Colômbia acusa Venezuela de invadir seu espaço aéreo

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Imagem: Internet. Caças Sukhoi da Força Aérea venezuelana

O ministério da Defesa colombiano afirmou que dois aviões militares venezuelanos invadiram o espaço aéreo da Colômbia, na região de Alta Guajira, no norte da Colômbia, durante a tarde deste sábado (13), em meio à crise diplomática e fronteiriça entre os dois países.

“Durante a tarde de sábado, 12 de setembro de 2015, o sistema de defesa aérea da Força Aérea Colombiana detectou a entrada no território colombiano de duas aeronaves militares venezuelanas na zona de Alta Guajira”, disse o ministério da Defesa em um comunicado.

Segundo as autoridades colombianas, as duas aeronaves venezuelanas “entraram por 2,9 quilômetros no espaço aéreo colombiano”, na zona de Majayura, e posteriormente “sobrevoaram uma unidade militar do exército” na Flor, ingressando outros 2,27 quilômetros.

No sábado, as chanceleres de Colômbia, María Ángela Holguín, e Delcy Rodríguez, da Venezuela, se encontraram em Quito para tentar resolver uma grave crise diplomática que já afetou 20 mil colombianos.

O encontro terminou sem um acordo para fixar uma reunião entre os presidentes da Colômbia, Juan Manuel Santos, e da Venezuela, Nicolás Maduro.

Sobre Francisco Santos

Jornalista e Editor.

Publicado em 09/13/2015, em América do Sul, Internacional e marcado como , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. eadem@ig.com.br

    País fajuto com governo marca cu e povo de merda não merecedores de nenhum respeito internacional é isso aí: Invadem o espaço aéreo deles, suas águas nacionais, seu solo pátrio, enrabam as mães deles e o máximo que os babacas pederastas – civís, militares e a mídia – fazem é ficar gemendo que nem bezerros desmamados!

    Experimentem invadir o espaço aéreo de Israel… ou entrem meio metro no que eles dizem que é a fronteira terrestre deles… ou tentem nadar sem licença no golfo de Acqaba só pra verem quais tipos de mísseis os judeus meterão nos rabos de quaisquer invasores para transformá-los merda-em-pó!

    Tempos atrás, Até um navio da marinha americana não escapou mas a explicação pra isso é dupla: 1ª) Israel tem um governo interessado na segurança do país e do seu povo. 2ª) As forças armadas de Israel não são formadas por viados carreiristas e estão sempre prontas pra ação seja quem for o inimigo.

    Mas a Colômbia, coitada! Tem que pedir licença aos americanos que ocupam o país e na verdade são os donos de toda a cocaína que a Colômbia produz.

    Se eles irritarem os americanos, eles não compram mais a cocaína colombiana e as mamatas dos governantes corruptos de lá acabarão e eles não querem isso. Afinal, quem sustentaria as FARC e faria despesas milionárias comprando sucatas de armas americanas?

    Na minha visão, qualquer país tem soberania absoluta sobre seus espaços aéreos, aquáticos e terrestres e quando eles forem transpostos por qualquer veículo ou grupo de indivíduos estrangeiro, a resposta é só uma: Bala neles e que se fodam!

    Ou continuam sendo os atrasados países terceiromundistas latino-americanos fodidos, escravizados e desrespeitados que são e nem se fala mais nisto porque não vale à pena!

    Fui!

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    • Audiência no Senado.

      A proposta do “Corredor Triplo A” foi concebida pela ONG britânica Gaia International, cuja filial colombiana é a Fundación Gaia.

      Trata-se da criação de uma zona de preservação ecológica dos Andes até o Oceano Atlântico, que, se implementada, poderá “esterilizar” 1,35 milhão de quilômetros quadrados dos territórios da Colômbia, Brasil e Venezuela, proposta ao Congresso de seu país pelo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos.

      Comandante do Exército general Eduardo Villas Bôas adverte sobre ‘déficit de soberania’ na Amazônia em audiência no Senado.

      O Brasil tem um déficit de soberania sobre a Região Amazônica. A advertência foi feita por ninguém menos que o comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, em recente audiência pública realizada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado, para analisar o controle de fronteiras e o combate ao tráfico de drogas e armas na região. Na ocasião, ele destacou a necessidade de se ter uma maior atenção com a atuação das ONGs internacionais que operam no País e ressaltou a ameaça representada pelo projeto do “corredor ecológico” proposto pelo governo da Colômbia.

