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A-29 Super Tucano, a verdadeira arma de guerra brasileira

Francisco Santos, Guerra & Armas.

O A-29 Super Tucano (Designação da FAB), é sem dúvidas uma das melhores máquinas de guerra do mundo em seu gênero, é importante esclarecer que o A-29 Super Tucano é uma aeronave de ataque leve e treinamento (Designada por AT-29), por tanto o Embraer A-29 Super Tucano não é um caça e muito menos atinge velocidades supersônicas nem tão pouco subsônicas, essa é uma dúvida recorrente nos comentários do nosso Blog, por isso o Guerra & Armas, vai fazer diferente e dessa vez, vamos especificar o A-29 Super Tucano como uma arma brasileira e vamos ver os pontos que fazem dessa aeronave líder em seu seguimento.

O Embraer EMB-314 Super Tucano, popularmente conhecido pelo nome de designação da Força Aérea Brasileira como A-29 Super Tucano é uma aeronave de Turboélice, vejam bem, turboélice e não jato, a aeronave foi desenvolvida como uma aeronave de ataque leve e treinamento para atender as necessidades da Força Aérea Brasileira, ou seja, o A-29 surgiu com propósito de dotar a FAB de um avião de treinamento e monitoramento de nossas fronteiras a baixa altitude.

O A-29 Super Tucano, teve origens no modelo de treinamento EMB-312G1, que foi  inicialmente projetado para atender a  Real Força Aérea britânica (RAF), que conta com uma série de modificações para com o Tucano básico.

O A-29 Super Tucano, terá papel fundamental na implantação do SIPAM / SIVAM que são projetos de monitoramento da fronteira nacional e da Amazônia mais especificamente, as aeronaves irão operar em conjunto com as aeronaves R-99 e E-99 que monitoraram o espaço aéreo a qual estão destinadas e repassará dados e coordenadas para as aeronaves Super Tucano.

Pelas características da região Amazônica (extensa área de floresta fechada, com alta incidência de chuvas, altas temperaturas e umidade elevada) e de ameaça (baixa intensidade) na qual iria atuar, foi definido pela Força Aérea Brasileira que a aeronave deveria ser um turboélice, de ataque, com grande autonomia e raio de ação, capaz de operar tanto de dia como a noite, em qualquer condição meteorológica, a partir de pistas curtas e desprovidas de infraestrutura, entre outras.

A Força Aérea Brasileira especificou que a aeronave da Embraer teria as seguintes versões:

  • Monoposto (designado A-29A) – para ataque e reconhecimento armado, dentro da tarefa de interdição; para ataque e cobertura, dentro da tarefa de apoio aéreo aproximado e para interceptação e destruição de aeronaves de baixo desempenho.
  • Biposto (designado A-29B) – além das mesmas atribuições do monoposto; para treinamento e para controle aéreo avançado, na tarefa de ligação e observação.

Batismo de Fogo:

Em 18 de janeiro de 2007, Super Tucanos da Força Aérea Colombiana utilizaram de bombas Mk 82, para atacar posições das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) em meio a selva fechada. Este ataque bem sucedido marcou o batismo de fogo do Super Tucano, foi conduzida no modo CCIP (Continuously Computed Impact Point) ou Ponto de Impacto Continuamente Calculado, sendo relatado êxito na ação

Recentemente a USAF (Força Aérea Americana) anunciou o Embraer A-29 Super Tucano (USAF A-29 Super Tucan) como ganhador do processo de aquisição de cerca de 20 aeronaves de ataque e treinamento leve para equipar as forças armadas do Afeganistão, com possibilidade de mais encomendas, tornando assim o A-29 Super Tucano um avião mais competitivo.

Francisco Santos, Guerra & Armas.

Northrop F-5 na Força Aérea Brasileira

A FAB (Força Aérea Brasileira)  iniciou  recentemente  um audacioso programa de modernização de seus F-5E que passarão para o padrão F-5EM. A revitalização dos 47 caças, deverá custar em torno de US$ 285 milhões. O motor e célula dos aviões permanecerão inalterados, mas a sua eletrônica e sistemas de armas (HUD, radar e painel de controle) serão  trocados por mais modernos, tornando-o um avião de 4º geração.

