Arquivo da categoria: Russia

Mig-29 cai na Rússia e mata seu piloto

Um avião caça Mig-29 das Forças Aéreas da Rússia caiu nos arredores de Astrakhan, no sul do país, acidente no qual morreu seu piloto, informaram neste domingo (27) fontes da polícia local.

“Um Mig-29 caiu junto a um aeroporto no distrito de Privolzhski, a cerca de 30 quilômetros de Astrakhan”, disse à agência ‘Interfax’ um policial, que não detalhou quando aconteceu o acidente.

O Mig-29, avião de guerra de quarta geração Y considerado um dos caças mais eficientes e seguros do mundo, é pilotado por uma ou duas pessoas.

Projetado há mais de 30 anos, o Mig-29 foi lançado para concorrer com o F-16 americano e atualmente nas Forças Aéreas da Rússia e de outros 28 países se encontram em serviço mais de mil destes caças.

G1

Yak-130 para o Uruguai?

Yak-130O presidente José Mujica pretende comprar seis aeronaves da Rússia para a Força Aérea.

O Presidente José Mujica se encontrará na quarta-feira (16) com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, durante a sua participação para tratar de assuntos regionais em Brasília, com o grupo das cinco maiores economias emergentes, chamados de Brics pelo nome de seus membros: Brasil, Russia, Índia, China e África do Sul.

O presidente uruguaio leva várias questões comerciais bilaterais nessa reunião, incluindo a capacidade de avançar um amplo acordo entre o Mercosul e a Rússia.

A reunião pode também trazer inovações importantes para a Força Aérea Uruguaia (FAU). De acordo com com fontes no Ministério da Defesa Nacional, Mujica irá negociar a compra de seis aviões de alta tecnologia que serão usados para treinar pilotos e interceptar voos ilegais todo o país. Esta é uma oferta da Rússia que está em estudo pelo Uruguai.

O Ministério da Defesa considera uma grande aquisição, mas não faz planos, porque é um material muito caro. De qualquer maneira nenhuma expectativa do que poderá sair da reunião entre Mujica e Putin.

Em abril deste ano, o ministro da Defesa Eleuterio Fernández Huidobro, recebeu uma delegação russa que ofereceu várias opções de financiamento para as aeronaves de treinamento avançado.

Yak-130-1

A Força Aérea Uruguaia com tal aquisição daria um “salto de qualidade”, como entendido no Ministério da Defesa. Com estas aeronaves poderia interceptar voos clandestinos que hoje não são devidamente controlados eficácia. O monitoramento do Sistema e Controle do Espaço Aéreo tem três radares localizados. No entanto, a FAU não dispõe de aviões adequados para interceptar aeronaves a tempo, pois as que estão sendo usadas, são modelos A-37, de origem americana, doadas por esse país há muito tempo.

FONTE: El Observador – Tradução e edição: CAVOK

Bombardeios do território russo não vão ficar sem resposta

Ucrania, Russia, crise, exercito, bombardeio

A escalada das tensões na fronteira russo-ucraniana pode ter consequências irreversíveis, a responsabilidade pelas quais recairá sobre a parte ucraniana.

O Ministério das Relações Exteriores russo fez esta advertência em relação ao bombardeio do território russo pelo exército ucraniano. A imprensa está discutindo possibilidades de golpes pontuais de retaliação.

No domingo, 13 de julho, mais um russo foi vítima do exército ucraniano. Um ataque de morteiro alcançou-o perto de casa, na região de Rostov, em solo russo. Se antes cidadãos russos, jornalistas, morriam em território ucraniano, agora a guerra chegou até eles através da fronteira.

O enviado da Ucrânia na Rússia foi imediatamente chamado ao Ministério das Relações Exteriores, onde lhe expressaram um forte protesto, relatou o vice-chanceler russo Grigori Karasin:

“O sucedido é uma escalada qualitativa de perigo para cidadãos russos já em nosso próprio território. É óbvio que isso não ficará sem reação. O que aconteceu confirma mais uma vez a necessidade de parar urgentemente o derramamento de sangue, de retomar as negociações no âmbito do grupo de contato envolvendo as partes em conflito, de cumprir os acordos que foram alcançados anteriormente”.

A resposta de Moscou será dura e específica, advertiram o representante de Kiev. A imprensa relatou que em caso de novos atos de agressão seguirão golpes pontuais por parte da Rússia. A paciência de Moscou está se esgotando, enfatiza o analista político Konstantin Zatulin:

“Se ataques ao território russo continuarem, então não teremos outra escolha senão usar a força para reprimir os postos de tiro que bombardeiam as nossas terras. Vemos como Israel o faz quando se trata de ataques a seu território. Eu não estou apelando a que nós utilizemos as mesmas medidas abrangentes. Mas se em risco estão a vida e a propriedade de habitantes do território russo, só resta retaliar. A nossa paciência já foi amplamente demonstrada. Está na hora de tomar decisões que não permitirão transportar as áreas fronteiriças da Rússia em campo de batalha. É necessário exigir a nível político a cessação das hostilidades nas zonas fronteiriças. E se isso não for feito, atacar os postos de tiro inimigo, de onde projéteis são lançados para a Rússia”.

As opiniões de analistas, no entanto, divergem. Alguns acreditam que a Rússia está sendo deliberadamente provocada a fazer passos de força para depois acusá-la de agressão e exigir o seu isolamento político e econômico. Outros notam que até agora a discrição de Moscou não foi devidamente apreciada. As sanções, a recusa de cooperar: quem queria seguir o apelo dos Estados Unidos e criar problemas para a Rússia, já o fez independentemente da verdadeira situação na Ucrânia.

Mas na política mundial existe não só o vetor ocidental. A China, a Índia, o Brasil e a África do Sul, todos eles membros dos BRICS, rejeitaram o apelo para isolar a Rússia. Vários países europeus também tentam olhar as coisas objetivamente e preferem agir em conformidade com seus próprios pontos de vista. E a maioria concorda que um país tem o direito de proteger seus cidadãos, dentro dos limites estipulados pela lei.

FONTE:http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_07_14/Bombardeios-do-territ-rio-russo-n-o-v-o-ficar-sem-resposta-9560/

Otan diz que Rússia mobiliza de novo tropas na fronteira com Ucrânia

Membro da força-tarefa especial da polícia da Ucrânia patrulha vila Semenovka, perto da cidade de Sloviansk, no leste da Ucrânia nesta segunda-feira (14) (Foto: REUTERS/Gleb Garanich)

A Otan denunciou nesta segunda-feira (14) que a Rússia voltou a mobilizar dezenas de milhares de tropas desde meados de junho na fronteira com a Ucrânia.

“Este não é um passo no bom caminho”, indicou um funcionário da Aliança Atlântica, afirmando que a organização obteve evidências de que a Rússia mobilizou entre 10 mil e 12 mil soldados na área.

“Em meados de junho havia menos de 1.000 militares, mas desde então os russos reforçaram suas tropas novamente ao longo da fronteira”, indicou este funcionário.

“Convocamos novamente a Rússia a retirar suas tropas da fronteira com a Ucrânia e a deter o fluxo de combatentes, dinheiro e armas em direção à Ucrânia”, acrescentou.

Em meados de junho, o secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen, denunciou que a Rússia havia enviado novamente milhares de soldados à fronteira com a Ucrânia.

A Otan havia calculado que as tropas russas mobilizadas na fronteira com a Ucrânia totalizavam em maio 40 mil soldados. Moscou anunciou em meados de maio a retirada de seus contingentes aos seus quartéis, o que a Otan confirmou no início de junho.

Mas a tensão não diminuiu no leste da Ucrânia e Moscou, segundo a Otan, voltou a reforçar seus contingentes na fronteira.

Nesta segunda-feira a Ucrânia acusou a Rússia de ter derrubado um avião militar ucraniano na região separatista de Lugansk (leste). No domingo, Moscou advertiu Kiev que poderia haver consequências irreversíveis depois que um morteiro disparado da Ucrânia caiu em território russo, matando um civil.

FONTE: G1

Iraque comprou caças Sukhoi da Rússia e da Bielorrússia

Sukhoi_Su-25K_at_RIAT-92Primeiro-ministro iraquiano Nouri Maliki, disse à BBC que Bagdá tinha comprado uma série de caças usados Sukhoi da Rússia e da Bielorrússia. Ataque aéreo da Síria na fronteira com o Iraque, azeda as relações entre Bagdá e Washington.

Maliki também disse que o avanço dos militantes ISIS poderia ter sido contido se os jatos adquiridos dos EUA já houvessem sido entregues, com maior rapidez.

Maliki reclamou que o Iraque tinha comprado 36 caças americanos, mas que o processo tem sido muito “lento”. “Vou ser franco e dizer que fomos iludidos quando assinamos o contrato. Deveríamos ter procurado para comprar outros caças, como dos britânicos, franceses ou russos para garantir a cobertura aérea para as nossas forças; se tivéssemos cobertura aérea teríamos evitado o que aconteceu”.

Ele disse que o Iraque estava adquirindo “caças de segunda mão da Rússia, que deverão chegar no Iraque em dois ou três dias.

“Se Deus quiser, dentro de uma semana esta força será eficaz e irá destruir esconderijos dos terroristas”, disse o primeiro ministro.

Os ataques aéreos sírios mostram como os conflitos na Síria e no Iraque estão se fundindo em conjunto, com a ISIS como um fator em comum, porém com caças rivais no lado sírio da fronteira esmagando a ISIS, dando-lhes ampla vantagem.

Ataques aéreos Maliki disse à BBC: “Sim, jatos sírios atacaram Qaim, dentro do lado sírio da fronteira. Não havia nenhuma coordenação envolvida. Mas congratulamo-nos com esta ação. É bem vindo qualquer ataque sírio contra a ISIS.” Uma fonte do Pentágono disse à BBC: “Estamos cientes dos relatos de que o governo sírio realizou ataques aéreos contra alvos no Iraque.” Fontes militantes relataram que por dois dias consecutivos, jatos da Síria atingiram o lado iraquiano de Qaim, e também Rutba, mais para dentro do Iraque. Os militantes dizem que 70 pessoas morreram no primeiro ataque e 20 no segundo.

Jatos russos Maliki disse que o Iraque comprou uma série de usados caças Sukhoi da Rússia e da Bielorrússia. Essas aeronaves deverão estarem voando em missões no Iraque “em poucos dias”.

su-25

O presidente russo, Vladimir Putin discutiu a crise com Maliki por telefone na sexta-feira. Putin confirmou o seu “total apoio” para os esforços do governo para livrar o território iraquiano de “terroristas”.

FONTE: BBC VIA CAVOK

Rússia prestes a produzir comercialmente helicópteros Mi-28N modernizados

Russia, helicopteros, exercito, militares

A planta Rostvertol na cidade de Rostov-no-Don, integrante da holding Vertolioty Rossii (Helicópteros da Rússia), começou os preparativos para a produção em série de uma versão modernizada do lendário Caçador Noturno, helicóptero de combate Mi-28N, segundo anunciou um representante da companhia na celebração do 75º aniversário da usina.

“No presente momento, estamos realizando preparativos para a produção em série do helicóptero de treinamento e combate Mi-28NE, com controles duplos, desenvolvido com base no Mi-28N Caçador Noturno, e do helicóptero Mi-26T2, uma versão modernizada do Mi-26T”, disse o interlocutor da agência, especificando que ambos os helicópteros começariam a ser produzidos comercialmente após os testes estatais. No entanto, segundo a mesma fonte, esses modelos de aeronaves já são demandados no exterior.

O helicóptero de ataque Mi-28N é projetado para procurar e destruir tanques, veículos blindados, tropas do oponente, estruturas defensivas, pequenas embarcações e aeronaves em voo a altitudes baixas. O helicóptero pode operar de dia e de noite, em condições climáticas adversas, contornando os acidentes de terreno em voo autônomo a altitudes extremamente baixas. Em 2013, o helicóptero entrou em serviço nas Forças Armadas da Rússia.

 

Voz da Rússia

Iraque necessita muito de caças russos

Russia, Iraque, Sukhoi, exercito

foto de arquivo

Os caças russos são extremamente necessários ao Iraque e o seu fornecimento satisfaz as necessidades de Bagdá, a que os EUA e outros países não prestaram atenção, declarou Lukman Faily, embaixador iraquiano nos EUA.

No final de junho foi comunicado que ao Iraque chegou o primeiro lote de 10 caças Sukhoi, comprados à Rússia com urgência para o combate contra os guerrilheiros do grupo Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL). O Iraque planeja adquirir na Rússia mais aviões até ao fim do verão.

“No que respeita à aquisição de caças na Rússia, não temos outra opção. A situação no país obriga-nos a escolher aquele que nos pode apoiar”, declarou Faily.

O embaixador do Iraque nos EUA também manifestou que respeita a política de Washington e de outros países em relação às aquisições militares, mas o atraso nos fornecimentos de armas ao Iraque ameaça a segurança no país.

 

Voz da Rússia

%d blogueiros gostam disto: