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Conheça as embarcações da Marinha brasileira

Aqui serão listados apenas as embarcações criadas com apoio do Brasil ou apenas pelo Brasil

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Estes foram algumas embarcações, de Meios de Esquadra

acompanhe nossa matéria sobre todos as embarcações de produção brasileira ou com parceria brasileira.

PS: As embarcações aqui citadas estão em uso, portanto as que serão entregues esse ano, em 2017 e 2025 ou em qualquer outro ano não foi citada, mas futuramente será pela matéria FUTURAS EMBARCAÇÕES BRASILEIRAS.

Polícia britânica ‘atirou apenas três vezes’ em um ano

Maior parte dos policiais britânicos não usa armas; modelo teria dificuldades de ser implantado no Brasil (Foto: EPA)Maior parte dos policiais britânicos não usa armas; modelo teria dificuldades de ser implantado no Brasil (Foto: EPA)

Um forte controle sobre o acesso a armas de fogo e condições sociais e culturais fizeram com que as polícias da Inglaterra e do País de Gales disparassem armas apenas três vezes entre maio de 2012 e abril de 2013 – sem matar ninguém.

Os números chamam atenção quando comparados aos de outros países. No Brasil, a conta dos tiros dados por ano nem é feita. Em relação às mortes provocadas por policiais, um levantamento feito pela BBC Brasil apontou que, no ano passado, foram mortas 1.259 pessoas pela polícia em 22 Estados brasileiros que forneceram dados à reportagem.

Mesmo nos Estados Unidos, país desenvolvido como o Reino Unido, a média é de 400 mortos pela polícia a cada ano.

Segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil, três fatores ajudam a explicar a baixa letalidade da polícia britânica: os policiais praticamente não usam armas; os cidadãos (e criminosos) também raramente têm armas; e há menos pobreza e desigualdade social do que no Brasil.

Não andar armada é característica central da identidade da Metropolitan Police – que responde pela região de Londres – desde que ela foi criada, em 1829. No início, alguns policiais tinham armas. Mas, após 1936, apenas oficiais com treinamento específico passaram a usar armas de fogo – hoje, eles estão restritos a cerca de 5% do contingente.

Toda força policial britânica tem uma unidade armada, mas este é o último recurso que costuma ser utilizado – e precisa ser autorizado com antecedência. No dia a dia, o policiais usam armas de menor potencial ofensivo, como Tasers (que contêm o suspeito por meio de um choque elétrico).

“A polícia britânica não quer nem precisa carregar armas de forma rotineira”, disse o presidente da ACPO (Association of Chief Police Officers), Hugh Orde.

“Nosso modelo de policiamento depende de uma estreita ligação entre o público e a polícia. O uso mínimo de força e um mínimo de interferência com o cidadão são uma parte vital desse vínculo, gerando confiança e legitimidade”, afirma.

Na opinião de Orde, ao olhar para outras polícias do mundo fica óbvio que “trazer armas de fogo na equação do policiamento não resolve o problema dos crimes violentos ou protege policiais de serem feridos ou mortos.”

Desarmamento
De fato, os números de policiais britânicos mortos não se comparam aos do Brasil. Desde 2007, apenas dois policiais morreram baleados em serviço na Inglaterra e no País de Gales.

A ausência de armas não torna os policiais britânicos extremamente vulneráveis porque a maior parte dos criminosos também não está armada.

O Reino Unido tem uma das legislações mais restritivas ao uso de arma em todo o mundo. O controle se tornou ainda mais rígido em 1997, um ano após um massacre em uma escola na Escócia ter gerado uma campanha popular que culminou na proibição das armas de fogo no país.

“A posse de armas legais ou ilegais no Reino Unido não está na escala de muitos países, o que é uma coisa boa. Como resultado, a polícia geralmente não encontra infratores transportando ou usando armas com muita frequência”, diz Richard Garside, diretor do Centro para Estudos de Crime e Justiça no Reino Unido.

Entre 2012 e 2013 (os dados são calculados por ano fiscal), dos 551 homicídios cometidos no país, apenas 29 foram causados por arma de fogo, segundo dados do ONS (Office for National Statistics). No Brasil, armas de fogo são responsáveis pela maior parte dos homicídios.

Mas os especialistas acrescentam que os baixos índices de letalidade no Reino Unido estão, de uma forma mais profunda, ligados à própria estrutura da sociedade.

“Tem muito mais a ver com a história, a cultura, os níveis de desigualdade. Não temos favelas como as do Brasil. Quando há altos níveis de desigualdade tende-se a ter mais crimes e outros problemas”, afirma o professor da Universidade de Wolverhampton Peter Waddington, especialista em polícia e segurança.

“O Reino Unido, comparado a outros países, é relativamente mais pacífico por causa dos nossos arranjos sociais e políticos. A polícia é, em um sentido importante, até irrelevante” acrescenta Garside.

