Palestinos estimam que reconstrução de Gaza custará 6 bilhões de euros e levará 20 anos

A reconstrução da Faixa de Gaza, devastada por 50 dias de ofensiva israelense, custará cerca de 6 bilhões de euros, avaliaram analistas da Autoridade Palestina em um relatório apresentado nesta quinta-feira (4).

O Conselho Econômico Palestino para o Desenvolvimento e a Reconstrução, organismo da Autoridade Palestina, acrescentou que a reconstrução levará “cinco anos, se Israel suspender totalmente o bloqueio a Gaza”.

O acordo de cessar-fogo assinado no Cairo no fim do mês passado prevê uma redução do bloqueio imposto por Israel a Gaza desde 2006. Até agora, contudo, os materiais de construção ainda não passaram pelos postos de acesso a Gaza controlados pelo Estado de Israel.

Na quarta-feira, Mahmud Elkhafif, coordenador da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD)- encarregado da assistência ao povo palestino -, estimou que os trabalhos de reconstrução em Gaza custarão “no mínimo 4 bilhões de dólares”.

Durante a ofensiva israelense no território palestino, foram destruídas cerca de 40 mil moradias, 141 escolas, 29 hospitais, dezenas de fábricas e vastas extensões de terras cultivadas, segundo a ONU.

Já antes dos ataques deste ano, “a economia de Gaza estava em um estado de total decadência, por causa dos efeitos de sete anos de bloqueio israelense e das ofensivas militares do Estado de Israel em 2008 e 2012”, acrescentou Elkhafif.

FONTE: G1

Publicado em 09/04/2014, em Notícias e marcado como , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 4 Comentários.

  1. Edilson Hugo Ranciaro

    ISRAEL MANTÉM SEU CAMPO DE CONCENTRAÇÃO PROMOVENDO GENOCÍDIO DE UM POVO. QUER RETALIAR PARA QUE SEUS ANCESTRAIS SEJAM COMPENSADOS PELO QUE SOFRERAM. ISSO É CRIME DE GUERRA.

    CAMPO DE CONCENTRAÇÃO E MUROS SOMENTE EM ISRAEL, SOB O MANTO DA PSEUDA PROTEÇÃO.

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    • Caro Edilson.. vocer esta certo…O erro esta na vingança do passado. Passado é passado. Nunca devia ser motivo para revolver sepultura e descontar no presente.

