Arquivos do Blog

A REVOLUÇÃO DE 1930, BATALHA FINAL

   A presença de Minas Gerais entre os estados participantes do movimento revolucionário de1930, teve como causa fundamental as eleições que se realizaram a 01de março daquele ano para a presidência da república.
Em Belo Horizonte, onde a revolução começou ainda no dia 03de outubro, um pouco mais cedo do que no nordeste.
   A Força Pública (PMMG) combateu o 12º Regimento de Infantaria, por cinco dias, bem como, as outras unidades militares de Belo Horizonte que ofereceram pouca Resistência.

Na capital mineira, pôde-se inclusive assistir a batalhões formados por voluntários. Ao final da Revolução de 1930, depois de vencer a resistência oferecida pelo 12º Regimento de Infantaria em Belo Horizonte e de outros batalhões do Exército, no interior de Minas Gerais, a Força Pública ocupou o Espírito Santo; o sul da Bahia; o norte do Estado do Rio de Janeiro e expulsou as tropas paulistas que se encontravam no Triângulo Mineiro.

Fonte: Campo de Batalha

O dia em que Minas Gerais desafiou Fernando Henrique Cardoso

Em setembro de 2000, a Polícia Militar de Minas Gerais cercava o Palácio do Planalto, sede do governo mineiro em Belo Horizonte, barracas de campanha, viaturas do Choque, soldados armados no topo do palácio e usando toca ninja, protegiam o então governador do estado, Itamar Franco, que se protegia de um ‘suposto ataque’ vinda do governo de Itamar Franco que posicionou 295 soldados do exército brasileiro as portas de sua fazenda que estava ocupada pelo Movimento dos Sem teto (terra).

Jornais da Argentina noticiavam ”Brasil esta a beira da guerra civil’ no Brasil em parte, muitos estavam com medo de uma sangrenta guerra explodir e Minas Gerais poderia se emancipar do Brasil em pleno século XXI.

Veja a seguir trecho da reportagem da Veja:

o general Alberto Cardoso, chefe da área militar do Palácio do Planalto, trocou cinco ofícios com o comando da Polícia Militar mineira. Queria proteção da PM à fazenda dos filhos do presidente Fernando Henrique no município mineiro de Buritis, onde 600 militantes do Movimento dos Sem Terra acampavam como parte de um programa de mobilização desfechado em vários pontos do país. A PM mineira fez corpo mole, dando a entender que os sem-terra não representavam ameaça. Diante disso, o general Cardoso resolveu encerrar a lengalenga e mandou tropas federais para Buritis. Itamar ganhava ali o pretexto para desfraldar a bandeira da violação da autonomia de Minas. Pouco antes da meia-noite, ligou para o presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Velloso, que se preparava para dormir. “É uma invasão de Minas, intervenção branca. Minas não se curvará”, dizia Itamar. Em seguida, sondou a possibilidade de entrar no Supremo, ainda na madrugada, com uma ação impedindo as tropas de permanecer em Buritis. Velloso apresentou uma sugestão pacificadora:

.O Supremo está com as portas abertas 24 horas aos governadores. Mas, se me permitir, é melhor antes fazer uma tentativa de entendimento – aconselhou Velloso.

.Como assim? Entendimento de que tipo? – espantou-se Itamar.

O ministro sugeriu ao governador que fizesse uma carta dizendo que a Polícia Militar se comprometia a proteger a fazenda. Itamar ficou de pensar. Voltou a ligar para Velloso à 1h30 da madrugada para dizer que continuava pensando. No dia seguinte, em tom marcial, Itamar deu publicidade a uma carta que encaminhara ao presidente dizendo que a presença de tropas do Exército em Buritis “desvirtuava as funções constitucionais das Forças Armadas para promover a defesa do patrimônio dos seus descendentes” e “agredia a moralidade pública”. Por fim, dava um ultimato ao presidente: “Comunico-lhe que estarei aguardando a revogação da sua ordem arbitrária e ilegal no prazo de doze horas, quando, então, passarei a adotar as medidas que o caso comporta”. Irritado com o desafio a sua autoridade, Fernando Henrique chamou o ultimato de “bazófia” e disse que o Exército deixaria Buritis assim que a PM assumisse a proteção da fazenda. O ultimato encerrava-se às 6 da manhã de quarta-feira. Mas nem a PM mineira o levou a sério. Policiais hospedados num hotel perto de Buritis, com a missão de cuidar do caso, só acordaram às 8, duas horas depois do fim do “ultimato”.