Como exemplo desse arranjo social, Garside aponta, por exemplo, o sistema de saúde britânico, gratuito, como um diferencial em relação até mesmo aos Estados Unidos – país mais rico do mundo, mas onde a polícia mata muito mais do que no Reino Unido. Outro diferencial, diz, é que os Estados Unidos permanecem “profundamente divididos” por questões raciais.

Brasil
Seria possível, então, adotar o modelo britânico no Brasil e ter uma polícia sem armas?

“Você não tem em Londres o tráfico de drogas com fuzil, dando tiro em cima do policial. Os instrumentos da polícia para conter e solucionar os crimes precisam ser proporcionais”, diz o coronel Ubiratan Ângelo, da ONG Viva Rio e ex-comandante geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro.

Na opinião dele, o Brasil poderia se inspirar no Reino Unido em relação à legislação sobre o acesso a armas. Ângelo afirma que 60% das armas aprendidas pela polícia foram produzidas de forma legal, mas acabaram caindo nas mãos de bandidos.

“A arma dá uma falsa sensação de segurança. Primeiro, porque ela acaba ficando com os criminosos. Segundo, porque ela só oferece segurança se a pessoa está preparada para usá-la. Ter uma arma no porta-luvas ou guardada em casa não adianta nada, porque o ladrão não avisa quando vai vir”, diz.

O diretor do Brazil Institute do King’s College de Londres, Anthony Pereira, também acha que “o Brasil está longe de uma polícia desarmada”, devido ao grande número de armas na sociedade e aos altos índices de homicídio.

“Há cerca de 50 mil homicídios por ano no Brasil. Nestas circunstâncias, será politicamente muito difícil convencer a polícia a andar desarmada”, diz.

Pereira, assim como outros especialistas, afirma que a polícia britânica não deve ser idealizada: há suspeitas de corrupção, acusações de preconceito e críticas tanto quanto ao uso de armas Taser como de armas tradicionais – no início do mês, uma pessoa morreu baleada pela polícia, após dois anos desde a última morte.

Além disso, o caso do brasileiro Jean Charles de Menezes, morto por policiais após ser confundido com um terrorista na esteira dos atentados no metrô de Londres em 2005, mostra que ainda há muitos problemas a serem enfrentados.

Mas a noção de policiamento comunitário, diz Pereira, é algo que poderia ser aproveitada pelo Brasil. No Reino Unido, afirma, as delegacias são mais acessíveis às pessoas, a polícia tem reuniões mensais com as comunidades e seu trabalho é complementado por membros civis.

“Se houver pressão política, acho que a Polícia Militar pode caminhar no sentido de se tornar uma polícia mais pacífica e voltada para a comunidade”, afirma.

A abordagem dos temas da violência policial e da violência contra os policiais como parte da cobertura especial da BBC Brasil sobre as eleições de 2014 foi sugerida em uma consulta com leitores promovida pelo #salasocial – o projeto da BBC Brasil que usa as redes sociais como fonte de histórias originais.

Nas redes sociais, muitos leitores da BBC Brasil participaram do debate e fizeram comentários sobre a questão. Dê também sua opinião.

 

Font: G1

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Representantes da Saab e da Embraer fazem visita técnica ao NAe ‘São Paulo’

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No dia 04 de setembro de 2014, um grupo de técnico das empresas SAAB e EMBRAER visitou o Navio-Aeródromo São Paulo, com o propósito de verificar “in loco” e discutir, com a equipe do Navio e da Diretoria de Aeronáutica da Marinha (DAerM), detalhes técnicos, sob a ótica da execução do projeto de modificações necessárias para a adaptação da aeronave Gripen à operação embarcada.

Os dados técnicos colhidos serão analisados e aplicados nos modelos pré-existentes da aeronave Gripen, de forma que no futuro próximo a SAAB possa apresentar à Marinha do Brasil (MB) suas conclusões, confirmando ou não, a possibilidade de que uma versão naval da aeronave possa operar, com segurança, a bordo do NAe São Paulo.

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No dia 05 de setembro de 2014 a comitiva foi recebida pelo Diretor de Aeronáutica da Marinha, Contra-Almirante Carlos Frederico Carneiro Primo, que ressaltou a importância do Projeto F–X2, uma vez que representa um incremento significativo na Segurança Nacional; para a transferência de tecnologia, por meio de um acordo de compensação completo; para o fomento da cadeia produtiva e aumento da autonomia do País na área de Defesa; e representa uma importante oportunidade de gerar novos negócios no Brasil e no exterior.

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Comentou ainda que o desenvolvimento (projeto de engenharia) de uma versão naval da aeronave Gripen representaria o coroamento de um longo processo de transferência de tecnologia, confirmando a capacitação da Indústria de Defesa Nacional. Ao final o Diretor da SAAB no Brasil, Sr. Andrew Wilkinson, agradeceu a oportunidade de trabalhar com a MB, manifestando um grande entusiasmo pelo Projeto.

