Caças Rafale atingem posições defensivas do Estado Islâmico no Iraque

foto divulgada em nota de ataque a posições do EI - imagem via Força Aérea Francesa

A Força Aérea Francesa divulgou nota sobre ataque a posições defensivas do Estado Islâmico (EI, também chamado de Daech) na região de Kirkouk, no Iraque, na noite de 18 para 19 de novembro. A foto acima foi divulgada juntamente com a nota.

O ataque realizado por dois caças Rafale armados com quatro bombas AASM atingiu um conjunto de trincheiras do EI, numa missão que foi planejada a partir de dados colhidos pela coalizão.

Segundo a nota, aeronaves aliadas também atacaram o alvo, simultaneamente, abrindo uma brecha no sistema defensivo do EI, na linha de frente entre estes e as forças iraquianas. Trata-se da mesma região em que aviões franceses apoiaram tropas iraquianas atacando alvos de oportunidade, em 14 de novembro.

Rafale mostrando pilone com três AASM - missão noturna 23-10-2014 contra EI - foto via Min Def França

FONTE / FOTO: Força Aérea Francesa

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Publicado em 11/19/2014, em Notícias e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. eadem@ig.com.br

    Agora está explicado moçada… Os franceses afinal abriram o jogo… os franceses querem vender o encalhado caça RAFALE e para fazerem propaganda enganosa dele, alegam que o usaram para bombardear TERRA DE NINGUÉM no abandonado Iraque.

    Só que os franceses não revelam quantos Rafale caíram, ou tiveram problemas, ou não alcançaram os objetivos, ou quanto erraram os fictícios alvos.

    Há dois anos só havia dois protótipos do Rafale e esses caças são tão ruins, que além de serem muito inferiores aos antiquíssimos “L’Etandard” e “Mirage”, um deles explodiu no ar em plena missão de rotina, matando os pilotos (era biplace).

    O Rafale é tão ruim que até agora nenhuma força aérea do planeta – nem mesmo a francesa – fez nenhuma encomenda e até mesmo o Brasil, famoso por comprar sucata de armamentos estrangeiros, preferiu adquirir o sueco Viggen, tatica, estratégica, tecnológica e economicamente muito mais atraente.

    Na verdade não existe nenhum “exército islâmico” e essa “guerra de araque” foi criada pelos serviços secretos norte-americano, inglês, francês, belga e israelense para criar uma zona de atrito próxima à Síria a fim de criarem condições legais para justificar uma intervenção armada desses países contra o regime do presidente sírio Assad, inimigo de Israel e dos EUA mas amigo dos russos.

    Mais que isto, essa guerra falsa serve para os países envolvidos usá-la como “vitrine” para vender armamentos encalhados aos otários do planeta, entre os quais, os países árabes produtores de petróleo e muitas nações do atrasado “terceiro mundo” (Brasil incluído).

    E podem crer que daqui pra frente vocês passarão a ouvir mais notícias sobres novos “sucessos” do “espetacular” Rafale… mas acreditarão se quiserem… é “roubada”… não queiram esse caça nem que os franceses os dêm de graça!

    E por quê?

    Porque nem mesmo os franceses os utilizam!

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  2. Desde que o mundo é mundo; guerras sempre foram vitrines de vendas de armas. Especialmente com países que tem Petróleo.

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