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Avião de assalto Su-25SM é capaz de atingir quatro alvos simultaneamente

Avião de assalto Su-25SM é capaz de atingir quatro alvos simultaneamente

 

Foto: RIA Novosti

No final de dezembro, foram concluídos com êxito os testes de aceitação do avião de assalto russo Su-25SM, notificou este sábado uma fonte do complexo militar-industrial da Federação Russa.

Segundo a fonte, durante os testes de voo foram testados novos meios de destruição e um complexo de guerra eletrônica Vitebsk-25, capaz de assegurar a supressão rádioeletrônica dos sistemas terrestres de defesa aérea e dos alvos aéreos.

Agora, os aviões Su-25 podem atingir quatro alvos terrestres simultaneamente. A modernização envolveu cerca de 80 aviões de assalto da Força Aérea Russa.

 

Voz da Rússia

EUA enviam pela primeira vez em 20 anos militares para a Somália

 

Os Estados Unidos enviaram pela primeira vez desde 1993 efetivo militar para a Somália, para ajudar a coordenar as operações das autoridades locais contra a milícia islamita Al-Shabab, informou nesta sexta-feira o jornal Washington Post.

De acordo com o jornal, que cita vários funcionários americanos do Pentágono como fonte, a pequeno equipe de assessores militares dos EUA está em Mogadíscio, a capital somali, desde fim do ano passado.

É a primeira vez que Washington decide colocar tropas americanas em solo somali desde a fracassada operação “Black Hawk Down” de 1993, em que dois helicópteros foram derrubados e 18 soldados morreram.

Os serviços de inteligência americanos consideram a milícia islamita Al-Shabab, vinculada à Al Qaeda, responsável de vários atentados no país.

O grupo também poderia estar por trás do atentado a um centro comercial de Nairóbi, no Quênia, ano passado, no qual morreram mais de 70 pessoas.

Nos últimos anos, os Estados Unidos realizaram algumas operações na Somália, mas dirigidas da base americana do Djibuti, no Chifre da África.

Desde 2007, os EUA dedicaram notáveis recursos para equipar e treinar a uma força da União Africana, a maior parte dela composta por soldados de Uganda e Burundi, para garantir a ordem e fortalecer o novo governo local.

Ano passado o governo americano reconheceu oficialmente o novo governo federal da Somália, reestabelecendo assim relações diplomáticas, suspensas desde 1991.

O Departamento de Estado dos EUA anunciou a intenção de reabrir a embaixada em Mogadíscio, embora não tenha ainda definido uma data.

EFE

 

Fonte: Terra Via Plano Brasil

Ataque militar do Quênia na Somália mata mais de 30 do Al Shabab

 

Mais de 30 membros da milícia radical islâmica Al Shabab, inclusive vários dirigentes importantes, morreram ontem em um ataque de aviões de combate quenianos em um acampamento dos insurgentes no sul da Somália, informaram nesta sexta-feira as Forças Armadas do Quênia.

“No dia 9 de janeiro de 2014 às 18h locais (13h de Brasília), caças das Forças de Defesa do Quênia atacaram um acampamento do Al Shabab no qual era realizada uma reunião em Garbarahey, na região somali de Gedo”, explicou o Exército queniano, em comunicado.

“A avaliação inicial de danos da batalha indica que morreram mais de 30 integrantes do Al Shabab, inclusive alguns dirigentes importantes. Vários insurgentes escaparam com ferimentos múltiplos”, diz a nota.

Além disso, “mais de cinco veículos e grandes ativos foram destruídos”. Por enquanto, os fundamentalistas não se pronunciaram sobre o incidente.

Em outubro de 2011, o Exército do Quênia entrou na Somália devido a uma onda de sequestros em território queniano que foram atribuídos ao Al Shabab, grupo que ameaçou retaliar com ataques terroristas.

De fato, os radicais se responsabilizaram pelo ataque cometido em setembro do ano passado no shopping center de Westgate em Nairóbi, que causou pelo menos 72 mortes (incluídos cinco terroristas), segundo os números oficiais.

A milícia, que em 2012 anunciou sua adesão formal à rede terrorista Al Qaeda, controla amplas zonas do centro e do sul do Somália, onde o frágil governo do país ainda não está em condições de impor sua autoridade.

As tropas da Missão da União Africana (AMISOM, que também é integrada por soldados quenianos), o Exército somali, as forças etíopes e as milícias pró-governo combatem os islamitas, que tentam instaurar no país um Estado islâmico de caráter wahabista.

