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Caças da FAB treinam interceptação de aeronave no Rio de Janeiro

(Imagem: FAB / Ten. Enilton)

(Imagem: FAB / Ten. Enilton)

Dois caças F-5EM de alta performance da Força Aérea Brasileira (FAB) simularam a interceptação de um avião C-97 Brasília que sobrevoava o estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

O treinamento realizado nesta quarta-feira (29/05) é uma demonstração das ações de defesa aérea que podem acontecer caso uma aeronave descumpra as regras estabelecidas para voo em zona nas áreas restritas durante a Copa das Confederações.

Dado o Alerta, um caça parte para cumprir sua missão. (Imagem: FAB/Ten. Enilton)

Dado o Alerta, um caça parte para cumprir sua missão. (Imagem: FAB/Ten. Enilton)

As zonas de exclusão aérea (classificadas como reservada, restrita e proibida) estarão vigentes uma hora antes e quatro horas após o início do jogo. As medidas fazem parte do esquema de defesa elaborado pela FAB para grandes eventos como a Jornada Mundial da Juventude, Copa do Mundo e Olimpíadas.

(Imagem: FAB / Ten. Enilton)

Um F-5M intercepta o “avião suspeito”. (Imagem: FAB / Ten. Enilton)

No exercício, o C-97 decolou do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro. Ao sobrevoar o estádio do Maracanã, caças F-5 realizam a interceptação, seguindo um protocolo de segurança. A aeronave interceptada desvia o trajeto e é escoltada pelos caças até pousar, neste caso na Base Aérea de Santa Cruz, também na capital fluminense.

Assim que o avião pousa, entram em ação os militares da infantaria. O grupo de 14 homens e uma mulher do Batalhão de Infantaria Especial da Base Aérea dos Afonsos (BINFAE-AF) realizam as medidas de controle de solo. Um cão farejador também é utilizado na busca de explosivos.

Além dos caças supersônicos, serão empregadas aeronaves A-29 Super Tucano, helicópteros, aviões-radar, rebastecedores e aeronaves remotamente pilotadas para realizar a defesa do espaço aéreo nas cidades-sede.

 

FONTE: Agência Força Aérea Via Cavok

Maior acidente naval da história da marinha americana

Em 29 de julho de 1967, um foguete disparou por acidente a bordo do Forrestal, causando 134 baixas e a perda de 21 aeronaves. (Foto: Coleção particular do autor)

Em 29 de julho de 1967, um foguete disparou por acidente a bordo do Forrestal, causando 134 baixas e a perda de 21 aeronaves. (Foto: Coleção particular do autor)

Em 29 de julho de 1967 o fogo varreu o porta-aviões Forrestal na costa do Vietnã do Norte, no Golfo de Tonkin. Foi o pior desastre naval dos EUA em uma zona de combate desde a Segunda Guerra Mundial. O acidente tirou a vida de 134 tripulantes e deixou 161 feridos. Dos 80 aviões, 21 foram perdidos e 42 foram danificados.

 

Na manhã do dia 29 de julho de 1967, o Forrestal estava preparando um ataque quando um foguete Zuni de um F-4 foi acidentalmente lançado. O foguete cruzou o convés e acertou um A-4 Skyhawk, rompendo o tanque de combustível. O combustível vazou e rapidamente incendiou e em poucos segundos outros tanques externos de combustível na aeronave, superaquecidos, explodiram, liberando mais combustível e alimentando as chamas. A tragédia estava pronta. O fogo se alastrou ao longo do convés de vôo. O impacto do foguete Zuni também desalojou duas mil libras em bombas prontas para o combate. Pilotos, presos em seus aviões, foram imediatamente informados de que uma catástrofe estava acontecendo, mas somente alguns conseguiram escapar a tempo.

