Arquivo da categoria: Armas Brasileiras

Especialistas divergem sobre o aumento de procura por armas

SÃO PAULO – Especialistas ouvidos pelo GLOBO divergiram sobre as possíveis causas para o aumento do registro de armas por civis nos últimos anos. Eles apontaram várias hipóteses para o fenômeno, mas destacaram que ainda não há um diagnóstico preciso e que o assunto precisa ser estudado.

Para alguns deles, o crescimento da compra de armas por cidadãos comuns pode ser uma reação ao recrudescimento da violência.

– Hoje, o cenário é propício para isso. De um lado, você tem uma ação do governo muito fraca no sentido de divulgação de campanhas para o desarmamento. Do outro lado, os crimes continuam ocorrendo, muitas vezes bárbaros, chocando a população. O que isso passa? Medo, e a sociedade se arma. Como a polícia parece cada vez menos preparada, fica difícil pregar o desarmamento – afirma o coordenador do Programa de Controle de Armas de Fogo do Movimento Viva Rio, Antônio Rangel.

Ele afirma que a partir de 2008 as campanhas de desarmamento promovidas pelo Ministério da Justiça perderam muito da eficácia ao concentrar nas instituições policiais os postos de entrega.

– Na campanha de 2004 existiam mais de 600 entidades da sociedade civil, entre ONGs e igrejas, participando da coleta de armas. Você tinha toda essa rede mobilizada. Era o padre na missa falando da importância do desarmamento, o pastor no culto, os maçons em suas reuniões. Isso parou. A população não tem estímulo para entregar armas para a polícia – diz Rangel.

O Ministério da Justiça informou que todo ano faz uma campanha publicitária sobre o tema. A pasta alegou que, por questões financeiras, a ação veiculada na TV e no rádio não fica no ar por muito tempo. Segundo o ministério, o governo conta com a mídia espontânea para essa conscientização.

Líder do movimento em defesa das armas, o Viva Brasil, Bene Barbosa diz que o cidadão comum busca numa arma a segurança que o governo deveria garantir.

– A gente tinha uma sensação de que isso pudesse estar acontecendo. O aumento da crueldade dos criminosos gera insegurança. A maioria dessas pessoas compra arma para defender sua mulher e filhos.

Diretora do Instituto Sou da Paz, Melina Risso diz que os dados revelados pelo GLOBO preocupam. Para ela, o aumento da entrada de armas novas no país não desmoraliza o Estatuto do Desarmamento.

– Demanda por armas sempre vai haver. A lei prevê que as pessoas podem comprar e ter arma dentro de casa. Agora, existem regras.

Professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Denis Rosenfield discorda:

– O estatuto caiu em descrédito – diz.

Melina chama atenção para os números de Bahia, Espírito Santo e Mato Grosso, onde o volume de armas registradas explodiu a partir de 2008:

– Isso deixa dúvida sobre se as regras do estatuto estão sendo respeitadas na hora de conceder o registro de uma arma.

Ela aponta ainda outra hipótese para o aumento:

– Em 2009 acabou o prazo para a anistia de armas irregulares. Talvez muita gente tenha desistido de regularizar e optou por adquirir uma nova.

Para Daniel Cerqueira, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os dados, embora oficiais, podem não retratar a realidade.

– Como somente a partir de 2004 o sistema passou a ser alimentado obrigatoriamente com os dados de registro de armas, é grande a possibilidade de subnotificação dos números antes desse período.

 

DefesaNet

AH-2 Sabre, o tigre voador

AH-2 Sabre em exercícios de tiro - foto FAB

Os helicópteros AH-2 Sabre equipam o Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8ºGAV), Unidade Aérea recentemente transferida da Base Aérea de Recife (BARF) para a Base Aérea de Porto Velho (BAPV).

O AH-2 Sabre é um helicóptero de combate que possui grande capacidade de fogo e pode ser utilizado em missões de escolta de outros helicópteros, interdição aérea e de apoio a tropas terrestres. A aeronave é conhecida mundialmente como MI-35 e seu projeto já foi testado em combate em diversos conflitos.

A Aeronave conhecida no Brasil como Tigre Voador é a aeronave de asas rotativas mais avançada das Forças Armadas Brasileiras e consequentimente a mais avançada da América do Sul.

Ao todo foram adquiridas 12 aeronaves sendo que 9 já foram entregues a Força Aérea Brasileira restando a entrega de 3 aeronaves por parte da  Rússia.

