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EUA divulgam imagens que supostamente mostram disparos russos contra Ucrânia

os-estados-unidos-divulgaram-imagens-de-satelite-que-segundo-o-governo-confirmam-suas-alegacoes-de-que-a-artilharia-russa-disparou-em-direcao-a-ucrania-em-apoio-aos-separatistas - FOTO USDOD

Os Estados Unidos divulgaram neste domingo (27) imagens de satélite que, segundo o governo, confirmam suas alegações de que a artilharia russa disparou em direção à Ucrânia, em apoio aos separatistas pró-russos.

As quatro imagens, obtidas pelo gabinete do diretor de inteligência nacional e enviadas à imprensa pelo departamento de Estado, mostra setores da fronteira entre Rússia e Ucrânia.

Em duas delas aparecem o que os Estados Unidos garantem ser baterias russas em seu território: lançadores múltiplos de foguetes e morteiros autopropulsados.

As imagens também mostram crateras provocadas por impactos perto de posições militares no lado ucraniano da fronteira.

A terceira imagem mostra o que Washington diz ser uma artilharia pesada ativada por separatistas a partir da própria Ucrânia.

“A amplitude da área de impactos perto de unidades militares ucranianas indica que foram disparados foguetes de vários pontos (…), alguns contra um povoado da zona”, afirma a legenda da foto.

Moscou nega ter feito qualquer intervenção direta no conflito na Ucrânia e acusou Washington de alimentar uma campanha contra o país.

Os Estados Unidos afirmaram na quinta-feira que a Rússia havia lançado ataques a partir de seu território e que planejava entregar lança-foguetes mais pesados e poderosos aos seus aliados na Ucrânia, os rebeldes pró-russos.

Para isso, o Departamento de Estado citou informação de inteligência até divulgar no sábado as fotografias.

A Ucrânia também se queixou de que dois de seus aviões foram derrubados por mísseis disparados a partir de território russo, mas esta informação não foi confirmada pelos Estados Unidos.

Os temores dos danos que os separatistas pró-russos provocam com armas pesadas russas aumentaram fortemente depois que um avião comercial malaio foi derrubado quando voava sobre a Ucrânia com 298 pessoas a bordo.

FONTE: UOL

Mig-29 cai na Rússia e mata seu piloto

Um avião caça Mig-29 das Forças Aéreas da Rússia caiu nos arredores de Astrakhan, no sul do país, acidente no qual morreu seu piloto, informaram neste domingo (27) fontes da polícia local.

“Um Mig-29 caiu junto a um aeroporto no distrito de Privolzhski, a cerca de 30 quilômetros de Astrakhan”, disse à agência ‘Interfax’ um policial, que não detalhou quando aconteceu o acidente.

O Mig-29, avião de guerra de quarta geração Y considerado um dos caças mais eficientes e seguros do mundo, é pilotado por uma ou duas pessoas.

Projetado há mais de 30 anos, o Mig-29 foi lançado para concorrer com o F-16 americano e atualmente nas Forças Aéreas da Rússia e de outros 28 países se encontram em serviço mais de mil destes caças.

G1

Filhos de Princesa Isabel, nobres brasileiros participaram da Primeira Guerra Mundial

Vivendo na França, Princesa Isabel, Conde D´eu e seus filhos eram vistos como nobreza francesa em outros países, mas Luís e Antônio não foram aceitos pelo exército local – Acervo Dom João de Orleans e Bragança

O grau de envolvimento brasileiro na Primeira Guerra Mundial é pouco conhecido da maioria das pessoas, mas a proximidade do centenário do conflito, que começou no dia 28 de julho de 1914, joga luz sobre essa parte da nossa História. Pouca gente sabe, por exemplo, que, muito antes de o país enviar equipe médica, embarcações e alguns oficiais apenas na reta final do confronto, dois príncipes brasileiros atuaram na guerra e até morreram em consequência disso. Filhos da Princesa Isabel com o francês Conde D’Eu, os nobres D. Luís Maria e D. Antônio Gastão, netos do ex-imperador D. Pedro II, serviram ao lado do Império Britânico.

Mas o caminho até servir na guerra não foi nada simples para os dois. A família viveu no Brasil até a Proclamação da República, em 1889, quando foi para o exílio na França. Antônio tinha, então, 8 anos, enquanto Luís tinha 11. Durante viagens para outros países, Luís e Antônio não eram reconhecidos como membros da nobreza brasileira ou portuguesa, mas, sim, francesa. Porém, quando completaram a idade do alistamento militar, o exército do país se negou a recebê-los.

