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Força Aérea da Rússia inicia testes do caça T-50

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Os testes de Estado do novo caça russo T-50 começaram em Akhtubinsk (região de Astrakhan), declarou esta quinta-feira a jornalistas o comandante da Força Aérea, tenente-general Viktor Bondarev.

As entregas do novo caça às tropas deverão começar em 2016; relata-se também que a Força Aérea pode obter o T-50 antes do prazo previsto. Por enquanto, apenas um país no mundo está armado com caças de quinta geração – os EUA (F-22 e F-35).

“Uma tripulação do caça já foi treinada e começou os voos em um aparelho. Agora, uma outra se juntará ao programa de testes”, disse Bondarev.

O tenente-general não especificou quando começaram os testes. Anteriormente, tinha sido informado que eles deveriam começar em março ou abril.

Segundo o general, o T-50 será apresentado na competição internacional de aviação Aviadarts 2014, na cidade de Voronezh. O caça será mostrado durante um programa especial preparado para a visita do ministro da Defesa da Rússia, Serguei Shoigu.

Voz da Rússia

Rússia terá um novo ramo das Forças Armadas

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Um novo ramo das Forças Armadas da Rússia – Tropas Aeroespaciais que integrarão a Força Aérea e as Tropas de Defesa Aeroespacial – vai aparecer no dia 1 de dezembro do ano em curso, segundo comunicou hoje à Itar-Tass um representante de alto cargo do Ministério da Defesa da Federação Russa.

A fonte do ministério acrescentou que a candidatura do coronel-general Vladimir Zarudnitsky, atual chefe da Direção Geral de Operações do Estado-Maior General das Forças Armadas da Rússia, está sendo discutida para o cargo de comandante em chefe do novo ramo das Forças Armadas russas.

De acordo com relatos anteriores, a Força Aérea, assim como as Tropas de Defesa Aeroespacial manterão as suas estruturas orgânicas dentro do novo componente das Forças Armadas. Espera-se que o novo comandante em chefe tenha adjuntos para as Tropas de Defesa Aeroespacial, a Força Aérea, a Defesa Antimíssil e a Defesa Antiaérea.

Existe alta probabilidade de o novo componente integrar também as tropas de mísseis e a artilharia, incluindo os sistemas de mísseis Iskander, capazes de atingir os elementos do sistema de defesa antimísseis europeu de uma forma mais eficaz do que as aeronaves de assalto e bombardeio.

Voz da Rússia

Helicópteros russos iniciam manobras na fronteira com países bálticos

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Os helicópteros da região militar do Oeste começaram exercícios na zona Noroeste, informa o coronel da Força Aérea, Oleg Kochetkov, chefe do serviço de imprensa local.

Estão previstos treinos relacionados com a execução de missões de aeronavegação, o aperfeiçoamento de técnicas de pilotagem, a detecção de alvos aéreos e terrestres e o pouso em áreas não preparadas.

Os exercícios contam com a participação de helicópteros de desembarque – Mi-8MTV-5 e Mi-26T.

 

T-50, o novo caça da Força Aérea

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Foto: RIA Novosti

A Força Aérea da Rússia começou os testes oficiais do caça de quinta geração T-50, desenvolvido no quadro do programa PAK FA (Sistema Promissor de Aviação Ofensiva).

O início dos testes é uma importantíssima etapa na vida do caça, que demonstra que o novo aparelho pode ter acesso a testes de combate.

Os primeiros aparelhos da nova geração deverão chegar ao Centro de Testes Aéreos de Akhtubinsky esta primavera e começar imediatamente os voos: o início dos testes estatais está planejado para março-abril do ano corrente. No programa dos testes participarão cinco aparelhos: o quinto exemplar do T-50 levantou voo em outubro de 2013. Um mês depois, o número total de voos segundo o programa dos testes foi superior a 450. Os ritmos sobem: assim, em outubro de 2012, os T-50 fizeram apenas 150 voos desde o momento do início dos testes em janeiro de 2010, mas, depois, durante um ano, mais de 300 voos.

Existindo de 6 a 8 aparelhos para testar, será bem possível realizar entre 400 e 500 voos anualmente, o que permitirá terminar o programa de testes em 2.000 voos durante 3 a 4 anos. Em 2015, os primeiros aparelhos devem chegar já ao Centro de Emprego em Combate e de Treino do Pessoal de Voo de Lipetsk para preparar aviadores para a Força Aérea da Rússia.

O T-50 será o primeiro caça de nova geração ao serviço da Força Aérea da Rússia desde finais dos 1980. Até finais da década, planeja-se a aquisição de 50 a 60 aviões T-50 e, no total, a Força Aérea deverá receber entre 200 a 250 aparelhos desse tipo. Pensa-se que a primeira unidade de combate estará pronta a atuar em 2017-2018.

O novo caça deve aumentar seriamente o potencial de combate da Força Aérea, substituindo os aviões na plataforma T-10 (Su-27 e, parcialmente, Su-30). Eles garantirão a supremacia, nomeadamente nos combates contra adversários que disponham de aparelhos modernizados de quarta e até de quinta geração: seja o caça F-35 ou o F-22, que está apenas ao serviço na Força Aérea dos EUA.

Os projetos de aparelhos da geração seguinte foram iniciados na URSS nos anos 80. Até meados dos anos 90, o Bureau de Construção Experimental Mikoyan criou o projeto 1.44 e o Bureau de Construção Experimental Sukhoi criou o S.37. Inicialmente, o projeto S.37 não previa a criação de um avião de combate, mas foi criado com o objetivo de desenvolver tecnologias. Mas o projeto não foi levado até ao fim.

Em finais dos anos 90 tornou-se claro que os projetos existentes envelheceram gradualmente e a Força Aérea receberia, com mais de 10 anos de atraso, um caça que claramente ficaria atrás do F-22, cujo fabrico estava terminando então. Como resultado, no início da nova década, foi decidido criar um aparelho completamente novo. Os Bureaus de Construção Experimental Sukhoi, Mikoyan e Yakovlev fizeram as suas propostas e o Sukhoi acabou por ser o principal fabricante do aparelho, que recebeu o número de marca T-50.

Ao contrário do F-22, cujos construtores sacrificaram significativamente as capacidades de voo em prol de ser pouco detectável, na criação do T-50 foi colocada a tarefa de combinação aceitável dessas qualidades. Como resultado, o T-50 tem caraterísticas de voo visivelmente superiores, nomeadamente velocidade e duração de voo, determinantes para um caça pesado como ele é. A julgar por tudo, o aparelho russo tem superfícies para a instalação interior de armamentos, o que lhe dá uma séria vantagem tática.

Porém, não foi sacrificada a qualidade de ser pouco detectável. Na década que separa os T-50 dos F-22, a ciência aeronáutica avançou. Novos materiais compósitos, cobertura protetora de ondas de rádio, tintas, em combinação com cálculos avançados de geometria dos aparelhos e bloqueadores de radar nos canais de entrada de ar, garantem ao T-50 uma capacidade muito alta de não ser detectado.

O T-50 é claramente superior ao F-35, que, devido a uma série de compromissos, não se tornou um aparelho completo de quinta geração, mas o seu preço é um pouco inferior ao do F-22.

Tal como o F-35, o T-50 está virado também para os mercados externos. O primeiro e maior projeto é a criação conjunta com a Índia de um caça de quinta geração FGFA com base no T-50. Espera-se que a construção do FGFA abra na plataforma do T-50 caminho para o mercado externo. Tal como, no passado, o contrato indiano se tornou a “hora da glória” do Su-30, o caça mais vendido nos últimos 15 anos.

Fonte: Voz da Rússia

Força Aérea da Rússia recebe primeiro T-50

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Foto: RIA Novosti

A Força Aérea Russa recebeu um caça T-50 de quinta geração para testes de Estado, adiantou esta sexta-feira o serviço de imprensa da empresa Sukhoi.

Em dezembro do ano passado, o comandante em chefe da Força Aérea Russa, tenente-general Viktor Bondarev, disse que em 2016 as tropas começariam a receber os jatos de quinta geração produzidos em série.

Ao mesmo tempo, ele não descartou que o início das entregas do T-50 à Força Aérea poderia ocorrer mesmo antes do prazo previsto se “os testes de voo forem efetuados de maneira mais acelerada”.

 

Voz da Rússia

Aviação embarcada russa de plantão no Mediterrâneo

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Foto: RIA Novosti

Pilotos de aviões navais do cruzador porta-aviões pesado Admiral Kuznetsov, que se encontra no Mediterrâneo à frente de uma flotilha de navios porta-aviões russos, entraram hoje (03) no plantão de combate, segundo informou o porta-voz da Marinha da Rússia.

“A partir deste momento, caças navais Su-33, com armas completas a bordo, estarão constantemente no convés superior do cruzador porta-aviões, prontos para decolagem imediata”, disse a mesma fonte.

O cruzador havia sido reabastecido por navios auxiliares em um ancoradouro ao sudeste da ilha de Malta e tomou rumo leste, para a área onde se encontra uma unidade operativa da Marinha russa.

 

Voz da Rússia

Forças Armadas russas testam prontidão de combate

 

Forças Armadas russas testam prontidão de combate

RIA Novosti

As inspeções de surpresa se tornam cada vez mais frequentes nas Forças Armadas da Rússia.  Subunidades, unidades e destacamentos militares de diferentes ramos são colocadas em estado de alerta em função do “status” dos inspetores.

Inspeções “relâmpago”

As inspeções têm por objetivo verificar o estado real da prontidão de combate. No passado, também eram realizadas inspeções semelhantes, embora em menor escala. Além disso, a informação sobre o evento era levada ao conhecimento do comando, o que lhe proporcionava tempo suficiente para se preparar melhor.

Hoje, a escala mais alargada de inspeções e a sua meticulosa preparação permitem obter um quadro objetivo relativo ao estado das tropas, estudar as deficiências reveladas, gerais e específicas, para depois as eliminar.

As inspeções do gênero, abrangendo as circunscrições e os vários ramos militares, terão um caráter regular. Serão necessários, pois, alguns anos para que os comandantes de todos os níveis se habituem a elas, sendo, esta, afinal, uma meta que se pretende conseguir com tais práticas.

Atividade inesperada?

As notícias sobre novos exercícios da Força Aérea e outros ramos têm suscitado especulações frequentes acerca da “atividade inesperada da máquina militar russa e seus eventuais efeitos”. Mas tudo se torna claro à luz do que foi dito acima.

Atualmente, devido ao aumento das despesas militares, a Rússia pode retomar a prática de preparação combativa normal. No limiar dos anos 1990-2000, a maior parte dos pilotos tinha um tempo anual de voos da ordem de 20 horas. Havia quem tivesse menos – 5-6 horas anuais. Tão baixa preparação era perigosa, antes de mais, para a Aeronáutica russa: a desqualificação dos pilotos tornava cada voo extremamente perigoso. Basta citar um exemplo do major Valeri Troyanov, cujo Su-27 se despenhou na Lituânia em 15 de setembro de 2005 após ter esgotado a reserva de combustível. O piloto, com pouca experiência, perdeu a orientação quando seguia do aeródromo de Siversky (região de Leningrado) para a vila de Chkalovsk, na região de Kaliningrado.

O tempo médio de voos começou a crescer nos anos 2007-2008. Em 2007, este indicador já era superior a 70 horas anuais, em 2012 – 100 horas. Hoje em dia, tomando em conta o estado do parque aéreo e as potencialidades econômicas, será possível aumentar a duração anual de voos até 150 horas, sendo esse um índice superior ao registrado em outros países.

O que se deve apreender?

Um dos elementos básicos da preparação combativa tem sido o reabastecimento em voo. Os respetivos exercícios se realizam nas circunscrições militares Oeste e Central, envolvendo dezenas de aviões. A escala poderia ter sido maior se não houvesse um número limitado de aviões-cisterna Il-78. Uma decisão “paliativa”, ou seja, a instalação de agregados de reabastecimento (UPAZ) em aviões de combate não poderá remediar a situação.

É óbvio, contudo, que o reabastecimento aéreo é indispensável para a deslocação rápida de aviões e a realização de manobras eficientes.

Em virtude disso, a Força Aérea pretende comprar aviões-cisterna, alargando o seu parque até à quantidade necessária. Todavia, para tal convém examinar esta e outras questões, incluindo a aquisição de novos aparelhos táticos para o comando das circunscrições militares. A preparação técnica também figura na agenda, dado que o reabastecimento em voo é uma operação complexa, que requer uma elevada qualificação dos tripulantes.

 

Voz da Rússia

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