ONU desesperada pede reforço da ajuda ao Iraque no combate ao Estado Islâmico

O Conselho de Segurança das Nações Unidas convocou o mundo nesta sexta-feira (17) a dar mais apoio ao governo iraquiano em seu esforço para combater o grupo jihadista Estado Islâmico (EI).

Em um comunicado unânime, os 15 membros do Conselho condenaram “a corrente selvagem de suicídios, atentados com carros-bomba e outros ataques” em Bagdá e nas províncias ao redor organizados pelo EI. Os atentados mataram dezenas de pessoas,incluindo policiais,mulheres,idosos e crianças.

O Conselho “exortou a comunidade internacional, com base na legislação internacional, a promover e ampliar o apoio ao governo do Iraque, incluindo as forças de segurança iraquianas, na luta contra o EI e os grupos armados associados”.

Na sexta-feira, aviões atacaram posições do Estado Islâmico na Síria, enquanto as forças iraquianas combatiam os jihadistas na província de Tikrit, ao norte de Bagdá. Mas infelizmente o EI continua a avançar. A previsão para acabar com o EI talvez seja de 40 anos,afirma general americano.

Publicado em 10/18/2014, em Notícias e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. 3 Comentários.

  1. ISSO É MAIS IMPORTANTE…NÃO SE DESVIE DO OBJETIVO.

    Aécio e Bancos Públicos
    15 de outubro de 2014

    por Mansueto de Almeida

    É impressionante o terrorismo eleitoral que se faz em cima dos
    bancos públicos. Você que trabalha em um banco público, olhe ao seu
    redor e me diga o que aconteceu nos últimos oito anos? Veja quem é o seu
    chefe e notará que nem sempre ele é o mais competente e qualificado da
    sua área.

    Se você trabalha na sede do Banco do Brasil, no Setor Bancário Sul em
    Brasília, e almoça em um daqueles restaurantes self service
    de R$ 30 a 40 o kilo, nós possivelmente já nos encontramos algumas
    vezes. A minha rotina era almoçar ali todos os dias e aproveitar para
    conversar com colegas dos bancos público que sempre me contavam de
    alguns casos de indicações políticas para cargos de chefia no Banco do
    Brasil e Caixa Econômica Federal.

    Na Caixa Econômica Federal, outra instituição de excelência, o
    excessivo controle do Planalto no direcionamento de alguns empréstimos
    do Banco desagrada funcionários de carreira. O banco foi inclusive
    obrigado a se tornar sócio de frigoríficos a pedido do governo. Olhe ao
    seu redor e veja também se os mais competentes funcionários de carreira
    estão sendo devidamente reconhecidos pela direção do Banco.

    Há um grupo de pessoas que não consegue discutir ideias e tenta
    inventar mentiras, com destaque para edição de um vídeo com o economista
    Armínio Fraga que o Sindicato dos Bancários do DF colocou na sua página
    na internet e que sugere, equivocadamente, que Armínio defende o
    fechamento de bancos públicos. Não há a mínima possibilidade disso
    acontecer.

    O que o senador Aécio quer é justamente o contrário. Ele quer
    fortalecer os bancos públicos, diminuir a ingerência política nessas
    instituições e premiar funcionários de carreira que tenham se destacado
    no cumprimento de suas funções.

    Como todos sabem, o uso politico dos bancos públicos tomou uma
    dimensão tão grande que a própria Caixa Econômica Federal (CEF),
    incomodada com os atrasos de repasses de verbas para o pagamento dos
    programas sociais, passou a questionar o seu Departamento Jurídico e a
    AGU para ver se o Banco estava financiando o Tesouro Nacional, já que
    passou a pagar benefícios sociais e não recebia os repasses de recursos
    do Tesouro. O Banco Central e o Tribunal de Contas da União passaram a
    investigar essas operações.

    Ontem, amigos meus na CEF me falaram de uma suposta operação na qual
    dois milhões de contratos com problemas (2.000.000!!!) foram repassados
    da CEF para a EMGEA para “limpar” o balanço da instituição e estes
    contratos não seriam contratos de financiamento habitacional. Será que
    isso é verdade? Se for será mais um escândalo.

    Há no entanto duas grandes mudanças planejadas para os bancos
    públicos. Primeiro, o programa do senador Aécio quer despolitizar os
    bancos públicos e valorizar os funcionários de carreira dessas
    instituições. Não existirá mais pressão “de cima” para a CEF, por
    exemplo, se tornar acionista de frigoríficos ou financiar o Tesouro
    Nacional.

    Segundo, o funding para os bancos públicos precisa ser devidamente
    debatido e os custo explicitados para a sociedade como acontece com os
    demais programas de politica pública. Não é normal o Tesouro Nacional
    aumentar o seu endividamento em quase 10 pontos do PIB para emprestar
    para bancos públicos, em especial o BNDES, quando deveríamos estar
    debatendo uma fonte de recurso estável e permanente para todos os bancos
    públicos que não fosse o aumento continuo da dívida em uma País que já
    paga de juros mais do que a Grécia.

    Um grupo de funcionários do Banco do Brasil (BB) me enviou um
    documento no qual mostram que o Banco tem um fluxo de caixa confortável
    mas que não tem uma situação confortável de capital próprio e, assim,
    será necessário, no futuro, uma nova capitalização do BB. Isso é
    verdade? Por que até agora o governo não resolveu este problema?

    Assim, para que não fiquem dúvidas, o candidato Aécio Neves pretende
    fortalecer o papel dos bancos públicos e o mesmo vale para Armínio
    Fraga. Mas se o seu chefe de divisão for alguém tradicionalmente ligado
    ao PT e sem competência para o cargo, há o risco de você funcionário de
    carreira se tornar o chefe dele. Ele sim deve se preocupar, pois o
    “chefe que chegou de São Paulo indicado pelo partido” será algo do
    passado.

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  2. Tudo isso poderia ser evitado, se o USA não tivesse mentido sobre as “armas de destruição em massa” no Iraque em 1992. Ate hoje estão devendo; Onde estavam essas armas? Na cabeça diabólica do Bush.

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  3. eadem@ig.com.br

    No tempo de Bush, esse imbecil gastou as últimas reservas financeiras norte-americanos fazendo uma guerra estúpida contra o Iraque e outra contra o Afeganistão.

    Na época, as tropas de Bush ganharam territórios, derrubaram governos, mas perderam ambas guerras que prosseguem até hoje, pois depois de ocupar àqueles dois países os EUA não souberam fazer a paz.

    Agora os EUA estão em franca decadência e se não têm grana pra sediarem nem mesmo uma Copa do Mundo (nem se candidataram), quanto mais para fazerem nova guerra.

    Mas este problema causado pelo EI existe e como foi criado pelos EUA e não pela ONU, por que os outros países deveriam tapar buracos bélicos inventados pela incompetência norte-americana?

    Os EUA que solucionem a trapalhada que criaram e nenhum país tem que socorrer a ONU coisa nenhuma, pois essa entidade faz o jogo político cretino de Washington e não o do interesse internacional.

    Ou por que os que se beneficiam de venda de armas como os próprios EUA, os ingleses, franceses, belgas, israelenses e outros palhaços fazedores de guerras não vão lá e acabam com a farra do EI?

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