NA SELVA, BRASIL BUSCA ESTENDER SEU ALCANCE

Por Simon Romero/ New York Times
Publicado originalmente em português no Último Segundo/IG

O major José Maria Ferreira sorria enquanto listava as ameaças à sobrevivência humana na selva envolvendo este posto militar remoto na Amazônia brasileira. Ele começou com as piranhas, que se escondem nos rios, e as cobras como a surucucu, a mais longa cobra venenosa do hemisfério ocidental. Então, ele falou a respeito das criaturas silenciosas, incluindo a formiga-cabo-verde, encontrada em colônias na base das árvores. Sua picada, de acordo com vítimas, dói tanto quanto ser baleado e a dor dura 24 horas.

Sorrindo ainda mais, Ferreira descreveu a leishmaniose, a doença causada por picadas da mosca de areia, as febres por picadas de mosquitos, como a malária e a dengue e, finalmente, rabdomiólise, uma condição causada por exercício extremamente extenuantes. Isso leva a danos nos rins e à degradação do tecido muscular esquelético, as vítimas podem identificar seu início quando a urina se torna marrom escuro.

“Ficamos preocupados quando isso acontece”, disse Ferreira, 42, o porta-voz do Centro de Instrução de Guerra na Selva do Brasil, que está entre as instituições mais exigentes de seu tipo nos trópicos. “Essa coloração marrom significa 90% de chance de morte.”

Estranhamente, dezenas de soldados das unidades militares de elite brasileiras, assim como membros das forças de operações especiais de todo o mundo, competem todo ano pelas cobiçadas vagas nos cursos do centro, que está emergindo como uma figura principal da ambição do Brasil de espalhar sua influência em partes do mundo em desenvolvimento, especialmente na América Latina e África.

Nos cursos que duram cerca de nove semanas, os instrutores fazem com que os soldados cumpram algumas árduas tarefas. Os soldados devem realizar longas caminhadas pela floresta, nadar em águas infestadas de jacarés e piranhas e sobreviver por vários dias sem comida, caçando seus próprios alimentos.

Os instrutores também privam os soldados de sono, gritando insultos contra eles quando eles mostram sinais de fadiga, e forçando-os a brigarem uns com os outros.

“Tem sido uma experiência muito, muito difícil e cansativa”, disse o tenente Djibil Toure, 26, um dos quatro oficiais subalternos de uma unidade de operações especiais do exército do Senegal enviados para participar do curso este ano.
Após o término do curso, Toure disse que conselheiros militares brasileiros planejam viajar para o Senegal, onde sua unidade está envolvida na luta contra a insurgência do Movimento das Forças Democráticas de Casamance.

Para o Brasil, a oportunidade de treinar soldados africanos ajudará a melhorar ainda mais seu perfil no outro lado do Atlântico, num momento em que o comércio está crescendo entre o Brasil e os países africanos. Além do Senegal, Angola começou a enviar soldados para o centro, comumente chamado de CIGS.
O Brasil também disponibilizou os cursos para os países em seu próprio hemisfério, para países como Argentina, Venezuela, Guiana e Suriname. Mesmo a França, que possui soldados na Guiana Francesa, uma região ultramarina que compartilha uma fronteira na Amazônia com o Brasil e os Estados Unidos, ocasionalmente, envia soldados para participar do treinamento.

Formar uma força militar que permitirá ao Brasil construir sua soberania sobre a Amazônia, cerca de 60% dela se encontra no Brasil e está sendo urbanizada a um ritmo acelerado, continua sendo a principal prioridade do centro. O programa se concentra em lidar com os desafios colocados pelo tráfico de cocaína, o desmatamento ilegal, a mineração não autorizada de ouro e diamantes, e a ameaça de incursões de guerrilheiros da Colômbia que procuram refúgio.

A tarefa de preparar os soldados para missões no Brasil ou no exterior é em grande parte deixada para o tenente-coronel Mario Augusto Coimbra, o instrutor-chefe no Centro de Instrução de Guerra na Selva do Brasil.

Coimbra, um conhecedor auto-descrito do uísque Jack Daniels, recentemente passou um período de férias no Texas caçando porcos selvagens e possui uma coleção de facas de combate, particularmente a faca nepalesa kukris, em seu escritório.

“O Rambo não conseguiria terminar este curso”, disse Coimbra, 44. “Pois ele é um individualista. Para realmente sobreviver na selva você precisa trabalhar em equipe.”