Investigações determinaram que o convés, lotado de aviões prontos para o combate, os gases quentes dos motores acabaram por inflamar o foguete. (Foto: Coleção particular do autor)

Investigações determinaram que o convés, lotado de aviões prontos para o combate, os gases quentes dos motores acabaram por inflamar o foguete. (Foto: Coleção particular do autor)

Ainda hoje, mais de cinqüenta anos depois, a Marinha ainda raramente comenta o incêndio a bordo do Forrestal. As lições aprendidas foram repassadas no ensino de controle de danos e segurança de munição. Hoje, todos a bordo de um navio devem ser capazes de lutar contra o fogo. Devido à explosão da primeira bomba, que matou quase todos os bombeiros, especialmente aqueles treinados a bordo do navio, a tripulação restante, não tinha nenhum treinamento formal, de combate a incêndios e foram obrigados a improvisar. Hoje, diz-se que cada marinheiro da Marinha dos EUA é o primeiro bombeiro. Uma grande parte da formação básica é dedicado a táticas de combate a incêndio e prevenção.

Duas mil libras em bombas explodiram matando toda a brigada de incêndio, deixando o combate as chamas nas mãos de tripulantes não treinados. (Foto: Today in History_Forrestal)

Duas mil libras em bombas explodiram matando toda a brigada de incêndio, deixando o combate as chamas nas mãos de tripulantes não treinados. (Foto: Today in History_Forrestal)

Dezoito tripulantes foram enterrados no Cemitério Nacional de Arlington. Os nomes dos mortos também estão listados no Vietnam Veterans Memorial.

FONTE: Guerra Nos Céus #5 / Today in History_Forrestal – TRADUÇÃO e ADAPTAÇÃO: CAVOK

Exercício Helicóptero “TA” da FAB em Florianópolis

Helicópteros AH-2 Sabre do Esquadrão Poti estiveram em Florianópolis para treinamento de tiro aéreo no mês de março. (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

Helicópteros AH-2 Sabre do Esquadrão Poti estiveram em Florianópolis para treinamento de tiro aéreo no mês de março. (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

Durante o mês de março, os esquadrões da Força Aérea Brasileira Poti (2º/8º GAV), Pantera (5º/8º GAV) e Harpia (7º/8º GAV) realizaram, na Base Aérea de Florianópolis (BAFL), o Exercício Helicóptero TA. Entre os dias 4 e 22 de março, o exercício com os três esquadrões de asas rotativas relizaram missões de treinamento de resgate e uso de armamento com tiro aéreo. O Cavok Brasil esteve presente em parceria com o site AirFln e registrou as operações dos helicópteros na base.

 

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Os helicópteros H-60 e AH-2 Sabre dos três esquadrões de asas rotativas da FAB.  (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

Os helicópteros H-60 e AH-2 Sabre dos três esquadrões de asas rotativas da FAB. (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

A aeronave rebocadora Ipanema pertencente a Academia da Força Aérea.  (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

A aeronave rebocadora Ipanema pertencente a Academia da Força Aérea. (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

Estiveram presentes na Base Aérea de Florianópolis os helicópteros AH-2 SABRE, do Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º GAV), sediado em Porto Velho (RO), e os H-60 Black Hawk do Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAV), de Santa Maria (RS), e do Sétimo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (7º/8º GAV), de Manaus (AM). O treinamento foi organizado pela Segunda Força Aérea (II FAE).

Os helicópteros H-60 participaram de treinamento de resgate.  (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

Os helicópteros H-60 participaram de treinamento de resgate. (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

Os H-60 Black Hawk dos Esquadrões Pantera e Harpia executaram surtidas de salvamento Kapoff, técnica desenvolvida pela Real Força Aérea Britânica durante a Guerra Fria com o intuito de executar o salvamento nas águas geladas do Mar do Norte.

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Os helicópteros AH-2 Sabre participaram de treinamento de tiro aéreo com o apoio de uma aeronave rebocadora Ipanema.  (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

Os helicópteros AH-2 Sabre participaram de treinamento de tiro aéreo com o apoio de uma aeronave rebocadora Ipanema. (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

O Esquadrão Poti e o Esquadrão Harpia realizaram também suas primeiras surtidas de emprego ar-ar, cumprindo missões com um alvo do tipo biruta. O alvo foi rebocado por uma aeronave Ipanema da Academia da Força Aérea e atingido por projéteis de 7,62mm da minigun dos Black Hawk e os obuses de 23mm do canhão GSh-23 do AH-2 Sabre. O Esquadrão Pantera, veterano nessa modalidade de emprego, também participou com diversas surtidas.

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A aeronave Ipanema rebocava um alvo aéreo que era alvejado pelos helicópteros Ah-2 Sabre.  (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

A aeronave Ipanema rebocava um alvo aéreo que era alvejado pelos helicópteros Ah-2 Sabre. (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

A manobra de interceptação aérea contra aeronaves de baixa performance faz parte da preparação da FAB para defender o espaço aéreo brasileiro durante os grandes eventos que acontecerão no Brasil. A começar pela Copa das Confederações, quando seráo intensificadas as ações de defesa aérea, com interceptação de aeronaves suspeitas por caças e helicópteros da FAB.

O objetivo é que o 5º/8º GAV passe o conhecimento de emprego para os outros Esquadrões.

Detalhe do canhão do helicóptero AH-2 Sabre.  (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

Detalhe do canhão GSh-23 do helicóptero AH-2 Sabre. (Foto: Juliano Damásio / AirFln)

O treinamento é importante para o entrosamento das tripulações e controladores de voo, a fim de que todos estejam preparados para o cumprimento das medidas de Policiamento do Espaço Aéreo Brasileiro.

Fonte: 2º/8º GAv, 5º/8º GAv e 7º/8º GAv e BAFL – Adaptação do texto: CAVOK

Deu no Cavok: Aeronaves da FAB encantam o público no 7 de setembro em Brasília

Várias aeronaves estiveram presentes no desfile de 7 de Setembro, e uma das passagens mais bonitas foi a do KC-137 acompanhado por quatro caças F-5EM/FM. (Foto: Sgt. Johnson Barros / FAB)

Mais de 40 mil pessoas assistiram ao desfile de 7 de setembro, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília/DF. O público se emocionou com o desfile aéreo de mais de 20 aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) e a apresentação da Esquadrilha da Fumaça.

Uma passagem em formação com oito aeronaves a jato da FAB, quatro caças Mirage F-2000 e quatro aviões de ataque AMX A-1. (Foto: Sgt. Johnson Barros / FAB)

Duas aeronaves de alerta aéreo e reconhecimento Embraer E/R-99 da FAB. (Foto: Sgt. Johnson Barros / FAB)

A professora Maria da Luz Melo veio do Rio de Janeiro para assistir junto com toda a família ao desfile cívico-militar em comemoração ao Dia da Independência do Brasil. Ela diz que, mesmo sendo portuguesa, é uma emoção acompanhar esse dia tão importante para o brasileiros. “Tenho muito orgulho de estar aqui hoje. Moro no Brasil há 38 anos, meus filhos e netos são brasileiros. Na verdade, me sinto brasileira de coração”, disse.

Oito aeronaves Embraer A-29 Super Tucano. (Foto: Sgt. Johnson Barros / FAB)

Uma aeronave de patrulha marítima P-3AM Orion e um avião de transporte C-105 Amazonas. (Foto: Sgt. Johnson Barros / FAB)

Ela assistiu pela primeira vez a apresentação da Esquadrilha da Fumaça junto com os filhos, nora e netos – todos foram vestidos de verde e amarelo. O mais novo da família era o pequeno Rafael, que se empolgou com as manobras da Esquadrilha da Fumaça e revelou ter vontade de ser piloto da FAB. Para o pai, Eduardo Melo, o 7 de setembro é uma data que todos devem ter orgulho. “Estou em Brasília há quatro anos e essa é a primeira vez que acompanho o desfile na Esplanada dos Ministérios. Me arrependo de não ter vindo antes. Acho muito importante estarmos aqui hoje prestigiando esse evento maravilhoso”, disse.

