Embraer aposta em novos produtos para próximos seis anos

Funcionário da Embraer trabalha em jato E175  Foto  Claudio Vieira

A Embraer aposta na criação de cinco novos produtos ao longo dos próximos seis anos para garantir a saúde financeira da companhia pelas próximas duas décadas. Um dos principais projetos é o jato militar KC-390. O avião fez seu primeiro voo no último dia 3 de fevereiro e deve entrar em produção no ano que vem. O jato foi desenvolvido por encomenda da FAB, que comprou 28 aeronaves para substituir a sua frota de C-130 Hércules.

O valor do contrato é de R$ 7,2 bilhões, e até o final deste ano a Embraer deve entregar o novo Legacy 450, modelo da área de aviação executiva. O KC-390 chega ao mercado em 2016 e, a partir de 2018, a empresa apresentará a nova família de jatos comerciais, os E-Jets E2, composta por três novos aviões dos modelos 175, 190 e 195.

E para garantir o futuro, a Embraer se espelha no passado. “O desempenho da companhia em 2014 reforça nossa confiança quanto à sua solidez e competitividade futuras”, apontou Frederico Curado, presidente da Embraer, em análise do balanço divulgado pela empresa nesta semana. No ano passado, a fabricante gerou receita líquida de R$ 14,9 bilhões e lucro operacional de R$ 1,3 bilhão.

E atingiu o recorde na carteira de pedidos firmes no terceiro trimestre de 2014, com US$ 22,1 bilhões, que representam aviões a serem entregues. “Em 2015, continuaremos em processo de evolução de uma empresa brasileira exportadora para uma empresa global sediada no Brasil, comprometida em investir em pessoas e no relacionamento ético e profissional com clientes.”

FONTE : O Vale

Publicado em 03/07/2015, em Notícias e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. O que preocupa o Brasileiro não é a capacidade tecnica da Embraer com seu comercio. O que nos apavora são os possiveis desvios e ingerencia de certo setor polítiqueiro, tipo MENSALÃO ou PETROLÃO.

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  2. eadem@ig.com.br

    O Embraer KC-390 é um jato de transporte que poderia ser adaptado como bombardeiro de longo raio de ação.

    Só que não seria um bombardeiro lançador de bombas, mas de mísseis nucleares de médio alcance (cerca de 4000 km).

    Isto é o que o Brasil deveria providenciar: Ter suas próprias armas nucleares no mais curto prazo possível.

    Isto é o que a Embraer deveria providenciar: Transformar o KC-390 em bombardeiro e criar os tais mísseis de médio alcance citados aí em cima.

    Se não fizer isto que vá à merda por que jamais passará de uma montadora vagabunda fabricante de jatinhos vendidos para bichonas americanas metidas a ricas…

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