Israel cancela venda de UAVs para a Ucrânia

heronIsrael decidiu não vender aviões não-tripulados para a Ucrânia por medo de que a exportação de UAVs irritaria a Rússia.

Relatório do Ministério da Defesa aprovou negócio, mas temendo a resposta da Rússia, o comitê do Ministério do Exterior vetou o acordo.

O relatório acrescentou que a Rússia bloqueou a venda de armas ao Irã e à Síria recentemente. A venda israelense aos ucranianos poderia provocar a vender de mais armas à Síria e ao Irã, arqui-inimigo do Estado judeu.

Uma delegação ucraniana visitou Israel com vista à aquisição de equipamento militar, incluindo drones para usar contra os separatistas pró-russos.

Israel manteve silêncio sobre a crise Ucrânia-Rússia, em busca de não perturbar as suas boas relações com os Estados Unidos e ao mesmo tempo mantendo boas relações com Moscou, um jogador importante nas questões regionais, como a guerra civil síria e as ambições nucleares do Irã.

FONTE: Times Of Israel – Tradução e edição: CAVOK

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Sobre Francisco Santos

Francisco Santos é jornalista a mais de 5 anos, hoj é correspondente do Jornal Diário do Estado (Paraná), em seus momentos livres escreve para o Blog Alvo na TV, com colunas críticas, imparcial, profissional ao extremo e dedicad ao mundo da TV. É fundador e dono do Blog de defesa Guerra & Armas, que já conta com um crescimento considerável e esta prestes a se tornar um dos maiores Blogs de defesa do país, com compromisso e credibilidade o jornalista Francisco Santos mostra toda sua qualidade e amor ao que faz.

Publicado em 09/22/2014, em Israel, Oriente Médio, Russia e marcado como , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 3 Comentários.

  1. Fez bem em não vender. Fogueira que não recebe mais combustível; acaba se extinguindo por si só. Ja basta o tanto que passou queimando vítimas inocentes.

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  2. eadem@ig.com.br

    Não que se possa confiar no agressivo, arrogante e intransigente Israel, mas com cheiro de guerra no ar, Tel Aviv achou mais prudente não cutucar o urso russo com vara curta, pois em caso de conflito, bastaria uma bomba de hidrogênio de 100 megatons pra riscar Israel e seus ocupantes judeus definitivamente do mapa. Mas não se iludam: Israel depende dos EUA para defender-se e principalmente, para atacar. E em caso de guerra, mais dia menos dia os judeus teriam que entrar no conflito ao lado dos ocidentais. E neste caso é claro que Moscou deve ter uma ou duas ogivas de 100 megatons já previamente reservadas para detonarem de vez à terra nada “santa” ocupada pelos descendentes dos matadores de Cristo.

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  3. Mais um incentivo dos 5 hipócritas que detém assento permanente na ONU, tá mais do que óbvio a diferença que um arsenal nuclear faz para um país na diplomacia.

    Agora imaginem se a Rússia não tivesse armas nucleares.

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