Raytheon já faz 80% dos componentes de míssil com impressora 3D

Raytheon missile built with 3D printer parts

Objetivo é soldados fabricarem no futuro armamento no campo de batalha. Desafio, por ora, é integrar os componentes impressos em 3D

A quase centenária fabricante de mísseis norte-americana Raytheon embarca na onda da impressão 3D. A empresa criou um sistema capaz de imprimir com essas máquinas 80% dos componentes de um míssil. A ideia é que o armamento possa ser feito no campo de batalha conforme a necessidade. A empresa revelou seus progressos na área neste domingo (19).

“Nós estamos imprimindo demos de muitos dos componentes perseguidos. E nós demonstramos um motor de foguete impresso. Nós já imprimimos 80% do que vai dentro de um míssil”, afirma Chris McCarroll, diretor do Instituto de Pesquisa Lowell da Universidade Raytheon de Massachusetts.

A empresa trabalha agora para imprimir em 3D os circuitos integrados embarcados nos foguetes. “Seu ciclo de desenvolvimento é mais curto; você consegue partes muito mais rápido. Você pode obter mais complexidade com seu design por causa dos ângulos que você não consegue talhar no metal”, afirma Leah Hull, diretora da Raytheon.

Esse passo é crucial, apontam executivos da empresa, para que esse tipo de armamento possa ser fabricado no meio da zona de combate.

“Antes de um soldado poder imprimir um míssil no campo, você vai precisar de qualidade, processos controlados para fabricar todos os componentes de materiais: os reforços metálicos, os conectores de plástico, os semicondutores para os processadores e os energéticos para os sistemas de propulsão”, comenta McCarroll.

“A parte mais difícil é a confecção da conexões entre essas partes, como por exemplo, o controle do circuito integrado que recebe o comando para acender os fusíveis”, diz. “Em algum momento a médio prazo você poderá ligar chips a impressões interconectadas. Ou, no futuro, talvez você apenas irá imprimi-los.”

FONTE: G1

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Publicado em 07/23/2015, em Notícias e marcado como , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. eadem@ig.com.br

    A Raytheon pode ser quase centenária como fabricante de material elétrico de segunda categoria, mas nunca, jamais, em tempo algum, como fabricante de mísseis.

    Sei que vocês babam e mordiscam delicadamente as bolas dos americanos e é só falar em USA que corre um frisson pela espinha de vocês, com essa receptividade toda indo terminar em coceira no orifício próximo ao cócix, mas pelamordeDeus não se esqueçam e nem confundam que os inventores e produtores dos PRIMEIROS MÍSSEIS foram os alemães e isto ainda não tem nem 80 anos.

    Quanto mais “quase centenária”… que despautério, sô!

    Meu ovo esquerdo é quase centenário!

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