Rússia intensifica exercicios militares e Estados Unidos colocam F-16 na Estónia

O som de artilharia intensificou-se nos últimos dias sobre o mar de Barents, no norte da Rússia, onde mais de 30 navios de guerra terminam – tudo indica – este sábado uma série de testes de defesa face a um eventual ataque às fronteiras russas no Ártico.

O exército russo está em grande atividade desde há pouco mais de uma semana em várias regiões fronteiriças do país, incluindo a península da Crimeia, “tomada” há um ano à Ucrânia após um polémico referendo regional não reconhecido pela comunidade internacional.

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Na Chechénia, por exemplo, a infantaria russa realizou outro tipo de exercícios distintos, claro, dos da marinha. No total, nos últimos dias, mais de 80.000 soldados russos estiveram em atividade, num género de manobras que têm vindo a agravar o clima de tensão, sobretudo, no mar Báltico e no mar Negro.

Desde há cerca de um ano, quando começou o conflito separatista na Ucrânia, com alegada interferência da Rússia, que o fantasma da guerra fria tem vindo a ganhar forma no leste da Europa. A NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte), de que Portugal é membro fundador, tem respondido às manobras russas com a realização também de vários exercícios militares no território de países seus aliados. É um género de exibição de galos em aquecimento para um confronto que ninguém deseja.

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Na sexta-feira, os Estados Unidos deslocaram desde a Itália para a base aérea de Ämari, na Estónia, 14 caças F-16 e tem previsto passar pelo menos um mês naquele país em exercícios militares com mais de 300 elementos da força áerea. Outras atividades militares dos Estados Unidos estão igualmente em curso na Letónia e na Lituânia.

FONNTE: REUTERS

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Publicado em 03/21/2015, em Notícias e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. …Guerra
    Estado de hostilidade acompanhado por ações destinadas a subjugar ou destruir os considerados como inimigos. São diversas as palavras hebraicas que envolvem travar guerra; uma delas, derivada da raiz verbal qa‧ráv, significa basicamente “aproximar-se”, isto é, para lutar. O substantivo grego pó‧le‧mos significa “guerra”; e o verbo stra‧teú‧o deriva duma raiz que se refere a um exército acampado.

    De quem é a culpa pelas guerras?
    SERÁ de Deus a culpa pelas guerras do homem? “Não, Deus não quer a guerra.” Foi assim que Martin Niemöller, renomado clérigo protestante alemão, respondeu a essa pergunta pouco depois do fim da Segunda Guerra Mundial. Seus comentários foram publicados em 1946 no livro Ach Gott vom Himmel sieh darein—Sechs Predigten (Ó Deus, Olha dos Céus — Seis Sermões). O livro diz:
    “Quem quer culpar a Deus pelas [guerras] não conhece, ou não quer conhecer, a Palavra de Deus. É claro que, se nós, cristãos, levamos ou não uma boa medida de culpa pelas guerras incessantes é uma outra questão. E não podemos escapar dessa pergunta tão facilmente. . . . É também oportuno lembrar que as igrejas cristãs têm-se prestado, ao longo das eras, a abençoar guerras, tropas e armas e que oraram de modo nada cristão pela destruição dos seus inimigos na guerra. Tudo isso é culpa nossa e culpa dos nossos pais, mas de modo algum a culpa é de Deus.

    Hoje, uns 50 anos depois da Segunda Guerra Mundial, as palavras de Niemöller dão o que pensar às pessoas que amam a paz. Não, a culpa não é de Deus pelo derramamento de sangue das nações. Aliás, por meio dos seus adoradores verdadeiros, que se mantêm à distância dos conflitos do mundo, Deus está declarando o iminente fim de todas as guerras. — Salmo 46:9;Ele faz cessar as guerras até a extremidade da terra.Destroça o arco e retalha a lança; As carroças ele queima no fogo. João 17:16. 16 Não fazem parte do undo, assim como eu não faço parte do mundo.

    Pilatos perguntou a Jesus: “o que fizeste??? Jesus respondeu: “Meu reino não faz parte deste mundo. Se o meu reino fizesse parte deste mundo, meus assistentes teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas, assim como é, o meu reino não é desta fonte.

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  2. eadem@ig.com.br

    Os norte-americanos provocam, desafiam e os russos dão o troco.

    De revide em revide eles podem chegar à guerra, o mundo inteiro pagará esse enorme “pato” e ninguém vencerá esse conflito.

    O palhaço Obama e seus gurus judeus devem ser muito estúpidos e irresponsáveis para trocarem Roma, Berlim, Paris, Londres, Tóquio, Los Angeles, San Francisco, Las Vegas, Miami, Houston, Atlanta, Boston, Philadelphia, Buffalo, New York e é claro: Washington e Tel Aviv… por meia dúzia de estepes russas queimadas atomicamente.

    Ou é isso mesmo que essas bestas querem?

    Diabos os levem!

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