— A França já era uma república, enquanto eles eram brasileiros e faziam parte de uma família monárquica. Saber disto nos ajuda a entender essa negativa do exército. A França era a pátria que D. Luís e D. Antônio queriam defender. Mas eles não conseguiram, pelo menos, diretamente — explica a historiadora Teresa Malatian, autora do livro “D. Luís de Orleans e Bragança, peregrino de impérios”.

A solução foi alistar-se no Império Austro-Húngaro, então governado pelo tio deles, o imperador Francisco José I. Os dois príncipes cumpriram suas carreiras militares nas fileiras austríacas sem imaginarem que os dois países, a França com a qual se identificavam e a pátria que passaram a defender, entrariam em choque na maior guerra conhecida pelo mundo até então.

Com as constantes insatisfações e disputas entre as nações, o clima bélico já se tornava uma preocupação dos príncipes. Sem vislumbre de assumir um lugar de prestígio em alguma nobreza europeia, o Conde D´Eu, que ao se casar com a Princesa Isabel abriu mão da hereditariedade do trono francês, aconselhava seus filhos a seguir carreira militar.

Anos antes do início do conflito mundial, ao se casar com Maria Pia Bourbon Napoles, D. Luís pediu desligamento do exército para passar a conviver com a família. Já D. Antônio, ao perceber que a guerra era inevitável, saiu das fileiras austríacas pouco antes do assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando, estopim do grande conflito.

Quando a Primeira Guerra Mundial já tinha iniciado seu curso, os príncipes resolveram se colocar à disposição do exército francês, inimigo dos austro-húngaros, mas viram as portas fechadas outra vez. Só que mesmo assim os irmãos não abandonaram a ideia de lutar junto aos Aliados.

— Desta vez, o exército francês não os aceita exatamente por terem servido ao inimigo. Como eles iriam mudar de lado? Os príncipes acabam sendo aceitos pelas forças britânicas devido a um outro parentesco com a família real de lá — relata Teresa Malatian.

O ‘SIMPÁTICO’ E O ‘COMBATENTE’

Oriundos da família real brasileira, considerados franceses, treinados pelos austríacos e servindo aos britânicos. É com esta trajetória que o simpático D. Luís e o combatente D. Antônio, como foram classificados por seu mordomo, entram na Primeira Guerra Mundial.

— Os príncipes eram pessoas notáveis. O exército britânico avaliou que seria bom tê-los em suas fileiras — diz o embaixador Vasco Mariz, autor do livro “Nos caminhos da história”, que será publicado no final deste ano.

O desembarque de D. Luís no conflito se deu em 23 de agosto de 1914 e teve duração de quase um ano. Como encarregado das comunicações entre os regimentos, ele atuou nos pântanos do Yser, no Norte da França, onde contraiu um tipo de reumatismo que o teria paralisado, como conta sua filha Maria Pia em seu livro de memórias.

De volta à França, passou a se locomover em uma cadeira de rodas e ficou conhecido como um entusiasta do Brasil por sempre contar a história do país e ensinar português para seus filhos e conhecidos.

— D. Luís teve um papel político importante para o Brasil. Era um entusiasta que enaltecia a imagem do país no exterior — afirma o Vasco Mariz.

A doença que o príncipe contraiu na guerra o acompanharia e seria o motivo de sua morte, em 1920.

Já D. Antônio tinha 33 anos quando entrou na guerra que influenciaria amplamente a geopolítica mundial dali em diante. Ele se tornou capitão do regimento Royal Canadian Dragoon, junto com os canadenses que foram defender a bandeira britânica.

— Alguns autores afirmam que D. Antônio participou de batalhas aéreas, extremamente novas naquele período. O que se sabe é que o príncipe era hábil e que muitos o consideravam bastante corajoso — conta Mariz.

Com a guerra já terminada, o príncipe sofreu um acidente de avião nos arredores de Londres. Ele ainda foi levado vivo para um hospital próximo, mas morreu em decorrência dos graves ferimentos sofridos, no dia 29 de novembro de 1918.

CONDECORAÇÕES FRANCESAS

Mesmo sem ter sido aceito pelas forças francesas, D. Luís recebeu condecorações póstumas por sua participação na Primeira Guerra com os Aliados. O governo francês homenageou o príncipe como cavaleiro da Legião de Honra e lhe outorgou a Cruz de Guerra, o que demonstra reconhecimento ao príncipe brasileiro morto.

Já seu irmão recebeu, em 1917, um título de destaque do exército britânico. Devido a sua participação, considerada de alto nível nos relatos de superiores, D. Antônio mereceu a Military Cross e foi incorporado às forças armadas britânicas oficialmente.

Fonte: O Globo

Exército sírio recupera campo petrolífero, mas perde base militar

O exército sírio retomou neste sábado (26) o controle do campo petrolífero de Shaer, na província de Homs, do qual os jihadistas do Estado Islâmico (EI) haviam se apoderado há uma semana.

Mais cedo, os islâmicos estenderam seu controle sobre a província de Raqa, no norte da Síria, tomando uma base do exército depois de combates que custaram a vida de ao menos 85 soldados em 48 horas.

O exército declarou ter tomado “o controle total do monte Shaer e de seu campo petrolífero”, depois de matar “um grande número de terroristas” do EI, em comunicado divulgado pela agência oficial Sana.

As forças do regime do presidente Bashar al-Assad retiram agora “as minas e os artefatos explosivos instalados na região”, diz o texto.

“Desde essa manhã, ocorrem combates ao redor do campo de Shaer”, explicou Rami Abdel Rahman, diretor do Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSHD), à France Presse.

“O Exército conseguiu expulsar os jihadistas do local e controla a partir de agora o campo e as montanhas ao redor”, afirmou, acrescentando que houve baixas nos dois lados, mas sem informar um número.

Durante a tomada do campo pelos insurgentes, em 19 de julho, mais de 300 soldados morreram.

No norte do país, as forças do Estado Islâmico ampliaram neste sábado seu controle sobre a província de Raqa, tomando uma base do Exército em combates que mataram ao menos 85 soldados em 48 horas.

“O EI tomou o controle da base da Divisão 17″, declarou Rami Abdel Rahman neste sábado à France Presse.

O Exército sírio havia abandonado, na noite de sexta-feira (25), esta grande base situada ao norte da cidade de Raqa, reduto do EI, depois de 48 horas de combates, segundo o OSDH.

Com a perda da Divisão 17, o Exército conta agora com apenas duas posições na província de Raqa.

Desde o início, na quinta-feira, do ataque do EI contra esta base, ao menos 50 soldados foram executados pelos jihadistas, 19 morreram em um duplo atentado suicida e ao menos outros 16 caíram em combate, segundo o OSDH.

“Centenas de soldados que sobreviveram se retiraram para locais seguros”, mas “o paradeiro de 200 militares é ignorado”, destacou Rahman.

“Alguns soldados foram decapitados e seus corpos, expostos em Raqa”. Os jihadistas também tuitaram fotos de corpos sem cabeça.

FONTE: G1

Desculpe, David Luiz

Nós, políticos, não estamos ganhando a Copa do Bem-Estar

Senador Cristovam Buarque (PDT-DF)/ Foto: Portal IG

Os EUA tiveram uma guerra civil que custou cerca de 600 mil vidas. A Alemanha foi derrotada duas vezes no período de 27 anos e a França foi ocupada pelos alemães. Outros países tiveram grandes traumas por terremotos e maremotos. Nossos traumas foram derrotas no futebol: para o Uruguai, em 16 de julho de 1950, e Alemanha, em 8 de julho de 2014. Sofremos por causa dos 7 a 1 no futebol, mas esquecemos dos 103 a zero para a Alemanha em Prêmios Nobel.

A realidade social não nos traumatiza porque nossos grandes problemas foram banalizados.

Consideramos tragédia ter o quarto melhor time de futebol do mundo, mas não nos traumatiza quando, no dia 1º de março de 2011, a Unesco divulgou que estamos em 88º lugar em educação; nem quando, em 15 de março de 2013, o PNUD divulgou que estamos em 85º lugar no Índice de Desenvolvimento Humano; ou quando o Banco Mundial nos coloca como o oitavo pior país em concentração de renda; ou ainda quando soubemos que somos o 54º país em competitividade no mercado mundial; ou quando o IBGE divulgou, em 27 de setembro de 2013, o aumento no número de adultos analfabetos de 2011 a 2012.

Nenhum trauma aconteceu quando a Transparência Internacional nos reprova em corrupção; ou quando vemos que, no ano passado, 54 mil brasileiros foram assassinados no país e outros 50 mil mortos no trânsito. Não nos traumatiza o fato de que 50 milhões de brasileiros — desalojados históricos pelo modelo econômico — passariam fome se não fossem as pequenas transferências de renda, como se eles fossem abrigados depois de uma inundação. Não nos choca a destruição de 9% a mais de florestas em 2013 do que em 2012.

Sofremos com as derrotas no futebol porque elas não foram banalizadas, são exceções na nossa trajetória de vitórias. Não nos traumatizam os desastres sociais porque nos acostumamos a eles e nos acomodamos. Por isso, não exigimos de nossos líderes políticos o mesmo que exigimos dos jogadores e técnicos.