A Somália vive em estado de guerra civil e caos desde 1991, quando o ditador Mohammed Siad Barre foi derrubado, o que deixou o país sem um governo efetivo e nas mãos de milícias islamitas, senhores da guerra e grupos de delinquentes armados.

 

Fonte: Terra Via Plano Brasil

Manifestantes e policiais entram em confronto em Belo Horizonte

Bomba de gás lacrimogêneo fica na rua na Avenida Antônio Carlos, em Belo Horizonte (Foto: Humberto Trajano/G1)

Bomba de gás lacrimogêneo fica na rua na Avenida Antônio Carlos, em Belo Horizonte (Foto: Humberto Trajano/G1)
Manifestantes e policiais entram em confronto na Avenida Antônio Carlos, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte, na tarde desta segunda-feira (17). Por volta das 17h10, várias bombas de efeito moral e de gás lacrimogêneo foram lançadas em direção ao protesto, que revindica um transporte coletivo mais barato e critica a realização das copas do Mundo e das Confederações. Ainda não é possível saber se há feridos.

De acordo com a assessoria de comunicação da Polícia Militar (PM), o confronto começou porque os manifestantes queriam ultrapassar a área de isolamento da Fifa, perto do Mineirão. Segundo informações do tenente-coronel Alberto Luiz, apesar de a orientação ser a de não se usar armas com balas de borracha, houve ocorrência de disparos. Conforme o policiamento, duas agências bancárias e uma concessionária de veículos foram depredas.
A estudante Bia Martins, que participa dos protestos, diz que a polícia agiu com “truculência”. Segundo ela, de longe, a PM atirou balas de borracha e bombas de gás lacrimogêneo.
Um novo confronto entre policiais e manifestantes começou por volta das 19h. Segundo a Polícia Militar (PM), um grupo teria tentado invadir o campus da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e os policiais novamente reagiram com bombas de efeito moral.
O Corpo de Bombeiros informou que manifestantes atearam fogo em pneus e outros objetos para fechar a pista da Avenida Antônio Carlos.

Às 19h25, a PM disse que militares contiveram os manifestantes que tentaram entrar na UFMG. Neste horário, segundo a PM, a manifestação seguia sem confrontos.

Segundo a PM, um terceiro confronto ocorreu por volta das 19h35, perto da entrada do Mineirão, mas cerca de dez minutos depois já havia se dissipado. Conforme o policiamento, novamente foi feito uso de bombas de gás lacrimogêneo.
O protesto na capital mineira é realizado desde as 13h. Os manifestantes se reuniram na Praça Sete, onde fecharam o trânsito, percorreram a Avenida Afonso Pena e seguiram pela Avenida Antônio Carlos, em direção ao Mineirão, onde era realizada a partida entre Taiti e Nigéria, pela Copa das Confederações. Durante o trajeto, os ativistas gritaram por diversas vezes “sem violência”.
Gladson Reis é uma das pessoas que estão à frente do movimento em Belo Horizonte. Ao longo do percurso, ele afirmou ao G1 que o objetivo da manifestação era seguir pacificamente até o estádio.

Além do preço da passagem de ônibus, as copas das Confederações e do Mundo são alvo de protesto em BH (Foto: Raquel Freitas/G1)
Comerciantes da Avenida Antônio Carlos fecharam as portas na passagem da manifestação que reúne mais de 20 mil pessoas em Belo Horizonte, e acompanharam a passagem do protesto. Alguns dos funcionários se juntaram à manifestação. A Polícia Militar bloqueou as vias que dão acesso à avenida para que o protesto seguisse até a Pampulha.
No início da noite desta segunda-feira (17), manifestantes voltaram a ocupar a Praça Sete, no Centro de Belo Horizonte. Conforme Bia Martins, este protesto tem as mesmas reivindicações do iniciado na parte da tarde. Segundo ela, o ato começou por volta das 17h para que pessoas que não podem faltar ao trablaho também possam se manifestar.

O trânsito no local é intenso, e os manifestantes fecharam partes das pistas das avenidas Afonso Pena e Amazonas. Por volta das 19h30, cerca de 300 pessoas estavam no local, conforme o policiamento.

G1

Dilma considera manifestações ‘legítimas’, diz ministra

A ministra da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Helena Chagas, afirmou nesta segunda-feira (17) que a presidente Dilma Rousseff considera “legítimas e próprias da democracia” as manifestações em várias cidades do país.