      Holocausto — as vítimas esquecidas
      “As políticas genocidas dos nazistas resultaram na morte de quase o mesmo número de gentios poloneses que o de judeus poloneses, tornando-os assim co-vítimas dum ‘Holocausto Esquecido’.” — “The Forgotten Holocaust” (O Holocausto Esquecido), de Richard C. Lukas.
      HOLOCAUSTO — o que significa? De acordo com alguns dicionários, foi o genocídio de Judeus europeus, efetuado pelos nazistas, durante a II Guerra Mundial. Isto poderia facilmente dar a impressão de que apenas os judeus sofreram e morreram às mãos dos nazistas. Todavia, satisfazem-se à justiça e à verdade quando se aplica o termo “Holocausto” apenas às vítimas judias da era nazista?
      Declara o escritor Richard Lukas: “A palavra Holocausto sugere, para a maioria das pessoas, a tragédia que os judeus enfrentaram sob os alemães, durante a II Guerra Mundial. Dum ponto de vista psicológico, é compreensível que os judeus prefiram, hoje em dia, que este termo se refira exclusivamente à experiência sofrida pelos judeus. . . . Todavia, por excluir-se outros do Holocausto, os horrores que os poloneses, outros eslavos, e os ciganos suportaram às mãos dos nazistas, são muitas vezes ignorados, se não forem esquecidos.”
      Lukas também declara: “Para eles [os historiadores], o Holocausto limitava-se aos judeus, e eles, por conseguinte tinham muito pouco ou nada a dizer sobre os nove milhões de gentios, inclusive três milhões de [gentios] poloneses, que também pereceram na maior tragédia que o mundo já conheceu.”
      A Gula de Hitler Pelo Espaço Vital
      Quando os exércitos de Hitler invadiram a Polônia, em setembro de 1939, eles tinham ordens de executar a política de Hitler de conseguir o Lebensraum, espaço vital, para o povo alemão. Como declara Richard Lukas: “Para os nazistas, os poloneses eram Untermenschen (subumanos) que ocupavam uma terra que era parte do Lebensraum (espaço vital) cobiçado pela superior raça alemã.” Assim, Hitler autorizou suas tropas a matar “sem compaixão ou misericórdia, todos os homens, mulheres e crianças de descendência ou de língua polonesa. Apenas desta forma podemos obter o espaço vital de que necessitamos”.
      Em setembro de 1939 tiveram início os implacáveis horrores cometidos contra o povo polonês. Hitler havia dito: “A guerra deverá ser uma guerra de extermínio.” Heinrich Himmler, sequaz de Hitler, declarou: “Todos os poloneses desaparecerão do mundo. . . . É essencial que o grande povo alemão considere que uma de suas principais tarefas é destruir todos os poloneses.” Assim, o Holocausto não visava apenas os judeus poloneses; visava “todos os poloneses”.
      “Em todos os países ocupados, aplicava-se o terror. . . . Mas, na Polônia, todo o mundo foi submetido a tal brutalidade, e eram muito mais freqüentes as execuções em massa, baseadas no princípio da culpa coletiva, porque todo polonês, sem levar em conta a idade, o sexo, ou a saúde, era membro duma nação condenada — condenada pelos arquitetos políticos do partido e do governo nazistas”, diz Catherine Leach, tradutora do livro polonês Values and Violence in Auschwitz. Ela declara que Himmler considerava os poloneses como uma raça inferior, a ser mantida em servidão.
      “Mesmo depois da rendição da Polônia [em 28 de setembro de 1939], a Wehrmacht [exército alemão] continuou a levar a sério a admoestação de Hitler, feita em 22 de agosto de 1939, quando ele autorizou matar ‘sem compaixão ou misericórdia, todos os homens, mulheres e crianças de descendência ou de língua polonesa’.” Como podia o exército alemão e as SS ser motivados a tal assassínio sem compaixão? Por lhes ter sido profundamente inculcado o ensino da supremacia da raça ariana, e da inferioridade de todas as outras. Assim, como Lukas declara em The Forgotten Holocaust: “A teoria nazista do império colonial na Polônia baseava-se na negação de humanidade para os poloneses, que, depois dos judeus, eram os que Hitler mais odiava.”

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  2. eadem@ig.com.br

    Israel é mais ou menos do tamanho do estado do Rio de Janeiro, tem algumas plantações de laranjas e oliveiras, alguma pesca, não tem jazidas de petróleo, nem de diamantes e muito menos de ouro.

    Sequer tem ferro e sua indústria produz exclusivamente roupas, calçados e é claro: ARMAMENTOS. Inclusive sofisticados.

    De quebra, sua economia está sempre no vermelho e Israel só sobrevive por causa das doações de judeus ricos espalhados pelo mundo e principalmente pelas REPARAÇÕES DE GUERRA que a Alemanha ainda paga pra esses FDP.

    É minha gente! Os “bons” judeus faturam em cima dos mortos que não tiveram no “holocausto” de araque que também não aconteceu.

    Mas façam as contas: Desde 1949 – ou há 65 anos – pressionados pelos carcereiros norte-americanos, ingleses e franceses, os alemães trabalham como escravos e enviam bilhões de dólares e euros pra sustentar a vagabundagem judia que, ao invés de investir essa “grana preta” que recebe indevidamente dos bons alemães em bem-estar social e obras de infraestrutura… mas não… o que fazem os judeus bastardos?

    Gastam em material bélico pra manter o domínio do Oriente Médio, inclusive com armas nucleares cedidas às escondidas por criminosos governos norte-americanos do passado.

    Mas se existe alguma “justiça” neste mundo, se os governantes das nações poderosas estão mesmo interessados na paz, porque não fazem os alemães doarem aos palestinos o dinheiro que doam aos patifes israelenses?

    Seria uma boa saída para minimizar o sofrimento dos que além de terem suas terras invadidas e destruídas pelos judeus, ainda perderam muitos parentes e amigos no VERDADEIRO HOLOCAUSTO imposto pelos malditos filhos do CORNO ABRAÃO e da PROSTITUTA SARA que sempre infestaram as areias daqueles desertos igualmente amaldiçoados até mesmo por Jesus Cristo.

