PESQUISA NACIONAL APONTA QUE PMMG E PC DO DISTRITO FEDERAL SÃO AS MAIS CONFIÁVEIS DO BRASIL

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Os moradores de Minas dão crédito de confiança à polícia militar que têm.  E a população do DF, à polícia civil. Na maioria dos estados, corporação (PM) tem maior confiança por parte da população do que polícia civil

Minas Gerais é o único estado do Brasil em que um em cada quatro cidadãos diz confiar muito – vale frisar, muito – na polícia militar. E é apenas no Distrito Federal que a polícia civil recebe consideração semelhante da população. O retrato de quem está conseguindo obter respaldo dos moradores na busca por cidades mais seguras está na Pesquisa Nacional de Vitimização, do Ministério da Justiça.

O levantamento mostra que, na maioria dos estados, a polícia militar tem mais respaldo que a civil.

Esse resultado de percepção dos habitantes varia muito em relação ao feedback dado por quem foi de fato atendido pelas forças policiais, assunto também abordado em EXAME.com no final do ano passado.

Cita-se como exemplo uma situação curiosa: as polícias do Rio de Janeiro estão entre as de pior imagem dentre todas as forças de segurança estaduais do Brasil.

Entretanto, elas aparecem muito bem posicionadas nacionalmente quando avaliadas por quem precisou delas em algum momento no ano anterior à pesquisa (compare os dois dados).

O levantamento foi feito pelo Datafolha e divulgado na semana passada. Foram entrevistadas 78 mil pessoas em 346 municípios, no período de junho de 2010 a maio de 2011 e junho de 2012 a outubro de 2012.

BY: Exame.com

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Sobre Francisco Santos

Francisco Santos é jornalista a mais de 5 anos, hoj é correspondente do Jornal Diário do Estado (Paraná), em seus momentos livres escreve para o Blog Alvo na TV, com colunas críticas, imparcial, profissional ao extremo e dedicad ao mundo da TV. É fundador e dono do Blog de defesa Guerra & Armas, que já conta com um crescimento considerável e esta prestes a se tornar um dos maiores Blogs de defesa do país, com compromisso e credibilidade o jornalista Francisco Santos mostra toda sua qualidade e amor ao que faz.

Publicado em 09/19/2014, em Minas Gerais, Polícia Militar e marcado como , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 8 Comentários.

  1. eadem@ig.com.br

    Qualquer polícia do mundo é confiável se tiver comandante confiável. Polícia com comandante político é uma merda. Pior ainda quando é bandido. Pessoalmente eu advogo que todas as polícias fossem federalizadas e em seguida, altamente expurgadas de todos os elementos nocivos, se possível, fuzilando sumariamente todos os patifes nelas existentes. Em todos os escalões. Stalin fez isso na Rússia e Hitler fez na Alemanha. E foram as melhores polícias do mundo às suas épocas, com seus policiais sendo tão fiéis que eram capazes de prenderem as próprias mães e irmãos se estivessem errados. Mas aqui no Brasil o que temos? Um povinho safado que elege bandidos e se temos um governo ladrão, um judiciário corrupto, um MP safado e uma polícia bandida, vamos fazer o quê?

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  2. A primeira coisa seria parar de escrever coisas inverídicas, depois parar de comparar o sistema democrático em que vivemos com o nazismo. Pode-se até discordar, e é justamente por termos liberdade q o fazemos, do contrário estaríamos reféns de nossos próprios familiares, e para quê? Para impor a vontade e visão de mundo de algum doente de pedra que em determinada hora perde a própria linha de pensamento, mas n é p tanto. Temos problemas sem dúvida, mas qual país n tem? Além disso, estamos evoluindo, aprendendo com nossos erros. Exemplo disso é q a imprensa golpista já n engana mais como fazia, isso confesso por um ex todo poderoso da TV q escreveu um livro a pouco(Sr Boni). Outro é a liberdade de ação da PF que atua em todas as frentes, denunciando quem quer que seja, diferentemente de alguns anos atrás, quando não podia exercer sua função livremente. Ainda outro a melhora no acesso à educação, hoje temos milhares de pessoas fazendo faculdade aqui e no exterior, coisa q era impensável à 12 anos. Enfim, exemplos não faltam, oq falta é reconhecimento e discernimento de certas pessoas do q é notícia e do que é noticioso, e se vê todo dia nos telejornais mais assistidos. Da parcialidade da imprensa toda poderosa, deformadora de opinião.

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  3. A primeira coisa seria parar de escrever coisas inverídicas, depois parar de comparar o sistema democrático em que vivemos com o nazismo.(citação de Cordova, com devida VENIA)

    E viva a liberdade expressão, ainda que seja para escrever bóst@ como fazem fanáticos destituídos de razão e idiotas de todos tipos. Comparar liberdade com Nazismo e Bolchevismo, é no minimo uma perfeita insanidade.

    Se o Nazismo fosse tão bom teria existido ate hoje. É so ver a atrocidades cometidas em nome da “raça” superior na Polônia e demais países invadidos por esse famigerado bigodinho. A unica pouca vingança da antiga URSS contra Berlim, foi apenas e decorrência de um final de Guerra e entrada dentro da nação Alemã, onde o povo inocentes pagaram sem merecerem.

    Às vezes, sofremos em resultado das escolhas egoístas de outras pessoas. Os humanos têm cometido as maldades mais perturbadoras, desde as atrocidades do nazismo até abusos de crianças. Por usarem mal o livre-arbítrio, alguns tomam decisões que causam sofrimento a outros.

    A nação que descendeu de Gômer é historicamente associada com os antigos cimerianos, raça ariana que evidentemente se fixou na região ao N do mar Negro. No oitavo século AEC, durante o reinado do rei assírio Sargão, aparentemente eles foram expulsos pelos citas para o outro lado do Cáucaso (a região montanhosa entre os mares Negro e Cáspio).

    Os cimerianos avançaram através da Ásia Menor, atacando o reino de Urartu (Ararate) e penetrando na Ásia Menor oriental, onde o nome armênio para Capadócia, Gamirkʽ, sem dúvida reflete a invasão deles. Confrontados pelo forte Império Assírio ao L, os cimerianos avançaram para o O e guerrearam contra os frígios e os lídios. Foram finalmente expulsos da Lídia pelo rei lídio Aliates (antecessor de Creso).

    Os medos eram uma raça ariana, portanto, do tronco jafético e evidentemente descendentes de Madai, filho de Jafé. (Gên 10:2) Estavam relacionados com os persas em raça, língua e religião.

    Os conceitos básicos de Gobineau — a divisão em três raças, a linhagem do sangue, a raça ariana, — não tinham qualquer base científica, e são completamente desacreditados pela comunidade científica moderna. Não obstante, foram prontamente adotados por outros. Entre estes havia um inglês, Houston Stewart Chamberlain, que ficou tão apaixonado pelos conceitos de Gobineau que fixou residência na Alemanha e promoveu a causa de que apenas através dos alemães havia esperança de preservar a pureza da raça ariana. Obviamente, os escritos de Chamberlain passaram a ser amplamente lidos na Alemanha, e o resultado foi vil.

    ESTUDAR AS ORIGENS DAS COISAS É MELHOR DO QUE FICAR DEFECANDO TEXTO SEM NEXO.

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  4. A policia tanto federal, civil e militar, assim como as forças armadas e o judiciário de um pais sempre tem que estar acima de questões partidárias/ideológicas, não é a toa que em uma pesquisa, as forças armadas estão no topo a lista de instituições mais confiáveis da população e esperado e infelizmente nossos partidos políticos(seja base do governo ou da oposição) estão em ultimo da pesquisa.

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  5. Enquanto dormimos….. ACORDA BRASIL…..

    ISSO VALE A PENA LER…
    Essa matéria é sensacional

    Juíza Dra. Marli às Forças Armadas!

    MENSAGEM DIRIGIDA PRINCIPALMENTE AOS MAIS JOVENS QUE SÓ CONHECEM A HISTÓRIA CONTADA PELOS BANDIDOS QUE HOJE DESGOVERNAM O PAÍS.
    É UMA QUESTÃO DE TEMPO E ESSE TEMPO ESTÁ QUASE NO LIMITE…
    ACORDA BRASIL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Da Juíza às Forças Armadas

    Os militares precisam descobrir a força que a instituição tem.

    Há anos venho acompanhando as notícias sobre o desmantelamento das Forças Armadas e sobre a relu-tância dos governos de FHC e de Lula em reajustar dignamente os salários dos militares.

    O cidadão ingênuo até pensaria que os sucessivos cortes no orçamento do Ministério da Defesa e a insis¬tência em negar os reajustes salariais à categoria poderiam, mesmo, decorrer de uma contenção de gastos, dessas que as pessoas honestas costumam fazer para manter em equilíbrio o binômio receita/despesa, sem com¬prometer a dignidade de sua existência.

    Mas, depois de tanto acompanhar o noticiário nacional, certamente já ficou fácil perceber que não é esse o motivo que leva o governo a esmagar a única instituição do país que se pauta pela ampla, total e irrestrita serie¬dade de seus integrantes e que, por isso mesmo, goza do respaldo popular, figurando sempre entre as duas ou três primeiras colocadas nas pesquisas sobre credibilidade.