“A presidente considera que as manifestações pacíficas são legítimas e próprias da democracia e que é próprio dos jovens se manifestarem”, afirmou a ministra.

Segundo ela, Dilma está acompanhando a atuação policial nas cidades, mas “não está envolvida diretamente”, segundo descreveu. Nesta tarde, presidente esteve com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que fez relatos sobre a situação de segurança.

“Ela está encarando isso como questão normal da democracia”, disse Helena Chagas sobre os protestos.

Questionada sobre as vaias recebidas pela presidente na abertura da Copa das Confederações, no último sábado (15), Chagas disse que “isso não tem relevância”.

Os protestos, iniciados na semana passada em São Paulo por causa do aumento da tarifa de transporte, se alastraram por várias capitais desde o fim de semana. Nesta segunda, as manifestações áreas centrais de Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Maceió, Fortaleza, Belém e Vitória, além de várias cidades no interior.

‘Alguma coisa a nos dizer’
Mais cedo, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, recebeu, no Palácio do Planalto, representantes do Comitê Popular da Copa, que participaram de protestos na última sexta e sábado, em Brasília. Após a reunião, ele defendeu as manifestações e pregou diálogo com os jovens.

“Esses jovens têm alguma coisa a nos dizer. Esses jovens nos apontam angústias e se alcançam uma grande repercussão de mobilização é porque correspondem ao anseio de muita gente”, afirmou Carvalho, responsável pela interlocução com movimentos sociais.

Ele disse que o governo está preocupado em se aproximar dos manifestantes e negou que a onda de protestos colocarão em risco grandes eventos como a Jornada Mundial da Juventude, evento católico que ocorrerá em julho no Rio de Janeiro.

O convite para a reunião com o movimento, contrário aos gastos com a construção do estádio Mané Garrincha, em Brasília, partiu do próprio ministro. Nos dois dias de protestos na semana passada, houve conflito entre manifestantes e policiais.

Questionado sobre as vaias que a presidente Dilma Rousseff levou quando anunciada na abertura da Copa das Confederações, dentro do estádio, o ministro afirmou que “qualquer manifestação deve nos chamar a atenção e nos fazer perguntas”.

“Houve vaia no estádio e, no mesmo momento, um grande aplauso à presidenta Dilma aqui nos telões, quase 200 mil pessoas aqui na praça [Esplanada dos Ministérios]. O que significa isso? Vamos com calma. Vamos entender. Temos que ter a tranquilidade inclusive de não tirar conclusões precipitadas e compreender que o processo democrático é assim mesmo. A ditadura que é fácil”, disse em entrevista após a reunião.

“A democracia é assim mesmo, é complexa”, afirmou o ministro. “O duro, como já disse a presidenta Dilma, é o silêncio das tumbas, é o silêncio da repressão. Não vamos encaminhar por essa vertente”, declarou.

Servidores em protestos
Um dos manifestantes recebidos por Gilberto Carvalho foi o ex-assessor da Secretaria de Relações Institucionais Gabriel Santos Elias, que pediu exoneração do cargo em maio e participou dos protestos da sexta e no sábado.

Ele disse que deixou o trabalho na Presidência para cuidar de sua carreira acadêmica, mas afirmou que “todo servidor público tem direito de participar de mobilizações”.

Além de Gabriel, o Movimento Brasil e Desenvolvimento, do qual faz parte, tem outros servidores públicos tanto do governo do Distrito Federal quanto do governo federal em seu quadro, segundo informou Edemilson Paraná, um dos integrantes.

“Temos estudantes, profissionais liberais e alguns, sim, trabalham no governo, mas têm direitos políticos”, disse Edemilson, que condenou o que chamou de “criminalização dos atos”. “Ser exonerado é a menor preocupação que essas pessoas têm. Estamos preocupados com essa tentativa de difamação”.

O ministro disse que o envolvimento de servidores nas manifestações “preocupa politicamente” o governo, mas ponderou que “todo servidor público tem direito de fazer sua manifestação fora do horário de expediente com toda liberdade”.

“Se ele cometeu algum ilícito, será responsabilizado pelo ilícito praticado, mas pra isso precisamos ter prova, temos que ter comprovação do eventual ilícito”, afirmou.

Assistam – AO VIVO – TV Alvo no ar!

Esta na hora de seguirmos este conselho sábio…

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