Passaram-se as doze horas e nada aconteceu. Nem o Exército deixou Buritis, nem a PM mineira chegou ao local, nem os sem-terra invadiram a propriedade. Mas, antes que o espetáculo acabasse por falta de emoção, Itamar mandou cercar o Palácio da Liberdade com aquela parafernália de guerra, formada por atiradores de elite, carro blindado, cães, UTI móvel e helicóptero. Com o bunker montado, o governador convocou a imprensa. Ao explicar por que transformara o palácio em fortaleza, comparou-se ao ex-presidente chileno Salvador Allende, que morreu no golpe militar de 1973, depois de o Palácio La Moneda ter sido metralhado até por aviões da Força Aérea chilena. Enigmático, Itamar disse que dispunha de “informações sigilosas” que justificavam sua cautela. Aproveitou para dizer que Fernando Henrique era “mentiroso deslavado” e “petit fou” (louquinho, em francês) e classificou os termos de sua carta de “burrice” e “petulância”. Por fim, sacou nova provocação: informou que pedira à Procuradoria do Estado para achar uma forma legal de desapropriar a fazenda dos filhos de FHC.

 

Na verdade essa crise acabou de forma pacifica, a própria tropa mineira não se considerava engajada em campanha bélica, para nossa sorte, se fosse nos tempos de hoje, certamente uma revolução teria acontecido, hoje, o Palácio Tiradentes esta muito consolidado e suas ordens são cumpridas a risca, então torcemos para que nada mais desta natureza aconteça.

Qual a melhor ”Tropa de Elite” do Brasil?

Francisco Santos, Guerra & Armas.

Recentemente  o Guerra & Armas fez uma matéria sobre as tropas de elite do país e logo alguns leitores envolveram ”Unidades Táticas Especiais” e Unidades das Forças Armadas, diferentemente das Forças Armadas as polícias Militar, Civil e Federal possuem forças táticas especiais para atuarem na repressão de crimes, ou seja, o GATE,Grupamento ou Grupo de Operações Especiais, COE, GRE, BOPE, GARRA entre outros, esses Grupos ou Grupamentos são denominados; Grupos Táticos Especiais sendo comumente chamados na maioria dos estados de G.A.T.E, que significa, Grupo (Grupamento) de Ações Táticas Especiais, que como próprio nome já diz, coloca em prática táticas especiais em situações especiais.

Quem são e como atuam esses Grupos (Grupamentos) Especiais?

Os G.A.T.E, BOPE, GRE, GARRA, COE, TIGRE e outros, são grupos que atuam em missões policiais em que a polícia comum não pose atuar, os grupos táticos agem em sequestros, desativação de bombas, ações terroristas, situações onde o bandido usa armas superiories aos da polícia convencional entre outros.

A Brigada Paraquedista, Grupos de Elite do Exército, Fuzileiros, Tiro de Guerra, nenhum desses se encaicha em ”Tropa de Elite”, a palavra Tropa de Elite, designa uma força destacada, uma força especial atuante o que não é o caso das Forças Especiais, é por isso que o Guerra & Armas fará um novo levantamento com base em pesquisas e estudos sobre as 5 principais forças táticas das Polícias Militares somente, tendo em vista que são a polícia ostensiva:

Em primeiro lugar destaca-se o Grupo de Ações Táticas Especiais da Polícia Militar de Minas Gerais ou simplesmente, GATE-MG/GATE-PMMG

GATE Minas Gerais

Os militares do Grupamento de Ações Táticas Especiais possuem treinamento rigoroso e estão capacitados a atuar em várias áreas: desativação de artefatos explosivos; operações helitransportadas; pára-quedismo tático; operações em altura; operações aquáticas; tiro de precisão(sniper); gerenciamento de crises; montanhismo e patrulhamento em locais de alto risco.

Na  década de 1940, foi formado o primeiro Curso de Comandos no antigo Departamento de Instrução, que viria a se tornar a atual Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro. Nos finais da década de 1970 foi criado o Batalhão de Polícia de Choque e com ele o embrião do que se transformou na Companhia de Operações Especiais, que foi transformada em BME (Batalhão de Missões Especiais ) e atualmente GATE (Grupamento de Açoes Táticas Especiais ).