Atualmente, foram comemorados os 30 anos de serviço da aeronave na Força Aérea Brasileira, sendo que um exemplar recebeu uma pintura comemorativa especial, representando um tigre.

Foto: Cavok

O Brasil possui como vetor de ataque, o F-5 a mais de 30 anos, como citado anteriormente, no entanto essa aeronave mesmo modernizada é ultrapassada e obsoleta, nossos vizinhos como, Venezuela e Chile já equiparam suas forças aéreas com os mais modernos meios que existem, sejam os venezuelanos com os Su-30 ou os Chilenos com F-16, usados mas com grande poder de fogo ainda.

Alguns cegos defensores do F-5 como vetor de ataque, defendem que a aeronave derrotou caças F-18 e F-16 em exercícios militares conjuntos com forças armadas vizinhas e amigas, como na Cruzex por exemplo, no entanto foram simulações, na vida real e em combate real os pilotos inimigos podem não ser tão fáceis assim de serem derrubados, e suas aeronaves estarão com armamentos plenos.

 

Veja a baixo as configurações dessa aeronave: (Segundo o Defesa BR)

O F-5M leva sistemas de nova geração, como radar e pod de EWPossui ainda ECM com lançadores de chaff e flares para auto-defesa, em total comunalidade com os programas ALX e AMX-T.


Todo F-5 que passa pelo processo de Modernização para a versão F-5M recebe uma revisão estrutural completa. Todo os cabos e fios da aeronave são trocados. É acrescentada uma APU interna, que oferece maior autonomia de operação, viabilizando operação em pistas pouco preparadas. 
Um dos canhões foi retirado para instalação dos aviônicos. 

A nova cabine (cockpit) do F-5M é muito semelhante ao do ALX com todos os sistemas gerenciados por 2 computadores de alto desempenho. É totalmente provida de mostradores (displays), proporcionando baixo esforço para o piloto e possibilitando um emprego eficaz em todas as condições de tempo, dia e noite, encontradas nos mais variados teatros de operação. 

Um Equipamento de Função BIT permite localização de falhas e sistema de diagnóstico que leva a reparações rápidas, garantindo elevada confiabilidade de vôo. 

A aeronave apresenta os seguintes avanços, entre outros :

     g   Cabine com 3 Mostradores Multifuncionais, que são 
           telas coloridas de cristal líquido de múltiplas funções 
           (MFCD);

     g   Os Mostradores são projetados à frente do piloto (HUD);

     g   Dispositivo de Manche e Manete de Potência Combinados 
           (HOTAS);

     g   Mostrador / Visor Montado no Capacete (HMDtipo DASH 4;

     g   Sistema Integrado de Navegação com GPS (INS/GPS);

     g   Receptor de Alerta de Radar (RWRfornece o alerta de 
           emissões de radar inimigo;

     g   Sistema de rádio de comunicação segura, com criptografia, 
           saltos e compressão de freqüência;

     g   Enlace de Dados com interoperacionalidade entre R-99 A/B e 
           A-29 Super Tucano;

     g   Novos sistemas de pontaria CCIP/CCRP e de Gerenciamento 
           de Combustível;

     g   Sistemas, Sensores e Luzes para missões diurnas e noturnas 
           (NVG) sob qualquer tempo;

     g   Baixa Assinatura Radar e Assinatura Infra-Vermelha (IR
           reduzidas prometem baixa detecção pelos radares inimigos;

     g   Gravação de Dados e Áudio em VHS-C para reprodução em 
           vôo ou no solo; 

     g   Sistema de Planejamento de Missão; 

     g   AACMI (Instrumentação Autônoma para Simulação e 
           Avaliação de Manobras de Combate); 

     g   Capacidade para Treinamento Virtual de vôo; 

     g   Programas de Manutenção baseados em equipamentos e
           componentes de última geração; e

     g   Sonda de Reabastecimento (REVO). 