    A alegação de falta de dinheiro é de todo improcedente ante os milhões (ou bilhões?) de reais que se des¬viaram dos cofres públicos para os ralos da corrupção política e financeira, agora plenamente demonstrada pelas CPIs em andamento no Congresso Nacional.

    O reajuste salarial concedido à Polícia Militar do Distrito Federal, fazendo surgir discrepâncias inadmissí¬veis entre a PM e as Forças Armadas para os mesmos postos, quando o dinheiro provém da mesma fonte paga¬dora – a União – visa criar uma situação constrangedora para os que integram uma carreira que sempre teve entre suas funções justamente a de orientar todas as Polícias Militares do país, consideradas forças auxiliares e reser¬va do Exército (art. 144, § 6º da Constituição Federal).

    Mas agora a charada ficou completamente desvendada. E se você, leitor, quer mesmo saber por que raios o governo vem massacrando as Forças Armadas e os militares, a ponto de a presidente da República sequer re¬ceber seus Comandantes para juntos discutirem a questão, eu lhe digo sem rodeios: é por pura inveja e por medo da comparação que, certamente, o povo já começa a fazer entre os governos militares e os que os sucede¬ram. Eis algumas das razões dessa inveja e desse medo:

    1) Porque esses políticos (assim como os ‘formadores de opinião’), que falam tão mal dos militares, sabem que estes passam a vida inteira estudando o Brasil – suas necessidades, os óbices a serem superados e as soluções para os seus problemas – e, com isso, acompanham perfeitamente o que se passa no país, podendo detectar a verdadeira origem de suas mazelas e também as suas reais potencialidades.

    Já os políticos profissionais – salvo exceções cada vez mais raras – passam a vida tentando descobrir uma nova fórmula de enganar o eleitor e, quando eleitos, não têm a menor ideia de por onde começar a trabalhar pelo país porque desconhecem por com¬pleto suas características, malgrado costumem, desde a candidatura, deitar falação sobre elas como forma de impressionar o público. Sem falar nos mais desonestos, que, além de não saberem nada sobre a terra que pre¬tendem governar ou para ela legislar, ainda não têm o menor desejo de aprender o assunto.