      De acordo com Villas Bôas, os militares estão apreensivos em relação a situações que limitam a autoridade do País em relação a questões estratégicas para o desenvolvimento da região, além de atender às aspirações dos brasileiros – em especial os da população da Região Amazônica. Como exemplo, citou o plano do “Corredor Triplo A” propos to ao Congresso de seu país pelo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, para a criação de uma zona de preservação ecológica dos Andes até o Oceano Atlântico, que, se implementada, poderá “esterilizar” 1,35 milhão de quilômetros quadrados dos territórios da Colômbia, Brasil e Venezuela. A intenção é apresentar o projeto para a análise da 21ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP-21), a ser realizada em Paris, em dezembro (ver mapa – Alerta Científico e Ambiental, 30/04/2015).

      O general lembrou que a Amazônia representa 62% do território brasileiro e a eventual criação do “corredor” inviabilizaria a exploração de recursos naturais avaliados em mais de 23 trilhões de dólares, como reservas de minérios raros e biodiversidade. Ele aproveitou para se posicionar contra as propostas de se manterem os recursos naturais amazônicos “congelados” para sempre, e disse acreditar ser possível conciliar a preservação ambiental com o uso racional das riquezas da região. Para ele, tal condição configura um “déficit de soberania”: “Esse déficit de soberania, esse processo todo é como combater fantasmas, porque a gente não sabe de onde vêm, o que são, o que fazem e quais são os seus objetivos, mas o resultado geral a gente pode verificar (Agência Senado, 16/07/2015).”

      A proposta do “Corredor Triplo A” foi concebida pela ONG britânica Gaia International, cuja filial colombiana é a Fundación Gaia.

      Além disso, Villas Bôas criticou o modelo atual de demarcação de terras indígenas, com grande concentração na Amazônia, inclusive, em áreas com forte concentração de riquezas minerais: “Não sou contra unidades de conservação em terras indígenas. (.) mas temos que compatibilizar esse objetivo com a exploração dos recursos naturais.”

      A falta de projetos que permitam que a exploração das riquezas naturais amazônicas seja feita de forma organizada e com fiscalização, observou, é um problema que tem provocado o contrabando ilegal desses mesmos recursos. Como exemplo, citou o caso da exploração ilícita de diamantes cor-de-rosa em terras indígenas de Rondônia, que continuam sendo extraídos e exportados sem qualquer controle. “Isso é uma hemorragia; são riquezas que o país perde, que sai pelas estruturas de contrabando, e o país não se beneficia em nada com isso”, questionou.

      O comandante também expôs a situação do narcotráfico na região amazônica, e observou que o Brasil é usado como corredor de passagem de cocaína para o exterior, por fazer fronteira com os três maiores produtores da droga no mundo: Colômbia, Peru e Bolívia. Villas Bôas informou que foram identificadas e destruídas pequenas plantações de coca no interior de nosso território, e que há informações da ação de traficantes brasileiros e mexicanos na Amazônia: “Já foi detectada a presença de cartéis mexicanos, aqui, na Colômbia e no Peru. O cartel mexicano tem um modus operandi extremamente violento, e essa violência já começa a transbordar para o nosso lado.”

      Já o tráfico de armas, é mais presente em fronteiras no Sul do país, afirmou.

      Para proporcionar um monitoramento mais efetivo das fronteiras, principalmente na Amazônia, está sendo implantado o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), desenvolvido pelo Exército e composto de sistemas de comunicação, radares e veículos aéreos não tripulados (Vants), com 70% de tecnologia nacional. O sistema começou a ser implantado em Mato Grosso, com previsão de conclusão em todo o País para 2023, embora possam haver atrasos, devido aos cortes orçamentários do governo federal, observou Villas Bôas.

      O sistema pode recuperar o investimento realizado em dez anos, contribuindo para uma economia de mais de R$ 13 bilhões em gastos com segurança, nesse período.

      É de extrema relevância uma autoridade com a responsabilidade do comandante do Exército venha a público denunciar o caráter danoso do radicalismo ambientalista-indigenista praticado pelo aparato internacional de ONG que, há mais de duas décadas, colocou o Brasil na sua alça de mira. Aguardemos para observar as repercussões relevantes na cúpula do governo federal, principalmente, no tocante às propostas que serão apresentadas na COP-21.

      Para comandante do Exército, soberania sobre a Amazônia enfrenta ‘déficits’

      Em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), o comandante do Exército, general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, alertou para riscos de enfraquecimento da soberania do Brasil sobre a parte nacional da Amazônia. Contraditado pelos senadores, ele esclareceu que não se referia a ameaças à integridade territorial, mas a situações que limitam a autoridade do país sobre decisões estratégicas para o desenvolvimento equilibrado da região, buscando atender os interesses do país e, principalmente, da população dos estados amazônicos.

