Combatentes do Exército Sírio Livre entram na Síria para defender Kobane

Um grupo de rebeldes do Exército Sírio Livre (ESL), que luta contra o regime de Damasco, entrou nesta quarta-feira (29) na Síria a partir da Turquia para ajudar os combatentes curdos nos combates contra os jihadistas na cidade de Kobane, informou uma fonte turca.

A fonte, que pediu anonimato, afirmou que 150 combatentes do ESL atravessaram a fronteira durante a noite. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), ONG com sede em Londres, confirmou a informação, mas citou 50 rebeldes.

A agência de notícias pró-curda Firat afirmou que os combatentes atravessaram a fronteira a bordo de oito veículos.

A informação ainda não teve confirmação oficial, nem uma indicação sobre a procedência dos combatentes antes de chegar a Turquia.

O governo turco, que defende a saída do presidente Bashar al-Assad como única solução para o conflito sírio, apoia os rebeldes do ESL.

Paralelamente, os peshmergas, combatentes curdos procedentes do Iraque, permaneciam nesta quarta-feira em território turco, à espera de uma transferência para ajudar nos combates em Kobane, cidade curda da Síria atacada há várias semanas pelos jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI).

Um primeiro contingente de peshmergas estava em um local secreto da cidade de Suruc, perto da fronteira síria, segundo uma fonte turca.

Outro contingente, equipado com armas pesadas, entrou nesta quarta-feira na Turquia procedente do Iraque pelo posto de fronteira de Habur.

Os dois grupos devem atravessar a fronteira para a Síria juntos, segundo a mesma fonte.

Os combatentes que cruzaram a fronteira em Habur foram muito aplaudidos pelos curdos turcos, que os esperavam com bandeiras curdas.

FONTE: G1

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Publicado em 10/29/2014, em Notícias e marcado como , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. eadem@ig.com.br

    Na desgraça das constantes lutas não só do Oriente Médio, mas da África, Ásia e mesmo das Américas, quem se aproveita dessas situações extremas são os amaldiçoados norte-americanos, ingleses, franceses, belgas e israelenses, principais “fazedores de guerra” neste mundo desde o século XIX até os dias atuais. Vamos ver se os 150 palhaços desertores sírios que servem como mercenários a soldo de Washington e Tel Aviv terão melhor sorte que os pobres diabos curdos que fingiam defender essa porcaria de cidade semi-destruída perdida no meio de um deserto.

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  2. Deixei de fabricar armas para salvar vidas

    LEVÁVAMOS uma vida pacata e simples em Drama, no norte da Grécia, onde nasci em 1932. Meu pai costumava me falar sobre o que ele queria que eu fizesse. Ele me incentivava a estudar nos Estados Unidos. Após a Grécia ser pilhada, durante a Segunda Guerra Mundial, havia um ditado entre os gregos: “Vocês podem roubar nossos bens, mas jamais conseguirão roubar o que há em nossas mentes.” Eu estava decidido a obter educação superior e adquirir algo que ninguém jamais conseguiria roubar

    Após minha formatura numa escola técnica em Atenas, em 1953, viajei para a Alemanha, para tentar arranjar emprego e estudar ao mesmo tempo. Isso não deu certo, e viajei para outros países. Depois de algumas semanas, fui parar em um porto da Bélgica, sem nenhum dinheiro.

    Vida nova na América
    A vida nos EUA era difícil para um imigrante que não falava o idioma e não tinha dinheiro algum. À noite eu tinha dois empregos e de dia me esforçava para ir à escola. Fiz cursos em vários colégios e consegui um diploma. Depois, ingressei na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, e me formei em ciências em física aplicada. As palavras de meu pai sobre obter educação me deram forças durante aqueles anos difíceis.

    Eu trabalhava para a Força Aérea dos Estados Unidos, numa companhia espacial que fabricava mísseis, em Sunnyvale, Califórnia. Trabalhei em vários projetos aeroespaciais, incluindo os programas Agena e Apollo. Cheguei até a receber medalhas por ter colaborado com as missões Apollo 8 e Apollo 11. Após isso, continuei os estudos e fiquei bastante envolvido em diversos projetos militares, espaciais.

    Decisão difícil

    Como pode imaginar, esse era um grande desafio. Eu tinha um emprego que me dava prestígio. Havia me esforçado anos a fio, trabalhando, estudando e fazendo sacrifícios para chegar aonde estava. Eu havia progredido dentro da companhia e agora estava prestes a abandonar minha carreira.

    Em menos de seis meses, mudamos nosso estilo de vida e reduzimos as despesas familiares pela metade. Daí, vendemos nossa casa luxuosa e compramos uma menor em Denver, Colorado. Estava então pronto para o último passo — deixar o emprego. Preparei a carta de demissão, explicando minha posição de consciência. Naquela noite, após meus filhos irem para a cama, eu e minha esposa nos ajoelhamos e oramos
    conforme descrito no início deste artigo.

    MORTE AOS FABRICANTES DE ARMAS…VIDA LONGA AOS PACIFISTAS DE VERDADE.

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