Ao ouvir David Luiz pedir desculpas porque não foi “capaz de fazer seu povo feliz, pelo menos no futebol”, pensei que deveria pedir desculpas a ele, porque sou parte da seleção brasileira de líderes políticos e não consigo fazer o necessário para facilitar a vida de cada brasileiro em busca de sua felicidade.

O político não proporciona felicidade, como um artilheiro que faz gols, mas deve eliminar os entulhos sociais, tais como transporte público ineficiente, fila nos hospitais, escolas sem qualidade e violência descontrolada, que dificultam o caminho de cada pessoa em busca de sua felicidade pessoal. Esses entulhos sociais que povoam o Brasil provam que nós, os políticos brasileiros, não estamos ganhando a Copa do Bem-Estar, base necessária, embora não suficiente, para a felicidade de cada pessoa.

Por isso, eu e todos os políticos com mandatos, não David Luiz, devemos pedir desculpas por não eliminarmos os entulhos que dificultam a busca da felicidade pelos brasileiros.

Cristovam Buarque é senador (PDT-DF)

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/desculpe-david-luiz-13390064#ixzz38eC9ksGv
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Mais de mil pessoas fazem protesto pró-palestina proibido em Paris

Manifestantes pró-palestinos sobem no monumento da República, em Paris, durante manifestação neste sábado (26) (Foto: Kenzo Tribouillard/AFP)

Mais de mil pessoas, militantes da causa palestina e da esquerda radical, desafiaram neste sábado (26) em Paris a proibição de se manifestar, decidida pelo governo por medo de distúrbios e demonstrações antissemitas.

Gritando “Israel assassino, Hollande cúmplice” e “todos somos palestinos”, os manifestantes se reuniram em uma praça do centro de Paris, acompanhados por um forte dispositivo policial.

O ministério do Interior mobilizou para a ocasião 2 mil policiais.

Perto do local, a polícia montava guarda em uma rua na qual se localiza uma sinagoga.

A proibição de manifestação pelas autoridades foi confirmada na manhã deste sábado pelo Conselho de Estado, a mais alta jurisdição administrativa do país, à qual os organizadores haviam recorrido.

Após esta decisão, o ministro do Interior convocou solenemente os organizadores a desistir do protesto.

“Esta manifestação é ilegal, mas para nós é legítima. Trata-se de manifestar nossa solidariedade com um povo que está sendo massacrado”, declarou um dos manifestantes.

FONTE:G1

Resposta ao regime fascista sionista

As críticas ao sionismo e ao governo de Israel não podem ser confundidos e transformados no antissemitismo e o ódio ao povo judeu que vive em paz com o mundo e sempre viveu, é necessário salientar que apesar de ser perseguido assim como os Cristãos também o foram, os judeus jamais pegaram em armas para atacar ou ate mesmo se defenderem de perseguições na Europa e no Brasil Católico pré-Império.

Portanto o anti-sionismo é válido e aceitável pois combate um movimento racista e xenófobo que hoje governa Israel e não é diferente do Hamas, ambos defendem o aniquilamento da cultura um do outro.

Mas é preciso lembrar que o Hamas também é vilão, é um grupo terrorista que usa civis para atacar Israel, mas não é por isso que Israel tem que matar palestinos indefesos que também são vítimas do Hamas, suspendam os bombardeios desumanos e que vitimam sem escolher alvos e continuem somente com a operação em terra, pois no solo os soldados israelenses conseguem discernir militantes do Hamas para vítimas civis.

O que não podemos aceitar é que hospitais da ONU sejam bombardeados por Israel ou Escolas e campos de refugiados, afinal a ONU não compactua com terroristas e todos sabemos que existem militares da ONU nestes estabelecimentos e caso existissem terroristas Israel seria informada.

A única credibilidade que Israel tinha foi por água abaixo ao bombardear o hospital e as escolas da ONU, assim Israel acusa indiretamente a ONU de ser compactuante com terroristas?

Queremos a paz, queremos o fim do genocídio e do holocausto do povo palestino, queremos que os Israelenses durmam a noite sem te receio de que mísseis caiam na cabeça de seus filhos e em suas casas.

Se não querem se aceitar problema dos israelenses e problema dos palestinos, resolvam isso em um campo de futebol, na ONU, em ataques verbais e em processo internacionais, mas a guerra tem que acabar, pois a triste realidade é que o povo palestino vem sendo atacado e dizimado ano após ano.

Francisco Santos – Editor Chefe.

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