 

Submarino Nuclear Brasileiro só em 2023

.Editora Globo

Após mais de 56 anos, o sonho dos militares brasileiros em fim será realizado, no entanto, só em 2023, no entanto segundo a marinha, o tempo será compensado no emprego futuro do submarino, que segundo almirantes da marinha será um ”elemento surpresa” incontestável, afinal por ser um submarino nuclear, o SNBR (Submarino Nuclear Brasileiro) será um navio invisível pois pode ficar submerso por dias, semanas e meses sem precisar subir a superfície para tomar ar e recarregar suas baterias, ele poderá navegar por dias sem ser percebido.

Os submarinos convencionais precisam subir a superfície para tomar ar e recarregar suas baterias o que tira o elemento surpresa da embarcação a deixando exposta e vulnerável a ataques aéreos e de navios por exemplo, o que não ocorre com um submarino nuclear.

No entanto esse poderoso e belo Submarino só estará pronto em 2023, quando o país estará no seleto grupo de países com tal tecnologia, ao lado dos membros do conselho de Segurança da ONU, EUA, Rússia, China, França e Inglaterra.

 

Francisco Santos, Guerra & Armas.

Brasil terá 26 Submarinos ate 2047

O Brasil possuí uma riqueza escondida pelos mares, denominada ”Amazônia Azul”, nossas fronteiras marítimas que totalizam mais de 4 milhões de metros quadrados, pouco maior que nossa Amazônia Verde, no entanto, os nossos mares são responsáveis por mais de 90% do Petróleo produzido no país, é também responsável por 95% do transito de nossas exportações, no entanto apenas 5 submarinos fazem a patrulha dessa colossal riqueza.

Tendo ciência dessa obsolência e defasagem de capacidade de defesa, a marinha criou um projeto a perder de vista e de anos, que visa colocar em operação ate 2047, ou seja, daqui a mais de 37 anos,26 submarinos em operação, ate lá muitas coisas podem mudar, como por exemplo, as riquezas naturais podem esgotar-se, e enquanto o restante do mundo possuem uma frota/frotilhia de centenas de submarinos, o país só possuirá cerca de 26, sendo 1 ou 2 nucleares.

Para se ter uma ideia da gravidade da situação do nosso país, vamos fazer uma breve analise, vamos lá:

Possuímos apenas 5 submarinos, em um caso muito remoto, um Navio Invade nossas águas pelo litoral norte, certamente um submarino irá ser deslocado para lá, enquanto teremos outros 4 para o patrulhamento do resto da costa brasileira.

Em um caso não tão remoto assim, um submarino Russo ou Americano entra em águas nacionais por erro técnico ou problemas,  obviamente um ou mais submarinos serão deslocados para o litoral sul do país para escoltar essas embarcações ate o litoral e prestar auxilio.

Como vocês poderão ver a maioria da frota esta deslocada entre o norte e sul do país, no entanto piratas africanos tomam de poder um petroleiro da BR Distribuidora e ameaçam explodir o navio e choca-lo contra uma estação exploratória de petróleo ou plataforma exploratória, não temos fragatas ou navios de patrulha oceânica para deslocar-se ate Santos, nossos navios estão em interceptações e abordagens no Norte e sul do país em apoio aos nossos submarinos, o resultado só pode ser um….

Nossos 5 Submarinos não são nem de longe suficientes para patrulhar nossas águas…

Francisco Santos, Guerra & Armas.

NAe A-12 São Paulo, Um Porta Aviões sem Aviões

O NAe (Navio Aeródromo) A-12 São Paulo, foi adquirido pela Marinha do Brasil, para substituir o já ultrapassado  Porta Aviões A-11, o saudoso Minas Gerais, comprado ainda nos anos 60 pelo estão presidente na época, Juscelino Kubitschek .

Apesar de já operar um Navio Porta Aviões desde os anos 60 quando o presidente Juscelino Kubitschek adquiriu junto a Real Marinha Inglesa o Porta Aviões A-11, Minas Gerais o ex-HMS Vengeance, a marinha do Brasil, só atingiu a capacidade plena de operação de porta-aviões, com a aquisição do antigo porta-aviões frances, Foch, da classe Clemanceau, atual A-12 São Paulo.

Quando a Marinha Brasileira comprou o Porta Aviões, a Marinha Francesa retirou todos os sistemas militares de defesa, sistemas anti-aéreos, o navio nos foi entregue praticamente somente a carcaça e os motores, era um simples navio civil que poderia operar aviões, no entanto é preciso destacar que nenhum sistema que o Porta Aviões Possuía era compatível com os usados pela Marinha Brasileira , e não era lógico possuir um Navio que era diferente dos demais, isso demandaria mão de obra especial e exclusiva ao Navio Aeródromo .

O Brasil não optou por aeronaves que eram tipicamente usadas no Porta Aviões, a saída encontrada pela Marinha foi a compra de  um lote de aviões A-4 Skyhawk fabricado pelos norte-americanos junto ao Koweit, no entanto essas aeronaves são ultrapassadas , porém pesaram a favor da escolha da aeronave as palavras mágicas que nossos governantes amam ouvir, ”Aeronave Barata, com custo baixo e com tempo de vida útil longa”.

Apesar de a Marinha possuir 12 aviões A-1 (A-4 Skyhawk) em condições de serem modernizadas, o NAe São paulo nunca as viu em ação, em mais de 10 anos como nossa propriedade o A-12 jamais entrou em operação, e não possui aeronaves embarcadas, temos aviões mas não os usamos, se você buscar por A-12 São Paulo no Google, notara que 70% das imagens de nosso Porta Aviões, são imagens onde não aparecem aeronaves de asas fixas no convés do Navio.

Mas por que não usamos nosso Porta Aviões?

Essa resposta você confere na nossa próxima reportagem sobre o A-12 São Paulo…

 

Francisco santos, Guerra & Armas.

Embraer diz que começará a montar Super Tucanos para os EUA em 2014

Super Tucano A-29, da Embraer. (Foto: Divulgação/Embraer)

Super Tucano A-29, da Embraer. (Foto: Divulgação/Embraer)

A fabricante brasileira Embraer anunciou nesta quinta-feira (14) que começará a montar no inicio de 2014, na unidade industrial de Jacksonville, nos Estados Unidos, os 20 aviões de ataque A-29 Super Tucanos que serão fornecidos para a Força Aérea norte-americana para missões contra-insurgência no Afeganistão. A venda tem valor de US$ 427 milhões.

A vitória da Embraer na licitação foi anunciada pelo governo americano em 27 de fevereiro. A concorrente Beechcraft, que acaba de sair de uma concordata, anunciou que vai protestar formalmente contra a decisão.

“Cada avião levará em média 5 meses para ser montado nos EUA. No Brasil, levamos em média três meses e meio para montar um Super Tucano, pois já temos pessoal formado para isso. Contrataremos nos EUA mão de obra local e traremos cerca de 70 pessoas ao Brasil para formar esse pessoal para a montagem ser feita lá”, anunciou o vice-presidente de operações da Embraer, Eduardo Bonini, em evento com jornalistas na unidade industrial da Embraer em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo. Uma das exigências do contrato com os americanos é que os aviões fossem produzidos nos EUA.

 

Suspensão dos trabalhos
De acordo com a Embraer, a Força Aérea dos Estados Unidos determinou a suspensão temporária dos trabalhos da fabricante brasileira no projeto enquanto analisa o recurso da concorrente Beechcraft. A Embraer disse, contudo, que a suspensão é procedimento padrão e que continua com o desenvolvimento do projeto enquanto aguarda o resultado do recurso.

O presidente da unidade de negócios Defesa e Segurança da Embraer, Luiz Carlos Aguiar, disse que o Brasil vai levar o contrato desta vez. “Tenham absoluta certeza disso”, afirmou.

“Participamos de uma seleção que foi com lisura, inclusive um general três estrelas participou da escolha, o que representa a importância da decisão para os EUA. A Embraer tem gerado muitos empregos nos Estados Unidos, já contratamos 1.200 pessoas lá, temos três centros de serviço, enquanto que nossa concorrente, na contramão disso, demitiu, nos últimos anos, mais de 5 mil pessoas, parou de produzir cinco modelos de aeronaves e transferiu parte de sua planta para o México. Não resta dúvida de quem é o melhor para ganhar essa licitação, uma hora tem que saber desistir”, disse.

Aguiar projeta o crescimento líquido da receita da Embraer Defesa em 2013 em cerca de 25%. Em 2012, a receita liquida foi de US$ 1 bilhão de dólares.

Há cerca de um ano, a Embraer havia sido selecionada como fornecedora de aviões de ataque leve, mas o contrato foi “posto de lado”, devido a supostos problemas com documentos. A vitória da Embraer no contrato, de US$ 355 milhões, foi contestada na Justiça dos EUA pela norte-americana Hawker Beechcraft.

 

G1

USAF defende contrato vencido pela Embraer no LAS

A aeronave A-29 Super Tucano foi escolhida pela segunda vez pela USAF para o contrato LAS. (Foto: Embraer)

A aeronave A-29 Super Tucano foi escolhida pela segunda vez pela USAF para o contrato LAS. (Foto: Embraer)

A Força Aérea dos Estados Unidos defendeu nesta segunda-feira sua decisão de conceder à Embraer e sua sócia Sierra Nevada um contrato de 428 milhões de dólares para a entrega de 20 aviões de ataque leve, apesar de enfrentar protestos renovados da Beechcraft.

 

“Estamos confiantes que esta decisão é bem fundamentada e que as propostas dos ofertantes foram total e justamente consideradas dentro do critério de avaliação”, disse o porta-voz da Força Aérea, Ed Gulick, que não tinha nenhum comentário imediato sobre se seria emitida uma ordem de paralisar as encomendas.

A Beechcraft, conhecida anteriormente como Hawker Beechcraft, afirmou na sexta-feira passada que vai protestar contra a decisão, que se seguiu após uma nova concorrência realizada no ano passado.

A Embraer e a Sierra Nevada venceram um contrato inicial de 355 milhões de dólares em dezembro de 2011 para o fornecimento de aviões Super Tucano a serem usados no Afeganistão, mas a licitação foi suspensa após ser contestada pela Hawker Beechcraft.

O novo protesto é o capítulo mais recente de uma saga sobre a aquisição de equipamento militar envolvida com política. Representantes brasileiros expressaram desânimo no ano passado quando o contrato original com a Embraer foi suspenso, e consequências políticas do caso também surgiram na campanha eleitoral presidencial dos EUA.

A Força Aérea norte-americana desistiu de conceder o contrato inicial à Sierra Nevada e Embraer depois que encontrou “deficiências no processo de documentação que não poderia confirmar a adequação da decisão anterior”, disse Gulick.

Nesta segunda-feira, ele disse que o mais recente contrato concedido à Sierra Nevada e Embraer envolveu um novo “time de avaliação, conselheiros internos e externos e uma nova autoridade para seleção”.

Um órgão do governo norte-americano que supervisiona compras federais questionadas tem até 100 dias para decidir sobre o assunto.

A Beechcraft saiu de um processo de concordata no mês passado. A fabricante disse em um comunicado que a decisão da Força Aérea coloca 1.400 empregos em risco no Estado do Kansas e outros locais nos EUA.

Na noite de sexta-feira, a Embraer e Sierra Nevada disseram que sua oferta na competição dá garantia a manutenção de mais de 1.400 empregos nos EUA e acrescentou que o Super Tucano será montado em Jacksonville, na Flórida.

A Sierra Nevada conta com 2.500 trabalhadores e a Embraer tem 1.200 funcionários nos EUA.

 

Fonte: Reuters – Andrea Shalal-Esa Via Cavok

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