China quer solucionar divergências marítimas de modo pacífico

PLAN-CSG-07

O presidente chinês, Xi Jinping, afirmou nesta segunda-feira que o país nunca utilizará a força para alcançar os objetivos e que deseja resolver de forma pacífica as disputas marítimas com os vizinhos. “Basta olhar para a história para ver que os países que tentaram desenvolver-se à força fracassaram, invariavelmente”, afirmou em um discurso no Parlamento ucraniano.

“Isto é o que a história nos ensina. A China se dedica a promover a paz. Devemos estar sempre muito alertas contra os fatores que podem nos privar da paz”, completou. Pequim mantém disputas com quatro países do sudeste asiático por pequenas ilhas no mar da China Meridional. O país também tem outra divergência no mar da China Oriental com o Japão pela soberania das ilhas Senkaku, administradas por Tóquio e reivindicadas por Pequim com o nome Diaoyu.

“Há muito tempo, a posição da China consiste em solucionar as divergências com os países envolvidos e (defender) seus interesses em termos de soberania e fronteiras marítimas pelo diálogo e com consultas”, disse o presidente chinês. “O governo chinês está disposto a reforçar o diálogo e a cooperação com os países em questão para manter a liberdade de navegação e a segurança das vias marítimas, assim como para garantir suas delimitações marítimas pacíficas”, concluiu.

FONTE: Jornal do Commercio (PE)/Da AFP

Publicado em 11/19/2014, em Notícias e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. eadem@ig.com.br

    Há séculos essas ilhas são legitimamente chinesas mas mesmo os japoneses não têm nenhum problema por causa das tais ilhotas inúteis.

    O que acontece é que a China vem se tornando uma potência marítima e dentro em breve o Oceano Pacífico será apenas um LAGO CHINÊS.

    Ocorre que os EUA não sabem qual o potencial chinês e criam esse incidente internacional usando os japonêses como “bois de piranha” para sondarem os chinos, em caso de confronto entre China e Japão.

    Por lei, o Japão não pode participar de guerra externa, mas caíram na esparrela de atenderem às provocações norte-americanas.

    Já os pacíficos chineses têm as maiores forças armadas do mundo, são realmente fortes, poderiam até enfrentar os próprios EUA na Ásia e venceriam, mas não interessa a Pequim brigar com o Japão.

    Incentivados pelos norte-americanos, ultimamente, os japoneses reforçaram seu poderio militar modernizando-o. Mas sem ajuda norte-americana não suportariam um mês de guerra contra os chineses.

    Que sabiamente preferem negociar a guerrear… claro!

    =====

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  2. O presidente chinês, Xi Jinping, afirmou nesta segunda-feira que o país nunca utilizará a força para alcançar os objetivo.

    “Basta olhar para a história para ver que os países que tentaram desenvolver-se à força fracassaram, invariavelmente”, afirmou em um discurso no Parlamento ucraniano.
    (CITAÇÃO DA MATÉRIA)

    Haja vista a Alemanha e seu Nazismo, o Japão e sua pretensão expansionista, A Itália de Mussolini. que pensaram em força e se deram mal.

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