O GATE-MG recebe investimentos pesados e orgulha em ter hoje o recorde de não fazer vítimas em suas ações, ou seja, op GATE-MG é hoje o mais preparado do país para ações de anti-bomba, resposta tática e negociação de sequestro.

BOPE do Rio de Janeiro

Bom quanto ao BOPE do Rio de Janeiro, vamos dispensar explicações, pois o filme ”Tropa de Elite” já explicou tudo, no entanto vamos esclarecer o do porque o BOPE estar atrás do GATE-MG, a resposta é simples, o BOPE a anos deixou de ser um Grupamento de Ações Táticas Especiais e passou a ser uma terceira polícia no estado do Rio de Janeiro, o BOPE não é mais uma força de Elite que somente atua em casos especiais, o BOPE esta presente desde um simples policiamento de rotina nas favelas do Rio a uma ocupação geral de aglomerados, coisas que nenhum outro estado utiliza suas forças táticas para Tal, em Minas Gerais o GEPAR (Grupamento Especializado em Patrulhamento de Área de Risco) e a ROTAM (Rondas Táticas Metropolitanas) são as unidades responsáveis pelo patrulhamento e ações em favelas e aglomerados, o mesmo acontece em São Paulo com a ROTA.

No Rio de Janeiro o BOPE perdeu o ”status” de Força Tática Especial para ”Força Especial de Ação em Aglomerados”, na teoria o BOPE simplesmente atuaria em sequestros, trocas de tiros, situações com reféns, roubos a banco ou a estabelecimentos com reféns ou com suspeitos para abate (Snipes) entre outros.

Completam a lista os seguintes Grupamentos:

 

GATE-SP

O Grupamento de Ações Táticas Especiais do estado de São Paulo também figura entre os melhores do país, no entanto desastres mancharam a reputação da corporação como o caso da menina  Eloá que ficou a mercê de seu sequestrador durante horas e horas sem que a polícia tomasse uma atitude energética e ao final o GATE fez uma das ações mais desastrosas da história do país, mesmo assim o GATE-SP esta entre as 5 melhores pelo fato de ter um alto investimento se comparado com o Sul, norte e nordeste.

 

BOPE – Paraná

Batalhão de Operações Especiais (BOPE) é uma Organização Policial Militar (OPM) subordinada diretamente ao Comando Geral da Polícia Militar do Paraná (PMPR). A corporação é especializada em operações especiais e está capacitada a operar em todo o Estado do Paraná.

 

BOPE – Rio Grande do Sul (Sem descrição).

* Critérios Utilizados na Matéria:

Material Bélico:

GATE-MG, pontuou por possuir Veículo Antichoque (Controle de Distúrbios/Caveirão), diferentemente dos Caveirões do BOPE-RJ, a unidade mineira é dotada de aparato antibombas, antitumulto e distúrbio, perfuração, e apoio tático.

BOPE-RJ, o Batalhão possui homens treinados e bem preparados, no entanto seus veículos se transformaram em veículo de guerra urbana perdendo o caráter de tático em ocasiões especiais para tipicamente usado todos os dias.

As demais unidades da lista não obtiveram avaliações por não possuírem tal aparato, com destaque para o Paraná que fará a aquisição de veículos de ponta.

Recursos Humanos e Financeiros

O BOPE-RJ foi desclassificado desse critério por ser polícia urbana e ter investimentos unificados com toda a PMERJ.

GATE-MG, recebeu veículos novos, e conta com o apoio da Esquadrilha Pegasus além de possuir disponibilidade para ir a qualquer lugar do estado através da esquadrilha e estar em mais de 854 municípios mineiros, já a polícia do Rio levou bomba nesse critério.

GATE-SP teve ótima avaliação.

BOPE-PR, foi bem avaliado nesse critério o que o fez figurar entre os 5 maiores.

Foram utilizados outros critérios que estarão disponíveis na próxima matéria, lembrando que não somos especialistas e sim Jornalistas e Blogueiros, qualquer dúvida ou sugestões a matéria entre cm contato conosco.

 

Treinamento e Armas

GATE-MG e BOPE-RJ foram os mais bem avaliados por possuírem treinamentos das Forças Especiais Norte Americanas.

 

Ação

GATE-MG e SP foram bem, mas o BOPE-RJ pecou novamente por não ser mais uma força que é só chamada em situações especiais que realmente exija intervenção tática.

