Ao menos 400 morreram na batalha pelo controle de Kobani, na Síria

Ao menos 400 pessoas foram mortas nas últimas três semanas em batalhas entre o grupo radical Estado Islâmico (EI) e combatentes curdos pelo controle da cidade síria de Kobani, informou um grupo de monitoramento nesta terça-feira (7).

Militantes de ambos os lados e ao menos 20 civis morreram, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos. A organização diz que documentou 412 mortes, mas que as cifras reais podem chegar ao dobro.

Depois de uma ofensiva iniciada há três semanas para tentar controlar a cidade estratégica curda, próxima da fronteira com a Turquia, os jihadistas do EI entraram na localidade na segunda-feira e ocuparam três bairros da zona leste, superando o combatentes curdos, que são menos numerosos e têm menos armas.

Na fronteira turca era possível ouvir os disparos procedentes da cidade, que ainda conta com uma bandeira curda hasteada na área central. Os combates de rua prosseguiram durante a noite.

Os aviões da coalizão liderada pelos Estados Unidos atacaram novamente nesta terça-feira as posições controladas pelo EI no sudoeste de Kobane.

Se os jihadistas, que já ocupam grandes regiões do norte e do leste sírio, conquistarem a totalidade de Kobane, a terceira principal cidade curda da Síria, eles dominarão uma longa faixa ininterrupta de território na fronteira Síria-Turquia.

Muitos habitantes da cidade fugiram por temor das represálias dos jihadistas, que espalham o terror nas regiões que controlam na Síria e no Iraque, com estupros, execuções, perseguições e outras atrocidades.

Os combates nas ruas acontecem agora nos bairros do sul e oeste de Kobane (Ain al-Arab em árabe), anunciou o diretor do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH, uma ONG com sede na Grã-Bretanha), Rami Abdel Rahman.

Rahman também citou ataques da coalizão contra as posições do EI nos subúrbios do leste e sudeste da cidade.

FONTE: G1

Publicado em 10/07/2014, em Notícias e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. jose camargo

    Muitos habitantes da cidade fugiram por temor das represálias dos jihadistas, que espalham o terror nas regiões que controlam na Síria e no Iraque, com estupros, execuções, perseguições e outras atrocidades. (citado da matéria acima)

    Bonzinhos esses facínoras. E ainda tem gente nesse Blog que defende essas feras. Ta com do EI??? VAI PRA LA; LUTAR FAVOR deles.

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  2. eadem@ig.com.br

    Ah, tá explicado! É porque os curdos estão em menor número e além disso têm poucas armas!

    Então, a sábia coalizão tem que mandar pra os “marines”, o exército de Israel, ou os “cruzados” da NATO imediatamente até lá pra enfrentá-los!

    E pra fornecer-lhes armas, os EUA, Inglaterra, França, Bélgica e Israel têm que vender armas novas e em grande quantidade para eles!

    Mas os curdos não têm dinheiro pra pagar?

    Podem pagar com petróleo…

    Mas o petróleo deles é pouco e os turcos podem ficar chateados?

    Então os curdos podem pagar com as papoulas que plantam, extraindo muito ópio delas e dando o troco com haxixe da melhor qualidade!

    Ainda é pouco?

    Ora, se as mulheres curdas forem bonitas é só venderem as melhores, de 10 anos pra cima, aos cafetões judeus que eles saberão como arranjar dinheiro com elas.

    Ou os curdos podem fabricar tapetes…

    Não! Não é pra pagar as armas!

    Estou me referindo a tapetes mágicos… daqueles que voam, entendem? Para os curdos fugirem neles!

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