    Sua única preocu¬pação é ficar rico o mais rápido possível e gastar vultosas somas de dinheiro (público, é claro) em demonstra¬ções de luxo e ostentação.
    2) Porque eles sabem que durante a ‘ditadura’ militar havia projetos para o país, todos eles de longo prazo e em proveito da sociedade como um todo, e não para que os governantes de então fossem aplaudidos em comícios (que, aliás, jamais fizeram) ou ganhassem vantagens indevidas no futuro.
    3) Porque eles sabem que os militares, por força da profissão, passam, em média, dois anos em cada região do Brasil, tendo a oportunidade de conhecer profundamente os aspectos peculiares a cada uma delas, dedicando-se a elaborar projetos para o seu desenvolvimento e para a solução dos problemas existentes.
    Projetos esses, diga-se de passagem, que os políticos, é lógico, não têm o mínimo interesse em conhecer e implementar.
    4) Porque eles sabem que dados estatísticos são uma das ciências militares e, portanto, encarados com seriedade pelas Forças Armadas e não como meio de manipulação para, em manobra tipicamente orwelliana, justificar o injustificável em termos de economia, educação, saúde, segurança, emprego, índice de pobreza, etc.
    5) Porque eles sabem que os militares tratam a coisa pública com parcimônia, evitando gastos inúteis e conservando ao máximo o material de trabalho que lhes é destinado, além de não admitirem a negligência ou a malícia no trabalho, mesmo entre seus pares.
    E esses políticos perto não suportariam ter os militares como espelho a refletir o seu próprio desperdício e a sua própria incompetência.
    6) Porque eles sabem que os militares, ao se dirigirem ao povo, utilizam um tom direto e objetivo, falando com honestidade, sem emprego de palavras difíceis ou de conceitos abstratos para enganá-lo.
    7) Porque eles sabem que os militares trabalham duro o tempo todo, embora seu trabalho seja excessivo, perigoso e muitas vezes insalubre, mesmo sabendo que não farão jus a nenhum pagamento adicional, que, de resto, jamais lhes passou pela cabeça pleitear.
    8) Porque eles sabem que para os militares tanto faz morar no Rio de Janeiro ou em Picos(PI), em São Paulo ou em Nioaque(MT), em Fortaleza(CE) ou em Tabatinga(AM) porque seu amor ao Brasil está acima de seus anseios pessoais.
    9) Porque eles sabem que os militares levam uma vida austera e cultivam valores completamente apartados dos prazeres contidos nas grandes grifes, nas mansões de luxo ou nas contas bancárias no exterior, pois têm consciência de que é mais importante viver dignamente com o próprio salário do que nababescamente com o dinheiro público.
    10) Porque eles sabem que os militares têm companheiros de farda em todos os cantos do país, aos quais juraram lealdade eterna, razão por que não admitem que deslize algum lhes retire o respeito mútuo e os envergonhe.
    11) Porque eles sabem que, por necessidade inerente à profissão, a atuação dos militares se baseia na confiança mútua, vez que são treinados para a guerra, onde ordens emanadas se cumpridas de forma equivocada podem significar a perda de suas vidas e as de seus companheiros, além da derrota na batalha.
    12) Porque eles sabem que, sofrendo constantes transferências, os militares aprendem, desde sempre, que sua família é composta da sua própria e da de seus colegas de farda no local em que estiverem, e que é com esse convívio que também aprendem a amar o povo brasileiro e não apenas os parentes ou aqueles que possam lhes oferecer, em troca, algum tipo de vantagem.
    13) Porque eles sabem que os militares jamais poderão entrar na carreira pela ‘janela’ ou se tornar capitães, coronéis ou generais por algum tipo de apadrinhamento, repudiando fortemente outro critério de ingresso e de ascensão profissional que não seja baseado no mérito e no elevado grau de responsabilidade, enquanto que os maus políticos praticam o nepotismo, o assistencialismo, além de votarem medidas meramente populistas para manterem o povo sob o seu domínio.
    14) Porque eles sabem que os militares desenvolvem, ao longo da carreira, um enorme sentimento de verdadeira solidariedade, ajudando-se uns aos outros a suportar as agruras de locais desconhecidos – e muitas vezes inóspitos -, além das saudades dos familiares de sangue, dos amigos de infância e de sua cidade natal.
    15) Porque eles sabem que os militares são os únicos a pautar-se pela grandeza do patriotismo e a cultuar, com sinceridade, os símbolos nacionais notadamente a nossa bandeira e o nosso hino, jamais imaginando acrescentar-lhes cores ideológico-partidárias ou adulterar-lhes a forma e o conteúdo.
    16) Porque eles sabem que os militares têm orgulho dos heróis nacionais que, com a própria vida, mantiveram íntegra e respeitada a terra brasileira e que esses heróis não foram fabricados a partir de interesses ideológicos, já que, não dependendo de votos de quem quer que seja, nunca precisaram os militares agarrar-se à imagem romântica de um guerrilheiro ou de um traidor revolucionário para fazer dele um símbolo popular e uma bandeira de campanha.
    17) Porque eles sabem que para os militares, o dinheiro é um meio, e não um fim em si mesmo. E que se há anos sua situação financeira vem se degradando por culpa de governos inescrupulosos que fazem do verbo inútil – e não de atos meritórios – o seu instrumento de convencimento a uma população em grande parte ignorante, eles ainda assim não esmorecem e nem se rendem à corrupção.
    18) Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos Governos Militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a contaminá-lo por inteiro.
    19) Porque eles sabem que os militares passam a vida estudando e praticando, no seu dia-a-dia, conhecimentos ligados não apenas às atividades bélicas, mas também ao planejamento, à administração, à economia o que os coloca em um nível de capacidade e competência muito superior ao dos políticos gananciosos e despreparados que há pelo menos 20 anos nos têm governado.
    20) Porque eles sabem que os militares são disciplinados e respeitam a hierarquia, ainda que divirjam de seus chefes, pois entendem que eles são responsáveis e dignos de sua confiança e que não se movem por motivos torpes ou por razões mesquinhas.
    21) Porque eles sabem que os militares não se deixaram abater pelo massacre constante de acusações contra as Forças Armadas, que fizeram com que uma parcela da sociedade (principalmente a parcela menos esclarecida) acreditasse que eles eram pessoas más, truculentas, que não prezam a democracia, e que, por dá cá aquela palha, estão sempre dispostos a perseguir e a torturar os cidadãos de bem, quando na verdade apenas cumpriram o seu dever, atendendo ao apelo popular para impedir a transformação do Brasil em uma ditadura comunista como Cuba ou a antiga União Soviética, perigo esse que já volta a rondar o país.
    22) Porque eles sabem que os militares cassaram muitos dos que hoje estão envolvidos não apenas em maracutaias escabrosas como também em um golpe de Estado espertamente camuflado de ‘democracia’ (o que vem enfim revelar e legitimar, definitivamente, o motivo de suas cassações), não interessando ao governo que a sociedade perceba a verdadeira índole desses guerrilheiros-políticos aproveitadores, que não têm o menor respeito pelo povo brasileiro.
    Eles sabem que a comparação entre estes últimos e os governantes militares iria revelar ao povo a enorme diferença entre quem trabalha pelo país e quem trabalha para si próprio.
    23) Porque eles sabem que os militares não se dobraram à mesquinha ação da distorção de fatos que há mais de vinte anos os maus brasileiros impuseram à sociedade, com a clara intenção de inculcar-lhe a idéia de que os guerrilheiros de ontem (hoje corruptos e ladrões do dinheiro público) lutavam pela ‘democracia’, quando agora já está mais do que evidente que o desejo por eles perseguido há anos sempre foi – e continua sendo – o de implantar no país um regime totalitário, uma ditadura mil vezes pior do que aquela que eles afirmam ter combatido.
    24) Porque eles sabem que os militares em nada mudaram sua rotina profissional, apesar do sistemático desprezo com que a esquerda sempre enxergou a inegável competência dos governos da ‘ditadura’, graças aos quais o país se desenvolveu a taxas nunca mais praticadas, promovendo a melhoria da infra-estrutura, a segurança, o pleno emprego, fazendo, enfim, com que o país se destacasse como uma das mais potentes economias do mundo, mas que ultimamente vem decaindo a olhos vistos.

    25) Porque eles sabem que os militares se mantêm honrados ao longo de toda a sua trajetória profissional, enquanto agora nos deparamos com a descoberta da verdadeira face de muitos dos que se queixavam de terem sido cassados e torturados, mas que aí estão, mostrando o seu caráter abjeto e seus pendores nada democráticos.
    26) Porque eles sabem que os militares representam o que há de melhor em termos de conduta profissional, sendo de se destacar a discrição mantida mesmo frente aos atuais escândalos, o que comprova que, longe de terem tendências para golpes, só interferem – como em 1964 – quando o povo assim o exige.
    27) Porque eles sabem que os militares, com seus conhecimentos e dedicação ao Brasil, assim como Forças Armadas bem equipadas e treinadas são um estorvo para quem deseja implantar um regime totalitarista entre nós, para tanto se valendo de laços ilegítimos com ditaduras comunistas como as de Cuba e de outros países, cujos povos vêem sua identidade nacional se perder de forma praticamente irrevogável, seu poder aquisitivo reduzir-se aos mais baixos patamares e sua liberdade ser impiedosamente comprometida.
    28) Porque eles sabem que os militares conhecem perfeitamente as causas de nossos problemas e não as colocam no FMI, nos EUA ou em qualquer outro lugar fora daqui, mas na incompetência, no proselitismo e na desonestidade de nossos governantes e políticos profissionais.
    29) Porque eles sabem que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo, o governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer momento, pudessem provocar o chamamento popular da única instituição capaz de colocar o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da competência, da segurança e do desenvolvimento.
    30) Porque eles sabem, enfim, que todo o mal que se atribui aos militares e às Forças Armadas – por maiores que sejam seus defeitos e limitações – não tem respaldo na Verdade histórica que um dia há de aflorar.

    Abraços a todos da família militar

    Juíza Dra. Marli Nogueira,
    Justiça do Trabalho em Brasília.

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  6. Vejam esse vídeo e diz para mim se vivemos uma democracia:

    Ives Gandra Martins desmascara o PNDH-3, Programa Nacional de Diretos Humanos.

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  7. Confundem muito Estado com Governo. Estado é permanente, Gov. é temporário. O Estado é dividido em três poderes : Leg, Exe, Jud, Autarquias, Estatais, Polícias, FA…, Governo é uma parte da sociedade (escolhida através do voto direto) que põe/impõe em prática a sua visão de mundo e maneira de administrar, para o restante dessa mesma sociedade por um determinado período. Acordou-se que a isso se daria o nome de democracia. É perfeita ? Não é. Mas é o melhor que temos, e vai sendo aperfeiçoada com a ampliação da participação popular, com a reforma política, com a melhora no acesso aos serviços públicos, modernização da infraestrutura, maior facilidade para aquisição de bens, elevação do grau de educação, melhores salários…

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  8. Estado e governo são diferente, porem projetos como o citado é votado no legislativo e assinado e aprovado pelo governo, e projetos como o citado são proposto pela base do governo no legislativo que por fim é maioria, ou seja estado é o pais/povo, porém projetos assim são aplicados pelo regime que está governando o país e tem planos similares ao governo da Venezuela.

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