Reino Unido diz estar perto de saber quem decapitou jornalista

Em vídeo sem data de Foley, o militante acusa os EUA de atacar o grupo Estado Islâmico no Iraque (Foto: AP)

O Reino Unido está perto de identificar o homem que foi mostrado decapitando o jornalista norte-americano James Foley em um vídeo divulgado pelo grupo radical islâmico Estado Islâmico na semana passada, afirmou o embaixador britânico nos Estados Unidos, Peter Westmacott, em entrevista à “CNN”. Pelo sotaque do homem, acredita-se que ele seja britânico.

“Estamos perto [de identificar o homem no vídeo]”, disse Westmacott ao programa “State of the Union”, da CNN, neste domingo (24). “Estamos colocando muitos esforços nisso”, disse ele que listou, entre as iniciativas, o uso de tecnologia de reconhecimento de voz para rastrear o assassino.

As autoridades britânicas estão tentando identificar o homem, que tem um sotaque londrino e foi apelidado de “Jihadi John” pela mídia britânica. O indivíduo mascarado decapitou Foley em um vídeo divulgado na terça-feira e também ameaçou um segundo jornalista americano capturado, Steven Sotloff.

Foley foi sequestrado na Síria em novembro de 2012. Já Sotloff foi capturado em 2013. O embaixador Westmacott disse que o homem encapuzado “vai além de um criminoso horrendo”

“Acredita-se que talvez até 500 súditos britânicos foram para a Síria e o Iraque para esta causa da jihad”, disse ele.

FONTE: G1

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Publicado em 08/24/2014, em Notícias e marcado como , , , . Adicione o link aos favoritos. 2 Comentários.

  1. “Acredita-se que talvez até 500 súditos britânicos foram para a Síria e o Iraque para esta causa da jihad” (citação da matéria)

    Se isso se confirmar; então o Reino Unido (ou Inglaterra) abriga um monte de escória humana. Ate parece um país da America do Sul que conhecemos por dar asilo para bastardos de toda especie.

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  2. eadem@ig.com.br

    Bem… assim fica mais fácil! Mas por que um britânico foi lutar na Síoria? Quem o paga? Isto me cheira a “armação” da CIA, que enviou esses caras pra lá a fim de tumultuarem o processo e provocarem uma guerra na qual os EUAZ apareceriam como o grande “libertador e disso ser aproveitaria para vender armas, que é o único negócio norte-americano que ainda sustenta parte da indústria do “pais mais rico do mundo”.

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