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Anonymus ataca 300 sites tailandeses após imigrantes serem condenados à morte

O grupo de hackers “Anonymus” atacou nesta quarta-feira 300 sites do governo e de instituições judiciais da Tailândia em represália a condenação à morte de dois imigrantes birmaneses acusados de assassinar dois turistas britânicos.

O grupo reivindicou a autoria da ação em mensagem no Facebook com a mesma assinatura usada em 5 de janeiro, quando anunciou o ataque aos sites da polícia tailandesa.

A nova ação aconteceu depois que a Justiça tailandesa sentenciou com a pena de morte em 24 de dezembro Zaw Lin e Wai Phyo (também conhecido como Win Zaw Htun), ambos de 22 anos e nascidos em Mianmar. Eles foram considerados culpados do assassinato de Hannah Witheridge, de 23 anos, e David Miller, de 24, em uma praia de Koh Tao, uma ilha paradisíaca da Tailândia, em setembro de 2014, após um processo cheio de irregularidades.

Grupos de apoio aos imigrantes denunciam que os dois acusados confessaram ter cometido os crimes depois de terem sido torturados pela polícia e vários especialistas colocaram em dúvida a confiabilidade dos exames de DNA usados pela Justiça.

“Anonymus fecha os sites de todos os tribunais de Justiça tailandeses em protesto pelo veredicto do caso dos assassinatos em Koh Tao. Anonymus apoia a campanha para pedir aos turistas que boicotem a Tailândia até que mude a maneira como a polícia tailandesa administra as investigações nas quais há turistas estrangeiros envolvidos”, disse o grupo em sua mensagem.

Ontem, a irmã de Hanna, Laura Witheridge, qualificou a investigação policial de “mal feita” em mensagem no Facebook. No texto, ela também revelou ter recebido ameaças e acusou a maioria dos policiais tailandeses de ser “corrupta”.

Após a sentença, milhares de cidadãos se manifestaram em Mianmar para denunciar que os dois condenados são inocentes e foram utilizados como “bode expiatório” pela polícia tailandesa.

Fonte: EFE

Novo comboio de ajuda humanitária chega a cidade síria sitiada

Um novo comboio de ajuda humanitária chegou nesta quinta-feira (14) à cidade síria de Madaya, onde os habitantes sofrem com a fome após meses de cerco das forças governamentais.

Dezenas de caminhões carregados com alimentos e medicamentos abandonaram pela manhã Damasco rumo a Madaya, uma cidade de 40 mil habitantes situada 40 km a oeste da capital.

A ONU e as potências ocidentais criticaram com firmeza o ataque das forças do regime de Bashar al-Assad nesta localidade, onde mais de 20 pessoas morreram de fome, segundo organizações humanitárias.

A ONU também pediu a evacuação de cerca de 400 habitantes de Madya que precisam de cuidados médicos de forma imediata.

Um porta-voz do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR), Pawel Krzysiek, anunciou que um comboio de 44 caminhões com ajuda humanitária se dirigia de Damasco a Madaya.

“A prioridade é a farinha de trigo e os produtos de limpeza”, disse.

O comboio também transportava equipes médicas, incluindo um nutricionista do CICV que prestará atendimento aos habitantes, acrescentou.

Imagem chocante mostra jovem desnutrido por falta de alimentos em Madaya, na Síria (Foto: Local Revolutionary Council in Madaya/AP)Imagem chocante mostra jovem desnutrido por falta de alimentos em Madaya, na Síria (Foto: Local Revolutionary Council in Madaya/AP)

Enquanto isso, outro comboio de 17 caminhões partiu de Damasco para levar ajuda aos 20 mil habitantes das localidades xiitas de Fua e Kafraya, sitiadas pelos rebeldes na província de Idleb (noroeste).

O governo já permitiu na segunda-feira que dezenas de caminhões levassem ajuda humanitária a estas três cidades, pela primeira vez em quatro meses.

Entregas nos próximos dias
O Escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU afirmou que haverá uma terceira entrega de ajuda nos próximos dias.

Caminhões com o logotipo do Crescente Vermelho sírio avançavam enfileirados em uma estrada dos arredores de Damasco, disse um fotógrafo da AFP.

Pequenos veículos com a bandeira azul da Agência da ONU para os Refugiados (Acnur) lideravam o comboio.