Ainda assim, mesmo as equipes formadas durante o curso inevitavelmente acabam diminuindo. Dos 100 participantes que iniciaram o curso este ano, restaram apenas 53 participantes quando atingiram a metade do trajeto. Médicos e psicólogos monitoram constantemente os soldados, solicitando sua remoção se eles parecem estar muito cansados ou doentes. A última morte foi em 2008, quando um soldado desmaiou enquanto nadava.
Em uma tarde recente, muitos dos participantes pareciam magros e com olheiras, pois foram obrigados a correr em formação sob chuva incessante. Todos eles tinham seus crachás removidos de seus uniformes, e foram atribuídos números pelos instrutores.

No. 14, o tenente Caio Nicoli Calggario, do Espírito Santo, parecia exausto quando perguntado a respeito do curso. Ele disse que um dos piores momentos ocorreu durante a fase de sobrevivência, quando alguns soldados esfomeados comeram as larvas encontradas na árvore de coco de babaçu.

“Eu dormi 10 minutos na noite passada”, disse ele, olhando para o chão. “É difícil caçar quando você está cansado.”

 

DefesaNet

Marinha do Brasil compra drones para usar como alvo aéreo

A Marinha adquiriu nove drones para usar em testes como alvo aéreo no Rio de Janeiro. (Foto: BRVant)

A Marinha adquiriu nove drones para usar em testes como alvo aéreo no Rio de Janeiro. (Foto: BRVant)

Adquiridos em licitação, veículos não tripulados custaram R$ 10 mil cada.
Aviões-robô vão ser usados em treino de tiro na área militar de Marambaia.

 

Segundo informações veículadas no site G1, a Marinha do Brasil adquiriu nove drones, aviões não tripulados e remotamente controlados (vants, na sigla em português), para usar em testes como alvo aéreo no Rio de Janeiro.

Segundo o Centro de Apoio a Sistemas Operativos (Casop), os aviões-robô foram adquiridos através de um processo de licitação vencido em novembro de 2012 pela empresa BRVant.

Militar operando o Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT). (Foto: Marinha do Brasil)

As aeronaves foram entregues à Marinha durante a Laad, a maior feira de defesa e segurança da América Latina realizada no Rio de Janeiro entre 9 e 12 de abril. O preço dos equipamentos varia conforme a versão do modelo, entre R$ 10 mil e R$ 40 mil. Os da Marinha custaram cerca de R$ 10,5 mil cada, informou a empresa.

O modelo é chamado de Cardeal e tem 2,2 metros de envergadura, com peso variando entre 8 kg e 18 kg. É movido a gasolina e pode levar câmeras e outros equipamentos acoplados.

O Casop informou que o Cardeal será usado para treinamento de tiro dos fuzileiros navais na restinga de Marambaia, no Rio de Janeiro, uma área restrita militar em que o voo de drones é permitido. A princípio, ele será manipulado para que os soldados façam testes focando alvos aéreos com canhões e misseis portáteis.

Entre as ideias avaliadas está colocar birutas ou sinalizadores nos aviões-robô. O objetivo é não destruir o vant. Segundo a Marinha, os aviões eram adquiridos até o ano passado de uma empresa britânica, porque não havia um brasileiro similar.

O projeto do avião foi desenvolvido em uma parceria da empresa com a Marinha e os militares pediram algumas mudanças durante os testes de avaliação do drone, que funciona por meio de rádio controlado em um raio de até 2 km e, por rádio semiautomático, em uma distância de 10 km.

Como são vants militares e atuam em espaços aéreos restritos militares de baixa altitude, sem avião civil, não precisam de autorização para voar, informou o Casop. Um décimo avião, feito para testes de aperfeiçoamento pela BRVant, também está à disposição da Marinha.

Em março, um balanço inédito do G1 divulgou que mais de 200 drones estão em operação no Brasil sem que exista regulamentação para o uso civil e comercial destas aeronaves. O número foi obtido a partir de levantamento realizado com fabricantes, importadores, empresas e órgãos de governos estaduais.

No Brasil, ele começa a ser usado por agricultores, polícias, órgãos de defesa civil e companhias de energia elétrica, dentre outros órgãos, para monitoramento e vigilância.

Apenas dois vants civis, os da Polícia Federal, são autorizados a voar. A indústria nacional de defesa pressiona a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a construir uma legislação que embase o uso comercial de vants de pequeno porte no país. A agência diz que os estudos para regular o setor ainda estão em andamento.

 

FONTE: G1 VIA CAVOK

Guerra entre Brasil e Argentina Parte IV

  1. GUERRA ENTRE BRASIL E ARGENTINA, PARTE I
  2. GUERRA ENTRE BRASIL E ARGENTINA PARTE II
  3. GUERRA ENTRE BRASIL E ARGENTINA PARTE III
  4. GUERRA ENTRE BRASIL E ARGENTINA PARTE  4
  5. GUERRA ENTRE BRASIL E ARGENTINA PARTE 5
  6. GUERRA ENTRE BRASIL E ARGENTINA PARTE 6
  7. GUERRA ENTRE BRASIL E ARGENTINA PARTE 7
  8. GUERRA ENTRE BRASIL E ARGENTINA (PENÚLTIMA PARTE)

Após o envio de contingentes militares ao Sul do Brasil por parte do presidente do Brasil a Argentina ordenou que suas tropas se posicionassem na fronteira com o Brasil…

ARGENTINA CONDENA ENVIO DE TROPAS BRASILEIRAS AO RIO GRANDE DO SUL

A Argentina condenou o envio de contingentes brasileiros para o estado do Rio Grande do Sul e considerou a atitude dos brasileiros como ato de provocação e que levará os dois países a uma guerra eminente.

Mais cedo em Buenos Aires, os chefes militares da Argentina reuniram-se para traçar estratégias de uma futura incursão em território brasileiro.

EUA ABRE CREDITO ESPECIAL PARA O BRASIL ADQUIRIR ARMAS BÉLICAS

Os EUA estão muito preocupados com os rumos da Argentina que pende cada vez mais para influência Chinesa e Rússa, não é a prática habitual abrir financiamento de guerra para nações beligerantes em pleno século XXI, mas os EUA não tiveram outra escolha se não financiar o Brasil para impedir que seja implantado o Comunismo na Argentina que pode mergulhar o continente latino em uma onda de privatizações que levariam as multinacionais americanas e europeias a falência.

ARGENTINA PASSA DOS LIMITES

Aviões Su-30 argentinos que foram adquiridos recentemente junto a Rússia, interceptaram um avião comercial da TAM que seguia de Curitiba para Buenos Aires, a FAA, ordenou que o avião voltasse ao Brasil, colocando em risco a vida dos passageiros, o incidente teve repercussão internacional.

FAB FECHA ESPAÇO AÉREO NO SUL DO PAÍS

Após o incidente entre o avião da TAM e a Força Aérea Argentina, a FAB enviou caças F-18 SH para o Sul do país, nem bem as aeronaves que estavam a serviço da USAF e foram vendidas ao Brasil chegaram e já foram deslocadas para o Sul onde nenhuma aeronave pode levantar voo ou sobrevoar sobre os estados do RS,SC e PR, essa atitude é necessária para evitar invasões ao espaço aéreo brasileiro por aeronaves militares argentinas…..continua….

Exército Paraguaio compra veículos Agrale Marruá

 

 agrale linha

Juan Carlos Cicalesi

Como parte do plano de modernização das Forças Armadas paraguaias, o Ejército de Paraguay adquiriu dez viaturas 4×4 Agrale Marruá, produzidas no Brasil.

Dessas, cinco são do modelo AM22 (com cabine dupla); a um custo de US$725.000, e as cinco restantes são do modelo AM10, cujo custo foi de US$708.000. Esse tipo de veículo é também utilizado pelas forças armadas brasileiras, argentinas e pelo Ejército de Ecuador.

 

Segurança & Defesa Via Plano Brasil

MIG-21 e F-5 são as aeronaves mais usadas na América Latina

Os caças MIG-21 de fabricação soviética e o americano F-5, são as aeronaves mais usadas na América latina, a Força Aérea de Cuba opera cerca de 180 aeronaves MIG-21 e o Brasil opera cerca de 57 Caças F-5 que foram ou estão sendo modernizados pela fabricante brasileira de aeronaves Embraer.

Outros aviões que também são usados em grande número na América Latina são os  Cessna A-37 com 89 aeronaves,MIG-23 com 69 aeronaves em atuação nas forças aéreas latinas.

Entre os aviões mais usados na América latina estão o A-29 Super Tucano e o AMX (A-1), que são empregados pela Força Aérea Brasileira com destaque para o A-29 que esta operando no Brasil e na Colômbia, existem também aeronaves T-27 no Paraguai, e aeronaves Tucano em vários países da América Latina.

Redação Guerra & Armas

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