      Isso se caracteriza muito bem como os ‘déficits de soberania’ que nós estamos admitindo dentro da Amazônia – conceituou.

      O comandante citou como exemplo de iniciativa capaz de comprometer a autoridade do país a recente proposta do presidente da Colômbia, Luiz Manoel dos Santos, ao Congresso de seu país. Segundo ele, Santos sugeriu a criação de um corredor ecológico na Amazônia continental, do Andes até o Oceano Atlântico, compreendendo a Amazônia brasileira. O objetivo é levar a ideia – chamada “tríplice way” – para análise da próxima reunião da Conferência de Mudanças Climáticas (CoP 21).

      Riquezas intocadas

      De acordo com o general, a intenção é manter toda a extensão do corredor intocado, sem exploração de suas riquezas, como contribuição para deter as mudanças climáticas. Pelo projeto, esse corredor seria implantado em até cinco anos. Antes, registrou que a Amazônia se estende por 830 mil quilômetros quadrados, em área de nove países, inclusive o Brasil (com 62% de todo o território). As riquezas são estimadas em mais de US$ 230 trilhões, com reservas de minérios raros e rica biodiversidade.

      O comandante informou que a proposta de criação do corredor tem origem na Fundação Gaia, organização não-governamental instalada na Colômbia e vinculada à entidade Gaia Internacional, a provedora dos recursos para os estudos. Disse que a ideia fundamental é a de que os recursos naturais da Amazônia devem ficar congelados para sempre. Ao contrário disso, ele defendeu ao longo da exposição que é possível conciliar a preservação e o uso racional das riquezas na

      Esse processo [radicalismo pela preservação] é como combater fantasmas, porque a gente não sabe de onde vêm, quem são, o que fazem e quais são seus reais objetivos – comentou.

      O general Villas Bôas foi convidado para audiência em decorrência de requerimento apresentado pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que também presidiu os trabalhos. O objetivo foi debater as questões da Amazônia, como a situação do controle das fronteiras, ameaças do tráfico de drogas e armas, além do nível de coordenação com as forças militares dos países limítrofes.

      Reservas indígenas

      O comandante do Exército fez também restrições ao modelo de reservas indígenas, concentradas sobretudo na Amazônia. Julgou questionável a “coincidência” do estabelecimento de reservas em áreas com forte concentração de riquezas minerais, o que procurou demonstrar com a apresentação de mapas das reservas indígenas e de jazidas minerais já identificadas.

      Não sou contra unidades de conservação em terras indígenas. Ao contrário, temos que ter desmatamento zero, temos que proteger nossos indígenas, mas temos que compatibilizar essa objetivo com a exploração dos recursos naturais – defendeu.

      Sem projetos para que a exploração das riquezas seja feita de modo equilibrado, sob controle e fiscalização, o general disse que tudo passa a acontecer clandestinamente. Como exemplo, citou os veios de diamantes cor-de-rosa nas terras indígenas Roosevelt, em Rondônia. Disse que os diamantes continuam sendo extraídos e saindo ilicitamente do Brasil.

      Isso é uma hemorragia; são riquezas que país perde, que sai pelas estruturas de contrabando, e o país não se beneficia em nada com isso – criticou.

      Narcotráfico

      De acordo com o general, o país ainda não é produtor de cocaína, mas está sendo usado como corredor de passagem de droga para o exterior. Isto, além de representar grande mercado consumidor, o segundo do mundo depois dos Estados Unidos. Até o momento, Villas Bôas disse que foram detectados e erradicados pequenos pl antios dentro do país. Porém, já teriam sido captados sinais preocupantes de articulações de narcotraficantes do país e mesmo do México. Quanto ao tráfico de armas, esclareceu que essa atividade é mais presentes em fronteiras da Região Sudeste e Sul.

      Por parte das Forças Armadas, segundo o general, a resposta para aumentar a proteção das fronteiras, inclusive na Amazônia, é a implantação do Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron). Desenvolvido pelo Exército, o sistema envolve radares, sistemas de comunicação e veículos aéreos não tripulados (Vant), com 70% de tecnologia nacional.

      Explicou que o Sisfron começou a ser implantado pelo Mato Grosso do Sul, com previsão de conclusão em 2023, ao fim de dez anos. No entanto, admitiu que o projeto pode atrasar, em razão de cortes orçamentários. Segundo o comandante, mesmo se o sistema tivesse apenas 1,5% de eficácia, poderá contribuir em dez anos para uma economia de R$ 13,5 bilhões em gastos com segurança, recuperando todo o investimento.

      Com grande participação de senadores, a audiência foi concluída com a promessa de apoio para incremento de recursos que permitam acelerar a implantação do Sisfron.”

      Fonte: Agência Senado

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