“Ficamos animados em ter conseguido alcançar estas cidades onde milhares de pessoas estão presas há muito tempo”, declarou o coordenador de assuntos humanitários da ONU na Síria, Yacub el Hillo.

Ele reconheceu que as entregas em Fua e Kafraya podem ser adiadas por culpa das complexas medidas de segurança impostas na zona, mas disse esperar que as operações possam prosseguir.

Menino aparece em imagens de vídeo feito nesta terça-feira (5) em Madaya, na Síria, onde civis estão morrendo or falta de mediamentos e comida (Foto: REUTERS)
Menino aparece em imagens de vídeo feito na última terça-feira (5) em Madaya, na Síria, onde civis estão morrendo or falta de mediamentos e comida (Foto: REUTERS)

“A verdadeira solução para esta situação, para os apuros da população sitiada nestas localidades é que o cerco seja levantado”, considerou El Hillo.

Segundo ele, a Organização Mundial da Saúde (OMS) iniciou negociações diretas com as autoridades sírias para conseguir uma retirada segura dos habitantes de Madaya, que precisam de atendimento médico urgente.

“Encontramos casos muito urgentes em Madaya que precisam ser transferidos rapidamente ao hospital. Esperamos que isto ocorra nos próximos dias”, disse El Hillo.

Cuidados médicos necessários
Uma menina de oito anos que precisava de atendimento médico especializado pôde sair de Madaya e se dirigir a Damasco junto aos seus pais, onde está recebendo tratamento, explicou El Hillo.

O enviado da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, afirmou na quarta-feira que as potências mundiais tentarão alcançar uma ação imediata para prestar ajuda às zonas sitiadas na Síria, após uma reunião em Genebra com os embaixadores dos membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas: Reino Unido, China, França, Rússia e Estados Unidos.

Fua, Kafraya, Madaya e o reduto rebelde de Zabadani eram alvos de um cessar-fogo assinado pelos rebeldes e pelo regime em setembro.

O governo de Assad e a ONU defenderam este tipo de tréguas locais como uma maneira de colocar fim aos combates na Síria, onde mais de 260 mil pessoas morreram desde 2011.

Uma nova rodada de negociações de paz deve ser realizada em 25 de janeiro em Genebra, apesar do temor de que as tensões diplomáticas entre Irã e Arábia Saudita, que apoiam grupos distintos na guerra, possam prejudicar o processo.

 

Fonte: G1

MINUSTAH homenageia mortos no terremoto de 2010, no Haiti

 

Porto Príncipe (Haiti) – No dia 12 de janeiro, a Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (MINUSTAH) realizou uma homenagem aos civis e militares mortos com o terremoto que assolou o país em 2010. Em cerimônia realizada na Base Logística da MINUSTAH (Log Base), a Representante Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas, Sandra Honoré, lembrou as vítimas da tragédia. “Há seis anos, perdemos amigos, familiares e colegas. Porém essas vidas não foram em vão. Devem servir como inspiração para reconstruirmos e construirmos um futuro melhor”, disse.

 

A cerimônia contou com a participação de autoridades civis e militares, além de alguns familiares das vítimas.

 

 

Homenagem aos militares brasileiros

 

Entre os mais de 200 mil mortos no terremoto, estavam 18 militares brasileiros.

 

Em homenagem aos capacetes azuis do Brasil, o Batalhão Brasileiro de Força de Paz (BRABAT) organizou uma solenidade na Base General Bacellar. A cerimônia militar foi presidida pelo Force Commander da MINUSTAH, General de Divisão Ajax Porto Pinheiro. “No Haiti, as Forças Armadas deixaram parte do seu sangue. Em breve, vamos partir, mas a nossa história ficará aqui”, afirmou.

 

Dentre os presentes na cerimônia estavam o Comandante do 23º Contingente Brasileiro no Haiti, Coronel Ricardo Pereira de Araujo Bezerra, o Comandante do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais, Capitão de Mar e Guerra Alexandre da Costa Lopes, e o Comandante da Companhia de Engenharia de Força de Paz, Tenente-Coronal Otávio Krawutschke Cardoso.

 

As autoridades depositaram uma coroa de flores sobre o monumento erguido em memória aos militares brasileiros falecidos na tragédia.

 

 

O terremoto do Haiti de 2010

 

Ocorrido no dia 12 de janeiro de 2010, as 16h53 do horário local (19h53 do horário de Brasília), o terremoto destruiu a Capital do país, Porto Príncipe. Com a magnitude 7,0 na escala Richter, seguido por 33 réplicas sismológicas, a catástrofe vitimou cerca de três milhões de pessoas, segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. O Governo estipulou mais de 200 mil mortos, dentre os quais se encontravam os 18 militares brasileiros.

 

O tremor causou grandes danos a Porto Príncipe e a outras localidades do Haiti, com milhares de edifícios destruídos, incluindo o Palácio Presidencial, o edifício do Parlamento e a sede da MINUSTAH, que desabou com muitos funcionários dentro, tanto civis quanto militares.

 

Fotos e Fonte: BRABAT via Exército Brasileiro

Exército Brasileiro contra o Zika Vírus

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Brasília (DF) – Devido à sua capilaridade, à flexibilidade que lhe permite atuar em diferentes ambientes e à prontidão para dar resposta imediata às demandas, o Exército Brasileiro está participando da campanha de combate ao mosquito Aedes aegypti.

Após a capacitação realizada por especialistas, militares estão nas ruas, desde o início de dezembro, atuando com sua “Mão Amiga” em prol da sociedade, orientando a população, identificando e eliminando possíveis locais de proliferação do mosquito e apoiando o trabalho de agentes de saúde.

Abaixo é possível ver, por Estado da Federação, as atividades já concretizadas e algumas que ainda estão em andamento, com atualização até o dia 5 de fevereiro.

 

Pernambuco:

Com um efetivo total de 531 militares envolvidos, a chamada Operação Água Limpa tem por objetivo cooperar com o Governo Estadual, o Ministério da Integração e o Ministério da Saúde no combate ao mosquito transmissor do zika vírus, da dengue e da febrechikungunya. As atividades tiveram início em 7 de dezembro e não têm previsão de término. Atuam na missão o 4º Batalhão de Comunicações, o 4º Batalhão de Polícia do Exército, o 14º Batalhão de Infantaria Motorizado, o 7º Grupo de Artilharia de Campanha, a 10ª Companhia de Engenharia de Combate e o 71º Batalhão de Infantaria Motorizado.

 

Espírito Santo:

A Operação Espírito Santo tem o mesmo objetivo da Operação Água Limpa. As atividades realizadas pelo 38º Batalhão de Infantaria envolveram, até o momento, 20 militares e estão ocorrendo desde o dia 8 de dezembro, também sem previsão de encerramento.

 

Mato Grosso do Sul:

Nesse Estado, as atividades estão sendo desencadeadas, desde 8 de dezembro, em duas cidades: na Capital (Campo Grande) e em Coxim. Sob a coordenação do Comando Militar do Oeste, têm por objetivo apoiar a Prefeitura Municipal nas ações de combate aos focos do mosquito Aedes aegypiti. Na Capital, 62 militares estão empenhados; já em Coxim, 34 militares atuam contra o mosquito, com previsão de encerrar os trabalhos em 18 de fevereiro.

 

Rio Grande do Sul:

Com o objetivo de apoiar a Defesa Civil e o município de Santa Rosa (RS) no combate ao mosquito Aedes aegypiti, as ações foram divididas em duas etapas: a primeira de 21 a 23 de dezembro e a segunda de 28 a 30 de dezembro. Ao todo foram empregados 155 militares da 3ª Divisão de Exército, da 1ª Brigada de Cavalaria Mecanizada e do 19º Regimento de Cavalaria Mecanizado.

 

Acre:

A Operação de Apoio às Ações de Combate ao Mosquito Aedes aegypiti, no Acre, tem como objetivo colaborar com a Secretaria Municipal de Saúde de Rio Branco no combate ao mosquito. A cargo do 4º Batalhão de Infantaria de Selva, iniciou em 21 de dezembro e tem previsão de acabar em 31 de janeiro. Teve, até o momento, 15 militares envolvidos.

 

Distrito Federal:

A Operação Mão Amiga tem por objetivo colaborar na prevenção e no combate aos transmissores da dengue e da febre Chikungunya, trabalhando de forma articulada com a Secretaria de Saúde, o Corpo de Bombeiros e outras agências do Governo do Distrito Federal. Iniciou em 21 de dezembro e já envolveu 118 militares. Existe a previsão de ser finalizada em 17 de junho de 2016. As organizações militares que estão atuando nessa Operação são: o Batalhão da Guarda Presidencial, o Batalhão de Polícia do Exército de Brasília, o 1º Regimento de Cavalaria de Guarda, a Base de Administração e Apoio do Comando Militar do Planalto, o 16º Batalhão Logístico e o 11º Grupo de Artilharia Antiaérea.