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  3. É minha gente! Os “bons” judeus faturam em cima dos mortos que não tiveram no “holocausto” de araque que também não aconteceu. (citação)

    Só os debeis mentais não acreditam.

    Holocausto — as vítimas esquecidas
    “As políticas genocidas dos nazistas resultaram na morte de quase o mesmo número de gentios poloneses que o de judeus poloneses, tornando-os assim co-vítimas dum ‘Holocausto Esquecido’.” — “The Forgotten Holocaust” (O Holocausto Esquecido), de Richard C. Lukas.
    HOLOCAUSTO — o que significa? De acordo com alguns dicionários, foi o genocídio de Judeus europeus, efetuado pelos nazistas, durante a II Guerra Mundial. Isto poderia facilmente dar a impressão de que apenas os judeus sofreram e morreram às mãos dos nazistas. Todavia, satisfazem-se à justiça e à verdade quando se aplica o termo “Holocausto” apenas às vítimas judias da era nazista?
    Declara o escritor Richard Lukas: “A palavra Holocausto sugere, para a maioria das pessoas, a tragédia que os judeus enfrentaram sob os alemães, durante a II Guerra Mundial. Dum ponto de vista psicológico, é compreensível que os judeus prefiram, hoje em dia, que este termo se refira exclusivamente à experiência sofrida pelos judeus. . . . Todavia, por excluir-se outros do Holocausto, os horrores que os poloneses, outros eslavos, e os ciganos suportaram às mãos dos nazistas, são muitas vezes ignorados, se não forem esquecidos.”
    Lukas também declara: “Para eles [os historiadores], o Holocausto limitava-se aos judeus, e eles, por conseguinte tinham muito pouco ou nada a dizer sobre os nove milhões de gentios, inclusive três milhões de [gentios] poloneses, que também pereceram na maior tragédia que o mundo já conheceu.”
    A Gula de Hitler Pelo Espaço Vital
    Quando os exércitos de Hitler invadiram a Polônia, em setembro de 1939, eles tinham ordens de executar a política de Hitler de conseguir o Lebensraum, espaço vital, para o povo alemão. Como declara Richard Lukas: “Para os nazistas, os poloneses eram Untermenschen (subumanos) que ocupavam uma terra que era parte do Lebensraum (espaço vital) cobiçado pela superior raça alemã.” Assim, Hitler autorizou suas tropas a matar “sem compaixão ou misericórdia, todos os homens, mulheres e crianças de descendência ou de língua polonesa. Apenas desta forma podemos obter o espaço vital de que necessitamos”.
    Em setembro de 1939 tiveram início os implacáveis horrores cometidos contra o povo polonês. Hitler havia dito: “A guerra deverá ser uma guerra de extermínio.” Heinrich Himmler, sequaz de Hitler, declarou: “Todos os poloneses desaparecerão do mundo. . . . É essencial que o grande povo alemão considere que uma de suas principais tarefas é destruir todos os poloneses.” Assim, o Holocausto não visava apenas os judeus poloneses; visava “todos os poloneses”.
    “Em todos os países ocupados, aplicava-se o terror. . . . Mas, na Polônia, todo o mundo foi submetido a tal brutalidade, e eram muito mais freqüentes as execuções em massa, baseadas no princípio da culpa coletiva, porque todo polonês, sem levar em conta a idade, o sexo, ou a saúde, era membro duma nação condenada — condenada pelos arquitetos políticos do partido e do governo nazistas”, diz Catherine Leach, tradutora do livro polonês Values and Violence in Auschwitz. Ela declara que Himmler considerava os poloneses como uma raça inferior, a ser mantida em servidão.
    “Mesmo depois da rendição da Polônia [em 28 de setembro de 1939], a Wehrmacht [exército alemão] continuou a levar a sério a admoestação de Hitler, feita em 22 de agosto de 1939, quando ele autorizou matar ‘sem compaixão ou misericórdia, todos os homens, mulheres e crianças de descendência ou de língua polonesa’.” Como podia o exército alemão e as SS ser motivados a tal assassínio sem compaixão? Por lhes ter sido profundamente inculcado o ensino da supremacia da raça ariana, e da inferioridade de todas as outras. Assim, como Lukas declara em The Forgotten Holocaust: “A teoria nazista do império colonial na Polônia baseava-se na negação de humanidade para os poloneses, que, depois dos judeus, eram os que Hitler mais odiava.”

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