Uma belíssima imagem do KC-137 sendo acompanhado por um caça F-5FM. (Foto: Sgt. Johnson Barros / FAB)

Durante o desfile, passaram escolas da rede pública e particular do Distrito Federal representando a cultura das cinco regiões do País. O público viu bonecos gigantes, arte de rua, muita dança e folclore brasileiro.

Os dois novos helicópteros da FAB, o H-36 Caracal e o H-16 Black Hawk.v

Durante o desfile militar, o Comandante da Aeronáutica, Tenente Brigadeiro do Ar Juniti Saito, esteve junto a Presidente da República Dilma Rousseff, que assistiu à marcha de cadetes da Academia da Força Aérea, Companhia de Cerimonial Santos Dumont, grupamentos de aeronavegantes, Companhia de Infantaria de Combate, Grupamento da Guarnição de Brasília e as Bandas da Base Aérea de Brasília e do Galeão. Também passaram pracinhas da Força Expedicionária Brasileira, que participaram da II Guerra Mundial.

A Esquadrilha da Fumaça abriu a ´[ultima parte do desfile com fumaça nas cores do Brasil. (Foto: Sgt. Johnson Barros / FAB)

As aeronaves T-27 Tucano da Esquadrilha da Fumaça empolgaram o público presente no desfile. (Foto: Sgt. Johnson Barros / FAB)

Demonstrando as armas empregadas na missão de manter a soberania do espaço aéreo brasileiro, aeronaves de todas as aviações da FAB sobrevoaram a Esplanada dos Ministérios empolgando o público. Passaram caças Mirage F-2000, A-1 e A-29 Super Tucanos. Um KC-137 Boeing fez uma demonstração de reabastecimento em voo com caças F-5 Tiger. Também desfilaram um avião patrulha P-3, de transporte C-105 Amazonas e helicópteros H-34 Super Puma, H-36 Caracal e H-60 Blackhawk.

Mas o coroamento do desfile do 190º ano da Independência do Brasil foi mais uma vez a apresentação dos Tucanos da Esquadrilha da Fumaça. Mesmo com o forte calor na cidade, o público acompanhou atentamente as manobras. “Este é um momento em família muito especial. Sentimos a emoção de ver o desfile, estar no meio do público. Mas o principal foram as acrobacias arriscadas da Esquadrilha, que passam muita adrenalina”, completou Eduardo Melo.

Fonte: Agência Força Aérea Via Cavok

Imagens do 7 de Setembro

 Preparativos para o desfile militar da  Independência na Avenida Presidente Vargas (Foto: Adriano Ishibashi/Frame/AE)

Soldado prepara pintura antes do desfile de 7 de setembro no Rio de Janeiro.

Coluna Eu e Você: Imagens curiosas

Olá leitores na coluna Eu e Você, vamos conferir imagens inusitadas e fatos curiosos, onde Eu e Você leitor vamos nos divertir muito com as imagens ilarias e fatos que deixam qualquer um morrendo de dar risadas, afinal o nome da coluna não poderia ser outro não é mesmo?

Como não podia ser diferente hoje, eu trouxe algumas imagens que achei na internet, são imagens muito curiosas, confiram abaixo comigo:

Estava navegando pela internet buscando conteúdo para minha coluna quando deparei-me com essa imagem, segundo a pessoa que a escreveu, relatou que essa é a imagem ou símbolo mundial para quem esta literalmente fudido, por tanto de você ver um buraco desses na sua frente sai correndo logo, se não você vai  ” moreeeeeee..eee…eer ”.

USAF Corta recursos de defesa e inova em suas armas…

Agora mudando de assunto,  como vocês sabem, com os recentes cortes de gastos com a defesa americana, os EUA decidiram economizar nas munições e nos aviões da USAF, por isso eles adotaram uma nova modalidade  de arma vejam abaixo:

Substituíram as metralhadoras e mísseis tele guiados por soldados, agora, se uma bala pega nesse soldado, com certeza o piloto não terá outra solução se não lança-lo no avião inimigo para ganhar tempo.

Haha, sabem quando aquela imagem, diz mais que mil palavras?, pois é, isso me ocorre agora.

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