVD, e forças especiais do exército controladas pelo serviço de inteligência militar GRU.

Estritamente, todas as unidades Spetsnaz operadas pela KGB/FSB são chamadas de Osnaz, um acrônimo para (Voisca) Osobovo Naznachenya ou “Destacamentos Para Fins Especiais”. Estas unidades foram originalmente montadas para uso doméstico contra contra-revolucionários, dissidentes e outros elementos indesejáveis. Sempre houve uma certa quantidade de intercâmbio de pessoal e unidades tanto entre o GRU que controla as Spetsnaz e o MVD com as Osnaz MVD e as Oznaz KGB ou FSB, especialmente entre estes últimos.

As Spetsnaz executam missões de reconhecimento e conflito civil em épocas de paz, bem como de guerra. Por exemplo, sabe-se que o assassinato de Hafizullah Amin, então presidente do Afeganistão, em dezembro de 1979, foi executado pelo Spetsnaz sob as ordens da KGB.

7. French Naval Commandos

Commandos Marinha Francesa

Assim como as forças especiais americanas, essa força especial francesa também se chamam de “boinas verdes”, e consistem em seis unidades: Hubert, Trepel, de Montfort, de Penfentenyo, Jaubert e Kieffer. Cada unidade é treinado para tarefas especiais, quer combate submarino, com proximidade à base militares , infiltração, unidades caninas, ou apoio de fogo de longo alcance, incluindo atiradores e lançadores de mísseis. Eles foram criados sob o comando de Jacques-Yves Cousteau, que era um oficial da Marinha na Segunda Guerra Mundial.

6. MARSOC

Marsoc Bow-Thumb-500X342

Atualmente, só estes homens têm permissão para sair EUA em missões que lidam com quebra de soberania de nações estrangeiras. São missões primárias, normalmente de reconhecimento especial, ação direta e defesa interna no seio das nações estrangeiras.

Seu regime de treinamento é composto de quatro fases, aumentando o estresse em cada nível. Fase 1 é o treinamento SERF, Sobrevivência, Evasão, Resistência e Fuga. Entre os treinamentos dessa primeira fase está o aprendizado de fazer fogo por fricção, fogo por espelhos, mesmo fogo pelo gelo, dependendo do local em que eles são implantados (Se você souber moldar o gelo com o calor de suas mãos em forma de uma lente, que funciona como uma lupa, incrível não?! Só que é fodasticamente difícil fazer isso!)

Após isso, eles começam o treinamento da aptidão física e combate corpo-a-corpo, praticando um híbrido das artes marciais mais funcionais: Jeet Kune Do, Wing Chun, Karatê, Jiu-Jitsu, mesmo Pankration. Então, Sayoc Kali, que é uma arte Filipina de luta com facas.

Esta é apenas a fase 1. Fase 2 é pontaria, demolições anfíbias, reconhecimento. Fase 3 é uma continuação da segunda, mas com a adição de criação de sistemas de rádios e os sistemas de dados de ligação ascendente de satélite. Fase 4 é uma instrução prática de “guerra irregular”, que é um eufemismo para “vale tudo e saia vivo se puder”. Esta fase consiste basicamente da operação de ponte de Derna, o que obriga os recrutas para usar todos os conhecimentos adquiridos durante o curso. Não é a toa que hora ou outra alguns não sobrevivem ao treinamento….

5. MI-6

Governo

A coisa mais próxima da agência do James Bond na vida real é o serviço do Secreto de Inteligência do Reino Unido, ou Serviço de Segurança, secção 6. Ele trabalha em estreita parceria com a seção 5 (MI-5), este último que é mais de uma agência de espionagem pura, dedicada a contra-inteligência e contra-espionagem.

MI-6, no entanto, é a unidade que emprega seus agentes em todo o mundo para detectar ameaças de inteligência internacionais e “neutralizá-los” antes que se tornem verdadeiramente perigosas. Sua sede é em Vauxhall Cross, em Londres.

No interior da sede existem centro de prática de tiro, dojos, pesquisa e tecnologia e mais tudo que você possa imaginar. Boatos dizem que o prédio conta com uma base subterranea de mais de 14 andares. Com certeza, no que tange espionagem, a MI-6 é uma das melhores representantes.

4. U. S. Army Rangers

Armyrangers

Após o treinamento básico do exército, alistamento voluntário no 75 º Regimento Ranger vai treinar o recruta em técnicas de pára-quedas, SERF, línguas, técnicas de elite de combate, simulação de guerra em diversos territórios, além de todo o treinamento de qualificação de armas.

Depois de nove semanas, se o recruta não pedir para sair, ele entra no treinamento individual avançado, para se tornarem mestres em suas áreas de atuação, em seguida, se inscrevem Army Airborne School, que lhe dá toda base para combate terrenos e aéreos. Se, depois de tudo isso, ele não estiver pirado ou desistido, e ainda, se sua média em todas essas escolas for superior média estabelecida pelo Exercito Americano, ele ingressa no Sistema de Doutrinação e Orientação Ranger.

Poucos conseguem esse mérito e é muito fácil ficar traumatizado pelo resto da vida apenas por passar pelo treinamento. E o treinamento é apenas a fase inicial da vida de um Ranger: o rigor no treino se deve ao nível de dificuldade que terão de enfrentar. As missões são sempre as mais casca grossas possíveis e mesmo com todo esse treinamento já ocorreram diversos casos que as missões falham com baixa de todos os envolvidos. Lembra daquela frase de professor, chamando a atenção, dizendo que um dia você tem que levar mais a sério porque um dia vai precisar daquele conhecimento: se você for um Ranger e o seu professor estiver certo e você não aprendeu, significa que a sua família vai ter muito que lamentar no dia seguinte.

3. U. S. Army Green Berets

As Forças Especiais do Exército dos Estados Unidos, criadas em 1952, também conhecidas como os Boinas Verdes por causa de sua boina distinta de serviço, são uma força de operações especiais. As Forças Especiais do Exército estão encarregadas de seis missões principais: guerra não-convencional, defesa interna no estrangeiro, reconhecimento especial, ação direta, resgate de reféns e contra-terrorismo. Os dois primeiros enfatizam oidioma, cultura e habilidades de treino no trabalho com as tropas estrangeiras. Outras funções incluem busca e resgate de combate (CSAR), assistência à segurança, manutenção da paz, ajuda humanitária, desminagem humanitária, contra-proliferação, operações psicológicas, perseguições, e operações de combate às drogas. Outros componentes do Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos ou outras atividades do Governo dos Estados Unidos podem também especializar-se nestas áreas secundárias. Muitas das suas técnicas operacionais são secretas, mas algumas obras de não-ficção e manuais doutrinários estão disponíveis. A missão original e mais importante das Forças Especiais tem sido a “guerra não convencional”, enquanto outras capacidades, tais como ação direta, foram gradualmente acrescentadas. O lema oficial é De oppresso liber (em português: para libertar os oprimidos), uma referência a uma de suas principais missões, treinos e assessoria das forças estrangeiras.

Atualmente, as unidades das Forças Especiais estão implantadas na Operação Liberdade Duradoura. Eles também são implantados com outros elementos de forças especiais como uma das principais forças militares americanas na guerra em curso no Afeganistão. Como uma unidade de operações especiais, os Boinas Verdes não estão, necessariamente, sob a autoridade de comando dos comandantes terrestres nestes países. Em vez disso, enquanto estão no teatro de operações, os militares podem reportar diretamente ao Comando Central dos Estados UnidosComando de Operações Especiais, ou outras autoridades de comando.

Special Activities Division (Divisão de Atividades Especiais), unidade altamente secreta da Central Intelligence Agency (Agência Central de Inteligência) e mais especificamente a sua elite, o Special Operations Group (Grupo de Operações Especiais), recruta soldados dos Boinas Verdes. As Forças Especiais Conjuntas do Exército e as operações da CIA voltam para o famoso MACV-SOG (The Military Assitance Command, Vietnam, Studies And Observation Group) durante a Guerra do Vietnã. Esta cooperação existe ainda hoje e pode ser vista nas guerras no Iraque e no Afeganistão.

2.  Shayetet 13

O nome significa “Flotilha 13”, e seu lema oficial é o mesmo que o exército israelense: “Never Again”, em referência ao Holocausto. Seu lema não-oficial, como eles gostam de brincar, é “Quando as coisas ficam difíceis, os judeus ficam chateados.”

Eles são uma das três unidades de elite das forças especiais israelenses, mas Shayetet 13 é a unidade mais parecida com a Força Delta. Eles são especializados em resgate de reféns e contra-terrorismo. Como vivem em zona de constante conflito são alvos 24 horas por dia de radicais.

Além de suas armas de fogo e treinamento com armas pesadas, eles treinam extensivamente em Krav Maga, a arte marcial nacional de Israel, a que carinhosamente se referem como “judeu-jitsu.” É a filosofia é baseada no princípio de que, em uma verdadeira luta de rua,  conflito em um campo de batalha, não existem REGRAS. Luta para matar. E mata para sobreviver. Ou morrer pela causa.

1. Guerreiros da Selva

O Centro de Instrução de Guerra na Selva (C I G S), também conhecido como Centro Coronel Jorge Teixeira, é uma organização militar sediada em Manaus, destinada a qualificar militares líderes de pequenas frações, como guerreiros da selva, combatentes aptos a cumprir missões, de natureza militar, nas áreas mais inóspitas da Floresta Amazônica brasileira. Seu nome é uma homenagem ao precursor do Centro, que se tornaria seu primeiro comandante, mais conhecido como “Teixeirão”.

São ministrados Cursos de Operações na Selva, em sete categorias diferentes, além de estágios destinados a militares e também para instituições civis. Seu símbolo é a onça-pintada.

Operações famosas: Em 26 de fevereiro de 1991, um grupo de 50 guerrilheiros das FARC invadiu o território brasileiro, na fronteira entre Brasil e Colômbia, nas margens do Rio Traíra no Estado do Amazonas, eles atacaram de surpresa o Destacamento Traíra do Exército Brasileiro. Nesse ataque cruel e covarde, morreram três militares brasileiros e vinte e nove ficaram feridos; várias armas, munições e equipamentos foram roubados.

Imediatamente as Forças Armadas do Brasil, autorizadas pelo excelentíssimo senhor presidente Fernando Collor de Mello e com o conhecimento e apoio do Presidente colombiano César Gaviria Trujillo, deflagraram secretamente a Operação Traíra, com o objetivo de recuperar o armamento roubado e desencorajar novos ataques. Por final, apenas o Exército Brasileiro atuou no território colombiano, dizimando as forças rebeldes colombianas e conquistando parte do território colombiano por um dia inteiro.

Os nossos guerreiros de selva ficaram de prontidão a 1km das margens do rio Traíra, e em seguida, foram os principais responsáveis por invadir e conquistar a principal base da FARC.

O saldo da Operação Traíra foi de 15 guerrilheiros colombianos mortos, mais de 100 capturados, maior parte do armamento e equipamento recuperados, e a base foi completamente destruída e bombardeada. Desde desse dia, nunca mais se soube de invasões da FARC em território brasileiro, e muito menos de ataques a militares brasileiros. O Governo Argentino e Francês elogiaram a operação, dizendo que as Forças Armadas do Brasil tomaram um território internacional e de difícil acesso em menos de 20 hrs, a invasão foi superior diante de qualquer “BLITZKRIEG” (GUERRA-RELÂMPAGO – Doutrina militar em nível operacional que consistia em utilizar forças móveis em ataques rápidos, a principal arma de Hitler que o fez conquistar maior parte da Europa).

“TUDO PELA AMAZÔNIA, SELVA!”: É o lema dos Guerreiros da Selva.

Gostaria de abrir a discussão: “Qual das forças especiais é melhor adotando critérios ( por exemplo, se falarmos em combate urbano para abordagem de territórios de dificil acesso, provavelmente o BOPE está no topo da lista)? Peço aos comentaristas que adotem os critérios antes de comentar quem é melhor para evitarmos aquelas discussões chatas infinitas.” 

O dia em que as FARC invadiram o Brasil!!!


Operação Traíra!!!


https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/3e/FARC_areas_of_operation.jpg

Em 26 de fevereiro de 1991, um grupo de 50 guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, que se auto denominava “Comando Simon Bolivar”, invadiu o território brasileiro, na fronteira entre Brasil e Colômbia, nas margens do Rio Traíra no Estado do Amazonas, esses malditos atacaram de surpresa o Destacamento Traíra do Exército Brasileiro, que estava em instalações semi – permanentes e possuía efetivo muito inferior a covarde ofensiva guerrilheira. A inteligência do Ministério da Defesa, afirmou que o ataque teve como o principal vetor, a repressão exercida pelo destacamento de fronteira dos militares brasileiros ao garimpo ilegal na região. Todos os atos de garimpeiros ilegais eram financiamento das FARC. Nesse ataque cruel e covarde, morreram três militares brasileiros e vinte e nove ficaram feridos; várias armas, munições e equipamentos foram roubados.

Início da Operação Traíra:

Imediatamente as Forças Armadas do Brasil, autorizadas pelo excelentíssimo senhor presidente Fernando Collor de Mello e com o conhecimento e apoio do Presidente colombiano César Gaviria Trujillo, deflagraram secretamente a Operação Traíra, com o objetivo de recuperar o armamento roubado e desencorajar novos ataques. Por final, apenas o Exército Brasileiro atuou no território colombiano, dizimando as forças rebeldes colombianas e conquistando parte do território colombiano por um dia inteiro.

Força Aérea Brasileira:

A Força Aérea Brasileira apoiou a Operação Traíra, com 8 helicópteros de transporte de tropasH-1H, 12 aeronaves de ataque ao solo AT-27 Tucano e aviões de apoio logístico C-130 Hércules e C-115 Búfalo. Também as forças especiais PARA-SAR atuaram junto com o Exército Brasileiro.

Marinha do Brasil:

A Marinha do Brasil apoiou a Operação Traíra com um Navio Patrulha Fluvial, que ficou baseado em Vila Bittencourt, cooperando com o apoio logístico e garantindo a segurança daquela região.

Exército Brasileiro:

comandos6lh8

O Exército Brasileiro enviou suas principais tropas de elite: Caçadores Especiais da Força de Ação Rápida e combatentes da Brigada Paraquedista. (Cerca de 150 soldados ao total)

Forças Especiais do Exército Brasileiro e Força Aérea: Brigada de Forças Especiais – Exército Brasileiro e PARA-SAR – Força Aérea Brasileira. (Somando cerca de 100 combatentes)

COMANDOS – Mais de 100 homens

100 Guerreiros do CIGS integrados ao 1º Batalhão Especial de Fronteira, junto com o 1º Batalhão de Infantaria de Selva.

Aeronaves e funções:

6 Helicópteros HM-1 Pantera: Tinha a principal função de invadir o território colombiano, sem aparecer nos radares da Força Aérea Colombiana, já que o governo brasileiro quebrou a promessa de não utilizar aeronaves de combates. Cada uma dessa aeronave, era responsável em carregar combatentes caçadores das forças especiais, para se infiltrar no território inimigo para se obter dados estratégicos, análises cartográficas e calculos de invasão. (UMA DAS PRINCIPAIS LEIS DE SUN TZU: RECONHECIMENTO DE TERRENO INIMIGO ANTES DE UMA INVASÃO). Após 15 hrs, as mesmas aeronaves soltaram os guerreiros das forças especiais e da Força de Ação Rápida, que iniciaram a invasão após 2 hrs.

HA-1 Esquilo: Trabalhou junto com o HM-1 Pantera para dar apoio de fogo, que em seguida, transportou rapidamente os integrantes dos COMANDOS para o local da invasão. Como tática de intimidação, também deu cobertura aos nossos guerreiros de selva que estavam de prontidão nas margens do rio a 1 km da base, que em seguida, foram os principais responsáveis por invadir e conquistar a principal base da FARC.

NOTA: AS AERONAVES HM-1 PANTERA E HA-1 ESQUILO NÃO PODEM SER PERCEBIDAS NA MAIORIA DOS RADARES, POIS POSSUEM UMA BAIXA ASSINATURA RCS (Radar cross section) QUE INDICA PEQUENA CAPTURA DE ONDAS ELETROMAGNÉTICAS QUE SE FOREM BAIXAS, NÃO PODEM SER IDENTIFICADAS NA TELA. ESSA É A MAIS USADA TECNOLOGIA PARA AVIÃO FURTIVO OU TECNOLOGIA STEALTH. ATUALMENTE É MUITO USADO PELO BRASIL.

Exército Colombiano:

O Exército Colombiano não fez merda nenhuma, os inúteis só fizeram a merda de um bloqueio extremamente distante da operação feita pelo Exército Brasileiro. A única coisa de interessante, é que o presidente da Colombia apoiou a operação e mesmo assim, não moveu um soldado para atacar a base da FARC. Em resumo, eles só bloquearam a rota de fuga, mantendo uma puta distância dos guerreiros brasileiros… O que mais me irrita profundamente, é que a rota que eles bloquearam, é estratégicamente posicionada para proteger uma das bases norte-americanas. Por exemplo, A distância da base da FARC, era de 90 km, sendo que mais 55 km a frente após um rio, havia uma estrada de barro que ligava a base norte-americana. Ou seja, quem limpou toda a sujeira, quem enfraqueceu a FARC, FOI O EXÉRCITO BRASILEIRO! Precisamos invadir a merda da Colombia pra ensinar o que é arte de guerra na selva!
Segundo a nota dada pelos militares colombianos, o bloqueio foi feito a pedido do seu próprio presidente, para não prejudicar a logística dos militares norte-americanos. Segundo o o arquivo, a operação feita pelo Brasil, foi muito criticada pelo governo colombiano e americano (PORQUE SERÁ?!) Apesar que recebia apoio do próprio presidente. De acordo com a mesma notificação, os americanos temiam que os brasileiros invadissem sua base, pois o Sistema Nacional de Informação do Brasil (hoje ABIN), tinha dados exatos que muitos guerrilheiros colombianos se abrigavam nas proximidades da base de militar do Tio Sam.

Raciocínio do Redator:

Agora, meus bons companheiros, eu lhes pergunto: “PORQUE DIABOS, FOI FEITO UM BLOQUEIO FAVORECENDO OS ESTADOS UNIDOS? E POR UMA SANTA “COINCIDÊNCIA”, GUERRILHEIROS REBELDES SE ABRIGAVAM NAS “PROXIMIDADES” DA BASE AMERICANA”. Se os americanos se consideram a maior potência do mundo, porque se borraram de medo da operação do exército brasileiro? Vai ver, o rostinho delicado dos SEALS não resistem os tapas na cara das Forças Especiais do Brasil. Talvez não seja isso, vai ver, os degraçados, teriam SIM abrigado os vermes da FARC. E hoje, por uma SANTA “COINCIDÊNCIA”, a Colombia começa a fazer as pazes com os revolucionários, ganhando apoio total dos americanos.

Resultados da operação:

O saldo da Operação Traíra foi de 15 guerrilheiros colombianos mortos, mais de 100 capturados, maior parte do armamento e equipamento recuperados, e a base foi completamente destruída e bombardeada. Desde desse dia, nunca mais se soube de invasões da FARC em território brasileiro, e muito menos de ataques a militares brasileiros. O Governo Argentino elogiou a operação, dizendo que as Forças Armadas do Brasil tomaram um território internacional e de difícil acesso em menos de 20 hrs, a invasão foi superior diante de qualquer “BLITZKRIEG” (GUERRA-RELÂMPAGO – Doutrina militar em nível operacional que consistia em utilizar forças móveis em ataques rápidos, a principal arma de Hitler que o fez conquistar maior parte da Europa).
Em resumo, a operação foi uma vitória absoluta do Brasil, que invadiu um terreno que era impossível de ser invadido, devido a densa biodiversidade da selva, dentro do horário noturno, atuando com aeronaves de combate e desobedecendo milhares de leis diplomáticas. E veja só, fizemos isso “brincando”, agora imagina se fosse sério? Tomaríamos a Colombia e a Venezuela de olhos fechados!!!

Colhemos os frutos dessa magnífica operação até hoje, o CINDACTA I confirmou de que as atividades de aeronaves ilegais no país, está cada vez mais raro de se acontecer. Atividades clandestinas diminuiu em quase 100%, garantindo a nossa soberania. Com isso, ganhamos o total respeito até do parlamento frances, que elogiou o Brasil por ser o ÚNICO país de TODAS AS AMÉRICAS, que teve a ousadia de invadir um país só para conter ações terroristas, podemos dizer em teoria, fizemos bem mais que os americanos fazem hoje.

(ISSO VALE PRA ESQUERDISTAS REVOLTADINHOS E OUTROS QUE SÓ SABEM FALAR MAL DAS FORÇAS ARMADAS)

BRASIL!!! SEMPRE ACIMA DE TUDO!!!

%d blogueiros gostam disto: