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Ataques israelenses matam 6 palestinos em Gaza

Seis palestinos morreram nesta quinta-feira em dois ataques israelenses, um por terra e outro pelo ar, no norte da Faixa de Gaza. Três deles morreram no começo da manhã pelo disparo de tanques israelenses postados na fronteira com Gaza, declarou à imprensa o porta-voz do Ministério da Saúde em Gaza, Ashraf al Qedra.

O Exército israelense apontou em comunicado que atacou “um esquadrão terrorista que estava colocando uma bomba perto da cerca de segurança no norte da Faixa de Gaza”.

O fato foi registrado poucas horas depois que, de madrugada, outros três palestinos morressem e dois ficassem feridos em um ataque aéreo israelense quando se preparavam para disparar foguetes contra o sul de Israel.

Conforme as informações preliminares, os três mortos eram milicianos do braço armado da Jihad Islâmica, as “Brigadas Al Quds”, apesar de a facção não ter anunciado oficialmente que integrassem o grupo.

De acordo com o relato de testemunhas e fontes de segurança do Hamas, grupo islamita que governa Gaza, um avião não-tripulado israelense disparou pelo menos um projétil contra o grupo de milicianos quando se preparavam para lançar um foguete artesanal contra território israelense.

Por sua parte, o Exército israelense informa em comunicado que “aviões da Força Aérea atacaram um esquadrão terrorista na Faixa de Gaza que se preparava para disparar foguetes contra Israel. O impacto foi confirmado”.

Nos últimos dias, grupos radicais em Gaza aumentaram seus disparos de foguetes contra municípios do sul de Israel, que na semana passada atacou vários alvos pertencentes ao braço armado do Hamas e outros grupos na Faixa.

Ditos ataques aéreos israelenses não provocaram vítimas mortais e foram a resposta ao lançamento de foguetes desde Gaza.

Fonte: terra

Cisjordânia tem maior retirada de judeus desde 2005

Jenin, na Cisjordânia

Vista aérea da Cisjordânia

Cisjordânia – As forças de segurança de Israel evacuaram centenas de acampamentos judeus ilegais neste domingo em Migron, na Cisjordânia. A saída dos colonos é uma rara vitória dos proprietários de terra palestinos e ativistas israelenses defensores da paz, destaca notícia do jornal “The Wall Street Journal”.

Trata-se da maior evacuação desde que Israel se retirou da Faixa de Gaza em 2005. Cerca de 50 famílias foram escoltadas pela polícia ao deixarem suas moradias. Nas paredes das casas, algumas frases acusavam o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de “destruir” Migron.

A evacuação foi ordenada pelo governo israelense na última semana, após meses de pressão e de descumprimento das datas impostas pela Suprema Corte do país. Contra a operação, houve intenso lobby de líderes dos colonos e aliados do partido Likud, ao qual pertence Netanyahu.

Migron foi o principal dentre dúzias de assentamentos ilegais criados entre os anos 90 e 2000 que tinham o objetivo de expandir a presença de judeus e impedir a formação de um estado palestino. Em 2003, o governo israelense prometeu aos Estados Unidos que removeria alguns dos acampamentos, mas nunca cumpriu.

“Estamos comprometidos com a lei e com o fortalecimento dos acampamentos”, disse Netanyahu neste domingo. “Não há contradição entre as duas coisas”, completou. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Exame.com

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