‘Relógio do Apocalipse’ é adiantado para 23h57m e humanidade fica mais perto da extinção

O “Relógio do Apocalipse” foi adiantado em dois minutos nesta quinta-feira e agora marca três para a meia-noite, informou o Boletim de Cientistas Atômicos, grupo de ilustres pesquisadores que avalia a possibilidade de aniquilação da humanidade. A última vez que o relógio marcou três para a meia-noite foi em 1983, durante a Guerra Fria, quando as relações entre os EUA e a União Soviética ameaçavam o mundo com uma guerra nuclear. Agora, a principal ameaça vem do clima.

“Em 2015, as mudanças climáticas, a modernização dos armas nucleares e os exagerados arsenais atômicos representam ameaças extraordinárias e inegáveis para a continuação da existência humana”, disse o grupo, em comunicado. “Líderes globais falharam em agir na velocidade ou escala requerida para proteger os cidadãos de uma potencial catástrofe. Essas falhas na liderança política ameaçam cada pessoa na Terra”.

O Boletim de Cientistas Atômicos e a metáfora do “Relógio do Apocalipse” foram criados em 1947, para prever quão perto a humanidade está da aniquilação. Na época, a principal preocupação era o uso indiscriminado de armas nucleares, que demostraram seu poder destrutivo dois anos antes, em Hiroshima e Nagasaki. Desde então, o relógio foi ajustado apenas 18 vezes, variando de dois minutos para a meia-noite, em 1953, a 17 minutos para a meia-noite, em 1991. A última vez que o relógio foi ajustado foi em 2012.

O comitê responsável pelo relógio é formado por diversos cientistas, incluindo 17 vencedores do Prêmio Nobel.

O mais perto que a humanidade esteve da extinção, segundo o Boletim, foi entre 1953 e 1959, época em que os EUA e a União Soviética realizavam testes nucleares constantes. Até o fim da Guerra Fria, a situação era alarmante, melhorou no início da década de 1990, mas desde então as ameaças climáticas aumentaram os riscos de catástrofes globais.

FONTE: O GLOBO

Publicado em 01/22/2015, em Notícias e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

  1. APOCALIPSE…QUANDO?

    “Eles estão fazendo um tremendo sucesso. Inspiram filmes milionários . . . e best sellers . . . São adotados por seitas cristãs, geram religiões, dão origem a teorias conspiratórias.” — SUPER INTERESSANTE, REVISTA BRASILEIRA DE NOTÍCIAS
    QUAL o motivo de tanta empolgação? A revista comentava que recentemente tem surgido muito interesse e atividade em torno de uma coleção de supostos evangelhos, cartas e apocalipses descobertos em meados do século 20 em Nag Hammadi e em outros lugares no Egito.

    Esses e outros documentos desse tipo são geralmente chamados de escritos gnósticos ou apócrifos.

    A descoberta desses documentos popularizou várias teorias. Uma delas é a de que no quarto século EC a Igreja Católica fez uma conspiração para esconder a verdade sobre Jesus; outra diz que alguns relatos de sua vida apresentados nos escritos apócrifos foram ocultados e que os quatro Evangelhos nas Bíblias atuais foram alterados.

    Elaine Pagels, professora universitária de religião, comentou o assunto da seguinte forma: “Agora começamos a perceber que aquilo que chamamos de cristianismo — e o que identificamos como tradição cristã — na verdade representa apenas uma pequena seleção de fontes específicas de textos, escolhidas entre dezenas de outras.”

    Sobre o suposto papel de Maria Madalena, Juan Arias escreveu no jornal brasileiro O Estado de S. Paulo: “Hoje tudo leva a pensar que o primeiro movimento cristão, fundado por Jesus, era profundamente ‘feminino’, pois as primeiras igrejas domésticas eram as casas das mulheres que, já então, oficiavam como sacerdotisas ou bispas.”

    Evidências do Evangelho de João
    No começo do século 20 foi encontrado no Egito um valioso fragmento do Evangelho de João. Esse fragmento é conhecido como Papiro Rylands 457 (P52). Ele contém o que nas Bíblias modernas corresponde a João 18:31-33, 37, 38 e está guardado na Biblioteca John Rylands, Manchester, Inglaterra.

    Trata-se do mais antigo fragmento de manuscrito das Escrituras Gregas Cristãs descoberto até hoje. Muitos eruditos acreditam que ele foi escrito por volta de 125 EC, apenas uns 25 anos depois da morte de João.

    O incrível é que o texto desse fragmento concorda quase integralmente com o que aparece em manuscritos posteriores. O fato de que uma cópia tão antiga do Evangelho de João já circulava pelo Egito, onde o fragmento foi encontrado, apoia a conclusão de que as boas novas segundo João foram realmente registradas no primeiro século EC e pelo próprio João, como indica a Bíblia. Portanto, o livro de João foi escrito por uma testemunha ocular.

    Por outro lado, todos os escritos apócrifos datam do segundo século em diante, cem anos ou mais depois dos eventos que eles relatam. Alguns peritos tentam argumentar que os apócrifos se baseiam em textos ou tradições anteriores, mas não existe prova disso. Assim, faz sentido a pergunta: Em que você depositaria mais fé — no registro de testemunhas oculares ou no registro de pessoas que viveram cem anos depois dos acontecimentos? A resposta é óbvia.

    Há alguma evidência de que o Evangelho de João, por exemplo, tenha sido alterado no quarto século a fim de distorcer os fatos? Para responder a essa pergunta, precisamos ter em mente que uma das fontes principais das Bíblias atuais é o manuscrito do quarto século conhecido como Vaticano 1209. Se nossa Bíblia contivesse mudanças feitas no quarto século, então essas mudanças apareceriam nesse manuscrito.

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