Aeronaves de ataque e ataque leve criadas pelo Brasil

A-1M\ A-1B > ataque ao solo e treinamento avançado> 53 unidades
Criado com parceria da Itália e Brasil.


AMX


AT\ T-27 : ataque leve e treinamento > 105 unidades
Criado pelo Brasil.

esquadrilha

 


A-29\ AT-29B > Treinamento avançado e ataque leve > 99 unidades
Criado pelo Brasil.

S tucano


T-25 > Treinamento básico > 57 unidades
Criado pelo Brasil.

t-25

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Publicado em 09/09/2014, em Notícias. Adicione o link aos favoritos. 3 Comentários.

  1. Guerras e Ataques não se faz “BELICAMENTE” Com recurso material. Mas com decisão Política e Ação Pratica. Fariam bem em por em pratica essas naves a Serviço da Vigilância, no Combate ao Trafico de Drogas via Aérea. Mas na hora do confronto; tem que pedir autorização Superior. Vai que essa remessa pertence a algum Político Famoso, como no caso do Helicóptero cheio de Drogas. Aí sobra pro Comandante da Missão, ou do Piloto da Aeronave.

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  2. eadem@ig.com.br

    O projeto do AMX é italiano, já tem mais de 30 anos e só parte do desenvolvimento é brasileiro. O “Tucano” é um projeto brasileiro uns 4 anos mais jovem que o do AMX e, queiram ou não, é uma espécie do alemão Me-109 G “Beule” misturado com o norte-americano P-51 “Mustang” e realmente incorpora as virtudes de ambos. Sua principal vantagem é o motor turbinado e obviamente outros sistemas avançados só vistos nos mais sofisticados trinadores avançados planeta a fora. Mas ainda é menos veloz que seus “avós”, embora tão manobrável. Mas cumpre a tarefa por tratar-se basicmente de um “treinador” e só depois é que vira avião de “ataque ao solo”. Já o AMX tem uma turbina de empuxe ridículo que não lhe dá velocidade e muito menos capacidade de carga útil. Nos anos 80, imaginava-se que a idéia fosse potencializá-lo de modo a ele superar o BAC-Jaguar britânico e talvez até, substitui-lo. Mas não se sabe por que, não aconteceu e ao meu ver, como plataforma de armas, ele é inferior ao argentino “Pucará” e com menor raio-de-ação. Mas nesta era de drones, já não se tem certeza de que valha à pena investir em aviões leves de ataque ao solo, pois EUA, Israel e outros já usam drones para essa finalidade com ótimos resultados. Creio até que o caminho para o futuro será por aí, restando aos aviões tripulados, talvez as função de caça/interceptador e bombardeiros de longo raio de ação e alta tonelagem; e com certeza, de transportadores, reabastecedores, treinadores, rastreadores (aéreos, terrestres e navais, incluindo anti-sub) e pouco mais que isso, porque até os reconhecimentos estratégicos ou táticos poderão ser muito melhor efetuados por aviões não tripulados. Detalhe: Além de não necessitar de um piloto que pode morrer ou ser aprisionado pelo inimigo, um drone é muito mais barato que qualquer avião de combate comum e muito mais manobrável e esquivo que eles.

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  3. Quando se construiu o AMX em parceria com a Itália, o BR deu um salto em tecnologia, agora será assim também com o Gripen e a Suécia. Parabéns ao Gov. brasileiro pela escolha.

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