Israel usou armas proibidas na mais recente onda de ataques aéreos sobre a Faixa de Gaza

Segundo Ashraf al-Qedra, porta-voz de emergência de Gaza, a maioria dos mortos palestinos estavam queimados e mutilados, revelando o uso de fósforo branco nos recentes ataques israelenses contra o enclave costeiro.
Testemunhas também confirmaram que os corpos dos mortos nos bombardeios israelenses desmembram rapidamente.
Bombas e munição de artilharia e morteiros, quando contêm fósforo, explodem em flocos inflamáveis, mediante impacto. São artefatos incendiários e causam queimaduras terríveis, podendo mesmo ser letais. No jargão militar, o fósforo branco é referido como WP (white phosphorus) ou “Willy(ie) Pete”, expressão que data da Primeira Guerra Mundial mas ainda era comum, pelo menos até o período da Guerra do Vietnam.
Nas últimas décadas, porém, a tendência é o banimento do seu uso, contra qualquer alvo, civil ou militar, em razão dos severos danos causados pela substância e os especialistas acreditam que o fósforo deveria ser mesmo incluído entre as armas químicas, pois queima e ataca o sistema respiratório. Se incluído entre as armas químicas, o fósforo tornar-se-ia claramente ilegal.

Fonte: AFP

Publicado em 09/14/2014, em Notícias e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. 7 Comentários.

  1. Li em uma reportagem que um professor foi demitido do colégio por apresentar duas figuras em quadrinhos, sendo uma um soldado alemão e uma criança judia – e outro um soldado israelense e uma criança palestina.

    Se as autoridades de Israel utilizam “fósforo” em seus artefatos na população palestina, isso equivale às câmaras de gás utilizadas pelos alemães.

    Sou contra esse poderio de Israel e o muro de “Berlim” em volta do Estado Palestino.

    Isso é crime de guerra.

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  2. Sinceramente, não sei oq dizer sobre essa questão q se arrasta a tanto tempo sem o mínimo vislumbre de ser resolvida. Mas tem um povo sofrendo muito mais q outro.

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  3. eadem@ig.com.br

    Ora, isso não é nada demais! Afinal, os bons, puros e sempre humanitários JUDEUS podem assassinar impunemente a quem quiserem pois têm o aval da França, da Inglaterra e dos EUA. Mas sabem onde os judeus ganham dinheiro pra se armarem? Das bilionárias “reparações de guerra” que os trabalhadores alemães ainda pagam porque ao final da WWII meia-dúzioa de judeus vivaldinos mas ladrões alegaram que sofreram um verdadeiro “holocausto” por parte dos nazistas. Hoje sabe-se que não houve nenhum holocausto, mas os ATUAIS JUDEUS usam a grana que paga um holocausto que não para criarem um verdadeiro HOLOCAUSTO PALESTINO. E não tem Conselho de Segurança de ONU que dê jeito… pode?

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  4. Segundo Ashraf al-Qedra, porta-voz de emergência de Gaza, a maioria dos mortos palestinos estavam queimados e mutilados, revelando o uso de fósforo branco nos recentes ataques israelenses contra o enclave costeiro. (citação da matérfia)

    Bolas!! MORTE É MORTE…Ate Cain matou Abel com uma queixadea de jumento. Crime é horrivel de qualquer forma.

    HOLOCAUSTO EXISTIU??? No seu livro Em Busca de Sentido, Viktor Frankl mencionou que alguns de seus companheiros que sobreviveram ao Holocausto se depararam com esse tipo de pergunta depois que foram libertados dos campos de concentração.

    Museu dedicado ao genocídio e à sobrevivência
    O nome Holocausto origina-se de uma palavra grega encontrada na Bíblia, que significa um sacrifício em que a vítima era inteiramente queimada. (Hebreus 10:6) Mas esse museu refere-se ao “Holocausto patrocinado pelo Estado, uma perseguição e massacre sistemáticos da comunidade judaica européia pela Alemanha nazista e seus colaboradores, entre 1933 e 1945”. Os judeus foram as principais vítimas, mas o Estado quis também eliminar os ciganos, os deficientes físicos e mentais, os poloneses, os prisioneiros de guerra soviéticos, os homossexuais, as Testemunhas de Jeová e os dissidentes políticos.

    Ao entrar no museu, a primeira impressão que se tem não é nada acolhedora. Os campos de concentração nazistas eram projetados para intimidar as pessoas. O museu provoca essa mesma sensação. Olhando em volta você se vê em uma construção industrial de aço e tijolos, fria e de altura colossal, desprovida de qualquer sentimento. Da Sala do Testemunho, no primeiro andar, é possível ver até o telhado de aço e vidro no terceiro andar.

    W. Richard West Jr., indígena cheyenne do sul, fundador e diretor do museu, explica que o objetivo da exposição é “corrigir conceitos errôneos e promover uma melhor compreensão — tanto para nativos como para não-nativos — da vida e da cultura dos povos nativos desse hemisfério”. A visita a esse museu leva cerca de duas horas. Para onde vamos agora, nessa visita rápida pelas muitas exposições de Washington?
    Mas os Bastardos dizem: NÃO ACREDITO NÃO ACREDITO NÃO ACREDITO!!!!

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  5. Holocausto — as vítimas esquecidas
    “As políticas genocidas dos nazistas resultaram na morte de quase o mesmo número de gentios poloneses que o de judeus poloneses, tornando-os assim co-vítimas dum ‘Holocausto Esquecido’.” — “The Forgotten Holocaust” (O Holocausto Esquecido), de Richard C. Lukas.

    A Gula de Hitler Pelo Espaço Vital
    Quando os exércitos de Hitler invadiram a Polônia, em setembro de 1939, eles tinham ordens de executar a política de Hitler de conseguir o Lebensraum, espaço vital, para o povo alemão. Como declara Richard Lukas: “Para os nazistas, os poloneses eram Untermenschen (subumanos) que ocupavam uma terra que era parte do Lebensraum (espaço vital) cobiçado pela superior raça alemã.” Assim, Hitler autorizou suas tropas a matar “sem compaixão ou misericórdia, todos os homens, mulheres e crianças de descendência ou de língua polonesa. Apenas desta forma podemos obter o espaço vital de que necessitamos”.
    Em setembro de 1939 tiveram início os implacáveis horrores cometidos contra o povo polonês. Hitler havia dito: “A guerra deverá ser uma guerra de extermínio.” Heinrich Himmler, sequaz de Hitler, declarou: “Todos os poloneses desaparecerão do mundo. . . . É essencial que o grande povo alemão considere que uma de suas principais tarefas é destruir todos os poloneses.” Assim, o Holocausto não visava apenas os judeus poloneses; visava “todos os poloneses”.

    “Mesmo depois da rendição da Polônia [em 28 de setembro de 1939], a Wehrmacht [exército alemão] continuou a levar a sério a admoestação de Hitler, feita em 22 de agosto de 1939, quando ele autorizou matar ‘sem compaixão ou misericórdia, todos os homens, mulheres e crianças de descendência ou de língua polonesa’.” Como podia o exército alemão e as SS ser motivados a tal assassínio sem compaixão? Por lhes ter sido profundamente inculcado o ensino da supremacia da raça ariana, e da inferioridade de todas as outras. Assim, como Lukas declara em The Forgotten Holocaust: “A teoria nazista do império colonial na Polônia baseava-se na negação de humanidade para os poloneses, que, depois dos judeus, eram os que Hitler mais odiava.”

    MAS O ASNO VAI CONTINUAR A DIZER NÃO ACREDITO NÃO ACREDITO NÃO ACREDITO.!!!!!

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  6. Edilson Hugo Ranciaro… Bom dia caro Edilson..
    .Mas o ASNO vai continuar irredutivel…

    NÃO ACREDITO NÃO ACREDITO NÃO ACREDITO NÃO ACREDITO NÃO ACREDITO NÃO ACREDITO.

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  7. luiz anselmo pias perlin

    O tragico desta historia é que os homens acreditam que por terem sofrido por um erro horrivel que eles possuem o direito de cometer o mesmo erro mas a verdade é que Deus criou o homen para evoluir aprender com os erros e não mais repetilos mas existe ainda algo pior que É ELES ACREDITAM QUE POSSUEM O AVAL DE DEUS pesso que os amigos perdoem meus erros de portugues até porque errar no idioma é perdoavel mas repetir erros da história humana é uma burrice inasceitavel.

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