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Fonte: Operacional Defesa & Segurança

Ucrânia concorda em conceder ‘status especial’ a regiões separatistas

Homem carrega caixão para fora de loja funerária atingida or bombardeios em Donetsk, leste ucraniano, nesta terça (16) (Foto: Marko Djurica/Reuters)

O Parlamento da Ucrânia aprovou nesta terça-feira (16) uma lei que vai conceder “status especial” para regiões orientais separatistas, incluindo um certo grau de autonomia ao governo local por um período de três anos, disseram os deputados que participaram da sessão a portas fechadas.

Uma segunda lei aprovada concede anistia aos separatistas envolvidos nos recentes combates com as forças do governo, de acordo com declarações dos deputados à agência de notícias Reuters.

Um cessar-fogo começou em 5 de setembro e vem sido mantido de forma geral, a despeito de violações esporádicas que os dois lados atribuem um ao outro. No sábado, os combates foram especialmente acirrados no entorno do aeroporto de Donetsk, que continua sendo controlado pelo governo. O acordo de cessar-fogo foi negociado por enviados da Ucrânia, da Rússia, dos separatistas e da OSCE.

Acordo com a UE
O Parlamento Europeu ratificou nesta terça-feira, ao mesmo tempo que o Parlamento ucraniano, o acordo de associação entre União Europeia (UE) e Ucrânia. O acordo foi ratificado por 535 votos a favor, 127 contrários e 35 abstenções.

“Este é um momento histórico”, disse o presidente da Eurocâmara, Martin Schulz.

O acordo foi assinado em junho e estabelece uma redução progressiva das taxas de importação entre as duas partes. Este capítulo é o que mais irrita Moscou.

O pacto é o mesmo que o presidente ucraniano Viktor Yanukovytch havia se recusado a assinar em novembro do ano passado, optando por estreitar os laços com a Rússia.

A mudança provocou uma onda de protestos que levaram, em fevereiro deste ano, à destituição do presidente pelo Parlamento, a secessão da Crimeia em março e uma guerra civil entre Kiev e as repúblicas autoproclamadas do leste da Ucrânia.

O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, considerou que a adoção do Acordo de Associação significa um primeiro passo para a adesão à União Europeia (UE).

“A votação de hoje é a eleição da civilização da Ucrânia. Ucrânia é Europa”, disse o primeiro-ministro Arseni Yatseniuk.

O acordo continua sendo até o momento meramente simbólico, já que os aspectos comerciais não entrarão em vigor até dezembro de 2015 para ter tempo de discutir com a Rússia, que se opõe aos seus termos.

FONTE: G1

Curdos recuperam controle de 14 povos na Síria após choques com o Estado Islâmico

Combatentes curdos sírios recuperaram o controle de 14 povos da Província setentrional de Al Hasaka na Síria após choques com o grupo jihadista EI (Estado Islâmico), informou nesta segunda-feira (15) a milícia Unidades de Proteção do Povo Curdo.

Em comunicado divulgado em seu site, esta força curdo-síria explicou que seus milicianos iniciaram em 13 de setembro uma operação contra os “terroristas”, em referência ao EI, que ameaçavam tomar a cidade de Qameshli, e desde então retomaram o domínio de 14 locais.

Atualmente, os choques entre os dois grupos prosseguem nas imediações das povoações de Un al Kasaib e Sharumuj. O Observatório Sírio de Direitos Humanos confirmou estas informações.

Durante o domingo (14), pelo menos 22 pessoas morreram, entre elas oito menores, em um ataque contra os povos de Tal Khalil e Hayía, em Al Hasaka.

A autoria do ataque é ainda confusa, já que enquanto a Coalizão Nacional Síria (CNFROS), principal aliança política opositora, acusa as Unidades de Proteção do Povo Curdo, algo que a milícia rejeita categoricamente e culpa os jihadistas.

Os curdos da Síria se concentram, sobretudo, na Província de Al Hasaka, no nordeste do país, e nas regiões de Afrin e de Ain al Arab, também denominada Kobani, em Aleppo, no norte, e supõem 9% da população do país.

As Unidades de Proteção do Povo Curdo são uma das milícias que estão apresentando a oposição mais dura no território sírio aos avanços do EI, que proclamou um califado em junho no Iraque e Síria.

Precisamente hoje, 30 Estados se comprometeram em Paris a apoiar o Iraque na luta contra o EI com todos os meios possíveis, incluídos os militares, mas não mencionaram o caso sírio.

FONTE: R7

Armas da Otan ‘estão chegando’, diz ministro

Rússia Ucrânia

O ministro da Defesa da Ucrânia, Valerei Heletei, declarou no sábado que a Otan já está enviando armas a seu país para combater os separatistas pró-Rússia – conforme, segundo Heletei, acordo estabelecido na reunião da aliança no início do mês. Um outro alto funcionário ucraniano tinha anunciado o envio de armas semana passada, mas quatro dos países mencionados não confirmaram o pacto.

FONTE: Estadão

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