Belo Horizonte recebe equipamentos de segurança para a Copa

Novos equipamentos de segurança foram apresentados nesta quinta-feira (13) emBelo Horizonte, durante cerimônia na Cidade Administrativa. O evento ocorreu simultaneamente em todas as cidades-sede. As ferramentas vão ser usadas como reforço na Copa das Confederações. O ministro da Defesa, Celso Amorim, esteve na cidade para entrega dos equipamentos. A capital mineira recebeu 45 máscaras contra gases, dois desencarceradores, uma câmera para instalação em helicópteros, caminhões onde vão funcionar os Centros Integrados de Comando Móvel (CICM) e uma plataforma de observação elevada. O aparato continuará pertencendo à Minas para uso após a Copa do Mundo. Os investimentos somam R$ 37 milhões.

A presidente Dilma Rousseff participou do encontro via videoconferência. “Vamos deixar um grande legado para a população brasileira sob a forma da integração dos órgãos de segurança pública da União, dos estados e dos municípios”, afirmou.

De acordo com o Governo de Minas, os caminhões têm computadores, variando entre 9 ou 12 máquinas, câmera térmica, televisores, equipamentos de rádio, telefones, etc. Há ainda canhões de luz.

Ainda nesta quinta-feira (13), a Polícia Federal fez demonstrações com um robô adquirido pela coproração para combate a bombas. O robô tem quatro câmeras, consegue subir e descer escadas, se usado em espaço aberto pode ser controlado a quilômetros de distância, tem um gancho para mover artefatos, ferramentas de corte – se o explosivo estiver dentro de uma mochila, e pode disparar um tiro de água capaz de perfurar madeira e metais. A nova aquisição custa aproximadamente US$ 200 mil. A função principal do novo equipamento é a de manter segura a equipe antibombas.

Ingressos a estudantes
Durante o evento, Tiago Lacerda, da Secretaria Estadual Extraordinária da Copa (Secopa), informou que serão distribuídos dez mil ingressos para o jogo entre Japão e México a estudantes de escolas públicas estaduais e municipais de Belo Horizonte. A partida é no dia 22 de junho. A escolha dos alunos será feita a partir das notas.

 

Fonte: G1

Minas Gerais moderniza a sua polícia para combater criminosos

A Polícia Militar de Minas Gerais, a mais antiga e tida como melhor do país, ganhou novas viaturas nos últimos 5 anos, os policiais abandonaram de vez os revólveres calibre 38” que forma substituídos pelas Pistolas PT100 – Taurus.

Apesar dos altos índices de violência no estado, os crimes tiveram redução significativa nos últimos anos e vem sendo reduzidos ao longo dos meses de janeiro ate agora.

Confira agora as novas viaturas, armas e investimentos das policias militar de Minas Gerais:

cats

picape Pajero L200, nova viatura da PMMG

 

Palio Adventure da Polícia Rodoviária Estadual, recentemente a FIAT entregou 90 veículos a PMMG para fazer o patrulhamento do Anel Rodoviário da RMBH

Veículos Blindados do GATE e do Choque

Novas Blazers para o Batalhão ROTAM, Ações Táticas e Tático Móvel, e o emprego de novas motos na ROCAM e ROTAM

 

Novo FIAT UNO já esta sendo usado pela PMMG desde o começo do ano de 2011

A PMMG tem veículos 4×4 para acessar as localidades mais remotas do estado

O FIAT Pálio é o modelo mais usado nas patulhas comunitárias e de bairros em Belo Horizonte e no interior do estado de Minas Gerais

15 novas viaturas chegam para a 10ª Região da PMMG

Recentemente foi incorporado a frota das ”Patrulhas comunitárias” o modelo Gol da Volkswagen

 

Novas picaps da Polícia Militar de Meio Ambiente (Polícia Ambiental)

Foram comprados novos Fiat Doblô para a PMMG

 

A Polícia Rodoviária de Minas Gerais é dotada dos melhores e mais rápidos veículos

Guerra & Armas, todos os direitos reservados.

Caveirões da PMMG nunca foram usados

Os caveirões, como são conhecidas duas viaturas blindadas que pertencem à Polícia Militar de Minas Gerais, foram comprados por R$ 1,4 milhão. O objetivo era reforçar a tropa de elite da corporação no combate à criminalidade. No entanto, quase seis meses depois, eles ainda não foram usadas nas ruas. O motivo já era previsto por especialistas: não há demanda para o uso dos veículos no Estado.

As viaturas estão na sede do Batalhão de Polícia de Eventos (BPE) de Belo Horizonte, no bairro Gameleira, região Oeste da capital. Elas foram compradas para ficar à disposição do BPE e do Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate). Mas, até hoje, elas estão sendo utilizados apenas em treinamentos de policiais. Para especialistas em segurança pública, a situação é o resultado de um investimento equivocado das autoridades policiais já que o equipamento é de uso esporádico.

Raridade
Os veículos foram adquiridos pela Polícia Militar mineira em um convênio com a Secretaria Nacional de Segurança Pública. O problema é que as viaturas blindadas, feitas especialmente para os militares mineiros, foram compradas para uso em situações que raramente acontecem no Estado: resgatar policiais e pessoas feridas em locais de difícil acesso ou durante conflitos envolvendo multidões, rebeliões, remoção de barricadas, desobstrução de vias públicas e situações de atentados e ataques terroristas.

“O cenário da violência no Estado não exige da polícia um equipamento de guerra como esse”, afirmou o pesquisador do Centro de Estudo de Criminalidade e Segurança Pública da UFMG, Luis Felipe Zilli.
A opinião é compartilhada pelo coordenador do Centro de Pesquisas em Segurança Pública da PUC Minas, Luiz Flávio Sapori, desde a época das aquisições, quando foi entrevistado pela reportagem. Agora, ele reafirma que o uso dos caveirões é cada vez mais raro até mesmo em locais onde ocorrem conflitos constantes e intensos. “Não consigo visualizar uma utilização para esses veículos em Minas. Acredito que essas viaturas se tornarão peças de museu”.

O outro lado
Na avaliação do comandante do Policiamento Especializado de Minas Gerais, coronel Sandro Teatini, a aquisição dos caveirões foi um reforço na segurança pública. “Ainda bem que não foi necessário o uso das viaturas. Mas estamos preparados para utilizá-los se necessário”.

De acordo com Teatini, apesar de não terem sido utilizados em uma ação real de conflito, os blindados estão em excelente condição de conservação.

caveirões mg

Verba para qualificar

Os recursos utilizados na aquisição dos dois caveirões deveriam ter sido investidos na qualificação de pessoal e na qualidade dos equipamentos já utilizados pelo serviço de inteligência da polícia. Essa é a avaliação do pesquisador da UFMG Luis Felipe Zilli.

Ele afirma que, com um serviço de inteligência de qualidade, a polícia conseguiria trabalhar de maneira mais coordenada, rápida e, consequentemente, mais eficiente. “O investimento em inteligência é uma necessidade das polícias de todo o país”, ressalta. Para Zilli, a compra dos caveirões vai na contramão do histórico das ações da PM mineira. A Polícia Militar de Minas é reconhecida por um policiamento humanizado, preventivo e próximo, e não de confronto ou de guerra.

Também de acordo com Flávio Sapori, o dinheiro poderia ter sido investido em um treinamento mais qualificado das tropas de elites da PM. Ele acredita ser difícil a necessidade da utilização do caveirão no Estado.

Essa compra foi uma avaliação equivocada. Infelizmente, esse é um prejuízo que não tem mais como recuperar, lamenta o especialista em segurança. Na época em que a polícia divulgou a aquisição dos caveirões, especialistas já haviam criticado a compra..

Associação dos Bombeiros de Minas Gerais

Forças de Segurança começam a treinar para Copa do Mundo de 2014

Belo Horizonte – Nessa quarta-feira (10), as Polícias Militar, Federal  e  Rodoviária Federal de Minas Gerais, começaram a treinar situações de escolta de delegações e altas autoridades políticas e do mundo esportivo.

Nas simulações, batedores da PMMG e da PRF, escoltaram um comboio de carros oficiais ate o estádio do Mineirão na Pampulha, além da simulação de escolta as autoridades, foram simuladas possíveis situações de risco no gigante da Pampulha e no trajeto ao estádio.

Segundo o alto comando da Polícia Militar Mineira, a FIFA usará seguranças particulares, pois segundo a entidade eles são mais preparados para le dar com o torcedor estrangeiro e interno do que a própria polícia pois recebem treinamento direcionado para tratar com o público.

No entanto o alto comando da Polícia frisou que os estádios terão efetivos policiais para fazer a segurança nos estádios e intervir caso seja necessário, como em situações que aja armas, distúrbios ou violações da lei.

 

Fancisco Santos, Guerra & Armas.

%d blogueiros gostam disto: