Dragão levanta-se: China poderá minar domínio global dos EUA?

Tanques em Pequim

A revista respeitada norte-americana publicou a analise-previsão da imagem do exército chinês na década que vem e argumentou que a China não apresentará uma ameaça aos EUA. Mas será que a revista contou só a parte da história?

A revista The National Interest que trata dos assuntos internacionais comparou o exército da China em dez anos e o dos EUA, começando com a experiência de combate do Exército de Libertação Popular (ESP), da sua Força Aérea (PLAAF) e Marinha (PLAN). A publicação escreveu:

“Uma área em que a China fica dramaticamente atrás dos Estados Unidos é a experiência operacional”.

Toda a série de guerras contra terrorismo provou positivas para os EUA, porque, segundo The National Interest, eles “deram às suas forças armadas a experiência enorme na execução da força militar dia-a-dia”, enquanto forças armadas chinesas “carecem da experiência prática”.

A publicação norte-americana escreveu:

“Na cada guerra as forças armadas dos EUA aproximam mais, desenvolvendo os procedimentos de comunicações técnicas que eles precisam, a fim de atuar como uma equipe eficaz. Na cada paz as forças armadas dos EUA crescem muito distantes, cada um prossegue metas internas, provincianos a custa de treinamento conjunto, fornecimento e planejamento”.

Os conflitos militares nas quais os EUA são envolvidos também contribuíram muito neste aspecto.

Enquanto isso, a revista sublinha que até agora não há indicação que “as forças terrestres da PLA, da Segunda Artilharia, PLAAF e PLAN participaram no trabalho necessário para fazê-los funcionar como um todo coerente”.

Mais uma coisa que difere o exército da China muito do dos EUA, segundo o analise, é a ausência quase completa dos aliados.

A publicação concluiu:

“Quase certamente a década que vêm não trará o desenvolvimento ao sistema dos aliados da China; e a aliança contrária (contra a China) é muito mais provável”.

Fonte:sputniknews

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Publicado em 07/04/2015, em Notícias e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. É bom não ficar cantando de galo; que o diga o fiasco da Guerra do Vietcongue, no qual os “soldadinhos” saíram com o rabo entre as pernas. Tiveram que jogar ate helicópteros ao mar para sobrar lugar para os fugitivos.

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  2. eadem@ig.com.br

    Realmente os EUA e seus parceiros da quadrilha OTAN e outros bandidos do Pacífico (Japão, Coréia do Sul, Taiwan, Filipinas, etc.), além do mega patife Israel, provocam guerras por dois motivos: Vender sucatas de armas obsoletas para os escravos otários envolvidos nelas (muitas vezes, na marra) e manter suas forças sempre preparadas pera conflitos de maior vulto.

    A primeira prática dá um alento extra à esculhambada e decadente economia Ocidental para continuar reinvestindo em maios armas e a segunda (a experiência militar), é discutível, senão vejamos.

    Durante a “primeira guerra fria” (1945 1990) EUA (mais OTAN e3 aliados do Pac[ífico, além de Israel) enfrentaram à URSS, a então mambembe China e a fantasmagórica Coréia do Norte, além do miserável Vietnã. Além destes, muitas repúblicas árabes e africanas se tornaram mais ou menos “pro-socialistas”. Bem… e o que aconteceu?

    Só Israel alcançou vitórias decisivas contra seus vizinhos árabes, ampliou seus territórios e até hoje mantém todos os adversários em constante cheque, garantindo a sua discutível “paz”.

    Os EUA ao contrário perderam vergonhosamente os dois conflitos mais importantes (Coréia e Vietnã) e só ganharam na Bósnia e Iraque porque encontraram adversários sucateados, divididos, desorganizados e além disso, a coligação ocidental – como de hábito – fez a maior parte do “trabalho sujo” deixando os louros da vitória pára serem colhidos (ou fumados) pelos EUA.

    Isso, apesar de toda a decantada “experiência” dos norte-americanos e de todos os bandidos aliados deles.

    Com relação à segunda guerra fria por vir, acredito que russos, chineses, norte-coreanos e mesmo iranianos, não serão tão estúpidos de ficarem parados e certamente deverão exportar agentes especiais, instrutores, observadores, espiões, ou qualquer tipo de palhaços especializados que sejam capazes não só de colher informações baseados em experiências vivenciais, mas sobretudo, em testarem armamentos e táticas a fim de aperfeiçoá-las nas respectivas “matrizes” russa, chinesa, norte-coreana e iraniana para transformá-las em novas doutrinas militares.

    Quem sabe conseguem?

    Hitler conseguiu, surpreendeu o mundo e só foi vencido por quem canta de galo hoje em dia porque naquela época a Rússia estava do lado dos “aliados”.

    Hoje não está mais.

    Daqui há cinco ou dez anos, estará muito menos.

    Só que até lá a tendência dos EUA e das suas quadrilhas aliadas deverão inguar, ao passo que Rússia, China e seu grupo deverão crescer e se conseguirem aliados de peso, ADEUS VIOLA para os EUA e seus escravos, bajuladores e puxadores de sacos.

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