 

Fonte: Exército Brasileiro

Escola Naval inicia o período de adaptação 2016


Discurso aos adaptandos no Pátio Saldanha

A Escola Naval (EN) iniciou, no dia 10 de janeiro, o período de adaptação para os alunos que realizarão o Curso de Formação da instituição de ensino superior mais antiga do País.

O curso, com duração de três semanas, contará com 204 alunos do Colégio Naval, nove mulheres e 20 homens aprovados no Concurso Público de Admissão à Escola Naval, e três estrangeiros de Marinhas Amigas do Senegal e da Venezuela.

Esta fase tem como objetivo apresentar os primeiros ensinamentos da doutrina militar e da futura rotina do curso, por meio de atividades físico-militares e acadêmicas.

A adaptação 2016 contou com melhorias nas questões relacionadas à saúde, tais como a inserção de exames clínicos e laboratoriais, que permitirão aferir a evolução dos parâmetros bioquímicos e hematológicos dos candidatos entre o início e o final do período de adaptação.

O setor de fisioterapia da EN realizará avaliações funcionais, classificando os adaptandos de acordo com suas limitações e orientando, em parceria com o setor de educação física, para que os exercícios sejam realizados corretamente. Houve ainda a preocupação com a tabela nutricional e com o cardápio que será servido.

Além disso, pela primeira vez, Aspirantes do sexo feminino serão adaptadoras, colaborando diretamente na formação dos adaptandos. O continuado ingresso, na EN, de Aspirantes do sexo feminino demonstra o firme comprometimento da Força com a igualdade entre os gêneros, lembrando que o primeiro passo nesse sentido foi dado em 1981, com o ingresso das mulheres na Marinha do Brasil.

O período de adaptação está previsto para encerrar no dia 29 de janeiro, a partir de então, os novos Aspirantes do primeiro ano serão integrados ao Corpo de Aspirantes da EN.

 

Fonte: Marinha do Brasil

Barcos da marinha dos EUA são detidos no Irã, diz Pentágono

O Pentógono afirmou nesta terça-feira (12) que perdeu o contato com dois barcos no Golfo Pérsico, e que eles foram detidos no Irã. A tripulação está detida no país, mas os Estados Unidos receberam garantia do Irã de que os marinheiros seriam libertados prontamente e em segurança, disse o Pentágono.

Segundo uma autoridade de Defesa citada pela agência Reuters, 10 tripulantes – nove homens e uma mulher – estão detidos no Irã.

O porta-voz do órgão, Peter Cook, disse à Associated Press que os barcos navegavam entre o Kuwait e o Bahrain, quando os EUA perderam o contato.

“Estamos em contato com o Irã e recebemos garantias de que a tripulação e as embarcações serão libertadas prontamente”, disse Cook.

O secretário de Estado John Kerry ligou para o ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammed Javad Zarif, imediatamente após ficar sabendo sobre o incidente, segundo uma autoridade norte-americana disse à Associated Press.

A Casa Branca afirmou que está ciente da situação e está trabalhando para resolvê-la, disse o conselheiro de segurança nacional, Ben Rhodes.

Fonte: G1

8ª Região Militar: Comemoração de seus 108 anos

 

Belém (PA) – No dia 4 de janeiro, foi realizada a solenidade alusiva ao aniversário de 108 anos da 8ª Região Militar (8ª RM). A cerimônia foi realizada no Forte do Presépio, no Complexo Feliz Lusitânia, em Belém, local que marca o início das atividades militares na Amazônia brasileira e a fundação da Capital paraense.
Durante a solenidade, os convidados assistiram a uma apresentação teatral, que utilizou o próprio espaço e os canhões do Forte, mostrando a atuação dos primeiros militares para defender Belém da chegada de navios invasores pela Baia do Guajará.
Durante a solenidade, vinte personalidades civis e militares que contribuíram para o desenvolvimento da organização militar receberam o diploma de “Amigo da 8ª Região Militar”. A cerimônia teve a presença do Comandante Militar do Norte, General de Exército Oswaldo de Jesus Ferreira; do Comandante da 8ª RM, General de Divisão Humberto Francisco Madeira Mascarenhas, e de outras autoridades civis e militares.

Fonte:  8ª RM

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