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MP MILITAR QUER CINTO DE SEGURANÇA PARA VEÍCULOS BÉLICOS


 
 
 
MARCELO GOMES – Agência Estado
O Ministério Público Militar ajuizou ação civil pública contra a União, com pedido liminar, a fim de obrigar o Comando do Exército, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) a exigirem o uso de cinto de segurança por todos os passageiros em veículos de uso bélico, inclusive pelos militares que são transportados lateralmente em caçambas traseiras (como as que existem em jipes, marruás e caminhões, que também são comercializados para uso civil).
 
A obrigatoriedade seria nos momentos em que os veículos militares estiverem trafegando em vias públicas, onde se aplica o Código Nacional de Trânsito. Exercícios militares realizados nos Campos de Instrução, por não serem vias abertas à circulação, estariam dispensados da obrigatoriedade.A ação foi impetrada na 3ª Vara Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Autor da ação, o promotor de Justiça Militar Soel Arpini pede que a obrigatoriedade seja estendida a todo o País.
 
Antes de analisar o pedido de liminar, a juíza federal Gianni Cassol Konzen mandou oficiar o Ministério Público Federal e a Advocacia Geral da União, para que se manifestem.
 
“Teoricamente todos os militares podem ser transportados nas caçambas. Mas na prática, quem vai ali são os militares mais modernos na escala hierárquica, como os soldados, que não podem se recusar sob pena de serem presos em flagrante por insubordinação. A sociedade precisa discutir se é necessário expor essas pessoas a alto risco permanentemente, inclusive em deslocamentos rotineiros ou administrativos”, disse Arpini.
 
A ação civil pública foi motivada após um acidente com uma viatura militar do tipo marruá, que capotou e resultou na morte de dois militares e outros sete feridos, em 2 de julho do ano passado, na BR-471, no Rio Grande do Sul. O veículo se deslocava da cidade de Rio Grande para Chuí, um trajeto de mais de 200 quilômetros, com nove militares na caçamba, sem cinto de segurança. Antes de ajuizar a ação, o MPM oficiou ao Contran solicitando que o uso do cinto de segurança fosse tornado obrigatório na legislação, mas não obteve resposta.
 
“Não se pode permitir que a administração pública obrigue militares subalternos, em especial cabos e soldados, indiscriminadamente, a embarcarem em veículos de uso bélico sem cinto de segurança. A vida humana é o maior bem, inclusive jurídico, de todos. Protegê-la é missão do Estado”, narra o texto da ação civil pública. 
Fonte: Estadão via DefesaNet

Os anos passam mas os aviões ficam

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Um F-5F armado com velhos AIM-9B Sidewinder. A imagem é de Outubro de 1994. (Foto: aviacaoemfloripa/Cavok)

Os anos passam mas a Força Aérea Brasileira ainda mantém os mesmos obsoletos e já ultrapassados caças de 3ª geração F-5 (mesmo modernizados para geração 4, ainda são caças de terceira geração), as armas e tecnologia mudam mas mesmo assim lá estão os velhos caças F-5 já comprados de 2ª,5ª e ate 6ª mão de países que os usaram e abusaram deles em serviço em suas forças aéreas e foram retirados por serem obsoletos, resultado, vieram para o Brasil para serem mais surrados e ter dinheiro jogado foram em suas modernizações.

Caça F-5 BR/EM modernizado pela Embraer, atualmente.

Após 19 anos da primeira foto acima tirada em 1994, essa foto acima de um caça F-5 BR modernizado pela Embraer mostra o sucateamento da nossa Força Aérea que a mais de 19 anos opera uma mesma aeronave sem acompanhar o desenvolvimento tecnológico dos outros países, certamente se não seguíssemos essa doutrina idiota de antiamericanismo certamente estaríamos operando modernos caças F-15, F-16, F-18 e ate mesmo estar participando do F-35, mas é um sonho  que nunca será possível realizar, pois nossos políticos transformam uma simples PEC dos portos em Circo Político, imaginem o que não fariam com uma proposta de acordo militar entre Brasil e EUA?

EE-T1 Osório

Nos anos 80 o exército da Arábia Saudita começara a estudar propostas para um novo carro de combate, a fim de complementar seu arsenal, e no futuro substituir os carros AMX-30, franceses. Como o equilíbrio de forças no Oriente Médio sempre foi muito delicado, os exércitos daqueles países tendem a ser naturalmente militarmente significativos. No caso da Arábia Saudita, favorecida pelas suas grandes exportações de Petróleo, tinham condições de comprar bons equipamentos.

A Árabia Saudita provavelmente compraria os Leopard 2, que estavam entrando em produção para o exército da Alemanha Ocidental. Esse veículo era considerado confiável, e uma geração à frente do Leopard atualmente usado pelo Exército Brasileiro.

Entretanto, o governo da Alemanha Ocidental recusou-se a vender os Leopard 2, alegando que não poderia vender armas avançadas a países de fora da OTAN. Os árabes então não sabiam como obter um veículo considerado de última geração, que pudesse ser-lhes entregue em grandes quantidades. Essa oportunidade de venda foi percebida pela Engesa no Brasil.

A Engesa (Engenheiros Especializados S/A) era a maior fabricante de blindados daAmérica Latina e estava obtendo sucesso com dois de seus produtos, os carrosCascavel e Urutu, usados pelo Exército Brasileiro e exportados, principalmente para o Oriente Médio, onde tomaram parte na guerra Irã-Iraque. Naquela época a empresa viveu sua melhor fase. Sabendo da oportunidade, a Engesa pensou em apresentar aos sauditas um tanque brasileiro.

Entretando, a Engesa ainda não desenvolvera nenhum veículo blindado sobre lagartas, e no caso do projeto, um MBT (Main Batlle Tank), eles não possuíam experiência. Ainda por cima seu pessoal estava ocupado com outros projetos, o que tornaria difícil o desenvolvimento de um projeto deste porte, que demandaria quase todo o pessoal da empresa. Por isso, eles decidiram comprar um projeto desenvolvido em outra empresa e construí-lo ali, para mostrá-los aos Sauditas. Surgiu então uma proposta da empresa Alemã Tyssen-Henschel, que possuía um projeto chamado Leopard 3 e que estaria disposta a negociá-lo para os brasileiros. Só que o projeto era de um veículo de combate de infantaria muito semelhante ao TAM argentino, distante do conceito MBT. Os alemães recusaram-se a vender qualquer outra coisa senão o Leopard 3, o que tornara a negociação inviável, pois esse veículo pertencia a outro nicho, incapaz de competir com verdadeiros MBTs como o M1A1 Abrams americano.

Uma segunda oportunidade apareceu novamente na Alemanha, pois a Porsche se interessou em desenvolver um MBT junto com a empresa brasileira. A Porsche possuíra experiência nesse tipo de blindados, e seria uma forma da Engesa adquirir mais experiência nesse assunto. Mas, novamente a parceria não deu certo, dessa vez por determinação do governo alemão, que ordenou que a Porsche cancelasse o projeto.

Diante do impasse dos grandes fabricantes de MBT, a Engesa tomou decidiu procurar diretamente as empresas fornecedoras desses fabricantes e, com base na tecnologia aí adquirida, desenvolver ela mesma o projeto do MBT. Essa decisão custaria a existência da empresa no futuro.

Fonte: Wikipédia

O Brasil na 2º Guerra Mundial

Uma história esquecida sobre brasileiros que lutaram na Itália.


Pouco conhecida, quando não completamente esquecida é a participação do Brasil no maior conflito bélico do século XX (e por que não da humanidade), que envolveu nações dos cinco continentes e assistiu á combates se desenrolando de norte à sul e de leste à oeste. Combatendo nas areias do Saara, nas gélidas águas do Atlântico Norte, nas paradisíacas praias do Pacifico, ou nas paisagens européias tão conhecidas, a guerra estendeu-se de 1º de setembro de 1939, com a invasão da Polônia por forças nazistas, iniciando-se como mais um conflito tipicamente europeu, alcançando em pouco tempo a África, Ásia e por fim as Américas; findando apenas em agosto de 1945 após dois bombardeios atômicos contra cidades japonesas.
Anualmente assistimos a algum novo lançamento de Hollywood falando sobre os Marines que lutaram em Iwo Jima, os Rangers que desembarcaram na Normandia ou ainda os homens da 101th Airborne que saltaram por trás das linhas inimigas no dia D, e vibramos a cada cena de batalha e agradecemos por termos sido libertos da ameaça nazista. Porém, enquanto glorificamos os feitos históricos de outros paises, esquecemos nossa própria participação naquele conflito, a qual não se limitou apenas a acompanhar os fatos enquanto oscilávamos entre Berlim ou Washington e muito menos nos aliamos aos Estados Unidos em troca de uma siderúrgica ou por mera pressão destes. A participação brasileira na guerra foi voluntária, resultado dos interesses nacionais (industrialização) e conveniências políticas e ainda, contou com pleno apoio da população a partir do momento em que a agressão do Eixo contra a frota mercante nacional atingiu seu ápice em meados de agosto de 1942, vitimando mais de 500 brasileiros, mortos em decorrência do torpedeamento de seis navios que serviam à navegação de cabotagem, trafegando a poucas milhas da costa e realizando a ligação entre as regiões sul/ sudeste e o nordeste, consistindo na única ligação entre os extremos do Brasil.
Desde a implantação do Estado Novo no Brasil, um regime totalitário de caráter fascista, em fins de 1937, o que até então consistia em uma relação amigável com a Alemanha Nazista se converteu em uma série de desentendimentos diplomáticos, tendo como pivô a política varguista de integrar a colônia alemã ao país, coibindo o financiamento alemão às escolas e ainda, cortando a influencia política do nazismo através do combate direto ao partido nazista. Com relações rompidas desde meados de 1938 com a Alemanha, o Brasil passou a aproximar-se dos Estados Unidos, estreitando os laços de amizade com àquela nação e foi além, atuou em favor de um acordo de segurança continental, o qual asseguraria a proteção do continente contra qualquer ingerência externa. Os temores do Brasil se justificavam em razão dos acontecimentos que levaram à Crise de Munique onde a Alemanha teve suas reivindicações territoriais aceitas sob a alegação de estar apenas reunindo o povo alemão. Leia o resto deste post

Helibras testa com sucesso nova iluminação de painel para a Família Super Puma

Recurso foi utilizado durante treinamento militar,sem prejuízo à utilização de óculos de visão noturna

Foto painel Crédito imagem: Helibras / Divulgação

Foto painel
Crédito imagem: Helibras / Divulgação

A equipe de Engenharia e Ensaios em Voo da Helibras realizou sua primeira campanha de testes em uma aeronave da família Super Puma, do Exército brasileiro, realizada por uma tripulação totalmente brasileira.

O objetivo foi observar, durante um voo noturno, a nova iluminação do painel de instrumentos do AS532 UE Cougar da AvEx, compatível com NVG (óculos de visão noturna), que permite a leitura de todos os instrumentos do painel sem perturbar os óculos de visão noturna e sem causar reflexos nocivos no painel ou nos vidros da aeronave.

Os resultados, satisfatórios, foram obtidos em uma simulação de missão de aproximação em área restrita com um AS352 UE Cougar da AvEx e também mostraram a inexistência de fuga de luminosidade, evento que poderia deixar o helicóptero visível a um observador externo.

Para este ensaio, a tripulação foi composta pelo piloto da AvEx Major Marcus Vinícius, pelo piloto de ensaio Paulo Gaddini e pelo engenheiro de ensaios em voo Pedro K. Paim. Também participaram o piloto Paulo Dória, o técnico de ensaio Marcos Raponi e o técnico em aviônica Alessandro William da Silva, além de quatro mecânicos da AvEx.

“Este resultado evidencia um bom trabalho em equipe e constitui mais uma etapa alcançada com sucesso no processo de capacitação da Helibras no domínio de Ensaios em Vôo”, avalia Walter Filho, diretor do Centro de Engenharia da Helibras.

“Há muito tempo não voávamos com uma iluminação tão boa”, afirmou o Major Marcus Vinícius, comprovando a evolução do domínio tecnológico da Helibras para atender a todos os mercados em que atua.

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